Investidor VC cartoon saindo de fortaleza ETHZilla rachada com ETH vazando e placa 97% caída, simbolizando abandono e colapso de tesouraria

Peter Thiel Abandona ETHZilla: Fim da Tesouraria ETH?

Peter Thiel e seu Founders Fund saíram totalmente da ETHZilla, empresa que pivoteou para tesouraria de Ethereum, vendendo US$ 74,5 milhões em ETH para quitar dívidas. As ações da companhia despencaram 97% desde o pico em agosto de 2026, confirmando via SEC o que o mercado já suspeitava: o modelo de tesouraria em altcoins está sob pressão intensa. Isso ocorre mesmo com o CEO do Goldman Sachs falando em fusão total entre finanças tradicionais e cripto.


Saída Confirmada de Thiel e Liquidações de ETH

A história mostra que grandes investidores como Peter Thiel não hesitam em cortar perdas quando os fundamentos fraquejam. A ETHZilla, antes uma biotech chamada 180 Life Sciences, rebrandou em agosto para focar exclusivamente em holdings de Ethereum. No pico, detinha mais de 100.000 ETH, mas o declínio de quase 60% no preço do ETH forçou vendas agressivas. Em outubro, liquidou US$ 40 milhões para recompras de ações; em dezembro, mais US$ 74,5 milhões para dívidas conversíveis. Hoje, restam cerca de 65.786 ETH na tesouraria.

O Founders Fund, que tinha 7,5% das ações, vendeu tudo, conforme filing da SEC. O mercado reagiu com o preço das ações caindo para US$ 3,50, um colapso clássico de exuberância irracional em tesourarias alavancadas. Cuidado com esses pivôs radicais: eles funcionam em mercados de alta, mas desmoronam na primeira correção séria.

Fragilidade do Modelo ETHZilla Frente à Realidade

A ETHZilla tentou replicar o sucesso da MicroStrategy com Bitcoin, mas falhou espetacularmente. Enquanto Michael Saylor acumulou BTC com dívida barata em um ativo com suprimento fixo e adoção institucional crescente, a ETH enfrenta diluição via staking e competição de L2s. A queda de 97% nas ações desde agosto reflete não só a volatilidade do ETH — agora em torno de US$ 2.000 —, mas a ilusão de que altcoins suportam tesourarias corporativas públicas.

Agora, a empresa lança ETHZilla Aerospace, tokenizando equity em motores de jatos, um desvio para real-world assets. Isso sugere que até os defensores de ETH reconhecem os limites do modelo puro crypto-treasury. O mercado está ignorando esses sinais: tesourarias de altcoins são apostas alavancadas, vulneráveis a ciclos de baixa como 2018 e 2022.

Contraste com Narrativa Institucional do Goldman Sachs

Enquanto isso, o CEO do Goldman Sachs, David Solomon, admite deter “muito pouco” Bitcoin pessoalmente, mas vê uma tendência de fusão entre finanças tradicionais e cripto, com tokenização no centro. Ele critica regulação excessiva que drena capital do sistema. Mas ações falam mais alto que palavras: Thiel, um dos mais agressivos em tech e crypto, abandona ETHZilla em meio a pressões de mercado.

Esse viés de baixa institucional é um alerta vermelho. A história dos ciclos econômicos — dot-com, crises asiáticas — ensina que otimismo macro ignora riscos micro. Grandes players reduzindo exposição a ETH questiona a tese de ‘fusão total’. Investidores devem monitorar liquidez global e taxas de juros, que pressionam ativos de risco como altcoins.

