Os dados on-chain indicam que 48,7% do suprimento circulante de Bitcoin está em perda com o preço próximo de US$ 66.500. Essa métrica, equivalente a cerca de 9,7 milhões de BTC abaixo do custo de aquisição, ecoa níveis observados nos fundos de ciclos anteriores em 2015, 2018 e 2022. O Bitcoin acumula queda de 47% desde o pico de US$ 126.000 em outubro de 2025, elevando o escrutínio sobre um possível fundo de mercado.
Métrica On-Chain Revela Pressão de Vendedores
De acordo com análise da CryptoQuant, 48,7% dos Bitcoins em circulação negociam abaixo do preço médio de aquisição dos detentores. Essa proporção reflete um aumento significativo de posições em prejuízo, com o share de UTXOs em lucro caindo de 99,89% em outubro de 2025 para 56,4% atualmente. Os dados mostram que tais níveis historicamente coincidem com exaustão de vendedores fracos, quando a pressão de realização de perdas diminui após declínios rápidos.
No momento da apuração, o Bitcoin registra US$ 66.500, após apagar mais de US$ 1,2 trilhão de capitalização total do mercado cripto desde o topo do ciclo. Segundo o Cointrader Monitor, o BTC cotado a R$ 354.330 apresenta variação positiva de 6,87% nas últimas 24 horas, com volume de 301 BTC nas exchanges brasileiras.
Paralelos com Fundos de Ciclos Passados
Registros históricos apontam similaridades precisas. Em janeiro de 2015, o preço estava em US$ 152 quando metade do suprimento entrou em perda; em dezembro de 2018, US$ 3.122; e em novembro de 2022, US$ 15.479. Nestes casos, os níveis marcaram as mínimas cíclicas, seguidos de valorizações expressivas após a estabilização da oferta.
O Índice de Medo e Ganância em 11 reforça o sentimento de extremo medo, similar aos 11 de 2018 e 20 de 2022. Analistas como Crypto Rand destacam que as últimas três ocorrências de 50% em perda sinalizaram o fundo exato do mercado.
Nível Crítico: US$ 61.359 no Fechamento Mensal
Um teste adicional surge com o fechamento mensal de fevereiro. Historicamente, o Bitcoin nunca fechou um mês abaixo do maior fechamento mensal do ciclo anterior, fixado em US$ 61.359. Com o preço atual em torno de US$ 66.500 e dias restantes no mês, uma quebra desse suporte representaria a primeira ruptura de tendência em ciclos mensais.
Analistas como Mr. Anderson observam que tal evento seria inédito, potencialmente indicando extensão da correção. No entanto, o nível atuou como suporte em ocasiões passadas, frequentemente delineando zonas de acumulação por investidores experientes entre US$ 60.000 e US$ 42.000.
Indicadores a Monitorar
Outros dados complementares incluem o RSI semanal em segundo menor patamar histórico, sugerindo sobrevendido. A proximidade do suporte mensal e a métrica de supply em perda combinam para delinear um cenário de possível reversão, embora a volatilidade permaneça elevada. Investidores devem observar o fechamento de fevereiro e a evolução das posições em prejuízo para contextos adicionais.
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