Executivo cartoon pendurado em escada quebrada com $1 e prefeito segurando token $NYC murchando 82%, sinais de alerta para delisting e rug pull

Canaan Enfrenta Delisting na Nasdaq e $NYC Desaba 82%: Sinais de Alerta

A Nasdaq notificou a Canaan, fabricante de mineradores Avalon, sobre risco de delisting por manter ações abaixo de US$ 1 por 30 dias consecutivos. Em paralelo, o token $NYC ligado ao ex-prefeito de Nova York Eric Adams despencou 82% logo após o lançamento, com suspeitas de rug pull. Wall Street pune o hype cripto: histórico ou política não salvam de colapsos. Quem avisa, amigo é.


Risco de Delisting para Canaan na Nasdaq

A Canaan, listada como CAN, negocia a US$ 0,79 e recebeu aviso oficial da Nasdaq na sexta-feira. A empresa tem até julho de 2026 para manter o preço acima de US$ 1 por 10 dias seguidos, sob pena de exclusão. Apesar de um pedido recorde de 50 mil rigs Avalon A15 Pro em outubro — o maior em três anos —, as ações subiram 25% brevemente, mas logo caíram.

O maior acionista institucional, Streeterville Capital, vendeu toda sua posição de US$ 439 milhões em dezembro. As ações não superam US$ 5 desde 2022. Empresas como essa recorrem a reverse stock splits para inflar preços artificialmente, mas o risco persiste em um mercado volátil de mineração Bitcoin.

Não é isolado: a Kindly MD, com tesouraria em Bitcoin, também enfrenta delisting até junho. Isso sinaliza desconfiança de Wall Street com firmas cripto dependentes de ciclos de halvings e preços do BTC.

Queda Brutal do Token $NYC de Eric Adams

Lançado em 12 de janeiro em Times Square, o $NYC na Solana prometia combater ódio e financiar bolsas. Alcançou US$ 600 milhões em valor, mas colapsou 75-82% no mesmo dia. Analistas da Bubblemaps detectaram uma wallet ligada ao lançamento retirando US$ 2,5 milhões de liquidez no pico, devolvendo só US$ 1,5 milhão depois.

Agora a US$ 0,133, com market cap de US$ 10,6 milhões e volume de US$ 3,1 milhões, o token carece de governança clara ou laços com o governo de NYC. Críticos chamam de rug pull óbvio: insiders lucram no hype político, deixando varejo com perdas. Adams nega envolvimento direto nos lucros, mas o dano à credibilidade é evidente.

Implicações para Investidores Cripto

Esses casos expõem fragilidades: fabricantes de hardware sofrem com saturação pós-halving e queda na rentabilidade de mining, enquanto memecoins políticos inflam hype sem fundamentos. O hype de Adams — ex-prefeito pró-cripto — não blindou o $NYC de manipulações clássicas como remoção de liquidez.

Para o varejo brasileiro, o alerta é claro: delistings derrubam liquidez e confiança, e tokens políticos são armadilhas voláteis. Dados sugerem que 90% dos memecoins falham em meses. Evite FOMO em narrativas celebrity sem due diligence profunda.

O Que Monitorar Agora

Vale acompanhar se Canaan optará por reverse split ou se o BTC rally salvará suas ações. Para $NYC, investigações regulatórias podem surgir, dado o perfil político. Em um mercado com BTC acima de US$ 95 mil, esses tropeços lembram: nem bull market protege os fracos. Invista com ceticismo — bolhas estouram rápido.


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Rede neural digital com nó SUI rachado em vermelho e vórtice negro sugando conexões, representando pane na Sui e rug pull NYC

Pane de 6h na Rede Sui e Colapso do Token $NYC: O Impacto no Mercado Cripto

📊 BOLETIM CRIPTO | 16/01/2026 | MANHÃ

O mercado cripto inicia esta sexta-feira sob uma nuvem de cautela intensificada por falhas técnicas severas e vulnerabilidades operacionais. O destaque do período é a interrupção de seis horas na rede Sui, que expôs fragilidades em protocolos de primeira camada em um momento de aversão ao risco global. Enquanto ativos como o Bitcoin enfrentam pressão vendedora em solo brasileiro, incidentes como o suspeito rug pull do token $NYC e a proibição de aplicativos de InfoFi pelo X reforçam o viés bearish moderado. Este boletim analisa como a interseção entre falhas tecnológicas específicas e um cenário macroeconômico de inflação persistente exige uma postura defensiva dos investidores institucionais e do varejo.


