Cristal de rede Bitcoin emergindo em V com núcleo 1ZH/s luminoso e camadas endurecendo, simbolizando recuperação de hashrate e dificuldade recorde

Hashrate Bitcoin Atinge 1 ZH/s: Recuperação em V e Dificuldade +15%

Os dados mostram que o hashrate do Bitcoin recuperou em formato de V, atingindo 1 ZH/s após queda de 30% provocada por uma onda de frio nos EUA. Paralelamente, a dificuldade de mineração saltou 15% para 144,4 trilhões, o maior ajuste desde 2021. Essa resiliência estrutural ocorre apesar de preços em torno de US$ 67.000, destacando a força da rede.


Ajuste Recorde na Dificuldade de Mineração

A dificuldade de mineração do Bitcoin ajustou-se para 144,4T no bloco 937.440, representando um aumento de 15% — o maior em termos absolutos, com +18,5T, superando picos anteriores. Esse movimento reverteu uma queda prévia de 11% causada pela tempestade invernal que desconectou cerca de 200 EH/s de hashrate. Segundo o explorador Mempool, a rede levou 11 anos para acumular 15T de dificuldade anteriormente, evidenciando a aceleração recente.

O mecanismo de ajuste automático, a cada 2.016 blocos (cerca de duas semanas), mantém o tempo médio de bloco em 10 minutos, independentemente da potência computacional. Com o Bitcoin cotado a R$ 351.104,47 segundo o Cointrader Monitor (+0,48% em 24h), o salto pressiona a rentabilidade dos mineradores menores.

Recuperação do Hashrate para 1 ZH/s

O hashrate global, métrica da potência computacional total, caiu para 826 EH/s durante a crise climática, mas recuperou rapidamente para 1 ZH/s (1.000 EH/s), superando níveis pré-queda. Mineradores participaram de programas de demanda de energia, desligando equipamentos temporariamente, o que elevou o tempo de bloco para mais de 12 minutos.

Dados da CryptoQuant indicam que a média móvel de sete dias de saídas de Bitcoin de carteiras de mineradores atingiu o menor nível desde maio de 2023, sugerindo retenção de ativos. Historicamente, tais recuperações em V precedem altas de preço, como em 2021 pós-proibição chinesa, quando o hashrate subiu de 95 EH/s para níveis recordes junto ao preço.

Implicações para Segurança e Mineradores

Um hashrate elevado reforça a segurança da rede, elevando o custo de um ataque de 51%. Apesar disso, o hashprice está em mínimos multianuais de US$ 23,9 por PH/s, com custo de produção estimado em US$ 84.000 por BTC — superior ao preço spot de US$ 67.400 (aproximadamente R$ 351 mil com dólar a R$ 5,21).

Grandes operadores com energia barata, como nos Emiratos Árabes, reportam ganhos não realizados de US$ 344 milhões. Empresas listadas, como Bitfarms e Riot Platforms, diversificam para IA e HPC, buscando receitas alternativas. Mineradores menores enfrentam margens comprimidas, acelerando consolidação do setor.

Níveis a Monitorar e Perspectivas Técnicas

Os dados sugerem resiliência estrutural: dificuldade máxima anterior foi 155T em novembro de 2025. Correlações históricas apontam que rompimentos de resistências como US$ 71.693 podem alinhar preço ao hashrate. Métricas como volume de saídas de mineradores e hashprice merecem atenção para avaliar sustentabilidade.

Em contexto de retração de 46,5% desde o ATH de outubro (US$ 126.000), a rede Bitcoin demonstra adaptação automática, priorizando estabilidade sobre flutuações de preço.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você pode usar estas HTML tags e atributos:

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>