Personagens cartoon paquistanês e americano apertando mãos sobre stablecoin USD1, simbolizando acordo para remessas cross-border

Paquistão Firma MOU com Projeto de Trump para Stablecoins

O Paquistão assinou um memorando de entendimento (MOU) com a SC Financial Technologies, afiliada ao World Liberty Financial (WLF) – projeto DeFi ligado à família Trump – para explorar o uso da stablecoin USD1 em remessas e pagamentos transfronteiriços. A iniciativa, anunciada em 14 de janeiro de 2026, reflete a estratégia do país de modernizar finanças digitais, reduzindo dependência de sistemas tradicionais como o SWIFT, em meio a US$ 36 bilhões anuais em remessas de trabalhadores expatriados. Trump usa sua influência para expandir o ‘dólar digital’ em emergentes?


Detalhes do Acordo e Participantes

A parceria com a WLF envolve colaboração com o banco central paquistanês para integrar a USD1 – stablecoin lastreada em dólar lançada em março de 2025 na Ethereum e BNB Chain – em uma estrutura de pagamentos regulada. Zach Witkoff, CEO da SC Financial e cofundador da WLF (filho do enviado especial de Trump, Steve Witkoff), visitou o país para discutir sistemas de pagamento digital, liquidação cross-border e câmbio.

O Ministro das Finanças, Muhammad Aurangzeb, enfatizou engajar ‘jogadores globais credíveis’ para alinhar inovação com regulação e estabilidade nacional. A Pakistan VARA destacou o ‘interesse global crescente’ no mercado paquistanês, com estimados 40 milhões de usuários de cripto.

Contexto Geopolítico da Expansão

Essa movimentação ocorre em um momento de aquecimento nas relações EUA-Paquistão, após lobby em Washington e nomeações como Bilal Bin Saqib – chairman da VARA e assessor da WLF – como assistente especial para blockchain. O Paquistão avança em CBDC piloto e legislação para ativos virtuais, alocando energia para mineração e atraindo influencers.

A WLF, lançada em 2024 pelos filhos de Trump e Witkoff, já demonstrou tração global: a USD1 facilitou uma injeção de US$ 2 bilhões da MGX (Abu Dhabi) na Binance. Tal expansão política reforça a influência americana em finanças emergentes, contrapondo sistemas como SWIFT controlados por potências tradicionais.

Implicações para Remessas e Desafios

Remessas representam pilar econômico paquistanês, mas taxas altas e lentidão do SWIFT impulsionam blockchain. Stablecoins prometem transferências mais baratas e rápidas, integrando-se à infraestrutura digital local. No entanto, o projeto Trump enfrenta escrutínio por potenciais conflitos de interesse, com democratas acusando ‘funil de dinheiro estrangeiro’ em troca de políticas favoráveis.

Paquistão segue parcerias crypto: MOUs com Binance e HTX para tokenização de US$ 2 bilhões em títulos soberanos. Investidores globais monitoram se isso pavimenta adoção em massa de stablecoins em emergentes, desafiando o status quo financeiro.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon diplomata e tech apertando mãos sobre ponte luminosa com USD1, simbolizando adoção de stablecoin pelo Paquistão em pagamentos cross-border

Paquistão Adota USD1 da World Liberty em Pagamentos Cross-Border

O Paquistão assinou um acordo pioneiro com a World Liberty Financial (WLF), plataforma cripto ligada à família Trump, para adotar a stablecoin USD1 em pagamentos cross-border. A parceria envolve diretamente o banco central paquistanês, integrando o token ao sistema de pagamentos digitais regulado do país. Anunciado em 14 de janeiro de 2026, o movimento sinaliza o fim das fronteiras financeiras tradicionais para nações emergentes, substituindo gradualmente o SWIFT por soluções blockchain mais eficientes.


Detalhes da Colaboração com o Banco Central

A iniciativa posiciona a USD1 como complemento à infraestrutura de moeda digital existente no Paquistão. De acordo com fontes, a WLF trabalhará em conjunto com o State Bank of Pakistan para otimizar transações internacionais, reduzindo custos e tempos de liquidação. O CEO da WLF, Zach Witkoff, visitará Islamabad para formalizar o anúncio, destacando o compromisso com a integração regulada.

Essa abordagem permite que o stablecoin opere em paralelo às moedas digitais nacionais, facilitando remessas — uma fonte vital de divisas para o Paquistão, que recebe bilhões anualmente de sua diáspora. A stablecoin, atrelada ao dólar americano, oferece estabilidade em meio à volatilidade cambial local, atraindo interesse de reguladores globais atentos à inovação financeira soberana.

Contexto Geopolítico e Laços EUA-Paquistão

O acordo fortalece os laços entre Paquistão e Estados Unidos em um momento de realinhamento geopolítico. Sob a administração Trump, políticas pró-cripto nos EUA pavimentaram o caminho para parcerias como essa, com a WLF — lançada em setembro de 2024 — emergindo como ponte entre o Ocidente e mercados emergentes. Para Islamabad, representa uma diversificação estratégica ante dependências de sistemas como o SWIFT, controlado por potências ocidentais.

Analistas veem nisso um teste para a adoção estatal de stablecoins, especialmente aquelas emitidas por entidades privadas com backing político. O Paquistão, historicamente pressionado por sanções e flutuações econômicas, ganha autonomia financeira via blockchain, ecoando movimentos em nações como El Salvador e Nigéria.

Evolução da Adoção Cripto no Paquistão

Essa parceria constrói sobre bases sólidas: em abril de 2025, a WLF assinou um memorando com o Pakistan Crypto Council, envolvendo reuniões com o primeiro-ministro e ministros de finanças e defesa. O governador do banco central anunciou em julho planos para um piloto de moeda digital e legislação para ativos virtuais, visando reduzir o uso de dinheiro físico e modernizar remessas.

O Paquistão avança em regulação cripto, aprovando plataformas como Binance e HTX, posicionando-se como hub regional. A integração da USD1 acelera essa transição, permitindo transações mais rápidas e baratas, essenciais para uma economia com PIB de US$ 340 bilhões e desafios em inclusão financeira.

Implicações Globais para Stablecoins

Para investidores e traders brasileiros, esse desenvolvimento ilustra como stablecoins desafiam o status quo financeiro. Países emergentes, pressionados por inflação e controles cambiais, adotam USD1 e similares para acessar dólares digitais sem intermediários bancários tradicionais. É provável que isso inspire outras nações do Sul Global, ampliando a utilidade de tokens como USD1 em ecossistemas DeFi.

Vale monitorar aprovações regulatórias e volumes de transação iniciais, que definirão o sucesso. Enquanto isso, a geopolítica cripto ganha novo capítulo, com stablecoins como ferramenta de soberania econômica.


💰 Comece a investir em criptomoedas: Abra sua conta gratuita na Binance e acesse um dos maiores ecossistemas cripto do mundo.

📢 Este artigo contém links de afiliados. Ao se cadastrar através desses links, você ajuda a manter o blog sem custo adicional para você.

⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.