🔥 Destaque: Pane de 6 horas na Rede Sui

No último dia 14 de janeiro de 2026, a rede principal da Sui (SUI), uma blockchain de Layer 1 frequentemente elogiada por sua escalabilidade, experimentou uma interrupção total de seis horas. O incidente foi provocado por um bug de consenso que causou divergências críticas no processamento de commits entre os validadores, forçando a rede a um estado de inatividade para preservar a integridade dos dados.

Embora a equipe de desenvolvimento tenha agido com transparência, garantindo a segurança dos fundos e aplicando a correção rapidamente, o evento abalou a confiança dos investidores. A paralisação levanta questões sobre a maturidade operacional da rede Sui em suportar grandes volumes de transações em protocolos DeFi, especialmente quando comparada a redes mais veteranas que priorizam a estabilidade.

As implicações imediatas incluem um alerta para o TVL da rede. É provável que ocorra um outflow temporário de capital para outras plataformas enquanto a comunidade aguarda garantias de que falhas similares foram mitigadas através de novos protocolos de testes automatizados e detecção precoce de inconsistências.

Para o investidor, o evento reforça que mesmo tecnologias de ponta não estão isentas de riscos sistêmicos. Segundo os dados mais recentes do Cointrader Monitor, o Bitcoin está cotado a R$ 511.703,31, apresentando uma queda de 1,94% nas últimas 24 horas, refletindo o clima de retração que atinge o setor como um todo.


📈 Panorama do Mercado

O sentimento predominante é de cautela moderada. A combinação de instabilidades operacionais em blockchains emergentes e o aumento de fraudes em modelos de social tokens — exemplificado pelo colapso de 82% do token $NYC — criou um ambiente de desconfiança. Analistas apontam que a limpeza de mercado em andamento é um subproduto necessário, porém doloroso, da falta de transparência em projetos de nicho.

No campo macroeconômico, as narrativas de inflação persistente e o espectro de uma recessão global continuam a limitar o apetite por risco. A correlação entre o mercado cripto e os índices financeiros tradicionais permanece alta, o que significa que qualquer sinal de aperto monetário adicional por parte dos bancos centrais pode acelerar a liquidação de ativos voláteis.


⚠️ Riscos a Monitorar

  • Scams e Rug Pulls: O caso do token $NYC demonstra como projetos ligados a personalidades políticas ou hype social podem esconder ausência de liquidez e governança real, dilapidando o capital do varejo.
  • Insegurança em Layer 1: Interrupções como a da rede Sui criam precedentes negativos para a adoção institucional, sugerindo que vulnerabilidades latentes podem ainda não ter sido totalmente mapeadas.
  • Pressão Regulatória em Marketing: A decisão do X de proibir aplicativos de InfoFi sinaliza que plataformas centralizadas estão combatendo agressivamente o spam cripto, o que pode sufocar modelos de monetização comunitária.
  • Inflação e Juros: Se dados do IPCA ou CPI vierem acima das metas, o custo de financiamento subirá, desencadeando uma nova rodada de aversão ao risco nos mercados emergentes.

💡 Oportunidades Identificadas

  • Fuga para a Qualidade: A instabilidade em protocolos pequenos abre espaço para o crescimento de projetos com governança robusta e histórico de segurança comprovado em auditorias externas.
  • Diversificação Institucional: Setores resilientes como energias renováveis e infraestrutura digital continuam atraindo capital, oferecendo um porto seguro relativo em meio à volatilidade das moedas digitais.
  • Inovação Pós-Crise: A necessidade de reconstruir a confiança após interrupções de rede cria demanda por ferramentas de monitoramento de blockchain e soluções de self-custody mais amigáveis ao usuário.

