CZ cartoon apontando rachadura em muro de privacidade, revelando futuro de pagamentos cripto e machine economy de IAs no Fórum 2026

CZ: Privacidade é Último Obstáculo para Pagamentos Cripto Massivos

O fundador da Binance, CZ, afirmou no Fórum Econômico Mundial de 2026 em Davos que a falta de privacidade nas blockchains públicas é o último grande obstáculo para os pagamentos cripto cotidianos. Apesar dos avanços das redes L2, que resolveram problemas de custo e velocidade, transações ainda expõem saldos, fornecedores e fluxos de caixa a concorrentes. Sua visão otimista aponta para uma integração pragmática com o sistema financeiro tradicional, pavimentando o caminho para a adoção global.


Por Que a Privacidade Define o Futuro dos Pagamentos

Para empresas e consumidores comuns, a transparência total das blockchains atuais é um entrave intransponível. Uma companhia não pode pagar fornecedores sem revelar seu saldo completo, lista de parceiros e detalhes precisos de fluxo de caixa aos concorrentes, como destacou CZ em Davos. Essa vulnerabilidade freia a transição do Bitcoin e outras criptos de reserva de valor para meio de troca funcional.

O mercado está construindo soluções. Tecnologias de privacidade, como zero-knowledge proofs, prometem verificações sem exposição desnecessária. Os fundamentos se fortalecem: com L2s já eficientes, o foco agora é na usabilidade real, conectando cripto ao dia a dia sem fricções regulatórias ou de privacidade.

Trilhos Invisíveis: Integração com Finanças Tradicionais

CZ propõe os chamados “trilhos invisíveis”: blockchains atuando como infraestrutura backend para provedores de pagamento existentes. Usuários finais nem perceberão, mas terão transações mais rápidas e baratas. Esqueça carteiras complexas e seed phrases — o blockchain opera nos bastidores, como uma camada silenciosa que penetra os pontos fracos do sistema atual, como remessas internacionais e micropagamentos.

Essa abordagem pragmática abandona a retórica revolucionária. Em vez de derrubar bancos, a cripto se integra, acelerando a adoção institucional. Pense nos fluxos de ETFs e tesourarias corporativas de Bitcoin: eles pavimentam o terreno para essa evolução, onde a volatilidade de curto prazo dá lugar a tendências de longo prazo.

Passaporte Regulatório e a Machine Economy de IAs

Para navegar o labirinto regulatório global, CZ defende um “passaporte regulatório”: uma licença em jurisdição confiável válida em múltiplas regiões, reduzindo barreiras para escalar soluções de pagamento cripto. Sem isso, controles de capital e impostos nacionais fragmentam o progresso.

Olhando adiante, CZ vê cripto como moeda nativa da machine economy: agentes de IA autônomos realizando bilhões de transações sub-centavo. Aqui, a integração IA/Bitcoin brilha — protocolos eficientes e privados serão essenciais. Como entusiasta dos ciclos de halvings, vejo isso alinhado à narrativa de adoção: o ecossistema cresce, e privacidade é o catalisador final para volumes massivos.

O Que Monitorar no Horizonte de Alta

Investidores devem acompanhar avanços em privacidade (Zcash, Monero evoluídos) e aprovações regulatórias híbridas. A visão de CZ reforça que o Bitcoin não é só ouro digital, mas infraestrutura para o futuro. Com fundamentos sólidos, o mercado constrói resiliência contra correções, focando na métrica chave: adoção real.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem Ripple cartoon com ondas de energia segurando passaporte UE dourado com selo Luxemburgo, cruzando ponte para Europa digital

Ripple Conquista Passaporte UE com Licença EMI em Luxemburgo

A Ripple anunciou nesta segunda-feira a obtenção da aprovação final para licença de Instituição de Moeda Eletrônica (EMI) junto à Comissão de Supervisão do Setor Financeiro (CSSF) de Luxemburgo. Essa vitória regulatória permite à empresa expandir seus serviços de pagamento regulados por todos os 27 Estados-membros da União Europeia, sob o regime de passaporte único. O marco reforça a estratégia global da companhia, independentemente das oscilações recentes no preço do XRP.