Implicações para o Mercado Cripto

A saída de Thiel reforça a assimetria: Bitcoin resiste como reserva de valor corporativa, enquanto tesourarias de ETH desmoronam. Com ETH em correção prolongada, o foco em sobrevivência ao bear supera ganhos especulativos. Proteja o capital priorizando fundamentos sobre narrativas eufóricas. O mercado pode ignorar, mas ciclos existem — e este parece testar a resiliência das altcoins.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Touros cartoon recuando em nevasca sobre montanhas digitais, simbolizando inverno cripto com saída de Thiel e Saylor

Inverno Cripto Confirmado: Thiel Sai de ETHZilla e Saylor Admite Baixa

Se até Peter Thiel, o bilionário co-fundador do PayPal, está vendendo toda sua participação na ETHZilla, tesouraria corporativa de Ethereum, e Michael Saylor admite que entramos em um “cripto inverno”, por que você ainda estaria comprando na euforia? Essas movimentações de gigantes do setor validam a tese de baixa, sinalizando instabilidade no Ethereum e um drawdown geral no mercado cripto. A história mostra que quando os touros recuam, o risco aumenta significativamente.


Saída Total de Peter Thiel da ETHZilla

A saída completa de Peter Thiel e seu Founders Fund da ETHZilla, revelada em filing da SEC de 31 de dezembro de 2025, representa um revés para as estratégias corporativas de tesouraria em Ethereum. Thiel havia adquirido 7,5% da empresa em agosto de 2025, vista como endosso à adoção institucional do ETH. Agora, com a venda total, o papel da ETHZilla despencou 5% no after-hours e acumula queda de 28% no ano.

Antes conhecida como 180 Life Sciences, a ETHZilla pivoteou de biotecnologia para modelo de tesouraria ETH em meados de 2024, detendo hoje 69.802 ETH avaliados em cerca de US$ 140 milhões — colocando-a entre as top 10 holdings corporativas públicas de Ethereum. Recentemente, lançou a subsidiária ETHZilla Aerospace para tokenizar equity em motores de aviões alugados, mas o mercado parece ignorar esses pivôs, focando na saída de investidores de peso.

O mercado está ignorando esses sinais? Thiel, conhecido por apostas visionárias, raramente erra em ciclos de topo. Sua retirada sugere ceticismo com a sustentabilidade do ETH em cenários de baixa prolongada.

Saylor Admite o ‘Cripto Inverno’

Em entrevista ao Fox Business, Michael Saylor, chairman da MicroStrategy, confirmou oficialmente o ‘cripto inverno’: “Esta é a quinta grande queda do Bitcoin nos últimos cinco anos”. Apesar de seu histórico de alta, Saylor reconhece o drawdown atual, com custo médio de aquisição da MicroStrategy em torno de US$ 76.000 por BTC, bem acima dos níveis atuais.

Ele tenta suavizar, chamando-o de “inverno mais brando e curto”, graças ao suporte de uma Casa Branca pro-Bitcoin com 12 membros do gabinete favoráveis a ativos digitais e adoção bancária. No entanto, a admissão em si é reveladora: mesmo evangelistas como Saylor veem riscos macro, com liquidez global apertada e correlações com mercados tradicionais aumentando.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 356.937,92 nesta quarta-feira (18/02/2026), com variação de +0,12% em 24h — longe dos picos recentes.

Implicações para o Ciclo de Baixa

Esses eventos não são isolados. A história mostra que bolhas especulativas — das tulipas holandesas à dot-com — terminam com saídas de capitais inteligentes. Thiel saindo do ETH e Saylor admitindo inverno validam preocupações com exuberância irracional no setor. Ethereum, com ETH a R$ 10.570 segundo cotações recentes, enfrenta instabilidade extra pela rejeição de seu maior endossador corporativo.

Cuidado com narrativas de recuperação rápida: ciclos passados (2018, 2022) provam que invernos duram mais que o esperado, destruindo capital alavancado. O mercado cripto ignora taxas de juros elevadas e liquidez escassa, mas os grandes players não.

Proteção de Capital em Tempos de Baixa

Para o investidor brasileiro, sobreviver ao bear é prioridade. Monitore o mNAV das treasuries ETH/BTC, dividendos pressionados e pivôs desesperados como o da ETHZilla. Diversifique, reduza alavancagem e priorize preservação — lições de crises asiáticas e bear markets cripto anteriores. Quando todos eufóricos compram, os céticos vendem. Vale questionar: seu portfólio resiste a outro 50-80% de queda?


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