Personagens cartoon estilizados fundindo lingotes de ouro, prata e Bitcoin em forma unificada, simbolizando lançamento do ETF BPRO pela Bitwise na NYSE

Bitwise Lança BPRO: ETF com Bitcoin e Ouro na NYSE

A Bitwise lançou o Bitwise Proficio Currency Debasement ETF (BPRO), listado na NYSE desde 22 de janeiro de 2026. Este produto inovador combina Bitcoin com ouro, prata, paládio, platina e ações de mineradoras, oferecendo uma cesta diversificada contra a desvalorização de moedas fiduciárias. Diferente de ETFs puros como o ARKB da ARK, o BPRO adota estratégia ativa para proteção patrimonial em era de expansão monetária.


Características do BPRO

O BPRO mantém exposição mínima de 25% em ouro, com Bitcoin como única criptomoeda, complementado por outros metais preciosos e ações de mineradoras. A gestão ativa permite ajustes conforme o mercado, unindo a expertise da Bitwise em ativos digitais à experiência da Proficio em commodities.

Matt Hougan, CIO da Bitwise, destacou: “A combinação de ouro e Bitcoin oferece proteção poderosa contra a desvalorização persistente das moedas”. Bob Haber, CIO da Proficio, reforçou que ouro ainda é subvalorizado nos portfólios, representando apenas 0,17% dos ativos segundo o Goldman Sachs.

Essa abordagem visa suprir lacunas das estratégias tradicionais de ações e títulos, que falham em cenários de inflação acelerada. O fundo já está disponível para negociação, atraindo investidores institucionais e de varejo.

Comparação com ARK e BlackRock

Enquanto o ARKB da ARK 21Shares foca exclusivamente em Bitcoin spot, com custódia na Coinbase e atualizações rotineiras à SEC, o BPRO diversifica riscos. O ARKB compete com o IBIT da BlackRock, líder em AUM, e FBTC da Fidelity, mas cobra fees competitivas em um mercado saturado.

BlackRock domina com escala, ARK aposta em inovação via Cathie Wood, mas ambos expõem 100% à volatilidade do BTC. Dados mostram bilhões em inflows para spot ETFs desde 2024, estabilizando preços em faixas estreitas. O BPRO diferencia-se ao mitigar correlações com commodities tradicionais.

Para investidores, isso significa opções: puro BTC para upside agressivo ou BPRO para hedge balanceado.

Implicações para Investidores Brasileiros

No Brasil, com inflação histórica e real volátil, o BPRO surge como alternativa acessível via corretoras internacionais. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 463.608, com variação de -0,38% em 24h e volume de 259 BTC.

Comparado a ETFs locais ou diretos, o BPRO oferece diversificação sem complexidade de custódia. No entanto, fees anuais e exposição indireta demandam análise. Volume global de ETFs reforça maturidade, mas volatilidade persiste: quedas no BTC impactam todos.

Investidores devem monitorar inflows e ajustes do fundo para avaliar performance inicial.

Considerações Finais e Riscos

O lançamento do BPRO sinaliza evolução nos ETFs, integrando cripto a ativos tangíveis comprovados. Diferente de competidores como ARK e BlackRock, prioriza resiliência sobre especulação pura. Ainda assim, riscos incluem oscilações de preço, custos operacionais e regulação.

Posse indireta via ETF evita chaves privadas, mas não elimina perdas em bear markets. DYOR é essencial antes de alocar.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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