Cubo geométrico abstrato com 65% em verde neon e espiral dourada emergente, simbolizando chance de alta do Bitcoin em 2026 apesar ciclo alterado

Bitcoin 2026 Verde? Analistas Dão 65% de Chance Apesar do Ciclo Quebrado

O tradicional ciclo de preços do Bitcoin parece quebrado, com 2025 registrando ano vermelho após dois verdes consecutivos, contrariando o padrão histórico de três anos de alta seguidos por um de baixa. Ainda assim, o analista Egrag Crypto atribui 55-65% de probabilidade de 2026 terminar verde, dependendo de fechamentos mensais acima de US$ 105 mil e suporte em US$ 90 mil. Em contraste, a Aptos (APT) busca recuperação rápida, com alvos de até US$ 2,43 até fevereiro após queda de 11% para US$ 1,62.


Desvio no Ciclo Histórico do Bitcoin

Historicamente, o Bitcoin seguia um ritmo previsível alinhado ao ciclo de halving de quatro anos: três anos consecutivos de fechamento anual positivo (verde) seguidos por um negativo (vermelho). De 2023 a 2025, porém, o padrão foi verde-verde-vermelho, rompendo a sequência esperada de verde x3-vermelho, conforme análise detalhada do especialista Egrag Crypto.

Essa quebra sugere uma fase de resfriamento em 2025, não necessariamente o início de um bear market prolongado. Para 2026 ser verde — com probabilidade de 55-65% —, são necessários sinais de confirmação como estabilidade acima da banda macro de US$ 90 mil e momentum forte em timeframes elevados. Caso contrário, há 35-45% de chance de consolidação estendida, com ranges mais amplos e progresso lento. PlanB reforça que o modelo stock-to-flow foca em médias cíclicas, com a atual em torno de US$ 90 mil, superior aos ciclos anteriores.

Atualmente, o BTC negocia próximo de US$ 97 mil, com variação de cerca de 2% diária, 8% semanal e 12% mensal, recuperando resistências chave como US$ 95 mil e mirando a média exponencial de 50 semanas em US$ 97.500.

Alvos Técnicos para Aptos em Fevereiro

A APT caiu 11% para US$ 1,62, mas analistas mantêm otimismo de médio prazo. Previsões indicam alvos curtos de US$ 1,90-US$ 2,08 em uma semana e US$ 2,25-US$ 2,43 em um mês, conforme projeções de Tony Kim e Rongchai Wang. O rompimento acima de US$ 2,00 seria o gatilho de alta principal.

No técnico, RSI em 39 sugere neutralidade com viés de sobrevenda, MACD com viés de baixa mas convergindo (linha em -0,017), e preço abaixo da banda inferior de Bollinger (%B -0,0716), indicando potencial bounce para a banda média em US$ 1,84. Resistências imediatas: SMAs de 7/20 dias em US$ 1,81/1,84. Suporte crítico em US$ 1,47; quebra leva a US$ 1,33.

Para entradas, aguarde bounce com stop abaixo de US$ 1,47 ou break acima de US$ 1,81 com volume. A divergência entre fraqueza curta e otimismo médio cria janela de oportunidade.

Cotação Atual e Implicações para 2026

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 500.196,93 (média das exchanges BR), com variação de -2,44% em 24h e volume de 183,8 BTC. Isso reflete volatilidade global, mas reforça resiliência relativa do BTC (market share >57%).

Para investidores brasileiros, monitorar fechamentos mensais acima de US$ 105K (equivalente a ~R$ 525 mil) é crucial. APT, com ecossistema em expansão, pode surfar uma recuperação do BTC. Próximos passos: vigiar suportes BTC US$ 90K e APT US$ 1,47; breaks definem direção. Probabilidades favorecem upside em 2026, mas com riscos de consolidação.


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