📰 Principais Notícias do Período

1. Queda do Token $NYC e Suspeita de Rug Pull
O ativo despencou 82% após indícios de que criadores retiraram a liquidez na rede Solana. O projeto, associado ao ex-prefeito Eric Adams, agora enfrenta crise severa de reputação e investigações iminentes sobre sua transparência.

2. X Bane Apps de InfoFi por Spam
A plataforma implementou proibições rígidas contra aplicativos que recompensam usuários com cripto, derrubando o token KAITO em 15%. A Kaito anunciou migração estratégica para o TikTok e YouTube via Kaito Studio.


🔍 O Que Monitorar

  • TVL na rede Sui: Verifique no DeFiLlama se houve recuperação do valor bloqueado nas últimas 48 horas após o restabelecimento da rede.
  • Fluxo de Capitais no KAITO: Acompanhe se a migração para novas redes sociais estabilizará o preço do ativo após o banimento no X.
  • VIX (Índice do Medo): O aumento na volatilidade dos mercados tradicionais será o gatilho para novas baixas no Bitcoin e altcoins.
  • Dados de Inflação: O IPCA e o CPI americano serão os drivers fundamentais para as decisões de Selic e juros globais.

🔮 Perspectiva

Nas próximas 24 a 48 horas, a tendência é de que o mercado mantenha um viés bearish moderado enquanto digere as falhas técnicas da rede Sui e os escândalos de rug pull. Não sendo observados novos fatos negativos de grande magnitude, poderemos ver uma fase de consolidação em patamares mais baixos. Investidores devem priorizar a proteção de capital em ativos de alta liquidez e evitar alavancagem excessiva em social tokens ou redes em fase de recuperação técnica. A resiliência demonstrada pelos desenvolvedores na correção rápida de bugs será o principal catalisador para uma eventual retomada de confiança no médio prazo.


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Prefeito cartoon em pânico sobre tapete memecoin se desfazendo em abismo, simbolizando rug pull do NYC Token por Eric Adams

Queda do Prefeito Bitcoin: Eric Adams e Rug Pull de US$ 3,4M

De autoproclamado ‘Prefeito Bitcoin’ a suspeito de rug pull milionário: Eric Adams, ex-prefeito de Nova York, viu seu NYC Token desabar logo após o lançamento bombástico em Times Square. Prometendo combater o antissemitismo, o memecoin na Solana perdeu US$ 3,4 milhões em liquidez em horas, com uma wallet ligada aos criadores sacando US$ 2,5 milhões. Para piorar, a startup Crescite acusa Adams de roubar o conceito original do token. Um caso típico dos riscos na interseção entre política e cripto.


O Hype do ‘Prefeito Bitcoin’

Eric Adams não é novato em cripto. Durante seu mandato, ele se vestiu de laser eyes e prometeu tornar Nova York a capital do Bitcoin. Após perder a reeleição, o ex-prefeito ressurgiu com o NYC Token, anunciado em coletiva na Times Square na segunda-feira, 13 de janeiro. ‘Vamos usar blockchain para unir a cidade contra o ódio’, discursou, atraindo FOMO de apoiadores. O token subiu rápido, mas o sonho durou menos que um tweet de Elon Musk.

A estratégia era clara: misturar filantropia nobre – parte dos lucros para combater antissemitismo – com especulação selvagem. Investidores varejistas morderam a isca, injetando milhões na pool de liquidez. Mas, em cripto, hype é o prólogo do desastre, especialmente quando políticos entram no jogo.

O Rug Pull Relâmpago

Menos de 24 horas após o lançamento, o inevitável aconteceu: US$ 3,4 milhões evaporaram da liquidez. Uma wallet desenvolvedora retirou US$ 2,5 milhões, deixando holders com um token sem chão. O preço despencou, e o volume secou. Investidores gritam ‘scam’, enquanto Adams silencia – ou finge que não é com ele. Clássico pump and dump disfarçado de causa nobre?

Isso não é isolado. Memecoins políticos viraram praga: de Trump a Milei, todos tentam surfar a onda cripto. Mas Adams elevou o nível, transformando uma boa intenção em lição de casa para reguladores. A SEC deve estar de olho, ou deveria.

