O histórico de 13 anos do Bitcoin revela um padrão claro: após quedas médias de 5,53% em janeiro, como a de agora, fevereiro costuma trazer valorizações expressivas de 14,3% em média. Isso acalma iniciantes que veem o preço caindo para perto de US$ 83.000. Não é o fim do ciclo, mas uma ‘limpeza de mercado’ típica, comprovada por dados on-chain recentes.
O Padrão Histórico de Janeiro e Fevereiro
Analisando os dados desde 2013, janeiro tem sido um mês de correção para o Bitcoin em várias ocasiões, com perdas médias de 5,53%. Mas o que acontece em fevereiro? Em nove dos últimos 13 anos, o ativo registrou ganhos, com uma média de +14,3% e mediana de +12,2%. Por exemplo, em 2022, após -16,9% em janeiro, veio +12,2% em fevereiro. Em 2020, queda de 8,21% seguida de +21,5%.
Esses números não são coincidência sazonal aleatória. Mesmo em mercados de baixa, como 2023, fevereiro trouxe +12,2%. Em fases de alta, como 2021, a valorização chegou a +36%. O Bitcoin atualmente segura um suporte em torno de US$ 80.600, dentro de um range estável desde o segundo trimestre de 2025, entre US$ 80.600 e US$ 107.000. Isso sugere potencial para uma reversão estatisticamente provável.
Movimentação dos Holders de Longo Prazo
Enquanto o preço oscila, os holders de longo prazo (LTHs) moveram cerca de 370.000 BTC nos últimos 30 dias. Isso parece alarmante à primeira vista, mas os dados brutos on-chain mostram que não se trata de uma saída estrutural do mercado. Pelo contrário, é uma rotação de capital.
Métricas líquidas, como a variação net da posição LTH, indicam declínio de apenas 144.000 BTC porque, simultaneamente, cerca de 226.000 BTC maturaram de holders de curto prazo (STHs) para longo prazo. Essa ‘limpeza’ remove participantes fracos durante volatilidade, como a recente queda para US$ 81.000, preparando o terreno para novos compradores. Indicadores de sentimento, como o Fear and Greed Index em zona de medo extremo, reforçam que o pânico atual é oportunidade para quem entende ciclos.
Cotação Atual e Contexto Brasileiro
Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 443.118,53 (alta de 0,87% em 24 horas), com volume de 554 BTC nas exchanges brasileiras. Com o dólar a R$ 5,255, isso equivale a cerca de US$ 84.300. O preço segura acima do suporte crítico, e a história sugere que pressões de venda, como saídas de ETFs, podem arrefecer em breve.
Para brasileiros, esse range é familiar: oscilações em reais refletem não só o BTC global, mas fluxos locais. Manter a calma evita vendas em pânico, comum entre iniciantes.
Lições para Iniciantes: Evite o Pânico
Como iniciante, lembre: mercados cripto são cíclicos. Janeiro limpa excessos, fevereiro recompensa paciência. Os LTHs, que holdam há meses ou anos, usam quedas para reposicionar, não abandonar o ativo. Monitore suportes como US$ 80.600 e métricas on-chain para sinais de reversão.
Invista tempo aprendendo: use ferramentas como Glassnode para gross flows e históricos sazonais. A história está do seu lado – 13 anos de dados provam que fevereiro pode transformar desespero em oportunidade.
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