A OpenAI anunciou uma rodada de financiamento de US$ 110 bilhões, elevando sua valuation pré-dinheiro para US$ 730 bilhões, com investimentos de Amazon (US$ 50 bilhões), Nvidia (US$ 30 bilhões) e SoftBank (US$ 30 bilhões). Paralelamente, o ChatGPT alcançou 900 milhões de usuários ativos semanais, próximo de 1 bilhão, e 50 milhões de assinantes pagos. A Nvidia prepara chip dedicado à inferência de IA, com OpenAI como cliente chave, sinalizando a expansão da infraestrutura de IA.
Detalhes da Rodada de Financiamento Gigantesca
A captação, uma das maiores da história, reflete a confiança de gigantes tech no potencial da OpenAI. A Amazon inicia com US$ 15 bilhões iniciais, expandindo para US$ 50 bilhões condicionados, enquanto a Nvidia contribui US$ 30 bilhões via aquisição de 5 GW de capacidade computacional. SoftBank completa com mais US$ 30 bilhões. Essa injeção massiva financia expansão de modelos frontier e infraestrutura, mas destaca a estratégia de diversificação: OpenAI rompe dependência exclusiva da Microsoft Azure.
Microsoft mantém exclusividade em Stateless API — chamadas únicas sem memória de contexto, ideais para consultas pontuais como resumos ou geração de texto. Já a Amazon foca em Stateful Runtime Environment para AI Agents, ambientes persistentes que mantêm estado, permitindo tarefas longas e colaborativas. Como funciona? Stateless é como uma calculadora: insere, calcula, esquece. Stateful é um assistente virtual com memória, executando fluxos complexos.
Crescimento Explosivo do ChatGPT
Os 900 milhões de usuários semanais marcam um salto de 100 milhões desde outubro de 2025, com janeiro e fevereiro como recordes de novas assinaturas. Dos usuários, 50 milhões pagam por acesso premium, convertendo adoção em receita recorrente. Métricas como usuários ativos semanais (WAU) revelam uso real: não só registros, mas recorrência em tarefas diárias como codificação, planejamento e aprendizado.
Isso impulsiona a demanda por infraestrutura. OpenAI relata melhorias em latência, confiabilidade e segurança, essenciais para escalar de hobby a ferramenta corporativa. Para desenvolvedores blockchain, é um paralelo com TVL em DeFi: volume não basta, retenção e monetização definem valor sustentável.
Chips de Inferência da Nvidia e o Futuro da IA
A Nvidia lança processador otimizado para inferência — fase de uso de modelos treinados, diferentemente do treinamento intensivo em GPUs gerais. Inference exige baixa latência e alto throughput para queries em tempo real, como respostas do ChatGPT. OpenAI, como cliente principal, testará no GTC 2026. Tecnicamente, esses chips reduzem custos operacionais, que dominam despesas de LLMs (até 90% pós-treinamento).
Essa evolução conecta treinamento (GPUs massivas) a deployment (chips eficientes). Para cripto, acelera adoção de IA on-chain: imagine zkML para verificação de inference em blockchains, combinando eficiência de hardware com descentralização.
Por Que Tokens de IA Continuam Subindo
A revolução trilionária em infraestrutura de IA — de nuvens stateful a chips inference — explica o rally de tokens como FET (Fetch.ai), RNDR (Render) e TAO (Bittensor). Esses projetos tokenizam compute descentralizado, competindo com monopólios como Nvidia. Com OpenAI consumindo GW de poder, demanda explode: tokens capturam valor em redes P2P de GPUs ociosas.
Investidores cripto monitoram: maior eficiência em inference baixa barreiras para apps DeFi com IA, como oráculos preditivos ou automação autônoma. Mas ceticismo técnico prevalece: protocolos devem provar escalabilidade via métricas on-chain, não hype. Vale acompanhar commits em GitHub e transações diárias para diferenciar inovação real de reembalagem.
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