A gigante francesa de energia Engie estuda instalar fazendas de mineração de Bitcoin em seu complexo solar Assu Sol, de 895 MW no Nordeste brasileiro, para usar energia excedente desperdiçada por gargalos na rede. Ao mesmo tempo, o Projeto de Lei 746/2026 avança no Congresso para criminalizar evasão fiscal via stablecoins em remessas internacionais, afetando quem usa cripto para enviar dinheiro ao exterior. É o Brasil na vanguarda verde, mas com freio regulatório.
Assu Sol: Energia Solar Virando Bitcoin
O complexo Assu Sol, aprovado comercialmente em 13 de fevereiro de 2026, é o maior ativo solar da Engie no mundo. Com 16 usinas e mais de 1,5 milhão de painéis fotovoltaicos, custou R$ 3,3 bilhões e tem capacidade de pico de 895 MWp (753 MW instalados). O problema? Gargalos na rede elétrica brasileira, comuns desde 2023, forçam desligamentos durante picos de geração renovável, desperdiçando megawatt-hora.
Para resolver, a Engie avalia mineração de Bitcoin ou baterias como “consumidores flexíveis”. As máquinas ligam e desligam rápido, usando só o excedente “nos bastidores”, sem especulação com cripto. Eduardo Sattamini, gerente da Engie no Brasil, estima dois anos para implementar. Isenção de impostos na importação de equipamentos até 2028 facilita. Imagine: sol do Nordeste gerando BTC limpo, que pode virar reais na sua conta.
PL Contra Evasão: Cuidado com Stablecoins nas Remessas
Enquanto a mineração verde avança, o PL 746/2026, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), altera a lei de evasão de divisas para incluir “ativos virtuais” como stablecoins. Hoje, evasão fiscal é trocar moeda sem autorização para sacar dólares do país. O novo texto pune quem promove saídas não declaradas via cripto ou sistemas paralelos, com penas mais duras para lavagem de dinheiro.
Motivo prático: fraudes digitais explodiram 408% desde 2018, com 2,2 milhões de casos em 2024. Muitos usam stablecoins (como USDT) para remessas baratas ao exterior, burlando IOF e declarações. O PL obriga unidades de inteligência financeira a reportar indícios ao MP. Seguirá para comissões na Câmara; se aprovado, complica envios familiares ou pagamentos internacionais sem burocracia.
Impacto no Bolso do Brasileiro e Próximos Passos
Para você, que pensa em cripto no dia a dia: mineração solar da Engie pode estabilizar o preço do Bitcoin local, usando energia limpa e barata. Hoje, segundo o Cointrader Monitor, BTC vale R$ 328.745, queda de 5,9% em 24h (dólar a R$ 5,13). Já o PL alerta: declare remessas via stablecoins para evitar multas. Monitore aprovações do Assu Sol e tramitação do PL na Câmara. Cripto ajuda na inclusão financeira, mas regras apertam.
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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.