Cadeia de personagens cartoon corporativos passando orbe BTC luminoso, simbolizando aceleração da adoção de Bitcoin em tesourarias empresariais

De Hambúrgueres a Gestoras: Empresas Aceleram Adoção de Bitcoin

Dos hambúrgueres aos fundos bilionários: a corrida das empresas por Bitcoin ganha fôlego. A rede de fast-food Steak ‘n Shake anunciou aumento de US$ 10 milhões em sua reserva estratégica de BTC, enquanto a gestora Strive, após fusão com Semler Scientific, se torna a 11ª maior detentora corporativa pública com 12.797,9 BTC. Esses movimentos reforçam a tese de tesouraria corporativa, inspirada na MicroStrategy, normalizando o BTC como ativo de reserva de valor.


Steak ‘n Shake: Flywheel de Vendas e Bitcoin

A Steak ‘n Shake, que aceita Bitcoin payments desde maio de 2025 em todas as suas lojas globais, viu suas vendas same-store saltarem. No Q2 2025, cresceram 11% quarter-over-quarter, atribuídas diretamente à adoção do BTC. No Q3, o aumento foi ainda maior, 15%, superando concorrentes como McDonald’s e Taco Bell.

Todas as vendas em BTC alimentam a reserva estratégica, criando um flywheel virtuoso: mais clientes bitcoiners elevam receitas, que compram mais BTC. Apesar de fechar 230 lojas entre 2018 e 2025 (de 628 para 394 unidades nos EUA), a empresa expandiu para El Salvador em novembro de 2025, apostando no ecossistema pró-Bitcoin. Investidores como Rajat Soni destacam o BTC como “backstop financeiro”, estendendo a endurance das empresas em mercados voláteis.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 512.302 nesta data, com variação de -0,17% em 24h.

Strive: Fusão Eleva ao Top 11 Corporativo

A gestora Strive concluiu em 16 de janeiro de 2026 a aquisição all-stock da Semler Scientific, convertendo cada ação da healthtech em 21,05 ações Strive. O resultado: 12.797,9 BTC em tesouraria, ou 0,0609% do suprimento total, posicionando-a como a 11ª maior entre públicas.

A estratégia é contracíclica: compras em fraquezas de mercado, com custo médio de US$ 105.979 por BTC. A recente tranche de janeiro adicionou mais de 5.000 BTC por US$ 95.524 em média. Valuation atrativa: market cap de US$ 1,19 bilhão, EV/NAV de 1,18x, refletindo prêmio modesto pela estrutura corporativa e upside.

Reforços na liderança incluem Avik Roy como Chief Strategy Officer (monetizando healthtech), Joe Burnett como VP de Bitcoin Strategy e Eric Semler no board. Foco em leverage via preferred equity, evitando dívidas de curto prazo.

Contágio MicroStrategy: Normalização em Andamento

Inspiradas na pioneira MicroStrategy, essas adoções mostram o contágio além de tech giants. Não se trata de mineração, mas de tesouraria pura: varejo como Steak ‘n Shake usa BTC para impulsionar vendas e resiliência; gestoras como Strive blendam operações (healthcare, asset mgmt) com acúmulo agressivo.

Para investidores brasileiros, isso sinaliza maturidade: BTC como store of value corporativo reduz riscos fiduciários e oferece leverage ao upside. Com BTC acima de US$ 95.000, empresas que adotam cedo capturam ganhos assimétricos. Vale monitorar: mais varejistas e fundos seguirão, acelerando a transição para economia bitcoinizada.

O movimento reforça a confiança: em 2026, tesourarias corporativas podem deter dezenas de milhares de BTC adicionais, sustentando preços em ciclos de alta.


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