Acusação de Plágio pela Crescite

Enquanto o token sangrava, veio a bomba: a startup Crescite, liderada por um empreendedor do Bronx, acusa Adams de roubar o conceito do NYC Token. Segundo eles, o projeto original previa venda privada, com metade dos fundos em ativos rentáveis e foco em tokenização urbana. ‘Ele roubou nossa ideia’, alega Cullen, da Crescite, preparando cease-and-desist.

100% confiantes na apropriação intelectual, dizem. Adams, que já enfrentou escândalos éticos, agora coleciona inimigos no Web3. De visionário a vilão: o tombo foi maior que o do token.

Política x Memecoins: Receita para Desastre

Essa saga expõe o risco da mistura explosiva: políticos famintos por relevância pós-mandato e memecoins voláteis. Adams não é o primeiro, nem o último. Lições? Holders, verifiquem wallets dev antes de apostar. Políticos, fiquem na política – ou pelo menos aprendam a não ruggar em público.

Vale monitorar: processos judiciais e investigações podem virar esse rug pull em manchete eterna. Enquanto isso, o mercado ri (ou chora) da ironia: o ‘Prefeito Bitcoin’ ensina que, em cripto, ninguém é imune ao dump.


📌 Nota: Uma ou mais fontes citadas estavam temporariamente indisponíveis no momento da redação.

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Personagem cartoon de prefeito roubando token NYC de startup com laptop Solana, poça de liquidez vazando, ilustrando acusacão de plágio e rug pull

Eric Adams Acusado de Roubar Conceito do NYC Token por Startup

Uma startup liderada por um empresário de Bronx acusa o ex-prefeito de Nova York, Eric Adams, de ter se apropriado do conceito do ‘NYC Token’, lançando o projeto em segunda-feira (13/01) sem permissão. Edward Cullen, CEO da Crescite, afirma ter apresentado a ideia em junho e prepara uma carta de cease-and-desist. O token, promovido para combater antisemitismo, já enfrenta acusações de rug pull após cair de US$ 580 milhões para cerca de US$ 41 milhões em market cap.


A Acusação de Apropriação Indébita

Edward Cullen, co-fundador da Crescite, revelou à Decrypt que sua equipe apresentou o conceito de um token NYC para Adams e comitês de ação política em junho de 2025. A proposta incluía uso de ativos digitais para beneficiar cidadãos de Nova York, com receitas direcionadas a investimentos de venture e ativos yield-bearing, decididos por holders. Um pitch deck compartilhado mostra semelhanças, embora com logo e cores diferentes, prevendo alocações por boroughs da cidade.

A Crescite possui o domínio nyctoken.com e iniciou processo de trademark. Cullen, que concorreu contra Adams em 2021 pela prefeitura, expressou choque: “Estamos 100% confiantes de que ele pegou isso de nós”. Seu PAC, Innovate NY, endossou Andrew Cuomo e investiu contra o atual prefeito, integrando o NYC Token em sua agenda.

Ainda não há resposta oficial da equipe de Adams à acusação específica de roubo de conceito, apesar de contatos prévios tidos como mornos.

O Lançamento Polêmico e o Crash

O NYC Token, baseado em Solana, foi lançado com pompa em Times Square. Adams prometeu destinar lucros a nonprofits contra “antisemitismo e anti-americanismo” e educação em blockchain para crianças carentes. Inicialmente, atingiu market cap de US$ 580-600 milhões, mas despencou 90% em horas.

Análise da Bubblemaps revelou que uma wallet ligada ao deployer retirou US$ 2,5 milhões em liquidez no pico, retornando apenas US$ 1,5 milhão. Cerca de US$ 900 mil a 1 milhão permanece fora, alimentando gritos de rug pull no X. O pool era one-sided, apenas com o token, facilitando a extração sutil via USDC injetado por compradores.

A entidade por trás, C18 Digital LLC, foi incorporada em 30/12/2025 em Delaware. O site oficial menciona 10% dos lucros para a equipe, sem divulgar identidades.

