Atleta cartoon algemado por corrente blockchain com USDT, agentes FBI rastreando, alertando sobre riscos de lavagem em Tether

FBI Prende Ex-Olímpico que Usava Tether para Lavar Dinheiro do Tráfico

De atleta olímpico a barão do tráfico: o FBI prendeu Ryan Wedding, ex-snowboarder canadense das Olimpíadas de 2002, no México. Acusado de liderar uma rede ligada ao Cartel de Sinaloa, ele usou Tether (USDT) para lavar lucros provenientes de cocaína e financiar assassinatos. Autoridades rastrearam transações na blockchain, provando que o anonimato em cripto é um mito perigoso para criminosos — e um alerta para todos.


Da Pista de Neve ao Top 10 Mais Procurados

Ryan Wedding, 44 anos, representou o Canadá nos Jogos de Inverno de Salt Lake City, terminando em 24º no snowboard. Mas sua trajetória mudou drasticamente. Acusado de gerenciar uma operação de tráfico de cocaína da Colômbia, via México, até os EUA, ele integrou o top 10 mais procurados do FBI por tráfico e homicídios. O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) e o Tesouro o sancionaram em novembro de 2024, após apreensões de 1 tonelada de cocaína, US$ 3,2 milhões em cripto e armas.

A joalheria em Toronto servia de fachada para lavagem, segundo o Tesouro. Wedding foi capturado na quinta-feira e transferido aos EUA, com anúncios da Procuradora Geral Pam Bondi e do Diretor do FBI, Kash Patel, destacando a vitória contra o crime transnacional.

O Papel do Tether na Rede Criminosa

A organização de Wedding usava Tether extensivamente. Traficantes recebiam pagamentos via QR codes em USDT por carregamentos de cocaína. Essa stablecoin facilitava transferências rápidas e transfronteiriças, ocultando milhões em lucros ilícitos. O DOJ alega que a rede orquestrou múltiplos assassinatos para proteger o negócio, com cripto servindo como ferramenta chave para movimentação de fundos.

O FBI ofereceu até US$ 15 milhões de recompensa por sua captura, priorizando o caso como ameaça à segurança norte-americana. A prisão reforça como cartéis adotam cripto, mas subestima a transparência da blockchain.

Como o FBI Rastreou as Transações

As autoridades exploraram a imutabilidade da blockchain para mapear fluxos de USDT. Ferramentas de análise on-chain identificaram padrões de lavagem, ligando carteiras a endereços de exchanges e negócios legítimos. Apesar do uso de mixers ou stablecoins, o DOJ seguiu trilhas de Colômbia a México e EUA, resultando em sanções e apreensões.

Isso demonstra a eficiência crescente do FBI e DOJ em investigações cripto, com colaboração internacional. O caso de Wedding é parte de uma série de prisões de fugitivos top, sob liderança Trump, enfatizando que ninguém escapa do rastro digital.

Lições de Segurança para Investidores

Para usuários legítimos, o caso de Wedding é um alerta protetor: cripto não é anônima. Transações são públicas e rastreáveis, atraindo escrutínio regulatório. Evite plataformas sem KYC, use wallets com privacidade comprovada e priorize compliance. Criminosos caem pela própria ganância, mas inocentes podem ser afetados por associações erradas. Monitore suas transações e eduque-se sobre riscos de lavagem — a blockchain protege, mas não esconde.


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