Personagens cartoon de banqueiro e avatar Solana se cumprimentando sobre ponte luminosa, ignorando ondas de volatilidade e simbolizando adoção institucional

Bancos e Solana: Adoção Silenciosa Ignora Caos de Preços

Enquanto os preços das criptomoedas oscilam em meio ao caos macroeconômico, os fundamentos do ecossistema se fortalecem com adoção real. A integração do Polymarket à Solana via Jupiter traz mercados de previsões on-chain de forma nativa, reduzindo fricções e impulsionando o DeFi consumer. Paralelamente, diretores de grandes bancos sinalizam consenso sobre a tokenização e pagamentos digitais via Ripple, mudando o foco de ‘por quê’ para ‘como’. Essa é a adoção silenciosa que constrói o futuro.


Integração Polymarket-Jupiter Revoluciona Previsões na Solana

A exchange descentralizada Jupiter anunciou a parceria com o Polymarket, líder em mercados de previsão com valuation estimado em US$ 9 a 10 bilhões. Agora, usuários acessam contratos de eventos políticos, esportivos e econômicos diretamente no app Jupiter, sem bridges ou trocas de plataformas. Anunciado em 1º de fevereiro de 2026, o recurso aparece em uma aba dedicada “Prediction”, combinando a liquidez do Polymarket com a eficiência técnica da Solana.

O setor de prediction markets explodiu, com US$ 12 bilhões em volume só em janeiro, gerando mais de US$ 11 milhões em fees on-chain. Essa integração elimina barreiras técnicas, posicionando a Solana como hub de DeFi consumer. Com SOL cotado a cerca de R$ 544, o ecossistema prova que adoção prática supera volatilidade de curto prazo. O mercado está construindo bases sólidas para volumes anuais que podem superar US$ 500 bilhões.

Bancos Mudam Discurso: De ‘Por Quê’ para ‘Como’ na Tokenização

Reece Merrick, executivo sênior da Ripple para Oriente Médio e África, relatou discussões intensas com mais de 20 diretores de bancos. Uma sessão de 30 minutos estendeu-se para 90, com consenso unânime sobre o potencial de pagamentos com ativos digitais e tokenização. Os executivos, responsáveis por alocação de capital e transformação estratégica, veem blockchain como infraestrutura essencial para eficiência em cross-border payments.

Essa shift institucional reflete maturidade: não mais debates teóricos, mas execução prática alinhada a regulamentações. Bancos buscam redução de custos, velocidade e transparência, integrando tokenização a sistemas legados. Com XRP em torno de R$ 8,50, a Ripple catalisa essa transição, provando que grandes players ignoram ruído de preços para focar em utilidade real.

Perspectiva de Alta: Adoção Institucional Acelera Ciclo de Alta

Essas parcerias exemplificam a tese de adoção global: Solana ganha tração em aplicações consumer como prediction markets, enquanto Ripple pavimenta o caminho para finanças tokenizadas. Em ciclos passados, fluxos institucionais precederam valorizações expressivas. Hoje, com regulamentações mais claras — como a retirada de propostas restritivas da CFTC —, o caminho está pavimentado.

Investidores atentos monitoram métricas como volume on-chain e integrações institucionais, não oscilações diárias. Os fundamentos se fortalecem, e o otimismo responsável aponta para um ecossistema mais resiliente. Vale acompanhar como essas inovações escalam em 2026.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Cristal XRP bold com rachaduras vermelhas escaneado por quatro feixes cyan de IAs, simbolizando previsões preocupantes de preço após queda

XRP a US$1 em fevereiro? 4 IAs dão previsões ‘preocupantes’

Curioso como até as inteligências artificiais, essas máquinas frias treinadas em zilhões de dados humanos, parecem suar frio com o XRP. A análise de quatro IAs sobre uma possível queda abaixo de US$ 1,00 em fevereiro revela previsões que variam de consolidação otimista a cenários de ‘dor máxima’, mas nenhuma aposta certeira no colapso total. Com o ativo já em baixa de 30% do pico de US$ 2,40 para US$ 1,50 – e cotado agora em torno de US$ 1,61 (R$ 8,49) –, nem o ChatGPT salva o carnaval dos holders.


O Contexto da Queda: De Euforia a Realidade

Interessante que o XRP, após uma alta expressiva inicial no ano novo que o levou a US$ 2,40 em 6 de janeiro, foi rejeitado como um convite para o carnaval no meio de semana de trabalho. A correção brutal o derrubou para US$ 1,50, nível de 14 meses atrás, pré-eleições americanas de 2024. Fatores como saídas de ETFs de XRP e tensão global – oi, Irã? – alimentam o pânico. Hoje, com XRP a US$ 1,61, o mercado reflete volatilidade pura: alta de 1,4% nas últimas horas, mas variação negativa de 3,4% em reais.

Os humanos, claro, amplificam isso com vendas em pânico. Mas e as AIs? Elas, que devoram gráficos e notícias 24/7, foram colocadas à prova: o XRP vai quebrar o psicológico US$ 1 em fevereiro?

Previsões das Máquinas: Consolidação ou Dor Máxima?

Gemini, a mais conservadora, aposta em ‘consolidação seguida de ponto de decisão’. No melhor caso, sideways entre US$ 1,80 e US$ 2,00 se segurar acima de US$ 1,65-1,70. No pior, queda para US$ 1,25-1,45. Grok ecoa isso: se romper US$ 1,70, ‘pouco suporte até US$ 1,45’, chamando de ‘cenário de dor máxima’ para compradores tardios. Nenhuma das duas vê sub-US$1 imediato – alívio?

ChatGPT defende o dólar com unhas e dentes: pressão de venda intensa por tensões globais, mas US$ 1 está ‘longe o suficiente para não preocupar agora’. Possível só no fim do Q1/início Q2. Já Perplexity é a mais baixista: se geopolítica azedar (ataque ao Irã?), XRP pode mergulhar para US$ 1, mas sem black swan, não abaixo em fevereiro. Todas concordam: sem pânico nuclear, o piso segura.

IA vs Humanos: Quem Está Mais Apavorado?

Divertido notar que as AIs, livres de FOMO humano, ainda pintam um quadro ‘preocupante’. Elas leem nossos gráficos, nossos tuítes histéricos, e regurgitam probabilidades – mas com um viés de cautela que soa quase… humano. Para o brasileiro, com carnaval batendo à porta (fevereiro/março 2026), isso significa: esqueça o XRP financiando a folia em R$ 10+. Com dólar a R$ 5,25, uma queda para US$ 1 seria R$ 5,25 por token – dor de cabeça pós-feriado.

O insight? Máquinas não salvam narrativas. Elas refletem o caos que criamos: volatilidade, ETFs sangrando, riscos globais. Holders de XRP, preparem-se para monitorar US$ 1,70 como se fosse o resultado do Botafogo.

Próximos Passos: O Que Monitorar Agora

Vale ficar de olho em suportes chave: US$ 1,70 primeiro, depois US$ 1,45. Notícias de Ripple, ETF flows e Fed podem virar o jogo. Se as AIs estão ‘preocupadas’, imagine nós, meros mortais. Estratégia irônica: HODL com um olho no gráfico, outro no noticiário – e um third eye no carnaval. Nada como uma folia para testar resiliência.


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Rede cyberpunk em caos com caminho neon XRP pulsante e forte, simbolizando alta de 74% no volume durante correção do mercado cripto

XRP Dispara 74% em Volume no Caos do Mercado

Em meio a uma liquidação massiva de US$ 2,58 bilhões no mercado cripto nas últimas 24 horas, o volume de negociação do XRP disparou 74%, alcançando US$ 6,49 bilhões. Enquanto o preço do XRP testa mínimas de nove meses em torno de US$ 1,60 (cerca de R$ 8,42), essa anomalia revela interesse crescente de participantes do mercado, mesmo com o pânico geral afetando 414 mil traders.


Volume Explode em Meio a Liquidações Bilionárias

O mercado cripto estendeu a venda de fim de semana, com posições compradas representando US$ 2,27 bilhões das liquidações totais, segundo dados do CoinGlass citados na reportagem. Apesar da queda do XRP para US$ 1,50 próximo ao preço realizado de US$ 1,48, o volume saltou para níveis expressivos. Esse movimento sugere que o mercado está construindo bases sólidas, com baleias e instituições possivelmente acumulando em níveis atrativos. Indicadores como RSI em território de sobrevenda reforçam a possibilidade de um alívio de curto prazo, enquanto o Bitcoin oscila acima de US$ 80.000 (R$ 406 mil pelo Cointrader Monitor).

A alta no volume do XRP contrasta com a correção histórica com o BTC, que dita movimentos das altcoins. No entanto, os fundamentos da Ripple, como o recente tesouro corporativo e licenças regulatórias, continuam se fortalecendo.

Fundamentals Sólidos Sob Pressão Macro

Apesar do preço em mínima de nove meses, o ecossistema XRP mostra vigor. O RWA TVL no XRP Ledger subiu 11% para US$ 235 milhões, recorde histórico, sinalizando adoção institucional em tokenização de ativos reais. Iniciativas como Ripple Treasury e aprovações regulatórias na Europa posicionam o ativo para expansão em pagamentos cross-border, mesmo com correlação de 0,998 com o Bitcoin pressionando o preço.

Essa resiliência nos fundamentos lembra ciclos passados, onde correções serviram como filtros para investidores de longo prazo. A volatilidade macro, incluindo temores de shutdown governamental nos EUA, afeta o risco geral, mas o crescimento do ecossistema XRP persiste.

Analistas Veem Oportunidade na Correção de 60%

Após rally de 600% de US$ 0,60 saindo de um wedge descendente de quatro anos, o XRP corrigiu 60% do pico de US$ 3,66, testando suportes em US$ 1,60-$1,61. Analistas como Crypto Patel e Egrag Crypto destacam acumulação em fair value gaps, com estrutura mensal intacta acima de US$ 1,30. Padrões históricos de 2017 e 2021 sugerem potencial para expansão significativa, conectando-se à narrativa maior de adoção global.

Esses movimentos ocorrem logo após a vitória judicial da Ripple, reforçando a tese de que volatilidade de curto prazo não altera tendências de longo prazo. O investidor comum pode ver aqui um lembrete: ciclos cripto recompensam paciência fundamentada.

Perspectiva de Longo Prazo para o Ecossistema

O salto no volume do XRP enquanto o mercado derrete indica que os fundamentos se fortalecem. Com foco em adoção real — de tesourarias a RWAs —, o ativo se posiciona além do ruído diário. Vale monitorar suportes chave e fluxos institucionais, pois o mercado continua construindo para o próximo ciclo de alta.


