Cúpula hexagonal DeFi rachando com luz vermelha vazando, simbolizando colapso do ZeroLend e alerta para saques urgentes em DeFi

ZeroLend Encerra: Saque Seus Fundos Antes que Seja Tarde

Urgente: o protocolo de empréstimos DeFi ZeroLend encerrou operações nesta terça (17/02/2026) após o TVL cair 98%, de US$ 359 milhões para apenas US$ 6,6 milhões (cerca de R$ 34,5 milhões). O token ZERO despencou 45% em 24h, chegando perto de zero. Usuários brasileiros precisam sacar fundos imediatamente para evitar perdas em redes como Manta e Zircuit, que perderam liquidez.


O Que Aconteceu com a ZeroLend

O fundador Ryker anunciou o fim após três anos de operação. O TVL máximo em novembro de 2024 era US$ 359 milhões, mas redes early-stage como Manta, Zircuit e xLayer ficaram inativas. Receita bruta foi de US$ 3,1 milhões em 2025, caindo para US$ 355 mil este ano. Prejuízos operacionais, oráculos descontinuados e riscos de segurança tornaram o negócio inviável.

Os mercados foram congelados com LTV de 0%, impedindo novos empréstimos. Isso afeta quem usava a plataforma para yield farming ou empréstimos rápidos, comum no dia a dia de quem busca rentabilidade extra com cripto.

Impacto no Token ZERO e no Seu Bolso

A queda de 45% no ZERO agrava tudo: de US$ 0,12 para US$ 0,066 em horas, com perda de 99% no ano. Não há plano de recuperação para holders. Para brasileiros, isso significa perda real: imagine R$ 1.000 investidos virando R$ 50. A fragmentação de liquidez em chains menores cria armadilhas, como fundos presos sem saída fácil.

Analistas como Diego Martin, da Yellow Capital, alertam para liquidez fragmentada entre exchanges e blockchains, gerando instabilidade. No Brasil, com dólar a R$ 5,22, cada US$ perdido dói no orçamento familiar.

Como Sacar Seus Fundos Agora: Passo a Passo

Não espere: acesse o app ZeroLend ou contratos diretamente. Primeiro, conecte sua wallet (MetaMask, etc.) nas redes principais como Ethereum, Linea ou ZKsync – saques devem ser rápidos aí. Para Manta e Zircuit, aguarde o timelock upgrade prometido para redistribuição, mas teste gas fees antes.

  1. Entre no dashboard ZeroLend e retire depósitos/supply.
  2. Pague dívidas se houver, para liberar colateral.
  3. Bridge fundos para chains líquidas como Ethereum.
  4. Vítimas do hack na Base (fevereiro 2025) ganham reembolso parcial via airdrop Linea.

Use explorers como DefiLlama para checar saldos residuais. Taxas de gas no Brasil podem comer 10-20% em picos – faça agora, de manhã cedo.

Lições Práticas para DeFi Diário

Isso reforça: prefira protocolos blue chips como Aave ou Compound, com TVL bilionário e auditorias. Evite chains long-tail sem volume. Monitore DefiLlama semanalmente e diversifique: não mais que 10% do portfólio em experimentos. Para brasileiros, foque em stablecoins como USDT-BRL na Binance para yield seguro, sem surpresas.

Vale assistir o mercado: migração para infra consolidada, como Grayscale ETF Aave. Sua sobrevivência no DeFi depende de liquidez e equipe ativa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Plataforma DeFi hexagonal desintegrando com energia vazando e '98%' rachado, simbolizando colapso do ZeroLend e riscos em oráculos

ZeroLend Encerra Operações com TVL em Queda de 98%: Atenção para Saques

O protocolo de empréstimos DeFi ZeroLend anunciou o encerramento de operações após três anos, com o TVL em queda de 98%, de US$ 359 milhões para apenas US$ 6,6 milhões. Motivos incluem cadeias inativas como Manta e Zircuit, falha de oráculos e ataques hackers. A equipe alerta: saques imediatos são essenciais, pois fundos podem ficar presos em redes de baixa liquidez. Isso sinaliza a poda natural de protocolos sem receita sustentável no ecossistema DeFi.