Detalhes da Aprovação Regulatória

A transição de status “em princípio” para licença plena ocorreu após a Ripple cumprir todas as condições impostas pela CSSF, regulador financeiro de Luxemburgo, conhecido por sua expertise em serviços financeiros na Europa. Segundo autoridades locais, essa aprovação habilita a emissão de moeda eletrônica e operações de pagamento transfronteiriças em conformidade com as diretrizes da UE.

Cassie Craddock, Diretora Gerente para Reino Unido e Europa na Ripple, destacou que “a Europa sempre foi prioridade estratégica”, permitindo escalar infraestrutura blockchain compliant para clientes no bloco. Luxemburgo serve como hub regulatório ideal, facilitando acesso unificado ao mercado europeu de 450 milhões de consumidores.

A licença cobre os 27 países da UE, impulsionando o produto Ripple Payments voltado a bancos, fintechs e empresas. Isso ocorre em meio a um quadro regulatório em evolução, com a MiCA (Markets in Crypto-Assets) moldando o ambiente para ativos digitais.

Expansão Global e Contexto Europeu

O feito soma-se a outras conquistas recentes, como a licença EMI e registro de criptoativos obtidos no Reino Unido pela subsidiária Ripple UK Ltd., junto à Financial Conduct Authority (FCA). Globalmente, a Ripple acumula mais de 75 licenças, posicionando-a como uma das empresas mais reguladas no setor cripto.

Decisões governamentais em Bruxelas e Londres sinalizam uma tendência: nações europeias buscam equilibrar inovação com proteção ao consumidor. Para o governo luxemburguês, atrair firmas como a Ripple reforça o país como centro fintech, competindo com hubs como Dublin e Frankfurt.

Essa ofensiva regulatória contrasta com desafios em outras jurisdições, como os EUA, onde disputas com a SEC persistem, mas demonstra resiliência corporativa além do token XRP.

Implicações para Pagamentos Cross-Border

A licença acelera o Ripple Payments, solução para transferências internacionais eficientes via blockchain. Bancos e empresas europeias ganham acesso a infraestrutura que reduz custos e tempos de liquidação, integrando ativos como XRP, XRPL e a stablecoin RLUSD.

Em um contexto geopolítico de fragmentação financeira — com sanções e CBDCs em ascensão —, ferramentas como essas ganham relevância. Investidores brasileiros, expostos a volatilidade cambial, podem observar como regulações europeias influenciam adoção global de soluções cripto para remessas e tesouraria.

Enquanto o XRP registra cotação em torno de R$ 8,54 (variação +1,9% nas últimas horas), os avanços da Ripple destacam fundamentos sólidos, dissociados de pânicos de preço de curto prazo.

O Que Significa para Investidores Globais

Para o mercado, essa aprovação valida a tese de maturidade institucional da Ripple. Empresas buscam compliance para parcerias com regulados, e o passaporte UE abre portas para volumes bilionários em pagamentos. Monitore integrações com bancos locais e impactos na liquidez do XRP.

A estratégia reflete uma nova ordem financeira global, onde regulação não freia, mas catalisa inovação. Investidores devem avaliar o peso desses marcos em portfólios diversificados, priorizando tendências macro sobre ruídos diários.


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Jovens cartoon entregando energia cripto neon a lojistas tradicionais, simbolizando adoção por 39% dos comerciantes americanos segundo PayPal

PayPal: 39% dos Lojistas nos EUA Aceitam Cripto

É real: quatro em cada dez lojistas nos Estados Unidos já aceitam criptomoedas como forma de pagamento, segundo pesquisa recente do PayPal em parceria com a National Cryptocurrency Association. Realizada em outubro de 2025 com 619 decisores de pagamentos, o estudo revela uma adoção crescente, impulsionada pela demanda de clientes, especialmente das gerações Millennials e Gen Z. Isso muda a percepção: as criptos deixam de ser apenas investimento especulativo para se tornarem meio de pagamento cotidiano.


