Trader cartoon fechando porta UAH enferrujada e abrindo portal stablecoins com badge 0% neon, simbolizando novos pares sem taxas na Binance

Binance Lança Pares com Taxa Zero Após Delisting de UAH

A Binance anunciou mudanças operacionais que afetam usuários ucranianos com o delisting de pares spot, incluindo BTC/UAH, a partir de hoje, 27 de janeiro de 2026, às 08:00 UTC. Em contrapartida, a exchange lança seis novos pares com taxas zero para makers às 08:30 UTC, visando melhorar a experiência de trading. Traders globais, incluindo brasileiros, ganham opções acessíveis com stablecoins como U e USD1.


Pares Spot Removidos pela Binance

A plataforma realizou revisão periódica de liquidez e volume, resultando na remoção de diversos pares spot. Entre eles, destacam-se BTC/UAH, COMP/BTC, ETC/ETH e outros 18 pares, efetiva a partir das 08:00 UTC de hoje. O impacto maior recai sobre ucranianos, pois o par com a hryvnia (UAH) dificulta entradas e saídas diretas em Bitcoin.

Os tokens base e quote continuam disponíveis em outros pares spot. Usuários de trading bots spot devem cancelar ordens afetadas para evitar perdas. Essa medida mantém a qualidade do mercado, mas exige adaptação rápida dos traders locais na Ucrânia, que agora precisam converter via fiat alternativas.

Tokens como SHIB, TON e outros listados caíram hoje, alinhados à queda geral do mercado, com Bitcoin abaixo de US$ 88 mil.

Novos Pares com Promoção de Taxas Zero

Para contrabalançar, a Binance adiciona BNB/U, ETH/U, KGST/U, SOL/U, TRX/USD1 e USD1/U no spot às 08:30 UTC. U é uma stablecoin recente atrelada ao dólar, e USD1 similar. Destaque para taxas maker zero em BNB/U, ETH/U, KGST/U e SOL/U para todos; taxas maker e taker zero em USD1/U.

VIP 2-9 e provedores de liquidez spot têm taxas totais zero em BNB/U, ETH/U e SOL/U. Volumes contam para os níveis VIP 1, mas excluídos para VIPs superiores e programas de liquidez. Essa promoção é “até segunda ordem”, ideal para acumular posições sem custo extra em ativos populares como ETH e SOL.

Trading bots spot também ativados nesses pares, ampliando automação.

Utilidade para Traders Brasileiros

Brasileiros na Binance global podem explorar esses pares sem restrições regionais (exceto países listados como EUA e Ucrânia controlada). Com o real volátil, pares com stablecoins U e USD1 oferecem hedge eficiente. Por exemplo, negocie SOL/U com taxa maker zero para arbitragem ou ETH/U para exposição rápida.

Verifique elegibilidade no app ou site. Volumes promocionais não contam para todos os rebates, mas reduzem custos imediatos. Monitore liquidez inicial, pois pares novos podem ter spreads maiores. Combine com pares BRL para eficiência: converta reais em USDT, depois U.

  1. Acesse Spot Trading na Binance.
  2. Confira pares novos após 08:30 UTC.
  3. Use ordens limit para capturar zero maker.
  4. Ajuste bots para os novos pares.

Próximos Passos e Cuidados

Aja hoje: delisting já ativo, novos pares em minutos (considerando horário UTC). Evite pares removidos para não perder acesso. A promoção estimula adoção de U, competindo com USDT/USDC. Fique atento a atualizações, pois regras podem mudar sem aviso.

Para brasileiros, essa é chance prática de testar stablecoins emergentes com custo zero, otimizando trades diários. Consulte fees padrão pós-promoção no site oficial.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Figura cartoon russa trancando exchange com cadeado vermelho, enquanto doações cripto escapam para mão simbólica, ilustrando sanções contra WhiteBIT

Rússia Bane WhiteBIT por Doações de US$ 11 Milhões à Ucrânia

A Rússia classificou a exchange ucraniana WhiteBIT como organização indesejável, criminalizando qualquer interação com a plataforma no território russo. A decisão da Procuradoria Geral russa acusa a empresa de doar US$ 11 milhões para iniciativas militares ucranianas e processar mais de US$ 160 milhões em doações desde a invasão de 2022. Fundada na Ucrânia, a WhiteBIT saiu do mercado russo no início do conflito, mas o banimento reforça tensões geopolíticas envolvendo criptomoedas.