Motivos Técnicos por Trás da Queda

O TVL do ZeroLend caiu 98% devido a múltiplos fatores críticos. Inicialmente lançado em 2024 em redes Layer 2 como Linea e zkSync, o protocolo sofreu com a inatividade de chains de apoio. Redes como Manta, Zircuit e XLayer viram sua liquidez secar, tornando operações inviáveis. Oráculos, responsáveis por preços precisos para liquidações, pararam o suporte nessas redes de baixa atividade, quebrando o mecanismo central de empréstimos.

Além disso, ataques hackers e scams aumentaram, explorando vulnerabilidades inerentes a protocolos de lending. Margens de lucro já finas viraram prejuízos crônicos. É importante considerar: dependência de ecossistemas emergentes carrega riscos de obsolescência rápida. Usuários expostos devem avaliar se seus protocolos favoritos enfrentam dinâmicas semelhantes.

Riscos Imediatos para Usuários

Atenção para o risco principal: nem todos os saques serão imediatos. Com LTV zerado em mercados principais, novos empréstimos estão bloqueados, mas em chains como Manta e Zircuit, posições ativas podem prender fundos. A equipe planeja upgrades via timelock para redistribuição, mas sem prazos firmes, há incerteza sobre recuperação total.

Histórico de DeFi mostra casos como Cream Finance, onde ataques levaram a perdas bilionárias. O risco aqui é real: protocolos em declínio podem não honrar retiradas plenas. É recomendável verificar saldos no app oficial e monitorar anúncios. Liquidez reduzida complica as retiradas.

Poda do Mercado DeFi em Andamento

O fechamento do ZeroLend reflete poda natural no DeFi, onde protocolos menores sem unit economics sustentáveis saem de cena. Polynomial encerrou derivados e adiou TGE; Alpaca Finance planeja fim em 2025 por receitas baixas; Elixir’s deUSD colapsou após perdas no Stream Finance. Gigantes como Aave e Compound dominam, consolidando capital.

Essa maturação beneficia o setor a longo prazo, mas expõe vulnerabilidades em projetos de nicho. Pergunta retórica: seu protocolo DeFi gera receita real ou depende de hype? Monitore TVL, auditorias e suporte a oráculos. Essa ‘poda’ elimina os fracos, mas exige vigilância constante de riscos ocultos.

O Que Observar Agora

Para quem usa DeFi, priorize protocolos com TVL estável acima de US$ 100 milhões, múltiplos oráculos redundantes e histórico sem exploits graves. Evite chains de baixa atividade — elas amplificam falhas. O encerramento honroso do ZeroLend é positivo, mas reforça: diversifique e priorize liquidez. Fique atento a atualizações oficiais para soluções de fundos presos. No DeFi, proteção vem da análise proativa de riscos.


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Estruturas isométricas de Polygon sobre Ethereum com fluxos dourados de liquidez migrando para Layer 2, simbolizando domínio em fees e boom de apostas

Polygon Supera Ethereum em Taxas Diárias com Boom de Apostas

Os dados mostram que o Polygon superou a Ethereum em taxas diárias nos últimos três dias, um marco histórico impulsionado pelo boom de atividade no Polymarket. Na sexta-feira, a Polygon gerou US$ 407.100 em taxas contra US$ 211.700 da Ethereum, invertendo pela primeira vez a dinâmica entre camada principal e secundária. Isso evidencia uma tendência de migração de usuários e liquidez para soluções de Layer 2.


Desempenho das Taxas: Polygon à Frente

De acordo com métricas do Token Terminal, o Polygon registrou US$ 407.100 em taxas de transação na sexta-feira, superando os US$ 211.700 da Ethereum. No sábado, a diferença diminuiu para US$ 303.000 contra US$ 285.000, mas o feito permanece inédito. Essa inversão ocorre em um período de 30 dias onde a média diária da Polygon se aproxima da Ethereum, sinalizando maior eficiência econômica nas L2s.

Analistas como Matthias Seidl, da growthepie, atribuem o crescimento exclusivamente ao Polymarket, que sozinho gerou mais de US$ 1 milhão em fees na Polygon nos últimos sete dias. O segundo maior app, Origin World, ficou em US$ 130.000, reforçando a concentração de atividade em mercados de previsão.

Polymarket como Motor de Atividade

O Polymarket, plataforma de prediction markets lançada em 2020 e hospedada na Polygon, tem impulsionado o uso da rede. Recentemente, mais de US$ 15 milhões em apostas foram registradas em uma única categoria do Oscars, conforme destacado pela equipe da Polygon. Agentes trustless estão sendo deployados para explorar oportunidades nesses mercados.

