Personagem cartoon da Caixa abraçando rede blockchain com Drex central, simbolizando investimento em lab para Real Digital e benefícios rápidos

Caixa e Drex: O Banco Popular Abraça Blockchain

Caixa e Drex: O Banco Mais Popular do Brasil Abraça a Blockchain. A Caixa Econômica Federal investiu R$ 1,37 milhão em um laboratório de blockchain, com foco na integração ao Drex, moeda digital do Banco Central. Assinado em abril de 2025 com a GoLedger e revelado agora, o contrato visa modernizar serviços para milhões de correntistas, trazendo transparência em benefícios como Bolsa Família e FGTS, além de agilidade em transações cotidianas. Isso pode significar pagamentos instantâneos sem filas ou atrasos.


Detalhes do Contrato e Laboratório

O acordo, no valor exato de R$ 1.365.600, foi fechado para montar o laboratório até abril de 2026. A GoLedger, empresa de Brasília especializada em blockchain, cuidará de treinamentos para funcionários da Caixa, desenvolvimento de protótipos (MVPs) e parcerias com o ecossistema de inovação. O foco prático é testar soluções reais para o dia a dia bancário.

Entre os ganhos esperados, destacam-se a redução de custos operacionais, maior segurança em processos e otimização de fluxos, como o pagamento de salários e benefícios sociais. Para quem depende da Caixa, isso pode traduzir em apps mais eficientes e menos burocracia, especialmente em regiões remotas sem agências físicas. O contrato ficou ‘escondido’ por nove meses, mas sua divulgação reforça o compromisso estatal com a tecnologia.

O Que é o Drex e Como a Caixa se Integra

O Drex (Digital Real eXchange) é a CBDC brasileira, uma versão 100% digital do Real emitida pelo Banco Central. Diferente de criptomoedas voláteis como Bitcoin, o Drex garante estabilidade e é controlado pelo governo. O piloto do Drex está em testes desde 2023, com foco em tokenização de ativos e pagamentos programáveis.

O laboratório usará tecnologias acessíveis: Hyperledger Besu 23.10.1 para a rede principal, linguagem Go para interações e smart contracts em Solidity compatível com EVM. Na prática, isso permite que a Caixa experimente transações instantâneas com Drex, integrando-o a serviços como saques de loterias ou transferências. Para o correntista comum, imagine verificar seu saldo de benefícios em tempo real, com total transparência e sem intermediários desnecessários.

Benefícios Práticos para o Correntista da Caixa

Se você é correntista da Caixa – e são mais de 60 milhões de brasileiros –, esse investimento traz vantagens diretas. Primeiro, transparência total: cada transação registrada em blockchain imutável evita fraudes e erros em pagamentos de FGTS, seguro-desemprego ou Bolsa Família. Segundo, agilidade: transações em segundos, sem depender de horários bancários ou filas nas lotéricas.

Além disso, custos menores para o banco podem se refletir em tarifas reduzidas ou contas gratuitas. Para quem vive no interior, o Drex facilita acesso financeiro via celular, promovendo inclusão. É a modernização do Estado chegando ao seu bolso, com blockchains eficientes que consomem menos energia que sistemas antigos.

Contexto de Mercado e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 513.529,85 (-1,82% em 24h), mostrando maturidade do ecossistema blockchain além da especulação. Iniciativas como essa da Caixa sinalizam que o Drex avança para o cotidiano, alinhado à estratégia do BC para 2026-2029.

Vale monitorar atualizações da Caixa e do BC sobre os protótipos. Essa é uma oportunidade prática para o brasileiro comum se beneficiar da revolução digital, com serviços mais rápidos e seguros. Fique atento aos apps da Caixa para novidades em Drex.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de banco estatal e tech firm construindo laboratório blockchain com Drex, simbolizando investimento da Caixa no Real Digital para pagamentos ágeis

Caixa Investe R$ 1,37 Milhão em Laboratório de Blockchain para Drex

A Caixa Econômica Federal, banco público mais popular do Brasil, investiu R$ 1,37 milhão em um laboratório de blockchain com foco na integração ao Drex, o real digital do Banco Central. Assinado em abril de 2025 com a GoLedger, o contrato visa desenvolver soluções inovadoras para serviços públicos, prometendo maior transparência, redução de custos e agilidade para milhões de correntistas que dependem de benefícios como Bolsa Família e FGTS. Revelado recentemente, o projeto sinaliza a aceleração estatal na adoção de tecnologias cripto.


O Que É Esse Laboratório de Blockchain?

Para quem está começando a entender o mundo das criptomoedas, blockchain é como um livro de registros digitais público e imutável. Cada transação fica gravada de forma segura, sem a necessidade de intermediários como cartórios ou bancos tradicionais para validar tudo. A Caixa contratou a empresa GoLedger, de Brasília, por R$ 1.365.600 para montar esse laboratório até abril de 2026.

O objetivo é prático e educativo: treinar funcionários, criar protótipos iniciais (chamados MVPs, ou produtos mínimos viáveis) e firmar parcerias com o ecossistema de inovação. Imagine seu salário ou FGTS chegando mais rápido e com menos erros, graças a processos otimizados. Os benefícios incluem redução de custos operacionais, maior segurança contra fraudes e até impacto ambiental positivo, pois blockchains modernas usam menos energia do que sistemas legados.

Integração com o Drex: Explicando o Real Digital

O coração do projeto é o Drex, sigla para Digital Real eXchange, uma CBDC (moeda digital emitida pelo Banco Central). Diferente do Bitcoin, que é descentralizado e volátil, o Drex é a versão 100% digital do nosso real, garantindo estabilidade e controle pelo governo. Para o cidadão comum, isso significa contas digitais gratuitas, pagamentos instantâneos e inclusão financeira para quem mora em áreas remotas sem agências bancárias.

