Executivo cartoon abrindo cofre para fluxo dourado alimentar esferas BTC e ETH, simbolizando acumulação bilionária da BlackRock em cripto

BlackRock Acumula US$ 1 Bilhão em BTC e ETH: Alta à Vista?

BlackRock, o maior gestor de ativos do mundo liderado por Larry Fink, está de volta ao jogo com uma acumulação massiva de Bitcoin e Ethereum superior a US$ 1 bilhão em apenas três dias consecutivos no início de janeiro. Com 9.619 BTC (US$ 878 milhões) e 46.851 ETH (US$ 149 milhões), o movimento via ETFs como o IBIT sinaliza confiança institucional renovada após saídas em 2025. BlackRock está comprando – e isso pode ser o gatilho para a próxima alta?


Detalhes da Acumulação Recorde

A operação foi revelada por analistas on-chain como Lookonchain e SosoValue. Nos dias 5 a 7 de janeiro, o ETF IBIT da BlackRock atraiu inflows expressivos, com US$ 372 milhões só no dia 5, representando mais da metade dos US$ 697 milhões totais em spot Bitcoin ETFs nos EUA. Essa é uma das fases de acumulação mais intensas desde o lançamento dos ETFs em 2024.

No Brasil, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 488.695, com variação de -0,71% nas últimas 24 horas. O equivalente em reais da compra da BlackRock seria superior a R$ 5,3 bilhões, reforçando a relevância para investidores locais.

Virada Após Saídas de 2025

Após massivas saídas no final de 2025, grandes investidores parecem estar reconstruindo posições de risco. A BlackRock, com US$ 10 trilhões sob gestão, lidera essa reversão, indicando que o apetite por ativos digitais está voltando. O rally pode ser impulsionado por esses fluxos institucionais, que historicamente precedem altas sustentadas no preço do BTC e ETH.

Projeções otimistas apontam para novos ATHs em 2026, especialmente com o halving do Bitcoin ainda fresco na memória e adoção crescente. Para o Ethereum, upgrades recentes fortalecem o ecossistema DeFi, atraindo mais capital.

Implicações para Investidores e Mercado

Esse movimento não é isolado: Morgan Stanley, com US$ 1,8 trilhão em ativos, protocolou S-1 para ETFs de BTC, ETH e Solana junto à SEC. É o sinal definitivo de que cripto não é mais nicho – é mainstream na gestão global de patrimônio. Larry Fink, outrora cético, agora vê Bitcoin como “ouro digital”.

Para brasileiros, isso significa maior liquidez e estabilidade. Exposição institucional reduz volatilidade e valida posições long em portfólios diversificados. Monitore inflows semanais: valores acima de US$ 500 milhões costumam catalisar rallies de 10-20% no curto prazo.

Próximos Passos: Hora de Posicionar?

Com gigantes como BlackRock acumulando, o cenário é bullish. Investidores devem considerar alocações estratégicas em BTC e ETH via exchanges reguladas. Plataformas como a Binance oferecem acesso fácil a esses ativos, com ferramentas para staking e trading.

Vale acompanhar os próximos relatórios de inflows. Se a tendência persistir, uma alta para US$ 100.000 no BTC não é improvável nos próximos meses.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

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