Os novos arquivos do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) revelam contatos entre Adam Back, CEO da Blockstream e figura pioneira do Bitcoin, e o financista condenado Jeffrey Epstein em 2014. Back quebrou o silêncio para negar qualquer laço financeiro direto ou indireto com Epstein, afirmando que interações foram breves e limitadas a uma rodada de seed da empresa. Investigações apontam para transparência sobre a origem dos fundos que financiaram a infraestrutura inicial do Bitcoin.
Detalhes dos Documentos do DOJ
Os documentos liberados em 30 de janeiro de 2026, sob a Epstein Files Transparency Act, incluem e-mails de 2014 trocados pelo cofundador da Blockstream, Austin Hill, com Joi Ito, então diretor do MIT Media Lab, e Epstein. Neles, discute-se a rodada de seed oversubscribed da empresa. Há também menções a reservas de viagem para St. Thomas, ilha próxima ao complexo privado de Epstein.
Epstein foi apresentado como limited partner no fundo de investimentos de Ito. Esse fundo adquiriu uma pequena participação minoritária na Blockstream, mas divestiu meses depois, citando conflitos de interesse. Evidências apontam que a Blockstream nunca recebeu capital diretamente de Epstein ou de sua rede. Ainda assim, o contato ocorreu após a condenação de Epstein em 2008 por crimes sexuais, levantando questionamentos sobre due diligence em investidores iniciais.
Resposta Oficial de Adam Back
Em esclarecimento público, Back afirmou que os contatos foram pontuais, durante o roadshow de investidores em 2014, e cessaram logo após. “Blockstream não tem relação financeira histórica ou atual com Epstein”, declarou. A empresa enfatiza que nenhum executivo visitou a ilha de Epstein e que não há alegações formais contra a Blockstream nos arquivos.
O economista Henrik Zeberg, do Swissblock, criticou publicamente: quem visitou a ilha após 2008 tem “bússola moral quebrada”. Embora Back negue visitas, a proximidade geográfica das viagens mencionadas alimenta especulações. A negação visa restaurar confiança, mas o silêncio prévio sobre o tema expõe vulnerabilidades na narrativa oficial da elite cripto.
Epstein e a Elite do Bitcoin
Os arquivos também expõem interesses de Epstein em criptomoedas. Há registros de discussões sobre Bitcoin com Brock Pierce (cofundador Tether), Larry Summers (ex-Secretário do Tesouro) e Peter Thiel (PayPal). Pierce defendia investimentos, enquanto Summers temia danos à reputação pela volatilidade. Epstein criticava projetos como Ripple e Stellar, propondo suas próprias moedas digitais.
Essas conexões revelam como fundos questionáveis circularam na nascente indústria cripto. Blockstream, criadora de soluções como Liquid Network, foi pivotal na escalabilidade do Bitcoin. A transparência sobre funding inicial é crucial: investidores merecem saber se origens obscuras financiaram inovações que hoje sustentam o ecossistema.
Red Flags e Proteção ao Investidor
Investigações revelam red flags: apresentação de Epstein por Ito, divestimento rápido e menções a viagens sensíveis. Embora sem provas de irregularidades financeiras na Blockstream, o episódio destaca riscos de associações com figuras controversas. Para se proteger, realize due diligence rigorosa em founders e investidores:
- verifique históricos judiciais,
- rastreie fontes de funding via on-chain,
- evite projetos com narrativas opacas.
O mercado cripto evoluiu, mas lições do passado persistem. Monitore atualizações dos arquivos DOJ e exija accountability da elite Bitcoin. Transparência constrói confiança duradoura.
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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.