Detalhes da Pesquisa do PayPal

A pesquisa indica que 39% dos comerciantes americanos já integram criptomoedas em suas estratégias de pagamento. Desses, 88% receberam perguntas frequentes de clientes sobre o uso de ativos digitais, e 69% observam demanda pelo menos uma vez por mês. Para os lojistas que adotaram, as vendas via cripto representam mais de um quarto do faturamento em alguns casos, com 72% relatando crescimento anual.

Empresas maiores, com faturamento acima de US$ 500 milhões, lideram com 50% de adoção, seguidas por pequenas lojas em 34%. Setores como viagens, hospitalidade, games e bens digitais avançam mais rápido, graças à presença online e clientela tech-savvy. Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 464.719 nesta quarta-feira (28/01), com alta de 0,67% em 24h, reforçando o interesse.

O Papel das Gerações Jovens

Millennials e Gen Z são os grandes impulsionadores dessa tendência. Essas gerações, nativas digitais, demandam opções modernas de pagamento e veem nas criptomoedas uma forma de escapar da inflação e das taxas altas de cartões de crédito. Elas representam a maioria das perguntas sobre cripto nos pontos de venda, forçando lojistas a se adaptarem para não perder clientes.

Para o público brasileiro, isso é um espelho: aqui, plataformas como Binance e Mercado Pago já facilitam pagamentos em cripto. Imagine comprar em uma loja nos EUA com Bitcoin ou stablecoins como USDT, sem conversão cambial imediata. Essa adoção prova que as criptomoedas estão maduras para o dia a dia, não só para traders experientes.

Barreiras e Perspectivas Futuras

Apesar do avanço, desafios persistem. Cerca de 90% dos lojistas afirmam que adotariam cripto se o processo fosse tão simples quanto aceitar cartões. Integração técnica e volatilidade são obstáculos comuns, mas benefícios como pagamentos instantâneos, privacidade e atração de novos clientes pesam a favor.

84% dos entrevistados acreditam que pagamentos em cripto serão comuns em até cinco anos. Regulamentações mais claras e ferramentas plug-and-play, como as oferecidas pelo PayPal, acelerarão isso. Para iniciantes, o recado é claro: familiarize-se com carteiras digitais e stablecoins para estar pronto.

O Que Isso Significa para o Brasil?

No Brasil, onde o real enfrenta pressões inflacionárias, essa notícia do PayPal inspira. Com exchanges locais crescendo, lojistas brasileiros podem seguir o exemplo americano. Monitore tendências globais: o que acontece nos EUA hoje pode chegar aqui amanhã, transformando cripto em ferramenta acessível para todos.


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Unicórnio cartoon galopando por ponte entre torres bancárias e rede cripto sobre mapa da América Latina, celebrando Mesh como unicórnio de pagamentos

Mesh Capta US$ 75 Milhões e Vira Unicórnio de Pagamentos Cripto

A Mesh, rede de infraestrutura para pagamentos cripto, captou US$ 75 milhões (cerca de R$ 388 milhões) em rodada Série C liderada pela Dragonfly Capital, alcançando valuation de US$ 1 bilhão e status de unicórnio. Investidores como Paradigm, Coinbase Ventures e SBI participaram. Parte dos recursos foi liquidada em stablecoins, sinalizando maturidade da infraestrutura para uso real em escala global.


Detalhes da Rodada e Investidores

A captação eleva o funding total da Mesh para mais de US$ 200 milhões desde sua fundação em 2020. A rodada incluiu nomes de peso como Paradigm, Moderne Ventures, Coinbase Ventures, SBI Investment e Liberty City Ventures. Segundo fontes do setor, esse movimento reflete a confiança do capital de risco (VC) em projetos de infraestrutura cripto, mesmo em mercado spot pressionado.

