O Bitcoin estagnou abaixo de US$ 92 mil nesta semana, enquanto moedas de privacidade e ações de miners disparam com notícias da Meta sobre IA. No centro do impasse, o embate entre Donald Trump e Jerome Powell, chair do Fed, que enfrenta ameaças de indiciamento por resistir a cortes de juros. Essa guerra institucional coloca o BTC no fogo cruzado, gerando incerteza macro que freia o ímpeto altista. Investidores aguardam sinais claros em um mercado de liquidez concentrada.
Estagnação do BTC: Resistência em US$ 92k
O Bitcoin oscila entre US$ 91.900 e US$ 92.000 há dias, sem romper a resistência chave. Dados de mercado indicam que, apesar de um leve tick up no total de capitalização cripto para US$ 3,1 trilhões, o BTC não acompanha o ritmo de altcoins seletivas como Monero (XMR, +16%) e Zcash (ZEC). A estagnação reflete cautela: traders evitam exposição prolongada em um ativo sensível a políticas monetárias. Privacy coins, por outro lado, ralleiam com especulações sobre demanda por anonimato em meio a regulações apertadas.
Miners também sobem, impulsionados por rumores de integração de IA da Meta em operações de mineração. No entanto, volumes no BTC permanecem tímidos, com liquidações de shorts superando longs, sinal de apostas contra o rei das criptos.
Declarações de Powell e Pressão Trump
Jerome Powell, em declaração recente, revelou ameaças de indiciamento criminal do governo Trump por defender a independência do Fed. Trump pressiona por juros baixos para estimular a economia, alinhado à sua visão pró-cripto, mas Powell alerta que interferência política compromete a política monetária baseada em dados. Essa tensão eleva a volatilidade: taxas altas drenam liquidez de risco para ativos safe como treasuries, enquanto cortes poderiam injetar capital em BTC.
O Altcoin Season Index caiu de 57 para 39, confirmando domínio BTC na absorção de inflows – US$ 200 bilhões recentes foram majoritariamente para ele. Altcoins sofrem liquidações de US$ 3 milhões em longs, enquanto BTC vê shorts liquidados.
Implicações Macroeconômicas para Cripto
Em um cenário de Bitcoin season, o foco está na zona de liquidez US$ 92.500-94.000. Rompimento acima pode estender rally, mas aprofunda domínio BTC, deixando altcoins para trás. Falha nisso mantém rotação setorial estreita. Para brasileiros, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 494.705 (+1,66% em 24h), com volume de 230 BTC. Essa equivalência destaca exposição ao dólar forte e risco cambial.
Politicamente, o duelo Trump-Fed questiona se BTC é porto seguro ou vítima de choques institucionais. Histórico mostra que incertezas macro freiam bull runs prolongados.
O Que Monitorar Agora
Investidores devem vigiar FOMC meetings, dados de emprego EUA e reações de Powell. Um BTC acima de US$ 94k sinaliza força; abaixo de US$ 90k, correção. Com liquidez concentrada, diversificação em privacy coins pode hedgear, mas risco sistêmico persiste. Vale cautela: volatilidade macro pode transformar otimismo em armadilha para bulls excessivos.
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