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Forma bold XRP na borda de plataforma com cruz vermelha death cross sombreando e baleias emergindo abaixo, sinalizando mínima e acumulação

XRP no Limite: Death Cross e Mínima de 14 Meses

O XRP registrou uma queda de 6,7% para cerca de US$ 1,75, rompendo o suporte chave de US$ 1,79 em cascata de liquidações que ultrapassaram US$ 70 milhões em posições longas. O ativo atingiu mínima de 14 meses em US$ 1,50 e confirmou o death cross, com a média móvel de 50 dias cruzando abaixo da de 200 dias. Os dados indicam correlação com Bitcoin e volume excepcional na quebra.


Queda Aguda e Liquidações em Massa

Os dados mostram que o XRP caiu de US$ 1,88 para US$ 1,75 em sessão volátil, impulsionada por venda generalizada no mercado cripto liderada pelo Bitcoin. A ruptura decisiva abaixo de US$ 1,79 ocorreu com volume excepcional, confirmando participação institucional na liquidação. Mais de US$ 70 milhões em contratos futuros de XRP foram liquidados, predominantemente posições compradas, ampliando a descida.

O preço estabilizou temporariamente entre US$ 1,74 e US$ 1,76, mas tentativas de recuperação falharam em romper acima de US$ 1,76, com volume diminuindo no rebote. Isso sugere estabilização, mas não reversão imediata, em um contexto de alta dominância do Bitcoin.

Death Cross Confirmado e Mínimas Históricas

O death cross estendido formou-se em 19 de janeiro, quando a média móvel simples de 50 dias (SMA 50) cruzou abaixo da SMA 200, sinal clássico de momentum de baixa em timeframes semanais. Esse padrão levou o preço a uma mínima de 90 dias em US$ 1,69, com perda de 3,9% nas últimas 24 horas reportadas.

Paralelamente, o XRP tocou mínima de 14 meses em US$ 1,50, desde novembro de 2024. Apesar do fechamento de baixa contra o dólar, o par XRP/BTC formou um dragonfly doji, candle considerado de alta em análises, sugerindo resiliência relativa ao BTC. O volume de negociação caiu 20,74% para US$ 4,02 bilhões.

Níveis Técnicos Críticos a Monitorar

Traders observam US$ 1,74-US$ 1,75 como suporte imediato. Manutenção acima desse nível pode permitir consolidação, mas recuperação requer rompimento de US$ 1,79-US$ 1,82, agora zona de resistência. Quebra de US$ 1,74 abre caminho para US$ 1,72 e US$ 1,70.

Indicadores on-chain apontam acumulação por baleias, com transações elevadas no XRP Ledger sugerindo rotação de capital, não saída. Cotação atual: US$ 1,66 (variação +0,95% em 24h) ou cerca de R$ 8,77 via AwesomeAPI. O XRP permanece sensível a liquidações e correlacionado ao BTC, com níveis técnicos ditando o próximo movimento.


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Executivos bancários cartoon conectando cabos ao núcleo RLUSD auditado, formando rede global para 13 mil bancos pela Ripple

Ripple Conecta 13 Mil Bancos ao RLUSD com Auditoria Total

A plataforma de tesouraria da Ripple agora conecta 13 mil bancos ao redor do mundo à stablecoin RLUSD. Lançada após a compra da GTreasury por US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,25 bilhões pelo dólar atual), a ferramenta promete gerenciar o caixa corporativo em tempo real, unindo dinheiro tradicional e ativos digitais. Uma auditoria independente confirma que as reservas do RLUSD superam 100% o valor em circulação, dando segurança extra para instituições. Para brasileiros, isso pode baratear remessas internacionais.


A Plataforma que Une Caixa Tradicional e Digital

Imagine gerenciar o caixa da sua empresa ou banco com visibilidade total, em tempo real, sem esperas de dias para liquidações. É isso que a Ripple Treasury oferece, construída sobre o software GTreasury que a Ripple adquiriu por US$ 1 bilhão. A plataforma integra APIs com 13 mil bancos, permitindo rastrear posições de dinheiro fiat, RLUSD e até XRP como ponte para transações rápidas.

Para o dia a dia, isso significa liquidações em 3 a 5 segundos em pagamentos cross-border, algo vital para empresas que lidam com fornecedores no exterior. O RLUSD, com market cap acima de US$ 1,4 bilhão (R$ 7,35 bilhões), já movimentou US$ 3,59 bilhões em um mês, mostrando adesão crescente de instituições.

No Brasil, onde remessas para família no exterior custam caro em taxas bancárias, uma infraestrutura assim pode reduzir custos. Pense em enviar dinheiro para os EUA sem o spread alto do câmbio tradicional.

Auditoria Garante Reservas Totais e Confiança

A firma BPM, em exame conforme padrões AICPA e regras do Departamento de Serviços Financeiros de Nova York (DFS), confirmou que as reservas do RLUSD são 100% lastreadas ou mais. Elas incluem depósitos bancários segurados, fundos de money-market governamentais e títulos do Tesouro americano de curto prazo, tudo segregado para holders do stablecoin.

Essa transparência é ouro para investidores institucionais, que exigem prova de que cada RLUSD em circulação tem dólar equivalente guardado. Sem isso, stablecoins viram risco, como vimos em colapsos passados. Aqui, o relatório de dezembro mostra reservas de US$ 1,47 bilhão, acima do necessário, alinhado a exigências regulatórias.

Para nós brasileiros, isso traz paz de espírito: ao usar stablecoins reguladas em remessas, evitamos surpresas com desvalorizações ou falta de lastro. Com dólar a R$ 5,25, cada US$ 1.000 em RLUSD viram R$ 5.250 garantidos.

Impacto Prático no XRP Ledger e para Brasileiros

O XRP Ledger ganha como infraestrutura real para bancos, com RLUSD rodando nele e XRP atuando como ponte em corredores voláteis. Atividade no ledger mostra market cap de stablecoins em US$ 395 milhões e volume nos últimos 30 dias com alta de 33,5%, sinal de adoção.

No Brasil, isso afeta remessas – R$ 5 bilhões saem todo mês para fora, com taxas de 5-10% em bancos. Plataformas como essa podem cortar para frações disso, usando RLUSD para converter rápido e barato. XRP, cotado a R$ 8,77 hoje, facilita pontes entre moedas.

Segundo o Cointrader Monitor, Bitcoin está em R$ 415.963 (-5,19% em 24h), mas stablecoins como RLUSD trazem estabilidade para uso diário, não especulação.

O Que Fazer com Essa Informação

Se você envia ou recebe dinheiro internacional, fique de olho em exchanges que listam RLUSD – pode virar opção mais barata que TED ou SWIFT. Monitore custos: uma remessa de R$ 10 mil pode economizar R$ 500 em taxas. Mas lembre: verifique sempre compliance local com Receita Federal para evitar multas em IR sobre ganhos cambiais.

Não é hora de especular, mas de testar ferramentas práticas. Conversão via stablecoin regulada como RLUSD pode simplificar sua vida financeira, especialmente com burocracia brasileira.


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Juiz cartoon arquivando processo com martelo enquanto personagem XRP quebra correntes, celebrando vitória judicial da Ripple

Liberdade para Ripple: Justiça Arquiva Processo e XRP Sobe 3,2%

A Justiça do Nono Circuito dos EUA arquivou definitivamente o processo contra a Ripple, marcando o fim de uma batalha regulatória que durou anos. Apesar de um mercado cripto em queda, o XRP subiu 3,2% nas primeiras 24 horas, alcançando US$ 0,68 com volume de US$ 1,9 bilhão. Segundo a CriptoFácil, essa resiliência reflete fundamentos fortalecidos, abrindo portas para expansão de produtos como a stablecoin RLUSD e soluções de tesouraria corporativa. Para investidores brasileiros, é um sinal de que o ecossistema de altcoins está construindo bases sólidas.


Fim do Risco Regulatório: Um Divisor de Águas

O arquivamento reforça a vitória judicial anterior da Ripple contra a SEC, eliminando o risco de classificação do XRP como security nos EUA. Desde 2020, esse litígio criava um desconto de risco no preço, limitando parcerias institucionais. Agora, com clareza jurídica, a empresa ganha liberdade para acelerar inovações.

Isso é crucial em um ciclo de adoção onde regulação amigável impulsiona fluxos de capital. Assim como vimos com ETFs de Bitcoin, decisões favoráveis pavimentam o caminho para tesourarias corporativas e stablecoins reguladas. A Ripple, que já processa bilhões em remessas globais via XRP Ledger, pode agora expandir sem pendências judiciais, fortalecendo sua posição no ecossistema de pagamentos cross-border.

No contexto brasileiro, onde o real enfrenta pressões inflacionárias, ativos com utilidade real como o XRP ganham apelo para diversificação, especialmente com cotações em BRL girando em torno de R$ 3,50 (US$ 0,68, com o dólar a R$ 5,25).

Resiliência Técnica do XRP em Mercado Volátil

Enquanto o mercado total de altcoins recuava, o XRP acumulou alta de 11,4% em 7 dias, superando o índice setorial em 5 pontos percentuais. Tecnicamente, opera acima das médias móveis de 50 dias (US$ 0,64) e 200 dias (US$ 0,60), com RSI em 58 — força compradora moderada sem sobrecompra.

O MACD mantém cruzamento positivo, e dados on-chain mostram 62% do supply fora de exchanges, reduzindo pressão vendedora. Baleias com mais de 10 milhões de XRP acumularam 180 milhões de tokens na semana, ecoando movimentos vistos em ciclos passados antes de valorizações sustentadas. Essa acumulação discreta é um indicador clássico de que grandes players posicionam-se para tendências de longo prazo.

Tesouraria Corporativa: Catalisador para Adoção

A Ripple lançou uma solução de tesouraria baseada em XRP, permitindo que empresas gerenciem liquidez global com custos baixos. Isso expande o uso além de remessas, criando demanda estrutural — similar às tesourarias de Bitcoin em corporações como MicroStrategy.

Com o processo arquivado, a stablecoin RLUSD ganha terreno para listagens reguladas, atraindo instituições avessas a riscos. Para o investidor comum, isso significa maior utilidade e liquidez, métricas mais confiáveis que volatilidade de curto prazo. Estamos no estágio de construção do ciclo, onde fundamentos se fortalecem antes da próxima fase de descoberta de preço.