O CEO Bam Azizi destacou a fragmentação atual dos pagamentos cripto, com fricções em experiências de usuário. A Mesh visa unificar wallets, chains e assets, permitindo que consumidores paguem com qualquer cripto e lojistas recebam instantaneamente em stablecoin preferida ou fiat. Essa abordagem asset-agnostic reduz custos e tempos de liquidação em comparação ao TradFi tradicional.

Como a Mesh Facilita Integrações Bancárias

Tecnicamente, a plataforma da Mesh atua como camada de interoperabilidade. Ela conecta exchanges, carteiras e serviços financeiros, alcançando mais de 900 milhões de usuários via parcerias. Para apps bancários, isso significa APIs que integram protocolos cripto sem complexidade exposta ao usuário final.

Exemplo prático: um cliente paga com Bitcoin via app de banco parceiro; o merchant recebe USDC ou reais instantaneamente. Isso elimina barreiras como volatilidade e lentidão de settlements, pavimentando adoção em massa. A recente expansão para Índia, com US$ 125 bilhões em remessas anuais, exemplifica o potencial em mercados emergentes.

Expansão para América Latina e Além

Os recursos impulsionarão crescimento na América Latina, Ásia e Europa. Na região latina, foco em remessas e pagamentos cross-border, onde cripto ganha tração por eficiência. Embora ainda em fase inicial no Brasil, planos indicam entrada via parcerias fintech, aproveitando demanda por soluções rápidas e baratas.

Rob Hadick, da Dragonfly, enfatizou: “pagamentos entram em era onde valor move como software. Mesh esconde complexidade, tornando cripto prática em escala.”

Indicador de Maturidade no Setor

Essa captação alinha-se a onda de investimentos em infra de stablecoins, pós-GENIUS Act nos EUA. Mercado de stablecoins cresceu 51% em 2025, para US$ 308 bilhões. Projetos como Stripe’s Tempo (US$ 500 milhões) e Rain (US$ 250 milhões) mostram VC migrando para pagamentos, não especulação. Para brasileiros, Mesh pode facilitar on-ramps/off-ramps locais, integrando Pix a cripto.

Investidores devem monitorar execução em expansões e adoção real.


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Usuário cartoon convertendo cripto em cash via Polygon em máquina regulada, com rede de 50K pontos nos EUA, simbolizando pagamentos práticos

Polygon Vira Plataforma de Pagamentos Regulada nos EUA

Pagar café com Polygon agora é uma realidade regulada nos EUA. A rede Ethereum Layer 2 adquiriu a Coinme e a Sequence, ganhando licenças para operar em 48 estados. Isso libera 50 mil quiosques para cash-out de cripto em dólares reais, conectando blockchain ao dia a dia com fiat on- e off-ramps compliant. Anunciado em 13 de janeiro de 2026, o movimento impulsiona a utilidade prática do token POL.


Aquisições que Completam o Ecossistema

A Coinme é uma empresa regulada de pagamentos cripto especializada em comprar e vender ativos digitais com dinheiro em espécie. Sua integração traz infraestrutura fiat robusta, permitindo que usuários da Polygon convertam stablecoins ou tokens como POL diretamente em dólares americanos em pontos físicos espalhados pelo país.

Já a Sequence oferece infraestrutura modular para dados e pagamentos onchain. Ela habilita transações de 1-clique, pagamentos de gas versáteis, orquestração cross-chain e wallets intuitivas. Juntas, essas aquisições formam um stack verticalmente integrado, como destacou o CEO da Polygon Foundation, Sandeep Nailwal: “Isso completa as peças que faltavam para pagamentos end-to-end compliant em escala”.

Expansão Regulatória em 48 Estados

Com as licenças herdadas, a Polygon agora opera legalmente em quase todo território americano, exceto dois estados. Os 50 mil locais fiat-to-crypto da Coinme — como quiosques em lojas de conveniência e supermercados — tornam o cash-out acessível. Imagine sacar dólares de seus ativos Polygon após uma transação DeFi, sem depender de bancos tradicionais ou exchanges centralizadas.

