Ex-diretor do BC cartoon apresentando stablecoin BRD com '15%' dourado luminoso, simbolizando yield de 15% via Selic em cripto

Ex-Diretor do BC Lança BRD: Stablecoin com 15% de Yield

O ex-diretor do Banco Central, Tony Volpon, anunciou o lançamento da BRD, primeira stablecoin em real com rendimento automático de cerca de 15% ao ano. Lastreada em títulos públicos atrelados à Selic, ela permite que investidores brasileiros e globais acessem juros altos de forma simples, 24 horas por dia, via blockchain. É uma alternativa prática aos CDBs de bancos, com credibilidade reforçada pela experiência de Volpon no BC e pela B3 planejando similar.


Como Funciona a BRD e Seu Lastro Seguro

A BRD é emitida 1:1 ao real brasileiro e lastreada em títulos do Tesouro Nacional ligados à taxa Selic, atualmente em torno de 15%. Diferente de stablecoins tradicionais como BRZ ou BBRL, que não repassam rendimentos, a BRD distribui os juros diretamente aos holders automaticamente. Isso elimina burocracias como abertura de conta em corretoras locais ou conversões cambiais complicadas.

Para o investidor prático, significa liquidez total: compre BRD em exchanges compatíveis, segure e receba yield sem vencimento fixo. Os ativos ficam custodiados de forma transparente em blockchain, acessível globalmente. Com a Selic elevada, esse modelo aproveita um dos maiores retornos soberanos do mundo, superando muitos CDBs que rendem pós-imposto abaixo de 12% líquido.

Vantagens Práticas Sobre CDBs e Bancos Tradicionais

Imagine ganhar 15% ao ano em stablecoin sem precisar visitar agência ou esperar resgate D+30. A BRD roda em redes blockchain de alta liquidez, permitindo negociações 24/7, inclusive fins de semana — algo impossível em renda fixa tradicional. Para brasileiros cansados de spreads altos em bancos, é uma porta para diversificar com segurança regulatória implícita pelo lastro em títulos públicos.

Investidores estrangeiros também ganham: acessam juros brasileiros sem remessas via SWIFT ou IOF. Comparado a CDBs de 100% do CDI (cerca de 13-14% bruto), a BRD oferece yield bruto superior e mobilidade cripto. Vale testar com valores pequenos para ver o rendimento acumular diariamente, integrando-se a wallets como MetaMask ou exchanges locais.

Contexto do Mercado Brasileiro de Stablecoins

O Brasil já tem seis stablecoins em real: BRZ (US$ 185 milhões), BRLA, cREAL, BBRL (US$ 51 milhões), BRL1 e agora BRD. A B3 planeja lançar a sua até junho de 2026, sinalizando maturidade. Crown captou US$ 13,5 milhões para BRLV, mostrando ecossistema aquecido. A BRD se destaca pelo yield explícito, atraindo quem busca renda passiva sem volatilidade cambial.

Com adoção cripto crescendo 63% na América Latina, segundo Chainalysis, ferramentas como BRD facilitam remessas e poupança diária. Monitore a capitalização inicial da BRD para avaliar tração.

Credibilidade de Tony Volpon e Próximos Passos

Tony Volpon, diretor do BC (2015-2016), traz 30 anos de experiência em UBS, Merrill Lynch e Safra. Via CF Inovação, ele tokeniza imóveis e registra contratos no Cofeci via blockchain, reduzindo fraudes. Essa bagagem dá confiança à BRD como produto sério.

Para começar: acesse plataformas parceiras, deposite reais, troque por BRD e segure. Acompanhe atualizações sobre listagens e auditorias. Em um cenário de Selic alta, é uma opção prática para otimizar rendimentos sem sair do ecossistema cripto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivo cartoon de terno apresentando stablecoin translúcida com yield 15% glow e títulos públicos internos, simbolizando inovação em renda fixa cripto brasileira

Stablecoin BRD, de ex-diretor do BC, promete 15% ao ano em títulos públicos

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, lançou a stablecoin BRD, atrelada ao real e lastreada em títulos públicos do Tesouro Nacional. A promessa é compartilhar rendimentos de cerca de 15% ao ano com detentores, aproveitando os juros altos brasileiros. Apresentada no "Cripto na Real" da CNN, a iniciativa mira investidores globais, mas levanta dúvidas sobre segurança e regulação para o usuário comum no Brasil. Isso pode ser uma alternativa prática à poupança ou CDI?


Como funciona a BRD e quem está por trás

Tony Volpon, com mais de 30 anos no mercado financeiro em bancos como UBS e Merrill Lynch, e ex-diretor de Assuntos Internacionais do BC entre 2015 e 2016, lidera o projeto via CF Inovação. A BRD é negociável 24/7 em blockchains de alta liquidez, oferecendo acesso direto aos rendimentos de títulos públicos brasileiros, atualmente na casa dos 15% a.a.. Diferente de stablecoins tradicionais sem yield, parte das reservas em Tesouro Direto gera renda compartilhada com holders.

Para o brasileiro médio, isso significa potencialmente ganhar mais que a poupança (cerca de 6-7% a.a.) ou até CDI (11-12%), sem precisar lidar com corretoras tradicionais cheias de burocracia. Volpon destaca a simplicidade: transfira reais para BRD e receba yield automático, tudo transparente na blockchain. Mas o lastro em dívida soberana amarra o destino ao risco-país.

Impacto prático em tempos de juros altos no Brasil

No Brasil de 2026, com Selic elevada para conter inflação, títulos públicos pagam bem, mas exigem CPF, conta em banco e paciência com resgates. A BRD promete resolver isso: yield em tempo real, acessível via carteiras crypto, ideal para quem quer renda fixa digital sem papelada. Imagine R$ 10 mil rendendo R$ 1.500/ano, equivalente a 3 meses de conta de luz familiar ou 1/4 do salário mínimo anual.

Para remessas internacionais ou poupadores, é uma ponte: estrangeiros acessam nossos juros altos sem IOF ou câmbio demorado, enquanto brasileiros ganham estabilidade com rendimento. Volpon vê potencial para baratear a dívida pública, atraindo capital externo. Prático? Sim, se você já usa crypto para pagamentos ou hedge contra inflação.

Concorrência acirrada e os riscos reais

O mercado de stablecoins em real já tem players: BRZ lidera com US$ 185 milhões em market cap (Transfero), seguida de BBRL (US$ 51 milhões), BRL1, cREAL e BRLV da Crown (US$ 19 milhões, após captação de US$ 13,5 milhões com Paradigm). A B3 planeja entrar até junho. A BRD se destaca pelo yield explícito, mas não é pioneira em conceito.

Riscos? Regulação incerta pelo BC, que regula Drex; liquidez inicial baixa pode travar resgates; e se títulos públicos desvalorizarem com alta de juros? Default soberano é remoto, mas volatilidade crypto soma. Impostos: yield é renda fixa, tributado IR progressivo. Para o vizinho que quer R$ 5 mil seguros, stablecoin ainda soa arriscado vs. Tesouro Selic via app do governo.

O que fazer antes de entrar nessa

Se você busca renda acima da inflação sem volatilidade de Bitcoin, monitore o lançamento da BRD. Verifique audits independentes, reservas publicadas on-chain e exchanges listadas. Compare taxas: BRZ é zero yield, mas consolidada. Teste com pouco (R$ 100-500) se couber no orçamento. Lembre: crypto tem burocracia fiscal (DARF mensal >R$35k). DYOR e priorize liquidez para emergências.


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