O Que Monitorar Agora

Resistência chave em US$ 0,72; rompimento com volume acima de US$ 1,6 bilhão pode mirar US$ 0,78. Suporte em US$ 0,64 — perda aí enfraquece a tese altista. No macro, fique de olho em fluxos institucionais e adoção de produtos Ripple.

Riscos persistem: volatilidade geral do mercado e concorrência em pagamentos. Mas o arquivamento é um marco de alta responsável, confirmando que paciência em narrativas de adoção paga dividendos. O XRP não é só sobrevivente; está se posicionando como infraestrutura essencial.


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Personagens cartoon de Ripple e Nubank lançando raio cyan com '3s' através de globo, simbolizando pagamentos transfronteiriços em segundos

Ripple e Nubank: Pagamentos Internacionais em Segundos

A Ripple Treasury, nova plataforma lançada pela Ripple após aquisição de US$ 1 bilhão da GTreasury, permite liquidações transfronteiriças em apenas 3-5 segundos usando a stablecoin RLUSD, eliminando a espera de dias típica de transferências bancárias. Paralelamente, o Nubank obteve aprovação condicional nos EUA para formar um banco nacional, expandindo serviços de cripto e banking regulado. Para brasileiros, isso significa remessas mais velozes e econômicas entre Brasil e exterior.


Como Funciona a Ripple Treasury

A plataforma integra gerenciamento de caixa tradicional com ativos digitais em um único dashboard, acessível via APIs compatíveis com workflows corporativos existentes. Empresas podem mover fundos transfronteiriços instantaneamente via RLUSD, reduzindo custos com taxas bancárias elevadas e capital ocioso. Em vez de aguardar 3-5 dias úteis para wires internacionais, as transações se completam em segundos, ideal para tesourarias que precisam de liquidez imediata.

Além disso, conecta usuários a mercados de repo overnight e fundos tokenizados como o BUIDL da BlackRock, permitindo rendimento 24/7 em excesso de caixa. Isso é prático para PMEs e grandes firmas que lidam com pagamentos globais, cortando despesas operacionais e otimizando fluxo de caixa diário. A Ripple, ligada ao XRP (cotado a cerca de R$ 9,11 hoje), se posiciona como infraestrutura financeira regulada, não só uma provedora crypto.

Expansão do Nubank nos Estados Unidos

O Nubank, com mais de 127 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, avança para oferecer depósitos, empréstimos, cartões e custódia de cripto nos EUA. A aprovação condicional do OCC inicia a fase de organização bancária, com capitalização e aprovações adicionais do FDIC e Fed. A meta é abrir em até 18 meses, liderada pela cofundadora Cristina Junqueira e com Roberto Campos Neto (ex-presidente do BC) como chair do board.

Desde 2022, o Nubank integra cripto via Paxos, permitindo compra/venda/holding de ativos como Bitcoin, Ethereum e agora 20 tokens incluindo ADA e SOL. Planos incluem pagamentos com stablecoins vinculados a cartões, facilitando uso cotidiano de digitais em finanças tradicionais. Essa expansão regulada fortalece a presença global, especialmente para brasileiros enviando/recebendo dólares.

Benefícios Práticos para Remessas Brasileiras

Imagine enviar dinheiro para a família nos EUA ou pagar fornecedores sem perder dias em filas bancárias: a Ripple acelera o processo técnico, enquanto o Nubank pode integrá-lo em sua app acessível. Taxas de remessas, que chegam a 7-10% via SWIFT, caem drasticamente com blockchains, potencializando economia de centenas de reais por transação. Com dólar a R$ 5,25, cada segundo conta em volatilidade cambial.

Para o dia a dia, isso resolve dores comuns: freelancers recebendo de plataformas gringas, estudantes pagando mensalidades ou imigrantes mandando auxílio. A combinação cria um ecossistema onde Nubank usa tech como Ripple para oferecer transferências em tempo real, 24/7, sem horários bancários.

Próximos Passos e O Que Monitorar

A Ripple já lançou o produto, mas adoção depende de integrações empresariais. Nubank precisa finalizar aprovações em 18 meses. Vale acompanhar parcerias potenciais entre fintechs latinas e provedores como Ripple, especialmente com tendência de licenças bancárias para crypto (Circle e Revolut seguem caminhos similares). Para usuários, teste apps Nubank para crypto e fique de olho em atualizações de remessas internacionais.


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Balança da justiça cartoon inclinada a favor de lingotes de ouro e token XRP vitorioso sobre burocracia SEC, simbolizando reservas Tether e vitória judicial Ripple

Tether Vira ‘Banco Central de Ouro’ e Ripple Conquista Vitória Judicial

📊 BOLETIM CRIPTO | 29 de Janeiro | MANHÃ

O avanço institucional define o tom de alta moderado do período. A Tether se transforma em “banco central de ouro” com acumulação massiva de 130 toneladas de ouro físico, enquanto a Ripple conquista vitória judicial definitiva que reforça o status de não-security do XRP. Enquanto isso, Wall Street pressiona a SEC pela regulação tradicional de ativos tokenizados, sinalizando maturidade do setor. Apesar de riscos pontuais como fraudes em memecoins e brechas de segurança governamental, o momentum positivo impulsionado por players institucionais supera os incidentes setoriais. O viés de alta prevalece, condicionado à evolução das investigações de segurança e às confirmações de parcerias pendentes.


🔥 Destaque: Tether Transforma-se em ‘Banco Central de Ouro’

A maior revolução do período vem da Tether, que está executando uma transformação estratégica audaciosa em sua estrutura de reservas. O CEO Paolo Ardoino declarou explicitamente que a empresa está se tornando um “banco central de ouro”, com compras semanais de 1 a 2 toneladas de ouro físico armazenadas em cofres de alta segurança na Suíça.

A empresa já acumulou aproximadamente 130 toneladas de ouro, posicionando-se como um dos maiores detentores do metal fora de bancos e estados-nação — avaliadas em cerca de US$ 22 bilhões. Além disso, o token XAUT (Tether Gold) representa atualmente 16 toneladas (~US$ 2,7 bilhões), com projeção de chegar a US$ 5 a 10 bilhões até o final do ano — uma valorização potencial de 85% a 270%.

A estratégia captura perfeitamente o “trade de debasement” em ouro, que superou os US$ 5.200/oz esta semana, impulsionado por incertezas cambiais globais. A contratação de traders seniores do HSBC e o desenvolvimento de uma mesa de operações especializada indicam ambições de trading ativo no mercado de metais preciosos. A narrativa posiciona o XAUT como alternativa ao dólar para países do BRICS e investidores preocupados com a debilitação das moedas fiduciárias.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 456.850,93, com queda de 1,35% nas últimas 24 horas. O ouro, referência da nova estratégia da Tether, está a R$ 28.602,20, praticamente estável no período.


📈 Panorama do Mercado

O período é marcado por uma convergência institucional clara. Além da estratégia de ouro da Tether, a vitória judicial da Ripple no Tribunal de Apelações do 9º Circuito elimina incerteza legal que pairava sobre o XRP há anos, reforçando seu status de não-security e abrindo caminho para adoção institucional acelerada.

Simultaneamente, Wall Street pressiona a SEC pela aplicação de regras tradicionais de títulos a ativos tokenizados. Representantes da SIFMA, Citadel e JPMorgan argumentaram que a tokenização moderniza a infraestrutura de mercado, mas não altera a natureza econômica dos securities — defendendo o princípio de “mesma atividade, mesmo risco, mesmas regras”. Essa postura favorece produtos RWA compliant como o BlackRock BUIDL e o Franklin Templeton FOBXX, enquanto pressiona protocolos DeFi permissionless.

Do lado especulativo, o token WLD (World) disparou 27% em minutos após relatório da Forbes indicar que Sam Altman, CEO da OpenAI, estaria explorando uma rede social biométrica para combater bots — potencialmente utilizando a tecnologia Orb do World Network. O movimento reflete a sensibilidade do mercado a narrativas de IA e identidade digital, embora não haja confirmação formal de parceria.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Fraudes e breaches em custódia governamental: O US Marshals Service investiga suposto roubo de US$ 90 milhões em criptoativos de carteiras governamentais. O investigador ZachXBT acusa John “Lick” Daghita — filho de contratista federal — de controlar carteiras com fundos apreendidos, incluindo ativos ligados ao hack da Bitfinex. O caso expõe falhas críticas na segurança de ativos digitais sob custódia federal.
  • Meme coin LICK exposta: A análise on-chain da Bubblemaps e ZachXBT revelou que a meme coin LICK, lançada na Pump.fun (Solana), está vinculada ao mesmo John Daghita. Uma única wallet controla aproximadamente 40% do supply total, configurando cenário de extrema centralização e risco iminente de rug pull ou apreensão de fundos pelas autoridades.
  • Pressão regulatória sobre DeFi permissionless: A reunião entre Wall Street e a SEC sinaliza que protocolos como Uniswap e Aave podem enfrentar reclassificação como exchanges ou brokers quando lidarem com títulos tokenizados. A obrigatoriedade de KYC/AML e registro como broker-dealer poderia inviabilizar modelos DeFi permissionless atuais.
  • Litígios em projetos legados: A Cere Network enfrenta segundo processo judicial em janeiro, totalizando US$ 158 milhões em alegações de fraude. O co-founder Fred Jin é acusado de esquema pump-and-dump no lançamento de tokens de 2021, com conexão ao market maker Gotbit — já condenado por manipulação. O token desvalorizou 99,9% desde o pico.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Crescimento de RWA compliant e XAUT: A demanda por regras tradicionais cria ambiente favorável a produtos tokenizados que operam dentro da estrutura regulatória existente. O XAUT está posicionado para crescimento exponencial conforme a Tether expande suas reservas de ouro. Produtos como BlackRock BUIDL, Franklin Templeton FOBXX e Ondo Finance ganham vantagem competitiva significativa sobre competidores não-regulados.
  • Adoção institucional do XRP: A eliminação do risco legal federal permite que instituições financeiras reconsiderem posições em XRP sem a incerteza de classificação como security. A Ripple pode acelerar parcerias com bancos e remessas internacionais, expandindo o uso do XRP em corredores de liquidez. O XRP está cotado a R$ 9,73, com queda de 2,63% no período, segundo dados consolidados.
  • Infraestrutura de identidade biométrica: Se a OpenAI confirmar parceria com o World Network, o WLD poderia consolidar valorização sustentada além do movimento especulativo atual. A narrativa de “prova de humanidade” torna-se essencial em uma era pós-IA generativa, potencialmente elevando a demanda por infraestrutura de identidade descentralizada.
  • Ferramentas de análise on-chain: A exposição dos casos LICK e Daghita demonstra a eficácia de ferramentas como Bubblemaps e investigadores independentes como ZachXBT. Investidores institucionais que adotarem análise on-chain rigorosa podem evitar armadilhas similares, valorizando projetos de inteligência blockchain.