Essa infraestrutura resolve o “último quilômetro” dos pagamentos blockchain: a ponte segura entre o mundo digital e o físico. Para brasileiros com exposição a Polygon, isso sinaliza maturidade global, facilitando remessas ou gastos em viagens aos EUA.

Impulso ao Token POL e Utilidade Diária

O anúncio coincide com uma alta de 53% no POL nas últimas duas semanas, partindo de um forte início de ano. O token nativo da Polygon ganha relevância prática: além de gas e staking, agora sustenta pagamentos reais regulados. Usuários podem usar POL para transações cotidianas, como recarregar wallets em quiosques e converter para cash instantaneamente.

No dia a dia, isso significa simplicidade: pague um café em uma cafeteria parceira via app Polygon, ou troque cripto por dólares em um quiosque próximo. A Sequence otimiza isso com intents cross-chain, reduzindo fricções em ecossistemas multi-chain.

Próximos Passos para Usuários Práticos

Para quem usa Polygon, monitore integrações nos wallets como MetaMask ou Phantom. Teste os ramps fiat em quiosques Coinme para cash-out eficiente. Essa evolução posiciona a Polygon como líder em pagamentos híbridos, unindo velocidade blockchain à confiança regulatória. Fique de olho em atualizações oficiais para ativar essas features no Brasil via bridges internacionais.


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Personagem Polygon cartoon integrando Coinme e Sequence com stablecoins fluindo para pagamentos cotidianos, simbolizando aquisições para adoção prática de cripto

Polygon Investe US$ 250 Milhões em Aquisições para Pagamentos com Stablecoins

A Polygon Labs anunciou aquisições da Coinme e Sequence por mais de US$ 250 milhões, criando uma plataforma regulada para stablecoin payments nos EUA. Com licenças em 48 estados e mais de 50 mil kiosks para cash-to-crypto, o movimento facilita o uso de stablecoins como USDC no dia a dia, como pagar um café ou remessas rápidas. O CEO Marc Boiron destaca o Open Money Stack, integrando blockchain, fiat ramps e wallets cross-chain para transações sem fricção.


O Que as Aquisições Trazem de Prático

A Coinme oferece ramps fiat on/off regulados, operando kiosks em lojas como Walmart e Coinstar. Imagine ir ao supermercado, pagar em dinheiro e receber stablecoins instantaneamente no celular — sem bancos ou apps complicados. Isso cobre 48 estados americanos, garantindo compliance com leis de money transmission.

A Sequence complementa com smart wallets embedded e o Trails, que gerencia bridges, swaps e gas automaticamente. Para o usuário comum, significa enviar USDT de Polygon para Solana ou Ethereum sem dor de cabeça técnica, ideal para pagamentos cotidianos ou remessas internacionais acessíveis a brasileiros.

Esses ativos formam o núcleo do Polygon Open Money Stack, uma suíte unificada para devs e empresas integrarem pagamentos onchain. Boiron enfatiza: uma API única para on-ramp, off-ramp e movimentação cross-chain.

Como Isso Facilita Pagamentos do Dia a Dia

Pense no seu café da manhã: com o stack da Polygon, um fintech parceiro poderia aceitar USDC via QR code, liquidando instantaneamente em dólares regulados. Sem volatilidade do Bitcoin, stablecoins mantêm paridade 1:1 com o real ou dólar, reduzindo custos de conversão para envios ao Brasil.

Para brasileiros, isso abre portas: remessas familiares via stablecoins saem mais baratas que Western Union, com taxas mínimas e velocidade em minutos. Kiosks Coinme nos EUA facilitam para quem viaja ou tem parentes lá, convertendo cash em cripto regulada. A Sequence abstrai complexidades, tornando acessível até para quem evita DeFi por medo de erros.

