A Casa Branca convocou um conclave de alto nível para 2 de fevereiro, reunindo executivos de bancos tradicionais, Coinbase e grupos cripto sob mediação do governo Trump. O objetivo é resolver o impasse no CLARITY Act, lei que define estrutura regulatória para ativos digitais. O ponto central de discórdia: rendimentos oferecidos por exchanges em stablecoins, vistos como ameaça aos depósitos bancários. Com odds de aprovação em 57%, o encontro pode ditar o futuro da regulação nos EUA.
Participantes e Bastidores do Poder
O conclave será mediado pelo conselho cripto da Casa Branca, com presença de Brian Armstrong, CEO da Coinbase, representantes de grandes bancos e associações como a Blockchain Association. Bancos temem perder até US$ 500 bilhões em depósitos para stablecoins até 2028, conforme relatório do Standard Chartered. A retirada de apoio da Coinbase ao projeto em janeiro expôs fraturas entre Wall Street e o Vale do Silício.
Essa reunião reflete a geopolítica financeira global: Trump busca equilibrar inovação cripto com estabilidade bancária, evitando que os EUA percam terreno para jurisdições mais permissivas como Europa ou Ásia. Senadores democratas sinalizam apoio condicional, mas o markup no Senado Ag Committee ocorre amanhã, ampliando a urgência.
Disputa Central: Rendimentos em stablecoins
A controvérsia gira em torno dos rendimentos pagos por plataformas cripto em stablecoins atreladas ao dólar. Bancos argumentam que isso cria concorrência desleal, drenando liquidez de contas tradicionais. O GENIUS Act de 2025 já baniu juros diretos de emissores, mas deixa brecha para terceiros como exchanges.
As empresas cripto contrapõem: yields incentivam adoção e são essenciais para competir globalmente. Sem eles, inovação trava. Analistas veem nisso uma batalha territorial regulatória, onde bancos buscam domínio via comitês de finanças, enquanto cripto defende clareza via agricultura.
Implicações Geopolíticas e para o Mercado
O CLARITY Act define papéis da SEC, CFTC e bancos, oferecendo certeza jurídica há anos pleiteada pela indústria. Bitwise CIO Matt Hougan alerta: sem aprovação, o bull run de 2026 pode estagnar, com próxima janela legislativa incerta sob nova administração.
Globalmente, falha nos EUA impulsiona migração de capital para Dubai ou Singapura. Sucesso reforça liderança americana em finanças tokenizadas, impactando Brasil e emergentes dependentes de regulação estável. Investidores monitoram: odds em Polymarket caíram de picos recentes.
Próximos Passos no Xadrez Regulatório
Compromisso pode reviver o bill para markup final, alinhando com agenda pró-cripto de Trump. Falha prolonga incerteza, beneficiando offshore. Para brasileiros, clareza americana influencia fluxos globais de capitais e adoção de stablecoins em remessas.
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