📰 Principais Notícias do Período

1. Tether vira ‘banco central de ouro’: estratégia de ouro em escala soberana
CEO Paolo Ardoino revela Tether acumulando 1-2t ouro/semana em cofres suíços, total ~130t (US$22B), posicionando XAUT para US$5-10B. Estratégia captura debasement trade com ouro >US$5200 e demanda BRICS. (Bitcoinist)

2. Tribunal de Apelações confirma vitória da Ripple e reforça status de não-security do XRP
9º Circuito rejeita ação coletiva por prescrição, reforçando XRP não-security. Remove incerteza federal, catalisando adoção institucional e DeFi XRPL. (The Crypto Basic)

3. Wall Street exige regulamentação tradicional para tokenizados, ameaçando modelo DeFi permissionless
SIFMA/Citadel/JPM pressionam SEC contra isenções tokenizados, defendendo regras tradicionais. Favorece RWA compliant como BlackRock BUIDL, pressiona DeFi. (CoinDesk)

4. WLD dispara 27% com rumores de parceria OpenAI para rede anti-bots biométrica
Relatório Forbes liga Sam Altman/OpenAI a rede biométrica usando Orb Worldcoin. WLD +27% em FOMO, mas risco correção sem confirmação. (CoinDesk)

5. EUA investigam roubo de US$ 90M em cripto: falha de segurança expõe vulnerabilidades governamentais
US Marshals probe breach carteiras gov; ZachXBT liga John Daghita a US$90M incluindo Bitfinex. Expõe falhas custódia federal. (Bitcoinist.com)

6. Meme coin LICK exposta: 40% supply em wallet de suspeito de roubo US$40M ao governo EUA
Bubblemaps/ZachXBT expõem LICK (Pump.fun) ligado a John Daghita; 40% supply centralizado. Risco rug pull ou seizure imediato. (CryptoPotato)

7. Cere Network processada por US$100M: fraude em token launch 2021 expõe riscos sistêmicos
Segundo lawsuit janeiro acusa co-founder Fred Jin pump-and-dump US$41M CERE tokens 2021, ligado Gotbit condenado. Token -99.9%. (Cointelegraph)


🔍 O Que Monitorar

  • Reservas de ouro da Tether e supply XAUT: Acompanhar se as compras semanais de 1-2 toneladas se mantêm e se o supply do Tether Gold cresce conforme projeção de US$ 5-10 bilhões. Fonte: Tether/Bloomberg.
  • Volume de XRP e TVL XRPL DeFi: Medir se a clareza legal está convertendo em adoção prática e interesse institucional. Fonte: CoinGecko/DefiLlama.
  • Confirmação de parceria WLD-OpenAI: Evento catalisador que separará movimento sustentado de correção especulativa. Fonte: OpenAI/Forbes.
  • Atualizações das investigações Daghita/ZachXBT: Novas descobertas podem revelar conexões adicionais com fundos roubados ou outras wallets. Fonte: Twitter ZachXBT.
  • TVL em tesouros tokenizados (RWA): Sinalizará fluxo institucional pós-reunião SEC/Wall Street. Fonte: DefiLlama.

🔮 Perspectiva

O viés de alta moderado persiste nas próximas 12-24 horas, impulsionado pelo momentum da estratégia de ouro da Tether e pela clareza legal consolidada da Ripple. É provável que o XAUT e o XRP apresentem performance relativamente forte se o cenário macro de ouro sustentar acima de US$ 5.200/oz e se não houver novos desenvolvimentos negativos nas investigações judiciais.

As fraudes envolvendo Daghita e o meme coin LICK podem gerar FUD localizado em Solana e memecoins, mas não devem reverter o sentimento institucional dominante. A convergência entre Tether e Ripple como pilares de maturidade do mercado contrasta com os riscos setoriais periféricos, enfatizando a resiliência do core market.

Investidores devem monitorar atentamente possíveis confirmações formais da parceria OpenAI-World e atualizações das investigações de segurança governamental. A consolidação positiva é o cenário mais provável caso não surjam novos breaches de segurança ou sanções regulatórias imprevistas. Mantenha gestão de risco adequada e considere a diversificação entre ativos compliant institucionalmente.


⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon despejando sacos gigantes de XRP sobre mercado turbulento, ilustrando vendas massivas da Ripple e riscos de centralização

Mãos Pesadas: Ripple Vendeu 58 Bilhões de XRP em 13 Anos

Dados on-chain revelam que executivos e a Ripple Labs venderam ou distribuíram cerca de 58,5 bilhões de XRP desde o lançamento em 2012. Esse volume colossal, equivalente a mais da metade da oferta total de 100 bilhões de tokens, expõe a ‘mão pesada’ dos criadores sobre o ativo. Com holdings atuais em torno de 41,5 bilhões de XRP, o histórico de despejos levanta alertas sobre diluição contínua e controle centralizado, especialmente em um mercado onde o XRP negocia a R$ 9,89 (cotação de 28/01/2026).


Alocação Original e Despejo Histórico

No início, em 2012, a XRP Ledger criou 100 bilhões de tokens de uma só vez, sem mineração ou inflação posterior. Desses, 80 bilhões foram alocados diretamente para a Ripple Labs (então OpenCoin), enquanto 20 bilhões foram destinados aos fundadores Jed McCaleb, Arthur Britto e David Schwartz, além de participantes iniciais. Essa estrutura centralizada sempre foi criticada por concentrar poder nas mãos de poucos.

Ao longo de 13 anos, a diferença entre a alocação inicial e os saldos atuais aponta para a saída de 58,515 bilhões de XRP do ecossistema controlado pelos insiders. Esse movimento ocorreu paralelamente a ciclos de mercado, litígios com a SEC e tentativas de adoção em pagamentos internacionais via RippleNet. Apesar da valorização desde o primeiro preço registrado em 2013 (US$ 0,005), o volume vendido sugere uma estratégia de realização de lucros constante, independentemente das oscilações.

Holdings Atuais dos Executivos

Hoje, os principais controladores detêm cerca de 41,485 bilhões de XRP. A Ripple Labs mantém aproximadamente 37,685 bilhões, divididos entre 3,5 bilhões em carteiras acessíveis e 34,185 bilhões em escrow. Entre os indivíduos, Chris Larsen, chairman da Ripple, lidera com cerca de 2,5 bilhões de XRP espalhados por oito carteiras. Arthur Britto controla 1,3 bilhão em sete endereços, enquanto David Schwartz, cofundador e CTO, tem posições menores, com picos históricos de apenas 26 milhões.

Esses números, extraídos de rastreamento on-chain, ilustram a persistência do controle insider. Jed McCaleb, que saiu da empresa em 2014, já havia devolvido grande parte de sua alocação original, mas o núcleo remanescente continua influente. Para investidores, isso significa que decisões corporativas podem impactar diretamente a supply circulante, gerando pressão vendedora imprevisível.

O Escrow e a Pressão Inflacionária

Em 2017, para mitigar críticas sobre liberação ilimitada, a Ripple instituiu um escrow de 55 bilhões de XRP, com potencial liberação mensal de 1 bilhão. Porções não utilizadas voltam ao bloqueio, e atualmente restam 34,185 bilhões travados. No entanto, essa mecânica não elimina o risco de diluição: desde 2017, bilhões já foram liberados, muitos para vendas ou parcerias.

Diferente do Bitcoin, sem mecanismos de emissão, o XRP depende dessa gestão centralizada. Com o token operando sem staking ou mineração, qualquer aceleração nas liberações pode agravar quedas de preço. Analistas com viés de baixa veem nisso um teto estrutural para valorizações sustentadas, especialmente após vitórias parciais contra a SEC.

Implicações para Investidores Brasileiros

Para o mercado brasileiro, onde o XRP atrai atenção por pagamentos transfronteiriços, esses dados on-chain reforçam a cautela. Com o dólar a R$ 5,19 e Bitcoin a R$ 460.912 (segundo o Cointrader Monitor), o XRP em R$ 9,89 reflete consolidação, mas o histórico de vendas massivas sugere viés de baixa de longo prazo.

Investidores devem monitorar liberações de escrow e movimentos de baleias. A centralização, embora eficiente para adoção institucional, compromete a narrativa descentralizada, expondo holders a riscos de manipulação supply-side. Vale questionar: com tanto já vendido, o que resta para sustentar rallies?


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Tesouraria digital hexagonal protegida por escudos cyan e fluxos ondulantes azul-dourados, simbolizando Chainlink e Ripple em finanças globais

Chainlink e Ripple Blindam Tesourarias com Oráculos e Blockchain

A aliança Global Alliance for KRW Stablecoins (GAKS), liderada pela Wemade, adicionou a Chainlink para reforçar a infraestrutura de oráculos e dados no ecossistema de stablecoins lastreados no won coreano. Em paralelo, a GTreasury e Ripple lançaram o Ripple Treasury, combinando 40 anos de expertise em tesouraria com pagamentos cross-border em tempo real. Essas iniciativas sinalizam a reconstrução do sistema financeiro global sobre blockchain e oráculos confiáveis.


Chainlink Fortalece Stablecoins na Coreia do Sul

A Wemade, empresa de blockchain conhecida por jogos, expandiu sua aliança GAKS com a inclusão da Chainlink. Essa rede de oráculos descentralizados fornecerá suporte técnico para integridade de dados, padrões de infraestrutura e casos de uso de ativos tokenizados. O foco está na padronização, permitindo que membros da aliança acessem serviços de oráculos de forma segura e eficiente.

A iniciativa segue parcerias com Chainalysis (monitoramento), CertiK (auditorias) e SentBe (remessas reguladas). Lançada em novembro de 2025, a GAKS apoia o StableNet, uma mainnet dedicada a stablecoins KRW-backed, priorizando infraestrutura compliant em vez de emissão direta. Isso reflete a cautela regulatória na Coreia do Sul, onde debates sobre emissão de stablecoins dividem bancos e legisladores.

Oráculos como os da Chainlink são cruciais para fornecer feeds de preços precisos e verificação onchain, essenciais para stablecoins funcionarem como “dinheiro digital estável” em ecossistemas DeFi.

Ripple Treasury: Integração de Tesourarias Tradicionais

O Ripple Treasury, powered by GTreasury, representa a fusão de 40 anos de expertise em tesouraria com infraestrutura blockchain. A plataforma opera em mais de 75 jurisdições, oferecendo pagamentos cross-border em tempo real, 24/7, sem limitações de horários bancários tradicionais.