Além disso, o volume de transações com USDC na Polygon atingiu um novo pico semanal de 28 milhões, alinhado ao uso do stablecoin pela Polymarket. Essa dinâmica demonstra como aplicações específicas podem elevar as métricas on-chain de uma L2 inteira, alterando o equilíbrio de receitas entre redes.

MegaETH: Exemplo de Liquidez Migrando para L2s

Paralelamente, a MegaETH, outra solução Layer 2 da Ethereum, viu seu TVL crescer 65% em uma semana, alcançando US$ 66,48 milhões após o lançamento da mainnet. Partindo de US$ 40,3 milhões, o aumento reflete influxo de stablecoins como MegaUSD (USDM), cujo market cap subiu 56% para US$ 99,2 milhões.

Ativos bridged representam US$ 122 milhões no TVL total. A DEX Kumbaya lidera com US$ 51 milhões, enquanto protocolos como Avon MegaVault, World Markets e Aave somam US$ 19 milhões. Esses números, via DeFiLlama, ilustram a tendência de liquidez “vazando” da mainnet Ethereum para L2s mais eficientes.

Implicações para o Ecossistema Ethereum

Os dados indicam uma clara preferência por L2s em cenários de alta atividade, como prediction markets e DeFi inicial. A Polygon e MegaETH exemplificam como fees mais baixas e velocidades superiores atraem volume, potencialmente reduzindo a dominância econômica da Ethereum mainnet. Métricas a observar incluem a sustentabilidade desse fluxo e o impacto no token MATIC e no ecossistema Ethereum como um todo.

No caso da MegaETH, o lançamento do token MEGA depende de KPIs como US$ 500 milhões em USDM circulante e dApps gerando US$ 50.000 diários em fees, metas ainda distantes mas com trajetória positiva.


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Ecossistema DeFi isométrico com torre Aave crescendo via fluxos TVL dourados e Polygon expandindo cristais verdes, alta em TVL e POL

TVL da Aave Salta US$ 589 milhões e Polygon Ganha 15%: DeFi em Alta?

O protocolo de empréstimos descentralizados Aave registrou um aumento de US$ 589 milhões em seu TVL nas últimas 24 horas, elevando o total para US$ 27.797 bilhões, enquanto o token AAVE avançou 12%. Paralelamente, o token POL da Polygon subiu 15,59% para US$ 0,1108, com volume de US$ 97,96 milhões. Esses movimentos sugerem renovado interesse em DeFi, mas métricas como divergência de volume pedem cautela. Entenda o que impulsiona essas altas e se são sustentáveis.


Impulsionadores Fundamentais no Aave

O TVL (Total Value Locked), métrica chave em DeFi que mede o valor total depositado em um protocolo, disparou no Aave devido à proposta “Aave Will Win” Framework. Essa iniciativa, aprovada pela comunidade DAO, redireciona 100% da receita de produtos como o app mobile, Aave Card e a futura versão V4 para o tesouro da DAO. Projeções indicam receitas anuais entre US$ 118 milhões e US$ 426 milhões, fortalecendo a governança descentralizada.

Como funciona? O Aave opera como um mercado de empréstimos peer-to-pool, onde usuários depositam ativos para ganhar yields e tomam empréstimos colateralizados via smart contracts. Esse influxo reflete confiança na escalabilidade e segurança dos contratos auditados, com indicadores on-chain como Accumulation/Distribution em alta e Money Flow Index (MFI) em 83 sinalizando influxos fortes. No entanto, o volume de trading caiu 23% para US$ 368 milhões, criando uma divergência que pode indicar falta de convicção ampla.

Rebote Técnico do Polygon (POL)

No ecossistema Polygon, uma solução de camada 2 (L2) para escalabilidade Ethereum, o token POL quebrou resistências acima da SMA-7 em US$ 0,0948, atingindo US$ 0,1108. Essa alta de 15,59% veio com volume de US$ 97,96 milhões e taxa volume/capitalização de 8,35%, sugerindo acumulação sem euforia excessiva. Apesar de -90% desde o ATH de US$ 1,15, o retorno YTD de +12,51% aponta resiliência.

Técnicamente, o que importa? POL serve como token de gas e governança em transações de baixo custo na L2. O rompimento valida uma tendência de alta de curto prazo, com suportes em US$ 0,1050 e resistências em US$ 0,1151 (SMA-30). Métricas on-chain como comissões implícitas indicam maior uso para dApps, mas sem repunte claro em TVL do ecossistema, o movimento parece mais técnico do que fundamental.

