Silhueta sombria infiltrando brecha em fortaleza digital com fluxo dourado escapando, simbolizando hack de US$ 282 mi por engenharia social

Hack de US$ 282 Milhões: Engenharia Social Abala Cripto

Nem a melhor hardware wallet te salva de um erro humano de US$ 282 milhões. Em 10 de janeiro de 2026, um usuário de cripto foi vítima do maior ataque de engenharia social do ano, perdendo 1.459 BTC (US$ 139 milhões) e 2,05 milhões de LTC (US$ 153 milhões). Enganado por golpistas se passando por suporte da Trezor, compartilhou sua seed phrase, permitindo o dreno total da carteira. O caso, rastreado pelo investigador ZachXBT, expõe vulnerabilidades humanas em um ecossistema bilionário.


Como o Golpe de Engenharia Social Foi Executado

O ataque ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro. Segundo detalhes revelados pelo investigador on-chain ZachXBT, o criminoso se passou por suporte do ‘Value Wallet’ da Trezor, convencendo a vítima a revelar sua seed phrase. Esse erro fatal permitiu acesso irrestrito à hardware wallet, que supostamente oferece máxima segurança offline.

Ainda de acordo com a reportagem detalhada, a firma de segurança ZeroShadow identificou o impostor e rastreou os fundos em tempo real. Apesar dos esforços, apenas US$ 700 mil foram congelados antes da conversão para ativos de privacidade. Esse incidente reforça que, em cripto, o elo mais fraco não é a tecnologia, mas o usuário desavisado.

A indignação é geral: como alguém com tamanha fortuna pôde cair em uma tática tão primitiva? Golpes de suporte falso são rotina, mas esse escalou para proporções catastróficas, abalando a confiança no setor.

Rastreamento On-Chain: De BTC/LTC a Monero via THORChain

ZachXBT, referência em investigações blockchain, mapeou o fluxo dos roubados. O atacante moveu os fundos rapidamente: primeiro, converteu parcelas para Monero (XMR) via exchanges instantâneas, obscurecendo o rastro com a privacidade inerente ao token.

Em paralelo, utilizou o protocolo THORChain para fazer bridges cross-chain: Bitcoin para Ethereum, Ripple e Litecoin. Essa manobra reacendeu debates sobre o uso abusivo de protocolos descentralizados em crimes, questionando sua resistência à censura em cenários ilícitos.

Especulações apontaram para grupos estatais como a Coreia do Norte, mas ZachXBT desmentiu: ‘Não é a Coreia do Norte’. A sofisticação no lavagem destaca quadrilhas profissionais operando na dark web, explorando brechas em um mercado sem fronteiras.

Impacto no Mercado: XMR Dispara com o Roubo

O pânico não parou nos roubos: a conversão massiva para XMR impulsionou seu preço a um novo ATH de US$ 797,73, alta de 80% em uma semana ante baixa de US$ 450. Dados do CoinGecko mostram a alta impulsionada pelo volume criminoso, mas uma correção seguiu, com XMR agora em torno de US$ 588.

Esse episódio ilustra como crimes afetam dinâmicas de mercado. Tokens de privacidade como Monero ganham com lavagem de fundos, enquanto vítimas arcam com perdas irreparáveis. A análise completa alerta para o risco sistêmico: um erro individual pode distorcer preços globais.

Lições Urgentes: Proteja-se de Engenharia Social

Esse hack recorde grita lições: nunca compartilhe seed phrases, ignore suportes não oficiais e use autenticação multifator. Hardware wallets como Trezor são seguras, mas falham ante manipulação psicológica. Verifique canais oficiais e desconfie de urgências.

Empresas devem investir em educação: campanhas anti-phishing e simulações. Reguladores, acelerem proteções contra esses predadores. Para investidores, diversifique custódia e monitore on-chain. A denúncia aqui é clara: complacência custa fortunas. Monitore ZachXBT para atualizações nessa saga criminosa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.