O foco em revenue via basis points em transações (swaps, on-ramps) fortalece o token POL, usado em fees e staking, beneficiando holders com yields estáveis.

Contexto Competitivo e Próximos Passos

O mercado de stablecoin payments esquenta: PayPal expande PYUSD no YouTube, Stripe lança Tempo (US$ 500M funding), Visa e Mastercard integram USDC. Polygon se posiciona como middleware regulado, não competindo diretamente, mas habilitando gigantes tradicionais.

As aquisições fecham em breve — Sequence este mês, Coinme no H2 2026. O Open Money Stack lança em 2026, suportando pagamentos, lending e FX cross-chain. Para devs brasileiros, APIs para yield, swaps e identidades on-chain prometem apps locais inovadores.

Monitore POL: cotado a ~US$ 0,15, pode ganhar com volume crescente. Isso aproxima cripto da ‘moeda real’, testando adoção massiva.


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Executivos cartoon de Bakkt e stablecoins em aperto de mãos com aura +18% verde neon, simbolizando aquisição bullish e alta nas ações

Bakkt Dispara 18% com Aquisição de Firma de Stablecoins

As ações da Bakkt Holdings (BKKT) dispararam 18% nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, após o anúncio da aquisição da Distributed Technologies Research (DTR), uma empresa especializada em infraestrutura de pagamentos com stablecoins. O movimento levou as cotas a ultrapassar US$ 20, o maior nível desde novembro, sinalizando otimismo de Wall Street com a integração de ativos digitais em finanças tradicionais. A transação, em equity, acelera a visão de ‘dinheiro programável’ da companhia.


Detalhes da Aquisição Estratégica

A Bakkt, controlada majoritariamente pela Intercontinental Exchange (ICE), dona da NYSE, fechou acordo para incorporar totalmente a DTR. A operação ainda depende de aprovações da SEC e acionistas, mas já impulsiona confiança no mercado. Akshay Naheta, co-CEO desde março de 2025, assumirá como único CEO, liderando a rebrand para Bakkt, Inc. ainda em janeiro.

“Essa transação culmina uma estratégia coesa”, declarou Naheta. A fusão combina a presença regulatória e de mercado da Bakkt com a tecnologia da DTR, focada em liquidação global e infraestrutura financeira de próxima geração. Investidores veem nisso um passo ousado para capturar o crescimento dos stablecoins em pagamentos corporativos.

Alta das Ações e Contexto de Mercado

As ações BKKT abriram em baixa, mas dispararam para acima de US$ 20 durante o pregão, fechando em US$ 19,21 – ganho de 18%. Esse rali ocorre em um mercado cripto bullish: o Bitcoin avança 5,13% para US$ 95.707, enquanto no Brasil, segundo o Cointrader Monitor, cotado a R$ 514.729,54 (+5,01% em 24h).

Apesar de desafios em 2025, como a perda de clientes como Bank of America e Webull (que representava 74% da receita cripto), a Bakkt se reinventa. A integração anterior da tech da DTR já apontava para essa direção, e agora a aquisição total reforça a aposta em stablecoins como ponte para adoção mainstream.

Posicionamento em Pagamentos Programáveis

Stablecoins não são mais nicho: representam liquidez instantânea e programável para finanças tradicionais. A Bakkt se posiciona como o ‘braço’ de infraestrutura para bancos e corporações, permitindo pagamentos globais eficientes sem fricções fiat. Wall Street aplaude: o rali reflete crença na maturidade regulatória e no potencial de receita recorrente.

Com eventos como o Investor Day em 17 de março na NYSE, a companhia delineará roadmap para expansão. Analistas bullish projetam que stablecoins podem movimentar trilhões em pagamentos corporativos até 2030, e a Bakkt está na vanguarda.

Perspectivas Otimistas para 2026

Esse movimento valida a tese de integração cripto-tradicional. Empresas como Bakkt, com lastro em gigantes como ICE, pavimentam o caminho para adoção em massa. Para investidores brasileiros, é sinal de que stablecoins ganham tração global, impulsionando ecossistemas como Bitcoin e Ethereum.

