A Figure lançou a OPEN Network, uma plataforma no Provenance Blockchain que permite o registro e negociação de ações públicas nativas diretamente on-chain, eliminando a dependência do tradicional DTCC. Com as próprias ações da empresa como primeira listagem, a rede promete reduzir custos operacionais e democratizar o acesso ao mercado de capitais. O suporte de BitGo para custódia e Jump Trading para market-making valida a infraestrutura robusta, anunciada em 14 de janeiro de 2026.
O Que é a OPEN Network
A OPEN Network opera como um Alternative Trading System (ATS) com livro de ordens limitadas, permitindo negociações contínuas durante o horário de mercado. Diferente da tokenização convencional de ativos DTCC, as ações aqui são registradas nativamente no blockchain, contornando burocracias e intermediários. A Figure, que já originou mais de US$ 20 bilhões em empréstimos on-chain, usa sua experiência para tornar isso realidade.
Mike Cagney, presidente executivo da Figure, destaca que a plataforma reinventa a negociação de ações. "Os benefícios significativos sobre o modelo centralizado incentivam empresas a adotarem OPEN e investidores a demandá-la", afirmou. Isso significa potencial de liquidez 24/7 e trocas frictionless entre ações OPEN e listagens na Nasdaq.
Para traders brasileiros interessados em diversificação global, essa estrutura abre portas para acessar equities americanas sem as altas taxas de corretoras internacionais tradicionais.
Apoio Estratégico de BitGo e Jump Trading
O respaldo de players estabelecidos reforça a credibilidade da rede. A BitGo assume a custódia, garantindo segurança para os ativos on-chain, enquanto a Jump Trading fornece market-making para manter spreads apertados e liquidez constante. Mike Belshe, CEO da BitGo, comentou: "Estamos vendo momentum crescente para estruturas de mercado nativas em blockchain. A OPEN representa a próxima evolução dos mercados de ativos digitais."
Essa parceria não é só técnica: ela sinaliza confiança institucional em uma infraestrutura que pode escalar. Para investidores práticos, isso traduz em menor risco de contraparte e execução mais eficiente, especialmente em um mercado volátil como o de cripto e equities.
Empresas digitais e nativas de blockchain já mostram interesse, com a Figure formando uma equipe de desenvolvimento de negócios para atrair mais emissores.
Benefícios Práticos: Economia e Democratização
O grande atrativo da OPEN é a redução de custos com infraestrutura tradicional. Sem DTCC, os requisitos de capital caem, e o self-custody elimina a necessidade de brokers custodiais. O protocolo Democratized Prime permite empréstimos e aluguéis de ações diretamente entre holders, cortando prime brokers e direcionando lucros aos acionistas.
Imagine economizar em taxas de corretagem negociando ações via blockchain: liquidez on-demand, portfolio margining cross-asset (incluindo cripto) e avanços mais altos em empréstimos. Para o público brasileiro, isso pode significar acesso mais barato a ativos globais, protegendo contra inflação local sem conversões fiat caras.
A rede substitui processos opacos de borrow locate por um livro de ordens transparente, beneficiando diretamente quem detém as ações.
Próximos Passos para Adoção
A Figure já registrou uma oferta secundária pública em novembro de 2025 via OPEN e tem compromissos para emissões futuras. Market makers preparam integrações técnicas, e a expectativa é de adoção rápida por firmas blockchain. Investidores devem monitorar listagens iniciais e como a fricção com Nasdaq evolui.
Essa revolução silenciosa em real world assets (RWA) prova que blockchain não é só cripto: é utilidade real para finanças cotidianas, reduzindo custos e aumentando eficiência.
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