A Casa Branca emitiu ultimato à Coinbase: feche acordo com bancos sobre yields de stablecoins ou o apoio ao CLARITY Act, principal projeto de estruturação do mercado cripto nos EUA, será retirado. O CEO Brian Armstrong negou conflito direto, mas confirmou negociações intensas após a exchange abandonar as discussões iniciais por receios de regulamentação excessiva em DeFi e stablecoins. Esse impasse legislativo coloca em risco a rentabilidade de dólares digitais para investidores globais, incluindo brasileiros.
Pressão da Casa Branca e Saída da Coinbase
A tensão explodiu quando a Casa Branca classificou a retirada da Coinbase como ‘rug pull‘, alertando que uma única empresa não representa o setor. Fontes próximas à administração Trump revelaram fúria com a ação unilateral, exigindo compromisso com bancos comunitários. Armstrong rebateu, afirmando que o governo foi ‘super construtivo’ e que ideias para ajudar bancos estão em elaboração.
O Senado adiou o markup do bill pela quinta vez, originalmente previsto para quinta-feira. Negociações recomeçaram na sexta, com democratas buscando consenso. Para o cenário geopolítico, esse atraso reflete o xadrez entre Casa Branca, Senado e lobistas bancários versus cripto.
Bancos vs. Yields de Stablecoins
Bancos temem o CLARITY Act por permitir yields em stablecoins, prevendo fuga de US$ 6,6 trilhões em depósitos. A American Bankers Association pressionou o Senado para proibir rendimentos, argumentando risco à liquidez tradicional. CEO do Bank of America ecoou: stablecoins rentáveis drenariam capital dos bancos comunitários.
Stablecoins como USDC ou USDT com yields atraem usuários por proteção contra inflação, mas sem regulação similar à FDIC. Para brasileiros, isso ameaça retornos em dólares digitais, usados para hedge cambial. Coinbase propõe soluções para bancos locais, equilibrando inovação cripto e estabilidade financeira.
Críticas ao Texto: DeFi e Reguladores
Além de yields, o bill alarmou por restrições a DeFi e tokenized stocks. Coinbase saiu citando proibições catastróficas para consumidores, como banimento de ações tokenizadas e supervisão excessiva da SEC sobre CFTC. Indústria teme centralização forçada de blockchains.
Geopoliticamente, o texto reflete tensão Trump: pro-cripto, mas pressionado por bancos. Senado debateu +130 emendas, incluindo ética para evitar lucros presidenciais com cripto. Para o Brasil, impacto indireto via adoção global e fluxos de capital.
Implicações Globais e Próximos Passos
Investidores monitoram: bill pode definir era regulatória ou travar inovação. Coinbase negocia ‘meio-termo’, mas falha enterra CLARITY. Para brasileiros, yields em stablecoins financiam remessas e proteção; restrições elevam custos. Markup pode ocorrer em semanas; acompanhe evolução no Cointrader Monitor.
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