GTreasury dobrou sua equipe de engenharia em 90 dias e adquiriu a Solvexia para aprimorar reconciliação financeira. Recursos incluem gestão de liquidez, previsão de caixa, gerenciamento de riscos e otimização de yields em múltiplas moedas. Uma inovação chave é a eliminação de pre-funding em contas nostro, liberando capital de giro preso em estruturas legadas.

Estimativas indicam que a GTreasury processa volumes anuais na casa dos US$ 12,5 trilhões em mercados tradicionais, agora integrados a ativos digitais via Ripple. Isso unifica visibilidade em cash fiat e criptoativos em uma interface única.

Implicações para a Globalização da DeFi

Essas parcerias ilustram como oráculos e blockchains interoperáveis estão “blindando” sistemas financeiros contra volatilidade e ineficiências. Na Coreia, a Chainlink garante dados confiáveis para stablecoins locais, pavimentando o caminho para adoção institucional em meio a debates regulatórios.

No âmbito global, o Ripple Treasury aborda dores crônicas de tesourarias corporativas: complexidade crescente, recursos limitados e tecnologia obsoleta. Ao suportar ativos tokenizados e pagamentos programáveis, a plataforma posiciona o blockchain como camada base para finanças modernas.

Para tesoureiros brasileiros, isso significa oportunidades em remessas mais rápidas e baratas, especialmente com integrações cross-border que reduzem custos de FX e aceleram liquidações.

Perspectiva Futurista: Reconstrução Financeira

O futuro aponta para tesourarias híbridas, onde oráculos como Chainlink validam dados offchain para smart contracts, e redes como Ripple processam trilhões em valor diariamente. Essa infraestrutura DeFi globalizada não só otimiza operações, mas também democratiza acesso a yields e liquidez 24/7.

Investidores devem monitorar aprovações regulatórias na Ásia e expansão de plataformas como essas, que testam a maturidade da tokenização em escala enterprise.


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Executivos cartoon de banco saudita e Ripple apertando mãos sobre ponte digital com XRP luminoso, simbolizando parceria blockchain na Arábia Saudita

Ripple Fecha Parceria com Banco Saudita de US$ 130 Bilhões

A Ripple fechou parceria estratégica com o Jeel, braço de inovação do Riyad Bank – um dos maiores bancos da Arábia Saudita, com ativos de US$ 130 bilhões –, para explorar aplicações de blockchain em pagamentos transfronteiriços, custódia de ativos digitais e tokenização. Anunciada em 26 de janeiro de 2026, a colaboração ocorre dentro do sandbox regulado do Jeel, alinhando-se diretamente aos objetivos do Vision 2030 saudita de modernização financeira. Essa é mais uma vitória para a tese de adoção institucional do XRP fora dos EUA.


Detalhes da Parceria com Riyad Bank

A aliança foi divulgada pelo Jeel em sua conta no X, destacando o foco em aprimorar a velocidade e eficiência de pagamentos. De acordo com o comunicado oficial, as empresas desenvolverão protótipos no ambiente controlado do sandbox do Jeel, testando soluções de blockchain para melhorar transparência, custo e escalabilidade em serviços financeiros.

O CEO do Jeel, George Harrak, enfatizou a importância dessa experimentação regulada: “Essa parceria reflete nossa estratégia de usar o sandbox para explorar infraestrutura financeira de próxima geração”. Já Reece Merrick, diretor-gerente da Ripple para Oriente Médio e África, reforçou o compromisso em integrar tecnologias seguras ao ecossistema saudita, demonstrando como a infraestrutura da Ripple pode desbloquear eficiências significativas.

Para o Riyad Bank, isso representa um passo além da aceleração fintech convencional, rumo à experimentação com blockchain regulada, ampliando sua rede institucional.

Integração com o Vision 2030 Saudita

O Vision 2030, plano ambicioso da Arábia Saudita para diversificar sua economia, impulsiona um boom no setor fintech. A parceria Ripple-Jeel surge nesse contexto, posicionando o blockchain como pilar da transformação digital financeira do reino.

Os testes incluirão casos de uso em custódia de ativos digitais e tokenização de ativos reais, áreas onde a Ripple tem expertise comprovada. Isso pode pavimentar o caminho para adoção em massa de soluções como o XRP Ledger, conhecido por sua eficiência em liquidez transfronteiriça.

Analistas veem isso como sinal de que a Arábia Saudita, com seu foco em inovação regulada, está pronta para liderar a adoção de ativos digitais no Oriente Médio, reduzindo dependência de sistemas tradicionais.

Potencial para Tokenização e XRP

A ênfase em tokenização é particularmente de alta para o ecossistema Ripple. Com protótipos no sandbox, a empresa pode demonstrar interoperabilidade e escalabilidade do XRP em cenários reais, como tokenizar ativos do vasto portfólio do Riyad Bank.

No momento da notícia, o XRP negociava a US$ 1,90, refletindo otimismo do mercado. Essa expansão geográfica reforça a resiliência da Ripple, que continua a fechar acordos com gigantes bancários globais, mesmo em meio a volatilidades regulatórias nos EUA.

Investidores em XRP devem monitorar os resultados dos protótipos, que podem catalisar maior demanda pelo token em pagamentos e custódia institucional.

Expansão Global da Ripple Continua

Essa é a prova de que a Ripple não para: enquanto avança em batalhas judiciais nos EUA, foca em mercados emergentes como a Arábia Saudita. A parceria valida a tese de alta de adoção institucional massiva do XRP, abrindo portas para um futuro onde blockchain redefine finanças soberanas.

Vale ficar de olho nos próximos passos, pois sucessos no Vision 2030 podem inspirar outros países do Golfo a seguir o exemplo.


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Plataforma hexagonal de suporte digital com rachaduras vermelhas e fluxos cyan enfraquecendo, simbolizando XRP testando US$ 1.75 após queda de 25%

XRP Testa Suporte em US$ 1,75 Após Queda de 25% em 2026

A XRP registrou queda superior a 25% desde o pico de US$ 2,40 em 6 de janeiro, aproximando-se de suportes críticos em US$ 1,75 e US$ 1,88. Traders observam se esses níveis vão resistir, em meio a um mercado cripto pressionado pela descida do Bitcoin abaixo de US$ 88.000 e incertezas macroeconômicas nos EUA, como risco de shutdown governamental. A cotação atual está em torno de US$ 1,83 (R$ 9,71), com volume em baixa indicando indecisão.


Queda Recente e Contexto de Mercado

No último dia, a XRP recuou quase 4%, estabilizando próximo a US$ 1,90 após volatilidade que a levou abaixo de US$ 2,00. Essa movimentação acompanha o Bitcoin, que testou mínimas de US$ 87.000, impulsionado por preocupações com a reunião do Fed, balanços de big techs e tensões políticas americanas, incluindo protestos e ameaças de tarifas.

Os dados mostram uma correlação forte com o mercado geral: mais de US$ 300 milhões em liquidações nas últimas horas. Para o XRP, a desvalorização semanal supera 11%, apagando ganhos de 2026 e retornando aos níveis de janeiro. Em reais, o ativo opera a R$ 9,71 (bid atual), com variação diária de -4,38%, refletindo a pressão vendedora ampla.

Não há notícias negativas específicas sobre a Ripple ou o XRP Ledger, sugerindo que o movimento é técnico e macro, não fundamental.

Análise Técnica: Suportes em Teste

Do ponto de vista técnico, o XRP forma uma consolidação apertada entre suporte em US$ 1,88 – US$ 1,89 e resistência em US$ 1,93 – US$ 1,95. Esse nível de US$ 1,88 atuou como base múltipla, com testes recentes atraindo compradores, mas rebounds rasos. Analistas como ERGAG CRYPTO destacam US$ 1,75 como defesa pivotal: um “sweep and bounce” poderia levar a recuperação em V, enquanto perda com volume confirmaria o rompimento baixista.

O volume despencou, típico de compressão pré-rompimento. Uma linha de tendência descendente paira em US$ 2,10. Os dados indicam indecisão: picos de volume coincidem com reversões, não tendências sustentadas. Em gráfico intradiário, rejeições em US$ 1,92 reforçam o range lateral.

Para traders brasileiros, monitorar o par XRP-BRL é essencial, dado o dólar a R$ 5,29, ampliando impactos cambiais na volatilidade local.

ETFs e Posicionamento Institucional

Os ETFs spot de XRP registraram saídas de US$ 40,6 milhões na semana, o maior fluxo negativo desde o lançamento. Isso reflete realização de lucros institucional e rotação para outros ativos, não perda de confiança. Sem entradas frescas de risco, o mercado mostra cautela à frente de eventos como a decisão do Fed.

Esses fluxos sugerem que posições longas estão sendo ajustadas, mas o suporte em US$ 1,88 segurando indica vendedores perdendo força. Institucionais parecem esperar resolução macro antes de novas apostas.

Próximos Passos e Implicações

Os dados apontam para um movimento maior iminente. Rompimento acima de US$ 1,95 sinalizaria reparo estrutural rumo a US$ 2,03 – US$ 2,06, invalidando o viés baixista. Por outro lado, quebra abaixo de US$ 1,85 abriria risco descendente, questionando se a alta de 2025 foi exaurida.

Para investidores, o suporte de US$ 1,75 é o divisor de águas: manutenção preservaria estrutura acima da tendência macro. Volume seco favorece setups de reversão média, mas exige cautela. Monitore o Fed e BTC para correlações.


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Plataforma glassmorphism hexagonal resistindo ondas vermelhas de pressão, reforçada por fluxos cyan e dourados na base, simbolizando suporte técnico do XRP em formação

XRP Testa Suporte em US$ 1,91: Base Técnica em Formação

O XRP recuou 2% para US$ 1,91 nesta sexta-feira (23/01), testando níveis de suporte sob pressão vendedora persistente. Apesar disso, a análise técnica revela uma estrutura interna intacta no Binance, com correlação positiva de 0,61 entre preço e Cumulative Volume Delta (CVD) de 30 dias. Influxos em ETFs de XRP spot reforçam sinais de acumulação institucional, diferenciando ruído de alavancagem de fundamentos sólidos para uma possível base de alta futura. (68 palavras)


Correlação CVD Revela Base em Construção

A correlação de 0,61 entre preço e CVD de 30 dias no Binance indica uma relação moderada a forte, confirmando consistência estrutural na tendência. Embora o CVD permaneça negativo, sinalizando venda acumulada não revertida para compra dominante, a ausência de divergência sugere que o XRP está em fase de construção de base em vez de distribuição agressiva.

