Executivo cartoon empilhando bloco BTC em tesouraria que alcança coroa '10', simbolizando Strive no top 10 detentores corporativos

Strive Arrecada US$ 225 Mi e Entra no Top 10 Detentores Corporativos de BTC

A Strive Asset Management, apoiada por Vivek Ramaswamy, captou US$ 225 milhões em uma oferta superdimensionada de ações preferenciais SATA, quitou a maior parte das dívidas da aquisição da Semler Scientific e comprou mais 334 BTC. Agora, com 13.132 BTC em tesouraria, a empresa entra no top 10 das maiores detentoras corporativas de Bitcoin do mundo, sinalizando a maturidade do setor.


Captação Oversubscribed e Estrutura de Financiamento

A Strive fechou a oferta de 1,32 milhão de ações preferenciais a US$ 90 cada, após demanda que superou US$ 600 milhões, bem acima da meta inicial de US$ 150 milhões. Essa estrutura de preferred equity permite alavancar a exposição ao Bitcoin de forma sustentável, alinhando o financiamento de longo prazo à natureza do ativo digital.

Segundo o CEO Matt Cole, essa abordagem representa “o mecanismo ótimo para escalar a exposição ao Bitcoin”. Em apenas quatro meses, a empresa passou de zero para uma posição de destaque, com um yield de Bitcoin trimestral de 21,17%.

Quitação Rápida de Dívidas Legadas

Com os recursos, a Strive acelerou a redução de dívidas assumidas na compra da Semler Scientific. Dos US$ 120 milhões totais, US$ 110 milhões foram quitados em 11 dias, incluindo US$ 90 milhões em notas conversíveis trocadas por SATA e um empréstimo de US$ 20 milhões com a Coinbase Credit. Os BTC agora estão livres de ônus.

O saldo remanescente de US$ 10 milhões deve ser pago até abril de 2026, posicionando a Strive com uma relação de amplificação de 37,2%, sendo 97,7% via preferred equity — uma estratégia conservadora e eficiente para tesourarias corporativas.

Expansão das Reservas e Novo Ranking Corporativo

A compra de 333,89 BTC a um preço médio de US$ 89.851 elevou as reservas totais para 13.131,82 BTC, avaliados em cerca de US$ 1,2 bilhão. A empresa ultrapassou a CleanSpark e assumiu a 10ª posição entre holders públicos, conforme BitcoinTreasuries.NET.

O CIO Ben Werkman destacou: “Em pouco mais de quatro meses, escalamos para top-10”. No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 464.137,36 (+0,46% em 24h), o que torna essas reservas equivalentes a mais de R$ 6 bilhões.

Maturidade do Setor: Empresas Aceleram Adoção

Essa movimentação reforça a tendência de maturidade nas tesourarias corporativas. Empresas como Strive demonstram que é viés de alta acumular Bitcoin via alavancagem inteligente, sem comprometer a liquidez. Para investidores brasileiros, isso é acionável: monitorar detentores do top 10 pode sinalizar movimentos de mercado.

Com o dólar a R$ 5,19 (AwesomeAPI), os US$ 225 milhões captados equivalem a cerca de R$ 1,17 bilhão, destacando o apetite institucional crescente. O futuro aponta para mais corporações seguindo esse modelo, consolidando o Bitcoin como reserva de valor estratégica.


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