Personagem cartoon de Vitalik priorizando pilar mainnet Ethereum forte sobre sátellites Layer-2, simbolizando realinhamento estratégico e ATH de transações

Vitalik Questiona Dependência de Layer-2s: Mainnet no Centro do Ethereum

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, está questionando a estratégia centrada em Layer-2s, argumentando que o foco deve retornar à Mainnet para verdadeiro scaling com garantias de segurança completas. Essa mudança ocorre em momento crucial: a rede registrou 2,9 milhões de transações diárias, recorde histórico segundo o Etherscan. Após anos priorizando rollups externos, o Ethereum busca identidade própria na Layer 1.


Definição Precisa de Scaling no Ethereum

Para Vitalik, scaling real significa criar blockspace protegido pela credibilidade total da Mainnet: validade de transações, resistência à censura e finality. Muitos Layer-2s atuais usam pontes multisig ou sequencers centralizados, funcionando como chains semi-independentes. Isso não escala o Ethereum propriamente, mas cria ecossistemas paralelos com anexos opcionais.

A atualização recente do gas limit e melhorias em disponibilidade de dados reduziram fees na Mainnet para níveis sustentáveis. Dados do Token Terminal mostram 15 milhões de endereços ativos mensais, sinal de migração de usuários de volta à Layer 1 quando segurança e custo se alinham.

Recorde de Transações Reforça Mainnet

A rede Ethereum processou 2.896.853 transações em um dia, superando picos anteriores. Esse ATH demonstra capacidade da Mainnet em lidar com demanda crescente sem colapsos de fees, graças a otimizações pós-Dencun. Métricas on-chain como UOPS (user operations) nos rollups ainda superam L1 em fator 100, mas Vitalik prioriza qualidade sobre volume bruto.

Com Ethereum cotado a cerca de R$ 10.987 (bid atual), o ecossistema reflete confiança na infraestrutura base. Usuários ativos valorizam as garantias nativas, evitando riscos de security councils em L2s imaturos.

Native Rollups e Based Rollups: O Caminho Adiante

Vitalik propõe native rollup precompiles: verificadores ZK-EVM embutidos no protocolo Ethereum. Isso elimina dependência de conselhos de segurança, com upgrades automáticos via hard forks. Rollups se tornam extensões verdadeiras da L1, não sidechains.

Based rollups com preconfirmations visam composability síncrona: sequencers geram blocos rápidos, ancorados em ‘based blocks’ na Mainnet. Aplicações acessam liquidez L1/L2 em um fluxo único, reduzindo latência sem sacrificar segurança. Limitações incluem suporte a reorgs e mecanismos permissionless.

Implicações para Ecossistema e Investidores

No L2Beat, líderes como Arbitrum e Optimism estão em Stage 1: exits possíveis, mas com intervenções centrais. Apenas nichos atingem Stage 2. Com US$ 32 bilhões em TVL nos rollups, o debate é econômico: L2s devem provar valor além de ‘mais barato que L1’.

Para Ether, fortalece Layer 1 como hub de valor. Projetos L2 precisam inovar em privacidade ou execução especializada. Ethereum evolui de dogma rollup-centrado para protocolo autoescalável, redistribuindo papéis no ecossistema.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Visionário cartoon em encruzilhada apontando para caminho L1 sólido sobre ponte L2 instável, simbolizando crítica de Vitalik às Layer-2 no Ethereum

Vitalik Critica L2s e Propõe Novo Caminho para Ethereum

Vitalik Buterin, cofundador da Ethereum, anunciou em postagem recente no X que a rede precisa de um "new path", reduzindo a dependência das layer-2 (L2s). A visão original das rollups como extensões da Ethereum mainnet não se sustenta mais, pois muitas L2s fazem concessões em descentralização e não atingem os padrões de um "branded shard". Isso impacta diretamente investidores que apostam no ecossistema escalável e seguro da rede.


O Que Vitalik Está Criticando

A crítica central de Buterin recai sobre o progresso lento das L2s rumo à stage 2, estágio que exige descentralização plena com validadores distribuídos e sem pontos centrais de falha. Desde 2022, quando definiu os milestones, poucas rollups avançaram além da stage 1, que permite "training wheels" — mecanismos de segurança limitados, como sequenciadores centralizados.

Como funciona: Em stage 1, as L2s herdam segurança da L1 via provas de fraude ou ZK, mas retêm controle sobre upgrades e withdrawals. Algumas equipes admitem que nunca evoluirão por razões regulatórias ou de clientes que demandam "ultimate control". Isso compromete o trilema blockchain: segurança, descentralização e escalabilidade.

Para desenvolvedores, Buterin sugere abandonar o pitch genérico de "scaling Ethereum" e focar em value-add único, como funcionalidades específicas além de throughput.

Dados On-Chain: Atividade vs. Valor Segurado

Enquanto a atividade nas rollups explode, com 3.470 operações de usuário por segundo (UOPS), o Total Value Locked (TVL) secured caiu 13,2% ano a ano, para US$ 40,3 bilhões, segundo L2Beat. Essa divergência revela L2s como camadas de execução barata, mas não repositórios de capital sob garantia Ethereum.