O contrato usa tecnologias acessíveis como Hyperledger Besu 23.10.1 para a rede principal, linguagem GoLang para integrações e smart contracts em Solidity, compatíveis com a EVM (Ethereum Virtual Machine). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.084,71 (-2,07% em 24h) no momento da consulta, reforçando que blockchains vão além de investimentos especulativos e entram no dia a dia público.

Por Que o Contrato Foi Revelado Tardiamente?

Assinado em abril de 2025, o acordo só ganhou visibilidade em janeiro de 2026, quase no fim do prazo inicial. Isso levanta discussões sobre transparência em contratos públicos, mas também confirma o compromisso de instituições estatais com a maturidade da tecnologia blockchain no Brasil. Bancos privados já testam soluções similares; agora, a Caixa segue o exemplo, preparando o terreno para uma transição suave ao Drex, em testes pelo BC desde 2023.

Para o correntista médio, que usa a Caixa para loterias, saques ou empréstimos, isso pode traduzir em aplicativos mais intuitivos, verificação de saldos em tempo real e transferências sem taxas elevadas. Menos filas, mais eficiência – tudo financiado pelo investimento público.

O Que Muda Para o Seu Dia a Dia?

Essa iniciativa prova que blockchain não é só para “especialistas em cripto”, mas uma ferramenta para melhorar serviços essenciais. Com o Drex, pagamentos governamentais como Bolsa Família podem se tornar instantâneos e rastreáveis, beneficiando os 30% de brasileiros ainda sem conta bancária. Fique atento a atualizações da Caixa e do Banco Central para ver os primeiros protótipos em ação.

É um passo positivo rumo à modernização, mostrando como o governo usa tecnologia para incluir mais pessoas no sistema financeiro digital. Monitore o progresso e veja como isso pode simplificar sua rotina bancária no futuro próximo.


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Bancário cartoon despejando energia dourada de cofre para rede blockchain crescente, com cidadão recebendo moeda digital, simbolizando investimento da Caixa no Drex

Caixa Investe R$ 1,37 Mi em Blockchain para Drex

O banco mais popular do Brasil quer ser o mais tecnológico. A Caixa Econômica Federal investiu R$ 1,37 milhão em um laboratório de blockchain, com foco na integração ao Drex, a moeda digital do Banco Central. Assinado em abril de 2025 e revelado só agora, o contrato com a GoLedger visa inovação em serviços públicos, prometendo redução de custos e maior transparência para milhões de correntistas.


O Que É Esse Laboratório de Blockchain?

Imagine um banco público testando tecnologias que podem revolucionar como você recebe seu salário ou FGTS. Blockchain é como um livro-razão digital público e imutável, onde cada transação fica registrada de forma segura e transparente, sem intermediários desnecessários. A Caixa contratou a empresa GoLedger, de Brasília, por R$ 1.365.600 para montar esse laboratório até abril de 2026.

O objetivo é claro para iniciantes: criar soluções práticas. Isso inclui treinamentos para funcionários, desenvolvimento de protótipos (MVPs) e parcerias com o ecossistema de inovação. Os benefícios prometidos? Redução de custos operacionais, segurança aprimorada, otimização de processos e até melhoria na sustentabilidade ambiental, já que blockchains modernas consomem menos energia que sistemas tradicionais.

Integração com o Drex: O Real Digital Explicado

O grande destaque é o foco no Drex, que significa "Digital Real eXchange". Trata-se de uma CBDC (Central Bank Digital Currency), ou moeda digital emitida pelo Banco Central do Brasil. Diferente de Bitcoin ou stablecoins privadas, o Drex é a versão 100% digital do nosso Real, controlada pelo governo para garantir estabilidade.

O contrato especifica tecnologias acessíveis: Hyperledger Besu 23.10.1 para a rede, linguagem GoLang para interações, e Smart Contracts em Solidity compatíveis com EVM (Ethereum Virtual Machine). Em palavras simples, isso permite que a Caixa teste transações instantâneas e seguras com o Drex, como pagamentos de benefícios sociais sem filas ou atrasos. Para o cidadão comum, significa potencial para contas digitais gratuitas e inclusivas, especialmente para quem vive em áreas remotas sem agências bancárias.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 521.247 (+2,3% em 24h), mostrando que blockchains vão além de criptomoedas especulativas e entram no dia a dia estatal.

Por Que o Contrato Ficou Oculto por Nove Meses?

Assinado em abril de 2025, o acordo só veio a público em 8 de janeiro de 2026, quase no fim do prazo. Isso levanta questões sobre transparência em contratos públicos, mas confirma que gigantes estatais como a Caixa veem a blockchain como irreversível. Bancos privados já exploram isso; agora, o setor público segue, sinalizando maturidade da tecnologia no Brasil.

Para o brasileiro médio, que usa a Caixa para saque do Bolsa Família ou loterias, isso pode significar apps mais rápidos e seguros. Imagine verificar saldos em tempo real ou transferir valores sem taxas abusivas, tudo via Drex pilotado nesse laboratório.

O Que Isso Significa Para Você?

A adoção estatal reforça que blockchain não é "coisa de especulador", mas ferramenta para eficiência pública. Para o cidadão comum, importa porque pode baratear serviços bancários, acelerar pagamentos governamentais e incluir financeiramente os 30% de brasileiros sem conta em banco. Fique de olho: o Drex está em testes pelo BC desde 2023, e iniciativas como essa aceleram sua chegada ao cotidiano.

Vale monitorar atualizações da Caixa e do BC para ver os MVPs em ação. Essa é a prova de que a tecnologia cripto está se integrando ao sistema financeiro tradicional, beneficiando todos nós.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.