A Decisão da Procuradoria Russa

A Procuradoria Geral da Federação Russa designou a WhiteBIT e sua controladora, W Group, como entidades indesejáveis, conforme anúncio oficial. Essa classificação proíbe contas bancárias, transferências de fundos e atendimento a clientes russos, transformando qualquer colaboração em delito penal. As autoridades russas alegam que a exchange construiu esquemas cinzentos para saída de capitais da Rússia e forneceu infraestrutura financeira e técnica ao exército ucraniano desde fevereiro de 2022.

Fundada em 2018 por Volodymyr Nosov em Kharkiv, Ucrânia, a WhiteBIT tem sede atual em Vilnius, Lituânia, e expandiu para os EUA com 8 milhões de usuários globais. Apesar do banimento, registrou US$ 1,1 bilhão em volume diário recente, segundo dados de mercado.

Doações e Suporte à Ucrânia

A WhiteBIT confirmou doações de US$ 11 milhões próprios para forças de defesa ucranianas e iniciativas humanitárias ao longo de quatro anos de guerra. Desse total, cerca de US$ 900 mil foram destinados à compra de drones. Sua plataforma de pagamentos, Whitepay, processou mais de US$ 160 milhões em contribuições para causas de defesa e civis.

A empresa apoia a plataforma United24, lançada pelo presidente Volodymyr Zelenskyy, que arrecadou US$ 3,4 bilhões em doações cripto para ajuda médica, educação e ciência. Essa posição reflete os valores da companhia, enraizada na Ucrânia durante o conflito armado.

Consequências para Usuários Russos

Embora a WhiteBIT já bloqueasse usuários russos e bielorrussos desde 2022, removendo pares em rublos e perdendo 30% da base de clientes, o status de indesejável eleva riscos. Qualquer cidadão russo que interaja com a plataforma agora enfrenta acusações criminais, ampliando o isolamento da exchange no mercado russo.

A medida alinha-se a políticas de sanções mútuas: Ucrânia baniu miners e exchanges russas em julho passado, enquanto exchanges globais como Coinbase e Binance receberam apelos para restringir russos, priorizando entidades sancionadas.

Cripto como Arma no Conflito Russo-Ucrâniano

O caso ilustra como criptomoedas viraram ferramenta geopolítica. Rússia usa stablecoins para burlar sanções ocidentais, com US$ 8 bilhões rastreados em 18 meses por firmas como Elliptic. Ucrânia, por sua vez, arrecada via doações cripto para defesa. Volodymyr Nosov defendeu em artigo no Kyiv Post a proibição de operadores russos no mercado ucraniano, sem concessões.

Para traders brasileiros, o episódio sinaliza riscos de exchanges em zonas de conflito: volatilidade regulatória e bloqueios geográficos podem impactar acessos e fundos. Vale monitorar implicações para plataformas globais em meio a tensões internacionais.


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Figuras cartoon da Europa acolhendo exchanges com placa MiCA, enquanto Rússia ergue muro de sanções, mapeando migração geopolítica

Europa Lidera MiCA Enquanto Rússia Sanciona WhiteBIT

Enquanto os EUA enfrentam confusão com regulação fragmentada, a Europa consolida o comando global da cripto via MiCA, oferecendo licenças únicas para toda a UE. Em paralelo, a Rússia eleva sanções geopolíticas, classificando a exchange ucraniana WhiteBIT como organização indesejável por doações de US$ 11 milhões ao esforço militar de Kiev. Empresas migram para o bloco europeu em busca de clareza, redesenham o mapa das exchanges globais.


MiCA: Europa Acelera Regulação Unificada

A implementação plena do MiCA transforma a UE em polo regulatório atrativo. Desde junho de 2024, regras para tokens referenciados em ativos e e-money estão ativas, com regime para provedores de serviços cripto (CASPs) vigente desde dezembro. Uma licença em um país-membro permite operação em todos os 27, reduzindo burocracia e riscos de classificação de ativos.

Isso contrasta com incertezas globais, incentivando firmas a priorizarem a Europa como base para expansão. Grandes instituições buscam o “livro de regras único” europeu, enquanto fortalecem AML via nova autoridade AMLA.

