Rede neural digital com nós corrompidos vazando energia vermelha, simbolizando hacks em DeFi que drenaram US$ 23 milhões em Base e Saga

Hacks em Série: US$ 23 Milhões Drenados em Base e Saga

Dois exploits de contratos inteligentes em redes emergentes drenaram cerca de US$ 23 milhões em fundos de usuários DeFi em menos de 24 horas. Na blockchain Base, o protocolo Matcha Meta sofreu um breach via SwapNet, com perdas estimadas em até US$ 16,8 milhões. Já a Saga pausou sua mainnet após ataque de US$ 7 milhões, causando queda de 55% no TVL. Usuários devem revogar aprovações imediatamente para mitigar riscos.


Exploit na Base: Matcha Meta e SwapNet

O incidente na Base, layer 2 do Ethereum, envolveu uma vulnerabilidade no contrato inteligente do SwapNet, liquidity provider do Matcha Meta. A falha permitiu chamadas arbitrárias, permitindo ao atacante transferir fundos aprovados para o router contract. CertiK estimou perdas de US$ 13,3 milhões, enquanto PeckShield calculou US$ 16,8 milhões, incluindo swaps de USDC para ETH e bridges para Ethereum principal.

Matcha Meta alertou usuários via X para revogar todas as aprovações concedidas ao SwapNet. O breach destaca riscos em agregadores DEX, onde dependência de terceiros amplifica exposições. Redes em ascensão como Base, com alto volume de TVL, atraem atacantes sofisticados explorando complexidades de contratos.

Ataque à Saga: Pausa na Mainnet e Depeg

Na blockchain Saga, focada em chainlets modulares, o exploit drenou US$ 7 milhões em USDC, ETH, yUSD e tBTC via operações cross-chain e bridges. O TVL do ecossistema despencou de US$ 37 milhões para US$ 16 milhões em 24 horas. A stablecoin Saga Dollar perdeu paridade, negociada a US$ 0,75, sinalizando quebra de confiança.

A rede pausou operações para contenção, enquanto o atacante converteu fundos para ETH na Ethereum. Bridges continuam sendo vetores críticos em blockchains emergentes, onde liquidez fragmentada facilita retiradas massivas sem detecção imediata.

Vulnerabilidades Comuns em Redes Emergentes

Contratos inteligentes representam 30,5% dos exploits cripto em 2025, segundo SlowMist, superando comprometimentos de contas. Em redes como Base e Saga, a ascensão rápida eleva TVL sem maturidade de segurança proporcional. Chamadas arbitrárias, falhas em bridges e aprovações ilimitadas são padrões recorrentes.

Dados indicam que 56 incidentes de smart contracts ocorreram no ano, com perdas globais acima de US$ 3,4 bilhões em DeFi. IA generativa já identifica exploits autonomamente, mas protocolos novos falham em auditorias proativas.

Ações Práticas para Usuários DeFi

Para mitigar riscos:

  1. Revogue aprovações em ferramentas como Revoke.cash para SwapNet e protocolos Saga;
  2. Evite agregadores DEX sem histórico auditado;
  3. Monitore TVL e depegs em redes emergentes;
  4. Prefira layer 1 maduros para volumes altos.

Diversificação reduz exposição a vetores únicos.

Esses hacks reforçam: em DeFi, segurança precede yield. Protocolos devem priorizar formal verification e bug bounties para conter perdas futuras.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.