Vale monitorar aprovações regulatórias e execução pós-aquisição, mas os dados sugerem um futuro promissor. O mercado reage com otimismo fundamentado à visão estratégica da Bakkt.


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Executivos cartoon apertando mãos com fluxos de stablecoins e seta +20% ascendente, celebrando aquisição da Bakkt para pagamentos cripto

Bakkt Salta 20% com Aquisição para Pagamentos Stablecoins

A Bakkt está fazendo seu grande movimento. As ações da empresa saltaram mais de 20% nesta segunda-feira após o anúncio da aquisição da Distributed Technologies Research (DTR), uma startup especializada em infraestrutura de pagamentos baseada em blockchain e stablecoins. O mercado reagiu positivamente à estratégia que visa pagamentos programáveis mais rápidos e eficientes, sinalizando o futuro das empresas cripto nos serviços financeiros cotidianos. O acordo, avaliado em cerca de US$ 178 milhões, reforça a confiança dos investidores na integração corporativa com ativos digitais estáveis.


Detalhes do Acordo de Aquisição

A Bakkt emitirá aproximadamente 9,1 milhões de ações Class A comuns para os acionistas da DTR, representando cerca de 31,5% do total atual de ações da companhia. Com as ações negociadas acima de US$ 19, o valor da transação pode chegar a US$ 168 a 178 milhões, dependendo das condições finais de fechamento. O negócio está pendente de aprovações regulatórias e de acionistas, mas o Intercontinental Exchange (ICE), maior acionista da Bakkt com 31%, já comprometeu seu voto favorável.

Essa estrutura acionária demonstra otimismo fundamentado: a DTR traz tecnologia proprietária para settlement de stablecoins, permitindo transações cross-border rápidas e de baixo custo. Mike Alfred, diretor da Bakkt, destacou que a aquisição consolida uma peça crítica da infraestrutura, reduzindo dependência de fornecedores terceiros e acelerando inovações.

Mudanças na Liderança e Reação do Mercado

Akshay Naheta, CEO e fundador da DTR desde 2022 – com passagens por investimentos no SoftBank –, assumirá a liderança da Bakkt pós-merger. Essa transição reforça a expertise em pagamentos digitais, alinhando a visão da empresa com o crescimento explosivo dos stablecoins, que processam bilhões em volume diário globalmente.

O mercado respondeu com euforia: as ações (BKKT) atingiram máxima de dois meses, subindo 17-20% em 24 horas. Esse salto reflete a percepção de que a Bakkt, nascida da ICE, está pivotando de custódia para pagamentos reais, um setor projetado para dominar o ecossistema cripto em 2026.

Estratégia de Neobanking e Pagamentos Programáveis

Com a DTR integrada, a Bakkt planeja lançar ofertas de neobanking ainda em 2026, em parceria com múltiplos distribuidores. A plataforma da DTR suporta pagamentos digitais programáveis, ideais para stablecoin settlement, oferecendo alternativas mais baratas e velozes aos sistemas tradicionais como SWIFT.

Essa jogada posiciona a Bakkt no coração da adoção corporativa: imagine contas digitais com stablecoins para folha de pagamento, remessas ou tesouraria. Os dados sugerem que pagamentos com blockchain crescerão exponencialmente, e a Bakkt surge como player consolidado, atraindo investidores institucionais.

Contexto Bullish no Setor de Aquisições Cripto

O movimento da Bakkt alinha-se à onda de fusões em 2025, que totalizaram US$ 8,6 bilhões – recorde histórico. Exemplos incluem Coinbase com Deribit (US$ 2,9 bilhões) e Ripple com Hidden Road (US$ 1,2 bilhões). Em 2026, Fireblocks e Coincheck seguem o ritmo, indicando consolidação para eficiência operacional.