EUA: Atrasos e Fragmentação Regulatória

Nos EUA, a ausência de quadro unificado mantém o caos: SEC e CFTC disputam jurisdição, com ações de enforcement moldando o ambiente. Projetos como o Clarity Act e GENIUS Act para stablecoins avançam devagar, sem taxonomia clara de tokens.

Exchanges adotam posturas conservadoras em listagens e staking, temendo reclassificações. A pausa legislativa cria gaps, empurrando liquidez para jurisdições mais estáveis como a UE, onde custos de compliance, embora altos, são previsíveis.

Sanções Russas: WhiteBIT no Alvo Geopolítico

A Rússia intensifica guerra híbrida ao designar WhiteBIT como indesejável, criminalizando interações no país. Fundada por ucraniano Volodymyr Nosov, a exchange doou US$ 11 milhões diretamente e processou mais de US$ 160 milhões em doações militares desde 2022, incluindo drones.

WhiteBIT saiu da Rússia no início da invasão, bloqueando usuários russos e bielorrussos (perda de 30% da base), mas cresceu para 8 milhões de usuários, expandindo aos EUA. Moscou acusa “esquemas cinzentos” para evasão de capitais.

Migração de Exchanges e Implicações Globais

O contraste regulatório impulsiona migração: firmas buscam MiCA para licenças pan-europeias, fragmentando liquidez mas premiando compliance. Rússia usa regulação como arma contra apoio cripto à Ucrânia, isolando exchanges pró-Kiev. Investidores monitoram como isso afeta fluxos globais, com Europa ganhando terreno geopolítico na cripto.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Reguladores cartoon erguendo barreiras e acorrentando Polymarket e privacy coins, simbolizando bans na Ucrânia e proibições na Índia

Cerco Regulatório: Ucrânia Bane Polymarket e Índia Proíbe Privacy Coins

Alerta de cerco regulatório: a Ucrânia baniu a Polymarket, considerando-a uma operadora de jogos ilegal sem licença, enquanto a Índia ordenou a proibição de Monero (XMR), Zcash (ZEC) e Dash (DASH) em exchanges locais. Esses movimentos sinalizam uma tendência global de maior monitoramento, com riscos imediatos de perda de liquidez para usuários nessas regiões. Fique atento aos impactos em suas operações.


Banimento da Polymarket na Ucrânia

A Ucrânia bloqueou o acesso à Polymarket e cerca de 200 sites de jogos após recomendação da PlayCity, reguladora estatal de apostas. A plataforma de mercados de previsão Web3 é vista como operadora de jogos sem licença, sem enquadramento legal para esse tipo de atividade. Dmitry Nikolaievskyi, do Ministério da Transformação Digital, confirmou que não há caminho legal para retorno enquanto a legislação não mudar.

Os mercados da Polymarket incluem apostas em eventos geopolíticos, como a guerra com a Rússia, o que pode ter acelerado o bloqueio pelos provedores de internet. Plataformas semelhantes, como Kalshi e PredictIt, operam em zona cinzenta, mas denúncias de cidadãos podem levá-las ao mesmo destino. Durante o conflito armado, revisões parlamentares são improváveis, deixando os usuários sem opções legais diretas.

Embora não haja perseguição a indivíduos usando VPNs ou contratos inteligentes, o bloqueio das plataformas aumenta riscos de interrupção e perda de acesso a fundos ou posições abertas.

Proibição de Moedas de Privacidade na Índia

A Unidade de Inteligência Financeira da Índia (FIU-IND) determinou que exchanges registradas suspendam depósitos, saques e negociações de Monero, Zcash e Dash. Essas moedas usam técnicas criptográficas avançadas — como ring signatures no XMR e shielded transactions no ZEC — para anonimato, o que reguladores veem como facilitador de lavagem de dinheiro, financiamento terrorista e evasão de sanções.

Plataformas como Binance, Mudrex, Coinbase e ZebPay devem delistar os ativos imediatamente, atendendo obrigações de KYC e monitoramento. Essa ação segue bloqueios prévios a exchanges offshore não registradas, reforçando o controle sobre o setor cripto indiano, onde poucas operam legalmente.

Apesar de ganhos diários recentes — XMR a US$ 524 (+3,5%), ZEC a US$ 372 (+2,2%) e DASH +11,6% —, as perdas semanais são acentuadas (21%, 8% e 20%), refletindo pressão regulatória.

