Bancários suíços cartoon abrindo portas baixas com '50' para pessoas comuns entrarem em mundo cripto cyan-dourado, democratizando acesso suíço

PostFinance Abre 22 Criptos com Entrada de Apenas US$ 50

O banco suíço PostFinance adicionou seis novas criptomoedas, chegando a um total de 22 ativos disponíveis para negociação direta. Com entrada mínima de US$ 50 (cerca de R$ 260 pelo câmbio atual), o serviço permite que clientes comuns acessem opções como Algorand (ALGO) e NEAR Protocol (NEAR) pelo app ou internet banking, unindo a segurança de um banco tradicional à praticidade das criptos. Lançado em 2024, já acumula mais de 36 mil contas e 565 mil negociações.


Quais São as Novas Criptomoedas?

A expansão inclui Algorand (ALGO), conhecida por transações rápidas e baratas, ideal para pagamentos do dia a dia; Arbitrum (ARB), uma solução de camada 2 para Ethereum que reduz custos de gas; NEAR Protocol (NEAR), focada em usabilidade e escalabilidade para dApps; além de Stellar (XLM), USDC (stablecoin atrelada ao dólar) e SUI. Essa seleção amplia o portfólio além de Bitcoin e Ethereum, atendendo quem busca diversificação sem complicações.

Desde o início do serviço em 2024, o PostFinance foi pioneiro entre bancos sistemicamente importantes da Suíça. Em julho, já havia adicionado mais cinco ativos, mostrando compromisso contínuo com a demanda dos clientes. Para o brasileiro médio, isso significa opções semelhantes às que vemos em exchanges locais, mas com o respaldo regulado de um banco centenário.

Facilidade e Acessibilidade para Todos

O grande atrativo é o ticket mínimo de US$ 50, equivalente a menos de um tanque de gasolina ou dois meses de parcela de celular no Brasil. Clientes negociam direto pela app PostFinance ou e-finance, usando conta corrente ou poupança, sem precisar de carteiras extras ou plataformas paralelas. Há planos de poupança cripto automáticos, perfeitos para quem quer investir aos poucos, como R$ 100 por mês.

Os números impressionam: mais de 36.000 contas de custódia abertas e 565.000 negociações desde o lançamento. Alexander Thoma, chefe de ativos digitais, destaca que os clientes querem negociar cripto com seu banco principal de confiança. Isso reduz barreiras como medo de hacks em exchanges menores ou burocracia para abrir contas novas.

Por Que Isso Importa para Brasileiros?

No Brasil, onde remessas internacionais e proteção contra inflação são dores reais, essa modelo suíço inspira. Imagine negociar cripto com a mesma segurança do seu banco aqui, sem taxas abusivas de câmbio ou IOF alto em cada trade. O PostFinance regula tudo internamente, oferecendo custódia segura e acesso fiat-cripto instantâneo.

Para famílias que enviam dinheiro ao exterior ou poupam em dólar, stablecoins como USDC viram ferramenta prática. Claro, há diferenças regulatórias – na Suíça, é mais amigável –, mas pressiona exchanges brasileiras a baixarem mínimos e melhorarem UX. Vale comparar: aqui, muitos pedem depósitos maiores e têm taxas que comem o lucro pequeno.

O Que Fazer com Essa Informação?

Monitore se bancos brasileiros seguem o exemplo, testando stablecoins para remessas baratas ou diversificando com ALGO/NEAR em plataformas acessíveis. Comece pequeno, como os suíços: defina um valor fixo mensal e priorize segurança. Essa tendência global mostra que cripto deixa de ser ‘coisa de rico’ e vira ferramenta cotidiana, como cartão de crédito ou TED.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.