A Ripple obteve aprovações cruciais da Financial Conduct Authority (FCA) no Reino Unido para expandir sua plataforma de pagamentos com ativos digitais. A licença de Electronic Money Institution (EMI) e o registro de cryptoassets permitem que instituições britânicas realizem transações cross-border eficientes. Anunciado em 9 de janeiro de 2026, o marco regulatório reforça o UK como hub financeiro cripto na Europa, apesar de disputas passadas como com a SEC nos EUA. O que muda para envios internacionais?
Detalhes da Aprovação Regulatória
A subsidiária Ripple Markets UK LTD agora opera sob supervisão plena da FCA, conforme registros oficiais. Isso habilita o Ripple Payments, uma solução end-to-end que gerencia fluxos de fundos globais sem a complexidade da infraestrutura blockchain para empresas. Monica Long, presidente da Ripple, destacou: “É sobre desbloquear trilhões em capital adormecido para valor instantâneo.” Cassie Craddock, diretora para UK e Europa, enfatizou a conformidade rigorosa da FCA, alinhada à visão da empresa.
O UK mantém seu maior escritório da Ripple fora dos EUA desde 2016, com investimentos acima de £5 milhões via University Blockchain Research Initiative (UBRI). Apesar de restrições iniciais — como proibição de serviços a varejo sem consentimento —, a aprovação sinaliza maturidade regulatória.
Impacto para XRP e Pagamentos Cross-Border
O XRP, token nativo, oscila em torno de US$ 2,10-2,12, com leve variação (-0,43% em 24h em algumas métricas), mas alta semanal acima de 10%. A licença fortalece casos de uso em remessas internacionais, onde velocidade e custo baixo superam sistemas tradicionais como SWIFT. Para brasileiros, isso pode facilitar envios globais via XRP Ledger, integrando Europa a emergentes.
Geopoliticamente, o Brexit posicionou o UK como ponte regulatória para a Europa, atraindo adoção institucional. Ripple agora soma 50+ licenças nos EUA, além de aprovações em Dubai e Singapura, contrastando com o histórico SEC encerrado em 2025.
Contexto Europeu e Expansão Global
A aprovação antecede o novo regime cripto do UK em 2027, com inscrições em setembro 2026. Todas as empresas precisarão reaplicar sob FSMA, elevando padrões de proteção ao consumidor. Isso abre portas para stablecoins como RLUSD e integra cripto à infraestrutura financeira britânica.
Na Europa, regulações como MiCA harmonizam regras, mas o UK lidera com clareza pró-inovação. Para XRP, reforça utilidade em pagamentos, potencializando volume em corredores globais. Investidores monitoram se isso impulsiona parcerias bancárias.
Implicações e Próximos Passos
A vitória regulatória consolida expansão global da Ripple, testando resiliência pós-SEC. Empresas UK ganham acesso compliant a pagamentos rápidos, reduzindo fricções cross-border. Para o ecossistema cripto brasileiro, sinaliza maturidade europeia, incentivando adoção similar. Vale acompanhar remoções de restrições e integrações com fintechs locais. Regulação clara impulsiona confiança institucional, mas volatilidade persiste.
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