Essa métrica, destacada pela CryptoQuant, atua como confirmação de tendência sem fornecer sinais diretos de entrada ou saída. Traders observam que, em cenários semelhantes, o ativo consolida suporte antes de romper para cima, especialmente quando o CVD começa a virar positivo. No curto prazo, a zona de US$ 1,78 emerge como suporte crucial, conforme apontado pelo analista Ali Martinez. Acima disso, resistências em US$ 1,97 e US$ 2,00 definem o próximo alvo. (142 palavras)

Sentimento de Mercado: FUD Extremo como Sinal Contrário

Dados da Santiment registram o XRP em “medo extremo“, com traders de varejo pessimistas após queda de dois dígitos desde o pico de 5 de janeiro. Historicamente, esse nível de FUD tem precedido rallies, pois preços frequentemente se movem contra expectativas retail. A pressão vendedora atual, ligada a liquidações de posições alavancadas, difere da acumulação subjacente observada em fluxos institucionais.

Enquanto o varejo reage ao ruído de curto prazo, indicadores on-chain mantêm coerência. O volume não desacopla do preço, reforçando que a correção é técnica e não fundamental. Para o público brasileiro, com XRP cotado a cerca de R$ 10,16 (cotação atual), essa consolidação oferece oportunidade de monitoramento em exchanges locais. (128 palavras)

Influxos em ETFs: Demanda Institucional Persiste

Os ETFs spot de XRP registraram US$ 2,09 milhões em influxos líquidos em 22 de janeiro, conforme dados da SoSoValue. Esse movimento contrasta com o FUD retail e destaca compromisso institucional, mesmo em meio à volatilidade. Diferente do open interest volátil mencionado em análises recentes, esses fluxos representam acumulação de longo prazo via veículos regulados.

Instituições continuam absorvendo oferta em suportes, construindo posições sem alavancagem excessiva. Para 2026, aprovações adicionais de ETFs podem catalisar rompimentos, especialmente se o suporte de US$ 1,78 segurar. Investidores devem acompanhar variações semanais desses fundos para medir o apetite por risco. (118 palavras)

Implicações e Níveis a Monitorar

Atualmente, XRP oscila em torno de US$ 1,92 (variação -0,23% em 24h) ou R$ 10,16 (+0,49%), alinhando com o suporte testado. Uma manutenção acima de US$ 1,78 preservaria a tese de base, mirando US$ 2,00. Quedas abaixo invalidariam, apontando para correção mais profunda.

Vale monitorar o pivô do CVD para confirmação de compra dominante. Essa dinâmica técnica, somada a ETFs, sugere resiliência para alta futura, independentemente de ruídos alavancados. (92 palavras)


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Rede elástica de energia cyan esticada com nós XRP e '80%' fracturado, sinalizando disparo no open interest e alta volatilidade

Open Interest do XRP Dispara 80% e Sinaliza Alta Volatilidade

XRP sob alta tensão: o disparo de 80% no open interest em apenas quatro horas revela entrada massiva de capital alavancado no mercado de derivativos. Enquanto o preço oscilava em torno de US$ 2,15, o fenômeno sinaliza potencial expansão de volatilidade, com posições totais em aberto ampliando ganhos ou perdas potenciais. Para traders brasileiros, isso reforça a necessidade de cautela em um ativo já volátil.


O Que é Open Interest e Seu Impacto na Volatilidade

O open interest representa o total de contratos de futuros e perpétuos em aberto, não o volume negociado. Um salto de 80%, conforme dados recentes compilados, indica influxo de novo capital e maior uso de alavancagem. Historicamente, esses picos precedem movimentos direcionais fortes, pois amplificam a pressão compradora ou vendedora.

No caso do XRP, o movimento ocorreu com preço em US$ 2,15, alta de 2,63% em 24 horas e volume de US$ 4,1 bilhões. Atualmente, segundo a AwesomeAPI, o XRP cotado a US$ 1,91 (R$ 10,10), reflete uma correção de -0,66% em dólares e -3,17% em reais nas últimas horas, evidenciando a volatilidade já em ação.

Alavancagem alta é uma faca de dois gumes: acelera altas, mas também liquidações em cascata durante quedas. Dados objetivos mostram que open interest elevado correlaciona com desvios padrão maiores no preço, exigindo stops rigorosos.

Análise Técnica: Consolidação e Níveis Críticos

No gráfico diário, o XRP consolida entre suporte em US$ 2,05 e resistência em US$ 2,25, conforme detalhado na análise técnica. O RSI de 14 períodos em 54 indica neutralidade, enquanto o MACD próximo da linha zero sugere perda de momentum direcional de curto prazo.

Médias móveis reforçam viés positivo: a de 50 dias em US$ 2,08 e 200 dias em US$ 1,92 mantêm o preço acima de regiões estruturais chave. Esse padrão de ‘mola comprimida’ é típico antes de expansões de volatilidade, onde o rompimento define a direção.

Para o mercado brasileiro, converter para reais destaca a relevância: com XRP a R$ 10,10, uma quebra abaixo de cerca de R$ 10,80 (equivalente a US$ 2,05) pode acelerar vendas, impactando portfólios locais expostos a altcoins.

Fluxo Institucional e Contexto de Mercado

O aumento não é isolado. Futuros de XRP na CME atingiram recorde de US$ 3 bilhões em open interest, refletindo demanda institucional. ETFs spot nos EUA registraram entradas de US$ 46 milhões em um dia, sem saídas desde novembro de 2025, criando base de suporte menos sensível a ruídos de curto prazo.

Esses fluxos, aliados ao open interest em exchanges, sugerem acumulação estratégica. No entanto, dados objetivos alertam: em cenários de alta alavancagem, correlações com Bitcoin (atualmente em queda) podem pressionar o XRP para baixo inicialmente.

Investidores devem monitorar volume de liquidações e funding rates em plataformas como Binance e Bybit para antecipar squeezes long ou short.

Riscos e Estratégias de Mitigação

Apesar do potencial altista, o risco de liquidações domina em open interest elevado. Perda do suporte em US$ 2,05 (cerca de R$ 10,80) mira US$ 1,92, coincidente com a média de 200 dias. Cenários passados mostram quedas rápidas nessas condições.

Estratégias analíticas incluem:

  1. posições dimensionadas abaixo de 1% do capital por trade;
  2. stops trailing acima de suportes chave;
  3. diversificação para stablecoins durante compressões.

Em resumo, o disparo sinaliza volatilidade iminente, mas direção depende de rompimentos confirmados. Dados sugerem preparação para swings amplos nos próximos dias.


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Executivos cartoon conectando ponte XRP luminosa entre fortaleza bancária e rede digital, simbolizando aliança Ripple-DXC com US$5 trilhões em depósitos

Ripple e DXC: XRP Conecta-se a US$ 5 trilhões em Depósitos Bancários

A parceria entre Ripple e DXC Technology representa o ‘Big Bang’ da adoção bancária do XRP. A integração conecta o token a uma rede que gerencia mais de US$ 5 trilhões em depósitos e 300 milhões de contas bancárias via plataforma Hogan. Bancos globais agora podem usar XRP para pagamentos cross-border sem substituir infraestruturas legadas, validando sua utilidade real como hub de liquidez. O preço do XRP reagiu com alta de 4,6%, atingindo US$ 1,97.


Integração com Plataforma Hogan da DXC

A colaboração permite que instituições financeiras adotem custódia e pagamentos em ativos digitais, como XRP e RLUSD, diretamente no core banking da DXC. O sistema Hogan, utilizado por bancos em todo o mundo, processa volumes imensos sem interrupções. Joanie Xie, VP da Ripple na América do Norte, destacou que essa aliança traz blockchain para ambientes bancários confiáveis, escalando casos de uso regulados como tokenização e pagamentos programáveis.

Sandeep Bhanote, head de serviços financeiros da DXC, enfatizou a ponte entre finanças tradicionais e blockchain enterprise. Essa integração sem disrupção pavimenta o caminho para o XRP atuar como camada neutra de liquidez em tesourarias bancárias, um passo fundamental para a maturidade institucional.

Impacto Imediato no Preço do XRP

O anúncio impulsionou o preço do XRP em 4,6%, recuperando de mínimas recentes em US$ 1,85 para US$ 1,97. Esse movimento reflete otimismo do mercado com parcerias de peso, como a DXC – listada na NYSE e avaliada em US$ 2,6 bilhões. Investidores compraram a dip em um contexto de rebound geral do criptomercado, com Bitcoin acima de US$ 89 mil.

Analistas veem potencial para mais ganhos, especialmente com o momentum regulatório favorável, incluindo aprovações no Reino Unido. A tese de utilidade real ganha força: XRP não é mais especulação, mas infraestrutura para liquidez global.

Implicações para Adoção Bancária em Escala

Essa parceria valida anos de desenvolvimento da Ripple, posicionando o XRP como hub para liquidez institucional. Com acesso a 300 milhões de contas, bancos podem explorar tokenização de ativos, reembolsos instantâneos e recompensas automatizadas. Observadores como Harper e Andrew destacam que integrações em core systems aproximam o XRP de operações de tesouraria reais.

Contexto recente reforça o otimismo: investimentos de US$ 150 milhões em LMAX para RLUSD e parcerias acadêmicas com UC Berkeley. Brad Garlinghouse, em Davos, previu trilhões em ativos on-chain via XRP Ledger. Para brasileiros, isso significa mais eficiência em remessas e pagamentos internacionais via exchanges como Binance.

Próximos Passos e Perspectivas Bullish

O mercado monitora fluxos de ETFs de XRP e suporte técnico em US$ 1,76. Uma quebra acima das médias móveis pode mirar US$ 2,41. Essa aliança institucional é combustível para valorização sustentada, transformando XRP em pilar da finança tokenizada. Investidores atentos veem aqui o despertar do ‘gigante bancário’ para cripto.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Âncora cristalina glassmorphism com RLUSD e XRP integrados emergindo de oceano digital, simbolizando estreia forte da stablecoin na Binance

RLUSD da Ripple Estreia na Binance com Market Cap de US$ 1,4 Bilhão

A stablecoin RLUSD da Ripple estreia nesta sexta-feira (23/01) na Binance para trading spot, com market cap inicial de US$ 1,4 bilhão. Os pares incluem RLUSD/USDT e XRP/RLUSD, com promoção de taxa zero. Regulamentada pela NYDFS e lastreada 1:1 em dólares e treasuries, a RLUSD posiciona-se como rival direta do USDT na maior exchange global, ampliando liquidez para o ecossistema XRP.