Explicação técnica: TVL secured mede ativos sob proteção L1, via bridges e provas. O declínio indica migração para transações de baixo valor, enquanto grandes holders preferem L1 com gas fees baixos. A L1 escala sozinha, com aumentos no gas limit previstos para 2026, reduzindo pressão por off-chain.

Impacto nos Protocolos L2 e Novo Roadmap

Para protocolos como Arbitrum, Optimism e Base, isso significa rebranding: nem todas serão "shards" da Ethereum. Redes com sequenciadores permissionados ou sem interop plena perdem o selo de "extensão oficial". Desenvolvedores devem inovar em interop (ex: shared sequencing) ou nichos como ZK-EVMs maduros.

O novo rumo enfatiza L1 como núcleo descentralizado, com L2s em espectro: algumas fully aligned, outras como ecossistemas paralelos. Métricas a monitorar: taxa de stage 2, TVL growth e UOPS na L1 vs. L2s.

Por Que Importa para Investidores ETH

Investidores ganham clareza: Ethereum prioriza fundamentos sobre hype de scaling. Com L1 absorvendo demanda, ETH fortalece como settlement layer. Riscos em L2s centralizadas crescem — rugs ou exploits isolados não afetam mainnet, mas expõem fraquezas. Monitore commits no GitHub Ethereum e upgrades como Prague para o rumo técnico real.


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Estrutura isométrica Ethereum com blocos de blobs expandidos conectados a rollups L2, simbolizando otimização de scaling pré-Fusaka

Ethereum Aumenta Capacidade de Blobs Pré-Fusaka

O Ethereum aumentou sua capacidade de dados por bloco, elevando o blob target de 10 para 14 e o limite máximo de blobs de 15 para 21. Essa mudança, implementada via um fork específico para parâmetros de blobs, prepara a rede para o upgrade Fusaka, estabilizando taxas em rollups e tornando transações em Layer 2 (L2) mais previsíveis e potencialmente mais baratas. ETH mais acessível: Fusaka acelera?


O Que São Blobs no Ethereum?

Imagine os blobs como “pacotes de bagagem” que as soluções Layer 2 enviam para o Ethereum principal. Ao contrário dos calldatas tradicionais, que são caros e permanentes, os blobs são dados temporários (disponíveis por apenas 18 dias) usados por rollups para publicar provas de transações off-chain. Plataformas como Arbitrum, Optimism, Base, Mantle, zkSync Era, StarkNet e Scroll dependem deles para manter custos baixos enquanto herdam a segurança do Ethereum.

Essa estrutura, introduzida no Dencun (março de 2024), revolucionou o scaling. Antes, rollups competiam por espaço caro no bloco principal; agora, blobs oferecem um “mercado de dados” dedicado, mais eficiente. Com o uso atual ainda abaixo da capacidade — mesmo com crescimento de atividade em L2s —, o ajuste é preventivo, evitando picos de fees como visto em períodos de alta demanda.

Impacto da Mudança nas Taxas L2

O novo target de 14 blobs por bloco (cerca de 360 KB de dados) e máximo de 21 (540 KB) amplia o espaço disponível em 40% no alvo e 40% no pico. Isso significa mais “respiro” para rollups, reduzindo a escassez que causa spikes nas taxas. Usuários de L2s, que processam milhares de transações diárias a frações de centavo, ganham estabilidade: imagine uma rodovia com mais faixas, onde o tráfego flui sem engarrafamentos repentinos.

Desenvolvedores e traders em DeFi veem benefício direto: custos operacionais menores incentivam mais dApps e liquidez. Dados on-chain confirmam que a demanda por blobs cresce, mas não satura o sistema, posicionando o Ethereum para absorver o boom esperado com Fusaka.

Roadmap Ethereum: Ajustes Graduais para Fusaka

Essa é a segunda atualização só para blobs, refletindo a estratégia de Vitalik Buterin: evoluir via “tuning fino” em disponibilidade de dados, em vez de forks massivos. Fusaka, o próximo grande upgrade, deve integrar avanços como data availability sampling (DAS) e melhorias em zkEVM, elevando a largura de banda sem comprometer descentralização.

Transição de “escalabilidade em grandes saltos” para iterações contínuas permite previsibilidade. Para o ecossistema brasileiro, isso reforça o Ethereum como base sólida para bridges e L2s locais, com transações mais baratas atraindo devs e usuários em reais via exchanges como Binance.

O Que Esperar Agora?

Com headroom ampliado, o foco vira monitorar adoção: se rollups saturarem os novos limites, mais ajustes virão. Investidores devem observar métricas como uso de blobs e fees médias em L2s. Essa preparação para Fusaka sinaliza maturidade: Ethereum não só escala, mas o faz de forma sustentável, beneficiando todos os participantes da rede.


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