CEO cartoon com mala de ações saindo de prédio Coinbase enquanto analistas Wall Street sinalizam 'Sell', ilustrando downgrades e queda de 34% nas ações

Wall Street Perde Fé na Coinbase: CEO Vende US$ 545 Milhões

A Wall Street perde confiança na Coinbase enquanto o CEO Brian Armstrong vendeu mais de US$ 545 milhões em ações nos últimos nove meses. Analistas do Monness Crespi rebaixaram o rating diretamente para “Sell”, citando fraqueza prolongada no mercado cripto. As ações (COIN) despencaram 34% no ano, abrindo em US$ 153 nesta quinta (12/02). Se o próprio CEO está saindo, o que isso sinaliza para investidores? A história mostra que insiders vendendo em topos precedem correções severas, como em 2022.


Vendas do CEO Aceleram Queda das Ações

O CEO Brian Armstrong alienou 1,5 milhão de ações entre abril de 2025 e janeiro de 2026, lucrando US$ 545,7 milhões. A maior transação foi em junho passado, com 336 mil papéis a US$ 355 cada. Na quarta (11), as ações caíram 5,7% após a notícia, encerrando em US$ 153,20. Armstrong justificou como diversificação após 13 anos com 99% do patrimônio na COIN, mas o timing levanta sobrancelhas: vendas coincidem com Bitcoin caindo 30% no mês, de US$ 100 mil para ~US$ 66 mil.

A fortuna do executivo evaporou US$ 10 bilhões desde o pico de US$ 17,7 bi em julho/2025, saindo do ranking de bilionários. Ark Invest também vendeu US$ 17,4 milhões em COIN, realocando para concorrentes como Bullish. O mercado ignora esses sinais? Ciclos passados, como o bear de 2018, mostram capitães abandonando o navio antes da tempestade.

Downgrades de Analistas Reforçam Cautela

A Monness Crespi cortou o rating de ‘Buy’ para ‘Sell’, com target de US$ 120 — mais 20% de downside. JPMorgan reduziu seu preço-alvo em 27% para US$ 290, alertando perda de market share para exchanges menores e queda em volumes de trading e stablecoins como USDC. Compass Point baixou para US$ 190, citando momentum desacelerando.

Consensus ainda é ‘Moderate Buy’ com target médio de US$ 332, mas 1 ‘Sell’ e revisões baixistas crescem. Receitas da Coinbase dependem de volumes cripto em baixa, com perdas não realizadas em holdings como Circle. H.C. Wainwright prevê prejuízo no balanço do 4T, apesar de buy rating. A história das dot-com repete: euforia de 2025 vira realidade fria em 2026.

Implicações para Investidores Cripto

Resultado do 4T sai hoje, mas expectativas são baixas: volumes fracos, capitalização cripto encolhendo e insider selling minam confiança. Coinbase lança ‘Agentic Wallets’ para IA, mas diversificação não compensa ciclos bear. Goldman Sachs vê buy em US$ 303 por receitas institucionais, mas JPM alerta fragmentação global.

Cuidado: proteção de capital é chave. Mercados cripto correlacionam com ações, e liquidez global aperta com juros altos. Como em 2022, quando COIN caiu 90%, sobrevivência exige cautela. Monitore earnings e BTC abaixo de US$ 60k como suporte rompido.


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