Métricas On-Chain e Sinais de Cautela

Analisando redes: No Aave, 3,58 milhões de AAVE negociados reforçam pressão compradora, mas a queda no volume geral questiona sustentabilidade. No Polygon, o volume relativo elevado (vs. média 30d) confirma interesse, mas correlação com BTC (0,85) expõe riscos macro. RSI saindo de sobreventa e MACD com viés de alta favorecem posições compradas de curto prazo, porém sem novos commits em GitHub ou adoção de usuários ativos, as altas podem ser rebotes cíclicos.

Por que isso importa para DeFi? TVL crescente sinaliza liquidez para yields, mas divergências volume-preço alertam para pullbacks. Investidores devem monitorar depósitos on-chain via DefiLlama e taxas de financiamento em perpetuais para diferenciar hype de adoção real.

Implicações para o Ecossistema DeFi

Aave e Polygon exemplificam maturidade DeFi: governança token-cêntrica e escalabilidade L2. Se o framework Aave atrair mais depósitos e POL sustentar acima de SMA-30, uma “primavera DeFi” pode emergir com yields competitivos (5-7% em staking do POL). Contudo, sem expansão de usuários ativos ou integrações como AggLayer, quedas macro podem reverter ganhos. Para brasileiros, esses protocolos oferecem exposição acessível via wallets como MetaMask, mas volatilidade exige análise técnica rigorosa.


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Rede hexagonal de altcoins fragmentando com rachaduras em nós BNB e XRP sob ventos vermelhos, ilustrando quedas e saídas recordes em ETFs

Altcoins em Banho de Sangue: BNB Perde US$ 900 e XRP ETFs com Saída Recorde

As altcoins enfrentam um banho de sangue impulsionado por tensões geopolíticas, com a capitalização de mercado caindo para US$ 1,26 trilhão em 48 horas. O BNB perdeu o suporte crítico de US$ 900, negociado a US$ 875, enquanto os ETFs de XRP registraram a maior saída diária de US$ 53,32 milhões nesta quarta-feira (21). Investidores buscam suportes técnicos em meio a fluxos negativos de TVL e liquidações.


BNB Perde Suporte Vital e Testa Zona Crítica

O BNB registrou queda de 4,5% nas últimas 24 horas, rompendo o suporte de US$ 900 e chegando a US$ 875. Essa zona atual, entre US$ 860 e US$ 865, é pivotal: uma perda aqui pode levar a um reteste amplo de US$ 480 a US$ 708, coincidindo com a média móvel exponencial de 100 períodos (EMA 100).

Fatores on-chain agravam o cenário. O TVL na BNB Smart Chain (BSC) caiu 2,9%, ficando abaixo de US$ 7 bilhões, sinalizando redução na atividade DeFi. Liquidações somaram US$ 4,9 milhões, com US$ 4,73 milhões em posições compradas, e o interesse aberto (OI) recuou 3,4% para US$ 1,39 bilhão. Apesar disso, o volume spot dobrou para mais de US$ 2 bilhões, indicando demanda crescente em meio à volatilidade.

ETFs de XRP sofrem Maior Outflow Diário

Os ETFs de XRP registraram saída recorde de US$ 53,32 milhões na segunda-feira de negócios nos EUA, revertendo inflows acumulados de US$ 1,28 bilhão para US$ 1,22 bilhão. Lançados há dois meses, os fundos enfrentam pressão após o XRP perder o suporte de US$ 2,00, caindo para US$ 1,86 em algumas exchanges.

O ativo chegou a US$ 2,40 em 6 de janeiro, mas as tensões geopolíticas aceleraram a correção. Analistas destacam o fechamento de baixa contra o Bitcoin, com próximo suporte em torno de US$ 1,80. Essa dinâmica reflete aversão ao risco em altcoins sensíveis a fluxos institucionais.

Impacto das Tensões Geopolíticas no Mercado

As tensões geopolíticas entre EUA e UE, incluindo ameaças de tarifas de Trump sobre Groenlândia e Europa, desencadearam uma rota de 48 horas que apagou bilhões em capitalização de altcoins. Ethereum caiu abaixo de US$ 3.000, Monero despencou 31%, e o setor como um todo perdeu tração.

