O protocolo Babylon recebeu US$ 15 milhões da a16z Crypto por meio da compra de tokens BABY, para acelerar o desenvolvimento de infraestrutura de collateral Bitcoin trustless. Fundado em 2022, o projeto permite que holders de BTC gerem yield via staking e lending nativos, sem bridges ou custodians, mantendo o controle total dos ativos na rede Bitcoin. Essa expansão abre portas para DeFi diretamente no BTC.
Tecnologia por Trás do Babylon
Babylon Labs, criado por David Tse da Stanford e Fisher Yu, desenvolveu um sistema de vaults trustless que usa criptografia avançada como witness encryption e garbled circuits. Isso permite que Bitcoin funcione como collateral verificável em protocolos on-chain sem sair da rede principal, evitando riscos de wrapped BTC ou custódia terceirizada.
Originalmente focado em staking, o protocolo já atraiu mais de US$ 2 bilhões em TVL, com parceiros como BitGo e Kraken. Agora, com o investimento, avança para lending nativo via BTCVaults, transformando BTC ocioso — mais de US$ 1,4 trilhão parados — em capital produtivo para DeFi.
Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 484.427,68 (variação -1,82% em 24h), reforçando seu papel como reserva de valor ideal para essas estratégias.
Parceria com Aave e Expansão DeFi
Em dezembro de 2025, Babylon anunciou parceria com Aave Labs para integrar Bitcoin nativo como collateral no Aave V4. Essa ‘Bitcoin-backed Spoke’ permitirá empréstimos e yields sem wrappers ERC-20, com testes no Q1 2026 e lançamento em abril. Usuários poderão depositar BTC diretamente e acessar liquidez em stablecoins ou outros ativos.
Essa inovação corrige limitações da programmabilidade limitada do Bitcoin, permitindo que ele participe de perpetual futures, stablecoins e primitives financeiras sem comprometer segurança. Para holders brasileiros, isso significa gerar yield em BTC sem vender e pagar impostos sobre ganhos de capital.
Evolução do Lending Bitcoin em 2025
O setor de lending evoluiu após lições do colapso FTX em 2022, priorizando colateralização total e custódia não rehipotecada. Exemplos incluem Coinbase com empréstimos até US$ 100 mil em USDC contra BTC via Morpho, Xapo Bank com até US$ 1 milhão para HODLers, e Ledn focado em BTC-only.
Babylon se destaca por ser nativo e trustless, reduzindo riscos de contraparte. Analistas veem potencial para desbloquear trilhões em liquidez BTC, impulsionando adoção DeFi. O token BABY subiu 5% após o anúncio, sinalizando otimismo do mercado.
Oportunidades para Holders de BTC
Para o leitor brasileiro, a grande vantagem é acessar yield em Bitcoin sem venda: stake ou empreste BTC nativo para ganhos passivos, mantendo exposição ao ativo. Com volatilidade atual — BTC em US$ 89 mil —, estratégias como essas preservam upside enquanto geram renda.
Vale monitorar o progresso da integração Aave e adoção de BTCVaults. Essa tendência bullish posiciona Bitcoin não só como reserva, mas como pilar de DeFi on-chain.
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