Detalhes da Listagem na Binance

A Binance anunciou a listagem da RLUSD (Ethereum inicialmente, XRPL em breve), permitindo depósitos desde hoje. Trading inicia às 10h (UTC+8), com pares RLUSD/USDT e XRP/RLUSD. Portfolio margin e Binance Earn serão ativados em fases. A promoção zero-fee para os pares dura até 26/01, incentivando volume inicial.

Negociada a US$ 0,9997, a RLUSD cresceu de US$ 1,3 bilhão para US$ 1,4 bilhão em dias, segundo a Binance Research. Isso reflete adoção rápida pós-lançamento em 17/12/2024.

Métricas de Lançamento e Posição vs. USDT

O market cap de US$ 1,4 bilhão coloca a RLUSD como ‘novo peso-pesado’ no setor, atrás apenas de USDT (US$ 120 bilhões) e USDC. Na Binance, com 150 milhões de usuários, ganha exposição massiva. Lastreada em depósitos USD, treasuries e equivalentes, com atestações mensais, supera rivais em compliance: charter NYDFS e aprovação condicional OCC.

BlackRock aceita RLUSD como colateral, sinal institucional forte. Comparado ao USDT (dominante na Binance), a RLUSD foca pagamentos cross-border e DeFi, com XRPL oferecendo liquidações em menos de um segundo a US$ 0,0002/tx.

Implicações para XRP e Ecossistema Ripple

O par XRP/RLUSD impulsiona liquidez nativa no XRPL, integrando stablecoin regulada. Traders acessam yield farming e arbitragem. Para brasileiros, facilita hedging com real volátil: cotação RLUSD ~R$ 5,60 (via AwesomeAPI), similar a USDT.

Expansão inclui licenças FSA Abu Dhabi, DFSA Dubai e parcerias como Chipper Cash (África) e LMAX (investimento de US$ 150 milhões). Próximos: suporte XRPL e mais exchanges.


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Personagem XRP cartoon celebrando ao lado de pilar RLUSD sob holofotes em palco, marcando listagem da stablecoin Ripple na Binance

Binance Lista RLUSD: Stablecoin da Ripple no Palco Global

A Binance, maior exchange do mundo, anunciou a listagem da RLUSD, stablecoin da Ripple lastreada em dólar americano. O trading spot inicia amanhã, 22 de janeiro de 2026, às 08:00 UTC, com pares cruciais como XRP/RLUSD e RLUSD/USDT. Essa parceria valida o ecossistema Ripple e pode posicionar a RLUSD como rival sério do USDT, trazendo liquidez massiva para o XRP.


Detalhes da Listagem na Binance

A abertura de trading inclui depósitos imediatos de RLUSD e saques a partir de 23 de janeiro. Inicialmente na rede Ethereum, o suporte ao XRP Ledger (XRPL) chega em breve, ampliando a interoperabilidade. A Binance oferecerá zero fees em pares como RLUSD/USDT e RLUSD/USDC, incentivando liquidez inicial e atrair traders para o novo ativo.

Além disso, a RLUSD será elegível para portfolio margin e integrada ao Binance Earn nos próximos dias. Com market cap já acima de US$ 1,4 bilhão, o token demonstra tração rápida desde o lançamento em dezembro de 2024, consolidando sua presença em exchanges top como Bybit e Kraken.

Reservas Sólidas e Regulação Robusta

A credibilidade da RLUSD é ancorada em reservas superiores a 103%, compostas por T-bills americanos e depósitos segurados pelo FDIC. Emitida sob a supervisão do New York Department of Financial Services (NYDFS), atende padrões regulatórios rigorosos, diferenciando-a de concorrentes menos transparentes.

Jack McDonald, líder de stablecoins da Ripple, celebrou o “big global momentum”. Essa estrutura fortalece a confiança de instituições, pavimentando o caminho para adoção em pagamentos cross-border e tesourarias corporativas.

Impulso para o Ecossistema XRP

O par XRP/RLUSD é o destaque de alta: melhora a liquidez nativa no XRPL, facilitando swaps eficientes e reduzindo fricções em transações. Para holders de XRP, isso significa maior utilidade, atraindo volume de trading e volume de pagamentos. A Ripple planeja expansão para L2s Ethereum como Optimism e Base em 2026, via Wormhole, ampliando o alcance.

ONGs como World Central Kitchen e Water.org já testam RLUSD em ajuda humanitária, acelerando remessas transparentes. Esse movimento sinaliza maturação do ecossistema XRP, infiltrando-se para o mainstream com stablecoins reguladas.

Perspectivas Otimistas para 2026

Essa listagem representa um marco: Ripple e Binance unem forças para desafiar o domínio do USDT. Com momentum crescente, a RLUSD pode capturar fatia significativa do mercado de stablecoins, beneficiando XRP indiretamente via maior adoção. Investidores devem monitorar o volume inicial na Binance – um teste real de demanda. O viés de alta é claro: ecossistemas regulados como o da Ripple estão prontos para crescer significativamente.


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Personagens cartoon tech e bancário apertando mãos sobre rede XRP pulsante, simbolizando parceria Ripple-DXC para adoção institucional em US$5T

Parceria Ripple-DXC Conecta XRP a US$ 5 Trilhões em Bancos

A parceria entre Ripple e DXC Technology representa um golpe de mestre: o XRP agora se conecta diretamente à plataforma Hogan, que gerencia mais de US$ 5 trilhões em depósitos e 300 milhões de contas bancárias globais. Essa integração permite pagamentos em blockchain sem substituir sistemas existentes, alinhando-se à previsão da presidente Monica Long de um ‘big bang’ na adoção institucional de cripto em 2026.


A Plataforma Hogan e a Entrada do XRP

A Hogan é a solução de core banking da DXC, usada por instituições financeiras em todo o mundo para gerenciar operações essenciais como contas, depósitos e transações. Com US$ 5 trilhões em ativos sob custódia, ela representa uma fatia significativa do sistema bancário tradicional.

Através da parceria, a Ripple integra seu sistema de pagamentos — baseado no XRP Ledger e no stablecoin RLUSD — diretamente nessa infraestrutura. Bancos clientes da Hogan ganham acesso a pagamentos cross-border rápidos e custody de ativos digitais, sem necessidade de migrações complexas ou investimentos em novas plataformas. Isso significa liquidações em segundos, em vez de dias, reduzindo custos operacionais em até 60% para transferências internacionais.

Joanie Xie, VP da Ripple na América do Norte, destaca que essa aliança leva blockchain para aplicações bancárias reais, escalando o uso do XRP em tesourarias institucionais.

Visão de Monica Long: 2026 como Ano do Big Bang

Monica Long, presidente da Ripple, traça um cenário visionário para 2026 em sua análise recente. Ela prevê stablecoins como infraestrutura central de settlements, com volumes B2B atingindo US$ 76 bilhões em run-rate anual — salto de menos de US$ 100 milhões em 2023.

Até o fim do ano, balanços corporativos devem acumular mais de US$ 1 trilhão em ativos digitais, com metade das Fortune 500 formalizando estratégias em tokenização e bonds on-chain. Mais de 50% dos 50 maiores bancos globais estabelecerão novas parcerias de custody, consolidando um mercado de US$ 8,6 bilhões em fusões em 2025.

Empresas detêm US$ 700 bilhões em capital ocioso; stablecoins como RLUSD oferecem liquidez instantânea, transformando reservas paradas em ferramentas produtivas.

Implicações Práticas para Bancos e Investidores

Para bancos, a integração Hogan-XRP significa adoção sem disrupção: use XRP para liquidações 24/7, custody tokenizada e até recompensas automatizadas via smart contracts. Isso posiciona a Ripple como ponte entre finanças legadas e blockchain, longe das batalhas judiciais.

Investidores ganham com a escala: XRP pode atuar como camada neutra de liquidez em finanças institucionais, similar a um ‘SWIFT on steroids’. Analistas como Harper veem potencial em tokenização de ativos reais, como ingressos ou refunds instantâneos. Andrew, da comunidade XRP, nota que isso aproxima XRP de operações de tesouraria bancária.

Sandeep Bhanote, da DXC, reforça: bancos acessam digital assets sem alterar frameworks fundamentais, garantindo compliance regulatório.

Próximos Passos e Oportunidades

A aprovação condicional da Ripple para um trust bank nacional acelera RLUSD como alternativa regulada. Com parcerias como LMAX (US$ 150 milhões investidos) e UC Berkeley, o ecossistema XRPL expande para uso institucional.

Em 2026, monitore consolidação de custody e convergência blockchain-AI para tesourarias automatizadas. Para traders práticos, isso sugere maior demanda por XRP em volumes institucionais, potencializando utilidade cotidiana em pagamentos globais.


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Personagem da moeda Dogecoin e executivo Ripple em estilo editorial, simbolizando o avanço de pagamentos cotidianos e adoção institucional.

Ripple Prevê Adoção Massiva e Dogecoin Lança App de Pagamentos

A presidente da Ripple, Monica Long, prevê que metade das empresas da Fortune 500 adotará criptomoedas em estratégias formais de tesouraria até 2026, com foco em stablecoins, ativos tokenizados e custody. Paralelamente, a House of Doge anunciou o app Such, uma carteira auto-custodial para pagamentos reais com Dogecoin, previsto para o primeiro semestre de 2026. Da teoria corporativa à prática cotidiana: 2026 pode ser o ano em que você paga o café com cripto no Brasil.


Previsão da Ripple: Das Pilotos à Produção

A visão otimista da Ripple destaca a transição de projetos pilotos para operações rotineiras. Bancos e corporações integram stablecoins em fluxos de pagamento para liquidez rápida e gerenciamento eficiente. Exemplos incluem Visa e Stripe já usando stablecoins, além de mudanças regulatórias nos EUA como o GENIUS Act.

No tesouro corporativo, vai além do Bitcoin: stablecoins e treasuries tokenizados ganham espaço. Uma pesquisa da Coinbase de 2025 mostra que 60% das Fortune 500 já exploram blockchain, e mais de 200 empresas públicas detêm BTC. Monica Long enfatiza que ETFs e custody impulsionarão isso, com fusões no setor cripto atingindo US$ 8,6 bilhões em 2025.

Para brasileiros, isso significa mais estabilidade em transações internacionais via stablecoins, reduzindo custos com remessas.