Wall Street também sofreu, ampliando a correção. Fluxos negativos de TVL em redes como BSC destacam a fragilidade das altcoins em cenários de risco global, com investidores migrando para ativos mais seguros como Bitcoin.

Próximos Suportes e Estratégia para Investidores

Para BNB, manter acima de US$ 860 é essencial; abaixo, US$ 708 (EMA 100) vira alvo. No XRP, US$ 1,80 representa suporte chave, com risco de testes mais baixos se outflows persistirem. Os dados sugerem cautela: monitore TVL, liquidações e volume para sinais de reversão.

Em um mercado volátil, diversificação e análise técnica são cruciais. Vale acompanhar decisões geopolíticas, que podem ditar o próximo movimento das altcoins.


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📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

Torre cristalina com 225B no pico e base curva rasa simbolizando TVL ATH DeFi mas crescimento lento de 10% em 4 anos

DeFi TVL US$ 225 Bi ATH, Mas +10% em 4 Anos Preocupa

O Total Value Locked (TVL) no DeFi alcançou um novo recorde de US$ 225 bilhões em outubro de 2025, quatro anos após o pico anterior de US$ 204 bilhões em 2021, conforme reportado pela Blockonomi. No entanto, esse crescimento modesto de apenas 10% em período tão longo acende sinais de alerta sobre possível saturação do setor, especialmente entre usuários crypto-nativos. Enquanto isso, stablecoins como USDT e USDC acumulam US$ 260 bilhões, superando o TVL total do DeFi.


Contexto Histórico do Crescimento Lento

O marco de US$ 225 bilhões representa o maior TVL já registrado no ecossistema DeFi, impulsionado por protocolos consolidados e inovações em yields. Contudo, o avanço de apenas 10% desde o bull market de 2021 sugere que o crescimento orgânico desacelerou. Usuários experientes parecem ter alocado a maior parte de seus ativos disponíveis, limitando a expansão sem influxo de novos participantes.

Métricas on-chain revelam que o TVL atual oscila em torno de US$ 164 bilhões, abaixo do pico recente, o que reforça a volatilidade inerente ao setor. Essa estagnação levanta questões fundamentais: o DeFi atingiu seu teto entre crypto-natives ou há espaço para inovação que atraia o varejo tradicional?

Stablecoins: O Contraponto Resiliente

Enquanto o DeFi luta por tração sustentada, o mercado de stablecoins demonstra vitalidade impressionante. Com US$ 260 bilhões em USDT e USDC circulando on-chain, o valor supera o TVL total do DeFi, provando demanda persistente por atividade financeira descentralizada independentemente de ciclos de mercado.

Um destaque são os yield-bearing stablecoins, que atingiram US$ 20 bilhões em valor. Protocolos como sUSDS e sUSDe ganharam adoção significativa, oferecendo retornos competitivos lastreados em tesourarias reais. Plataformas como Aave, Ethena e Pendle se destacam ao atrair capital com produtos de yield acessíveis, mas ainda concentrados em holders experientes.

Esses números indicam que a infraestrutura on-chain funciona, mas o DeFi precisa capturar essa liquidez para yields mais amplos.

Desafios para Atrair o Varejo

A comparação com o mundo tradicional expõe o gap: apps de fintech e neobancos gerenciam mais de US$ 2 trilhões em ativos, atendendo centenas de milhões de usuários mobile. O DeFi, com seu TVL modesto, representa uma fração minúscula desse potencial.

Barreiras de acessibilidade persistem: interfaces complexas, riscos de smart contracts e falta de integração com finanças cotidianas afastam o público retail. O sucesso futuro depende de simplificação – menos farms exóticas e mais produtos confiáveis como empréstimos e yields básicos.

Integrações com fintechs existentes ou protocolos focados em UX intuitiva podem acelerar a adoção, transformando o DeFi em concorrente real dos bancos digitais.

DeFi Estagnado? O Que Fazer com Seu Yield

Para investidores brasileiros, essa dinâmica questiona: DeFi está estagnado? Métricas on-chain sugerem saturação parcial, mas oportunidades persistem em protocolos testados como Ethena e Aave, onde yields competitivos ainda superam opções tradicionais. Avalie riscos como impermanent loss e auditorias antes de alocar.

O caminho adiante envolve foco em retail: embalagens simples, comunicação clara e yields previsíveis. Monitore TVL em dashboards como DefiLlama para sinais de breakout. Enquanto isso, diversifique yields entre stablecoins e RWAs para mitigar volatilidade.


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