Tendência Global e Riscos para Usuários

Esses bans não são isolados: Portugal recentemente se juntou a mais de 30 países restringindo a Polymarket, enquanto a Índia intensifica a repressão contra moedas de privacidade. A tendência aponta para maior escrutínio governamental sobre ativos e plataformas que desafiam o controle financeiro tradicional, priorizando transparência sobre privacidade.

Para usuários, o principal risco é a perda de liquidez: bloqueios repentinos podem travar fundos em exchanges, dificultando saques ou transferências. Em regiões voláteis como Ucrânia e Índia, isso agrava vulnerabilidades econômicas. Recomenda-se diversificar plataformas, monitorar regulamentações locais e priorizar ativos com maior aceitação regulatória.

Vale observar que usuários podem recorrer a VPNs ou protocolos descentralizados, mas isso não elimina riscos legais ou de custódia. Mantenha-se cauteloso e informe-se continuamente.


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Figuras regulatórias cartoon erguendo barreiras vermelhas ao redor de fortaleza digital de Polymarket, simbolizando bloqueios na Ucrânia e Tennessee

Ucrânia e Tennessee Atacam Polymarket por Apostas Ilegais

A Ucrânia bloqueou o acesso à Polymarket, classificando a plataforma de prediction markets como site de jogos ilegais sem licença. Em paralelo, o Tennessee, nos EUA, emitiu ordens de cessar operações de apostas esportivas para Polymarket, Kalshi e Crypto.com. Esses movimentos sinalizam uma escalada na repressão estatal contra mercados de previsão descentralizados, que acumularam volumes bilionários em eventos sensíveis como guerras e esportes.


Bloqueio na Ucrânia por Mercados de Guerra

A Comissão Nacional para Regulação Estatal de Comunicações Eletrônicas (NCEC) da Ucrânia executou o bloqueio com base na Resolução 695. A agência PlayCity, responsável pelo setor de apostas, identificou a não conformidade da Polymarket em 27 de novembro. A decisão formal veio em 10 de dezembro, adicionando o domínio polymarket.com ao registro público de sites bloqueados.

O foco regulatório recaiu sobre 97 mercados de previsão relacionados à guerra russo-ucraniana, com volume próximo a US$ 97 milhões em novembro. Em dezembro, o total de transações sobre a Ucrânia superou US$ 270 milhões em 240 apostas resolvidas. Usuários especulavam sobre ocupações em Donbas, usando dados de APIs como DeepState sem autorização, o que gerou acusações de manipulação ética.

O bloqueio é inconsistente: alguns provedores ucranianos restringem o acesso, enquanto outros permitem navegação normal. Isso reflete desafios técnicos na implementação, mas reforça a rejeição pública a apostas em eventos bélicos.

Tennessee Ordena Fechamento de Mercados Esportivos

O Conselho de Apostas Esportivas do Tennessee enviou cartas de cease-and-desist na sexta-feira, exigindo que Polymarket, Kalshi e Crypto.com fechem imediatamente todos os mercados esportivos acessíveis a residentes locais. As empresas devem reembolsar apostas pendentes até o fim do mês, sob pena de multas de até US$ 25.000 por violação.

As plataformas argumentam que seus contratos de eventos são regulados federalmente pela CFTC, não como apostas estaduais. Kalshi, com US$ 23,8 bilhões em volumes esportivos no último ano (80% de seu negócio), processou o estado em corte federal, alegando falta de jurisdição. A ação busca liminar urgente para manter operações.

O Tennessee critica a ausência de salvaguardas como verificação de idade mínima de 21 anos, listas de autoexclusão e limites de apostas, padrões obrigatórios para gambling local.

Pressão Global e Implicações para Mercados Livres

Esses casos se inserem em uma onda global de escrutínio. Romênia, França, Bélgica, Polônia, Singapura e Tailândia já restringiram a Polymarket por operar como gambling sem licença. Nos EUA, Illinois, Connecticut e Michigan emitiram proibições semelhantes, sem sucesso até agora.

Investigadores apontam que prediction markets desafiam o monopólio estatal sobre probabilidades e informações. Plataformas descentralizadas como Polymarket, baseadas em blockchain, oferecem transparência e liquidez global, mas atraem repressão por fugir de controles fiscais e éticos. A disputa pode escalar à Suprema Corte americana, definindo o futuro da inovação em mercados livres.

Para traders brasileiros, isso reforça a necessidade de monitorar VPNs e jurisdições amigáveis, enquanto governos testam limites da soberania digital.


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