Para investidores brasileiros, vale monitorar: stablecoins como USDC e USDT facilitam exposição global sem volatilidade do Bitcoin. A Bakkt exemplifica como empresas tradicionais estão construindo o futuro dos pagamentos cripto, com potencial para retornos sustentáveis.


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Fluxo glassmorphism translúcido ciano-dourado expandindo com cristais USDT e USDC, simbolizando US$ 56 trilhões em stablecoins até 2030

Stablecoins: Fluxos de US$ 56 trilhões até 2030, Prevê Bloomberg

A Bloomberg Intelligence projeta que os fluxos de pagamentos com stablecoins podem atingir US$ 56 trilhões até 2030, um salto impressionante ante os US$ 33 trilhões em 2025. Esse crescimento explosivo de cerca de 80% ao ano é impulsionado pela adoção institucional e pelo uso em economias instáveis, posicionando as stablecoins como pilar fundamental dos pagamentos globais. Seu USDT ou USDC pode fazer parte dessa revolução trilionária.


Crescimento Explosivo nos Fluxos de Pagamentos

Em 2025, os fluxos de stablecoins totalizaram US$ 33 trilhões em volume de transações, um aumento de 72% em relação ao ano anterior, conforme dados analisados pela Bloomberg. Esse recorde reflete a maturidade do ecossistema, com stablecoins se consolidando como ferramenta essencial para transações cotidianas, negócios e reservas de valor. A projeção para 2030 não é mero otimismo: ela considera a expansão contínua em mercados emergentes, onde a instabilidade econômica impulsiona a busca por ativos estáveis atrelados ao dólar.

O mercado total de stablecoins já ultrapassa US$ 312 bilhões em capitalização, com estimativas do Tesouro dos EUA apontando para US$ 2 trilhões até 2028. Essa trajetória sugere que stablecoins não só sobreviverão, mas dominarão fluxos financeiros globais, superando métodos tradicionais em velocidade e custo.

USDT vs USDC: Duel dos Gigantes

O USDT da Tether reina absoluto no CeFi (finanças centralizadas), dominando pagamentos diários, transações comerciais e poupança. Com capitalização de US$ 186,9 bilhões, ele representa a escolha preferida para liquidez imediata. Já o USDC da Circle brilha no DeFi (finanças descentralizadas), com volume de transações superior em 2025: US$ 18,3 trilhões contra US$ 13,3 trilhões do USDT. Juntos, eles respondem por mais de 95% do mercado.

Essa divisão estratégica fortalece o ecossistema: USDT para escala centralizada, USDC para inovação descentralizada. Investidores bullish veem nisso uma base sólida para a expansão projetada, onde a preferência por plataformas DeFi pode cair ligeiramente, mas o volume geral explode.

Adoção Institucional Acelera o Futuro

A onda regulatória favorece essa visão. Após o presidente Donald Trump assinar a GENIUS Act em julho, Canadá e Reino Unido avançam em frameworks para stablecoins em 2026. Gigantes tradicionais entram na jogada: Western Union lança settlement em stablecoins na blockchain Solana no primeiro semestre, enquanto MoneyGram e Zelle implementam soluções para pagamentos cross-border mais rápidos.

Anthony Yim, cofundador da Artemis, atribui o crescimento ao uso de stablecoins em economias emergentes navegando um ‘cenário geopolítico instável’. Essa adoção em nível nacional e corporativo valida o potencial: stablecoins transcendem cripto, integrando-se à finança mainstream.

Stablecoins Dominarão os Pagamentos?

Com fluxos projetados em US$ 56 trilhões, stablecoins podem redefinir o dinheiro digital. Para brasileiros, isso significa opções mais baratas e rápidas para remessas e proteção contra inflação. O otimismo é fundamentado: crescimento histórico, liderança de USDT/USDC e suporte institucional apontam para um futuro onde stablecoins processam trilhões diariamente. Monitore essa tendência – ela pode transformar sua estratégia financeira.


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