Investidores cartoon capturando Bitcoins dourados em chuva de queda com redes, selo 5.6X simbolizando compras 5,6x maiores por brasileiros

Brasileiros Compram 5,6x Mais Bitcoin na Queda: Oportunidade no Dip

Enquanto Wall Street hesita com saques recordes em ETFs de Bitcoin, o brasileiro raiz corre para as compras. No dia 2 de fevereiro, quando o BTC despencou de US$ 71 mil para US$ 62,8 mil, o Mercado Bitcoin registrou 5,6 vezes mais compras do que vendas. Fundos cripto locais atraíram R$ 87 milhões na semana, contra saídas globais de R$ 973 milhões.


A Queda que Pegou o Mercado de Surpresa

No dia 2, uma quinta-feira de turbulência, o Bitcoin sofreu sua maior desvalorização diária desde 2022. Saiu de US$ 71 mil e fechou em US$ 62,8 mil, uma queda de cerca de 11%. Isso equivale a uma perda de cerca de R$ 42 mil por BTC para quem vendeu no pico, considerando o dólar a R$ 5,19. Mas para o investidor brasileiro médio, familiarizado com volatilidade do real, esse movimento foi visto como oportunidade.

O Mercado Bitcoin, maior exchange do país, viu seus clientes comprando bem mais do que vendendo. Exatamente 5,6 vezes mais operações de compra, mostrando maturidade do mercado local. Rony Szuster, head de research da MB, destaca que fases assim constroem ganhos de longo prazo.

Brasil vs Mundo: Comportamento Diferente

No global, CoinShares reportou saques de US$ 187 milhões (R$ 973 milhões) de produtos cripto. Já aqui, fundos de investimento em cripto tiveram entradas líquidas de R$ 87 milhões na semana. Isso representa confiança local, mesmo com o dólar forte e juros altos nos EUA pressionando ativos de risco.

Para o brasileiro, que lida com inflação e câmbio instável, o Bitcoin é reserva de valor prática. Imagine: R$ 87 milhões em fundos equivalem a mais de 60 mil salários mínimos (cerca de R$ 1,4 mil cada). É dinheiro real entrando no ecossistema cripto nacional, provando que o investidor raiz está posicionado para o rebote.

Segundo o Cointrader Monitor, hoje o Bitcoin está em R$ 365.668, com variação de -1,81% em 24h. Ainda abaixo do pico recente, mas sinalizando possível recuperação.

Fatores por Trás da Volatilidade

ETFs aceleraram a venda: resgates forçam vendas reais de BTC, criando pressão. Incertezas globais, como tensões EUA-Irã e crescimento fraco, somam ao medo. O Fear & Greed Index marcou 5/100, nível extremo visto na COVID-19, quando BTC saiu de US$ 6 mil para 63 mil em meses.

No Brasil, política monetária americana afeta via dólar forte, mas o foco local em DCA (aportes constantes) mitiga isso. Szuster lembra: em 2021, queda de 60% virou alta de 100% em 6 meses. Para o dia a dia, isso significa diluir custos: em vez de tentar acertar o fundo, aporte fixo mensalmente, como uma poupança turbinada.

O Que Fazer no Seu Bolso Agora

Como brasileiro, avalie seu perfil: se já tem exposição a renda fixa sofrendo com Selic em queda, cripto diversifica. Prático: comece pequeno, R$ 100 por semana no BTC evita timing errado. Monitore exchanges locais por taxas baixas em reais, sem conversão cara.

Histórico mostra: comprar US$ 100 toda vez que BTC “morreu” renderia US$ 72 milhões hoje. Aqui, com real desvalorizando, acumular sats (frações de BTC) protege o poder de compra familiar. Fique de olho no volume local: 395 BTC negociados em 24h nas exchanges BR sinaliza liquidez crescente.

O mercado local amadurece – aproveite o salão de inverno para encher o carrinho, com paciência para o longo prazo.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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