Executivos cartoon crypto e Wall Street em handshake sobre documentos SPAC sob sinal Nasdaq neon, marcando avanco da Kraken para bolsa

Kraken avança para Nasdaq com SPAC de US$ 250 milhões

A KRAKacquisition Corp., SPAC patrocinada por afiliada da Kraken, protocolou na SEC uma oferta pública inicial de US$ 250 milhões para listagem na Nasdaq. São 25 milhões de units a US$ 10 cada, um movimento que acelera a entrada da exchange na bolsa e coloca pressão direta na Coinbase. Esse "cheque em branco" corporativo sinaliza o amadurecimento acelerado do setor cripto, em meio a um cenário regulatório favorável pós-Trump.


Detalhes da Oferta KRAKacquisition

A empresa de aquisição de propósito específico (SPAC), sediada nas Ilhas Cayman, planeja listar sob o ticker KRAQU na Nasdaq, com ações Classe A e warrants separando-se depois em KRAQ e KRAQW. Patrocinada pela Kraken, Tribe Capital e Natural Capital, a SPAC pode mirar fusão com qualquer setor, mas o contexto aponta para ativos digitais como reserva de valor contra inflação.

O Santander atua como coordenador líder, reforçando credibilidade institucional. Esse passo vem após a Kraken captar US$ 800 milhões em novembro de 2025, valendo US$ 20 bilhões, e protocolar confidencialmente seu IPO.

O que é uma SPAC e por que acelera IPOs?

SPAC significa Special Purpose Acquisition Company, um "cheque em branco" listado em bolsa para captar fundos e fundir-se rapidamente com uma target privada, evitando o longo processo tradicional de IPO. Para leigos, imagine uma empresa vazia que levanta capital público e depois "casando" com a Kraken, permitindo listagem em meses, não anos.

Essa estrutura ganhou tração em cripto por sua agilidade, especialmente com regulação amena. A KRAKacquisition destaca a expertise da Kraken em riscos e compliance, posicionando-a como player maduro para Wall Street.

Pressão na Coinbase e onda de listagens cripto

A manobra da Kraken intensifica competição com a Coinbase, já listada desde 2021. Enquanto a COIN enfrenta volatilidade, a Kraken chega com valuation fresco de US$ 20 bilhões e foco em expansão global, incluindo Wyoming como nova sede. Investidores veem nisso um divisor: quem domina custódia e trading institucional?

Não é isolado: a BitGo protocolou IPO de até US$ 201 milhões, mirando valuation de US$ 1,96 bilhão e custodiando US$ 90-104 bilhões em ativos. Circle, Gemini e Figure já abriram capital, testando apetite por infraestrutura cripto.

Implicações para o mercado e investidores brasileiros

Esses IPOs consolidam cripto como asset class madura, atraindo capital tradicional via ETFs e tesourarias. Para brasileiros, sinaliza padrões globais de compliance chegando via regulação do BC, que exige capital mínimo em corretoras a partir de fevereiro 2026. Vale monitorar: sucesso aqui pode elevar valuations locais e reduzir riscos sistêmicos.

O otimismo é fundamentado – com Bitcoin acima de US$ 92 mil e fluxos em ETFs, o ecossistema ganha robustez para o ciclo atual.


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