App Such: Dogecoin Sai do Meme para o Cotidiano

A House of Doge, braço corporativo da Dogecoin Foundation, desenvolve o app Such desde março de 2025. Com lançamento no primeiro semestre de 2026, oferece carteira auto-custodial, compra de DOGE e pagamentos diretos, sem intermediários.

O destaque é o recurso “Hustles”, para pequenos empreendedores listarem serviços e receberem em Dogecoin. Artistas, prestadores de serviços locais ou freelancers podem atrair clientes diretamente. O CTO Timothy Stebbing nota que muitos na comunidade já usam DOGE informalmente, e o app simplifica isso com feed de transações em tempo real.

Isso expande a utilidade do Dogecoin além de tips online, testando seu potencial em comércio diário. No Brasil, onde apps de pagamento como Pix dominam, o Such pode competir com baixas taxas e velocidade.

Implicações Práticas para Usuários Brasileiros

Esses avanços convergem para uso real: stablecoins para empresas grandes estabilizam o ecossistema, enquanto apps como Such democratizam pagamentos para indivíduos. Imagine pagar um freela ou comprar em lojas parceiras com DOGE ou USDC, sem conversão fiat demorada.

Reguladores brasileiros monitoram, mas com adoção global, exchanges locais como Binance e Mercado Bitcoin podem integrar mais opções. Vale testar wallets compatíveis agora, como as da Dogecoin Foundation, para se preparar. O foco não é especulação, mas utilidade: transferências rápidas, baratas e borderless.

Em 2026, monitore aprovações de custody no Brasil e parcerias para pagamentos reais. Isso pode tornar cripto tão prático quanto Pix para o dia a dia.

Próximos Passos em 2026

Para 2026, acompanhe o lançamento do Such e relatórios de adoção da Fortune 500. Teste stablecoins em remessas via apps como Ripple USD. Para Dogecoin, verifique integrações com e-commerces brasileiros.

A transição de pilots para produção sugere maturidade. Usuários práticos ganham com ferramentas simples para gastos reais, sem hype de preços. Prepare sua wallet e explore usos cotidianos agora.


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Funâmbulo cartoon equilibrando em corda bamba sob ventos regulatórios e nuvens geopolíticas, ilustrando tensões e cautela no mercado cripto

Tensões Geopolíticas e Impasses Regulatórios Elevam Cautela no Mercado

📊 BOLETIM CRIPTO | 21/01/2026 | NOITE

O cenário cripto global enfrenta uma onda de tensões regulatórias e geopolíticas que colocam ativos de estabilidade no centro do debate. A revelação de que o Banco Central do Irã utilizou centenas de milhões de dólares em stablecoins para contornar sanções internacionais elevou o estado de alerta em todo o ecossistema. Enquanto o mercado digere essa pressão, o Bitcoin apresenta leve recuo em reais, acompanhado por uma correção técnica significativa no BNB, que perdeu suportes históricos. O viés de baixa moderado predomina, intensificado por impasses legislativos nos Estados Unidos e uma crise bancária digital no Brasil, embora a listagem de novas soluções reguladas, como o RLUSD, ofereça um contraponto de resiliência institucional.


🔥 Destaque: Irã usa US$ 507 milhões em USDT para driblar sanções

Um relatório explosivo da Elliptic revelou que o Banco Central do Irã (CBI) acumulou pelo menos US$ 507 milhões na stablecoin USDT ao longo do último ano. O objetivo estratégico da entidade era utilizar a liquidez dos “dólares digitais” para realizar pagamentos de comércio internacional fora do sistema SWIFT e tentar estabilizar a cotação do rial, a moeda local em colapso. O uso sistemático envolveu redes complexas de carteiras e corretoras locais, como a Nobitex, expondo falhas nos controles globais de evasão de sanções.

Em resposta imediata às descobertas, a Tether procedeu com o congelamento de aproximadamente US$ 37 milhões em ativos vinculados a essas atividades ilícitas. No entanto, o montante recuperado representa apenas uma fração do volume total identificado, o que deve intensificar significativamente a pressão de reguladores ocidentais sobre emissores de stablecoins centralizadas. O caso demonstra que, embora a transparência do blockchain permita detecção forense, a velocidade do fluxo de capital ainda desafia as autoridades.

Para o investidor, as implicações são profundas. Este evento atua como um catalisador para medidas de compliance mais agressivas e pode acelerar a migração de liquidez de ativos percebidos como “arriscados” sob a ótica regulatória para opções que buscam total conformidade institucional. Além disso, o episódio fornece munição política para legisladores que defendem restrições severas ao anonimato em transações cripto de larga escala.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento atual é de cautela, com o mercado apresentando um viés de baixa moderado. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 479.929,43, registrando uma variação negativa marginal de 0,32% nas últimas 24 horas. Esse movimento reflete a hesitação dos investidores diante de uma perda de capitalização global de mercado estimada em US$ 150 bilhões no período, afetando especialmente as altcoins de maior peso.

O setor de stablecoins vive um momento de reconfiguração de confiança. De um lado, o FUD (medo, incerteza e dúvida) gerado pelo uso ilícito de ativos por Estados sancionados pressiona a dominância da Tether. De outro, a visão articulada pelo “czar cripto” da Casa Branca, David Sacks, sugere uma convergência inevitável entre bancos tradicionais e o ecossistema digital. Essa integração, no entanto, esbarra no entrave político dos rendimentos (yields), com o setor bancário temendo uma fuga massiva de depósitos fiat para contas digitais mais rentáveis.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Escrutínio regulatório sobre a Tether: O uso documentado de USDT pelo Irã expõe a empresa a pressões por auditorias forçadas e multas, podendo gerar instabilidade na liquidez global caso novos congelamentos massivos ocorram.
  • Quebra de suportes no BNB: A queda do BNB abaixo de US$ 900 aciona ordens de venda automatizadas. A perda do patamar de US$ 860 pode levar a um recuo acentuado até a média móvel de 100 períodos em US$ 708.
  • Crise das fintechs no Brasil: A liquidação do Will Bank pelo Banco Central revela fragilidades em conglomerados digitais. O impacto de R$ 47,1 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos (FGC) eleva a percepção de risco sistêmico em parceiros de pagamento cripto no país.
  • Impasse legislativo nos EUA: A falta de apoio democrata aos novos rascunhos de lei pode manter o mercado em um limbo regulatório, atrasando a adoção institucional plena e mantendo a volatilidade elevada.

💡 Oportunidades Identifiedas

  • Adoção de stablecoins reguladas: A listagem do RLUSD (Ripple USD) na Binance com taxa zero cria uma janela de oportunidade para migração de capital para ativos que operam sob marcos mais rígidos de conformidade.
  • Acumulação institucional de Bitcoin: Apesar do clima negativo nas altcoins, o BTC mantém suporte relativo em patamares elevados, reforçando sua tese como reserva de valor em momentos de instabilidade geopolítica.
  • Demandas por soluções de compliance: O sucesso forense da Elliptic no caso Irã impulsiona o valor de mercado de empresas de análise on-chain e protocolos que oferecem ferramentas de rastreio para exchanges e reguladores.

📰 Principais Notícias do Período

1. Banco Central do Irã acumula US$ 507 milhões em USDT
Investigação aponta uso sistemático da stablecoin para burlar sanções internacionais via corretoras locais. A Tether respondeu com o congelamento de US$ 37 milhões, mas o mercado teme novos desdobramentos sobre a segurança e neutralidade do ativo.

2. Binance anuncia listagem da RLUSD da Ripple
A maior exchange do mundo adicionará pares com a nova stablecoin regulada da Ripple em 22 de janeiro. O movimento inclui promoções de taxa zero e sinaliza uma aposta estratégica em ativos garantidos com transparência institucional, beneficiando também a utilidade do ecossistema XRP.

3. Comitê do Senado dos EUA libera nova proposta de Lei Cripto
Sob pressão da Casa Branca e oposição da Coinbase, o Comitê de Agricultura avança com rascunho legislativo que busca definir jurisdições entre SEC e CFTC. O objetivo é destravar o mercado, mas a disputa sobre rendimentos em stablecoins continua sendo o principal ponto de discórdia.

4. BNB cai 4,5% e perde suporte psicológico de US$ 900
O token nativo da Binance sofreu uma forte correção técnica acompanhada de uma queda no valor total bloqueado (TVL) na rede BSC. Com US$ 4,9 milhões em liquidações forçadas, o foco agora volta-se para o suporte crítico na região dos US$ 860.

5. David Sacks prevê fusão entre Bancos e Cripto
Em Davos, o czar cripto afirmou que as indústrias convergirão para um setor de ativos digitais único. Para Sacks, após a aprovação das leis de mercado, os bancos entrarão “com força total” no mercado de stablecoins, buscando capturar trilhões em depósitos.

6. Draft pró-cripto do Senado enfrenta resistência democrata
Apesar do otimismo de Donald Trump em sancionar regras claras, a falta de bipartidarismo no Senado gera receio de um novo impasse legislativo. Incertezas sobre proteções ao consumidor e ética retardam o avanço do texto no plenário.

7. BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank
O Banco Central encerrou as operações da financeira após calotes na Mastercard. O evento agrava o impacto no FGC e acende um alerta sobre a solvência de instituições de pagamento que conectam o sistema fiduciário às criptomoedas no Brasil.


🔍 O Que Monitorar

  • Resposta da Tether e Market Share: Observe se haverá fluxo de saída do USDT para USDC ou RLUSD após os dados do Irã.
  • Markup do Senado (27/01): O resultado desta votação definirá se haverá clareza regulatória nos EUA no curto prazo.
  • Manutenção do suporte em R$ 470 mil: No cenário local, este patamar é o suporte imediato para o Bitcoin evitar quedas mais profundas.
  • Liquidez pós-listagem RLUSD: O sucesso do par XRP/RLUSD na Binance poderá ditar o tom para o restante do mercado de stablecoins.

🔮 Perspectiva

A perspectiva para as próximas 24 a 48 horas permanece marcada por um viés de baixa moderado. O mercado ainda precisa absorver o impacto geopolítico das sanções envolvendo a Tether e o rascunho legislativo dos EUA, que deve trazer volatilidade adicional à medida que os detalhes forem analisados por grandes players. Embora correções técnicas como a do BNB gerem estresse, o volume de negociação spot elevado sugere que há absorção de oferta por compradores em níveis de suporte. O foco para o investidor brasileiro deve ser a gestão de risco frente ao cenário de incerteza legislativa externa e o endurecimento do enforcement regulatório local pelo Banco Central. A resiliência do ecossistema será testada pela capacidade de entregar soluções reguladas que preencham o vácuo deixado pelas crises em plataformas centralizadas.


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