Resposta da Equipe e Contexto Corporativo

A equipe do NYC Token justificou a retirada como “rebalanceamento de liquidez devido à demanda avassaladora”. Uma nova conta injetou fundos adicionais após viralização das críticas. Porta-voz de Adams enfatizou: “O market maker moveu liquidez para experiência de trading suave. A equipe não vendeu tokens, sujeita a lockups e restrições”.

Em declaração revisada: “A EQUIPE NÃO RETIROU DINHEIRO DA CONTA”. O token tem suprimento total de 1 bilhão, com porção para criadores e C18. Adams, defensor vocal de cripto, viajou recentemente a Albânia, Israel e Uzbequistão; o X oficial menciona base europeia, levantando questões.

Cullen critica a execução: “Eles massacraram o projeto”. Crescite colabora com BitGo em iniciativas blockchain faith-based.

Implicações Políticas e o Que Monitorar

A briga expõe tensões políticas: Cullen, knighted pela Igreja Católica, promove “capitalismo inclusivo”. Seu histórico contra Adams adiciona camadas de rivalidade. Investidores questionam sustentabilidade do token, com market cap volátil e alegações duplas de má conduta financeira e intelectual.

Não foi apenas um possível golpe; foi um roubo de ideia? Reguladores e holders aguardam desdobramentos, incluindo o cease-and-desist e auditorias on-chain. Adams, ex-“Bitcoin Mayor”, testa limites da adoção cripto por figuras públicas em era de escrutínio crescente.


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Prefeito cartoon puxando tapete rug pull sob tokens NYC despencando, com investidores chocados, ilustrando acusação contra Eric Adams

Ex-Prefeito Eric Adams Acusado de Rug Pull no Token NYC

O ex-prefeito de Nova York, Eric Adams, está no centro de acusações graves de rug pull com o lançamento do token NYC na rede Solana. Após atingir um pico de capitalização de mercado de US$ 580 milhões na terça-feira, o ativo despencou para cerca de US$ 133 milhões, uma queda de mais de 77%. A plataforma de análise on-chain Bubblemaps identificou uma retirada de US$ 2,5 milhões em liquidez por uma wallet ligada à equipe de deploy, logo no auge do hype promovido pelo próprio Adams em vídeo promocional.


O Colapso Repentino do NYC Token

O token NYC foi lançado com grande alarde na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, impulsionado por um vídeo em que Adams prometia “mudar o jogo” e direcionar parte dos lucros para ONGs contra o antissemitismo e para educação em blockchain. No entanto, o entusiasmo durou pouco. Usuários relataram uma queda drástica no valor momentos após o pico, atribuída a uma manobra sutil: a drenagem de liquidez do pool no Uniswap.

Diferente de pools tradicionais, o NYC usou um modelo one-sided, composto apenas pelo próprio token. Quando investidores injetaram USDC comprando o ativo, a equipe retirou US$ 2,5 milhões em liquidez acumulada. Embora cerca de US$ 1,5 milhão tenha sido reinjetado após a queda de 60%, aproximadamente US$ 900 mil permanecem fora do pool, alimentando suspeitas de extração de lucros.

Evidências On-Chain da Bubblemaps

A Bubblemaps, ferramenta especializada em visualização de fluxos de wallets, flagrou atividades suspeitas ligadas ao endereço de deploy do NYC. Os dados mostram que a retirada ocorreu exatamente quando o token atingiu seu máximo, uma tática clássica de rug pull disfarçada. A empresa por trás, C18 Digital, foi incorporada em Delaware apenas em 30 de dezembro de 2025, levantando questões sobre transparência e legitimidade.

Analistas como Vaiman destacam que essa estratégia é mais “sutil” que vendas diretas de tokens, evitando dumps óbvios, mas destruindo a liquidez e deixando holders presos em posições ilíquidas. O site oficial revela suprimento total de 1 bilhão de tokens, com 10% dos lucros alocados à equipe – cujas identidades permanecem anônimas.

Reação da Indústria: Críticas de Hayden Adams

A polêmica ganhou tração com a crítica feroz de Hayden Adams, fundador da Uniswap, que chamou a gestão do projeto de “estúpida e irresponsável”. RuneCrypto e outros influenciadores ecoaram as acusações, apontando promoção pessoal de Adams como isca para investidores varejistas.

O backlash reflete um problema recorrente: figuras públicas usando credibilidade para endossar memecoins sem due diligence, erodindo a confiança no ecossistema. Projetos assim distraem de iniciativas legítimas e expõem novatos a riscos elevados.

Resposta da Equipe e Lições para Investidores

A equipe do NYC respondeu alegando “rebalanceamento de liquidez devido à demanda esmagadora”, prometendo compromisso de longo prazo. No entanto, uma conta nova anunciou reinjeções adicionais, mas a confiança está abalada. Adams ainda não se pronunciou oficialmente sobre as alegações de scam.

Este caso reforça que o uso do nome de uma figura pública como Eric Adams – outrora “Prefeito Bitcoin” – não garante segurança. Investidores devem priorizar auditorias on-chain, equipes doxxadas e pools locked antes de entrar em lançamentos hypados. Plataformas como Bubblemaps são essenciais para detectar bandeiras vermelhas precocemente.


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Político cartoon puxando tapete de moedas NYC com investidores chocados caindo, representando escândalo de rug pull no token promocional

Ex-prefeito de Nova York, Eric Adams, Acusado de Rug Pull no NYC Token

O ex-prefeito de Nova York, Eric Adams, conhecido como o “Prefeito Bitcoin”, agora enfrenta graves acusações de rug pull no NYC Token, um memecoin que ele promoveu em evento no Times Square. Dados on-chain revelam que uma carteira ligada ao deployer do token retirou US$ 2,5 milhões em liquidez logo após o pico de US$ 580 milhões em market cap, deixando investidores presos em posições perdedoras. O que começou como endosso para causas cívicas virou suspeita de golpe clássico.


O Endosso Inicial e a Ascensão Rápida

Eric Adams, que durante seu mandato defendeu Nova York como capital das criptomoedas e recebeu salários em Bitcoin, lançou o NYC Token como projeto filantrópico contra o antissemitismo e “anti-americanismo”. Em entrevista à Fox Business, ele comparou a blockchain à rastreabilidade de alimentos na Walmart, prometendo transparência total. O token explodiu, atingindo US$ 580 milhões em valor de mercado em horas, impulsionado por traders de varejo atraídos pelo hype político.

No entanto, a empolgação durou pouco. Plataformas como DEXTools mostraram movimentações suspeitas: a carteira controladora removeu liquidez massiva no auge, configurando um rug pull — golpe onde criadores abandonam o projeto após lucrar com vendas iniciais. Isso difere do endosso inicial, que parecia genuíno, mas expõe os riscos de tokens endossados por figuras públicas sem due diligence.

Dados On-Chain Revelam o Golpe

Análises de Bubblemaps e outros pesquisadores confirmam: a wallet ligada ao deployer retirou cerca de US$ 2,5 milhões em USDC no pico. Posteriormente, devolveu apenas US$ 1,5 milhão após queda de 60% no preço, retendo US$ 900 mil. Traders como @RuneCrypto_ acusaram Adams diretamente de scam, viralizando prints de transações.

O site do token menciona suprimento total de 1 bilhão, com 70% em reserva “excluída da circulação”. Mas sem detalhes sobre cofundadores ou gestão de fundos, levanta bandeiras vermelhas. Adams errou ao chamar blockchain de “block change technology”, sinalizando desconhecimento técnico, e confundiu com o antigo NYCCoin do CityCoins, delistado em 2023 por baixa liquidez.

Riscos Políticos e Lições para Investidores

Esse caso exemplifica perigos de memecoins promocionais por políticos: endossos criam FOMO artificial, mas falta governança leva a fraudes. Adams, outrora ícone pró-cripto, agora mancha a imagem da adoção institucional. Investidores brasileiros devem verificar liquidez em DEXs como Raydium (Solana), usar ferramentas como DexScreener e evitar hype sem audits.

Reguladores globais monitoram; nos EUA, SEC pode investigar promoções não divulgadas. Para o ecossistema cripto, reforça necessidade de DYOR: verifique contratos, holders concentrados e histórico de wallets antes de investir.


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