Personagens cartoon de fintechs Nubank e SoFi fazendo high-five com chaves de custódia e remessas blockchain, celebrando aprovação e receita em cripto

Nubank Ganha Aprovação Condicional nos EUA e SoFi Registra R$ 5 Bi em Receita com Cripto

O Nubank recebeu aprovação condicional do OCC para abrir um banco nacional nos Estados Unidos, abrindo portas para contas, empréstimos e custódia de ativos digitais. Ao mesmo tempo, a fintech americana SoFi registra receita recorde de US$ 1 bilhão no Q4 de 2025, graças à volta ao trading de cripto, stablecoin própria e remessas via blockchain. Para o brasileiro comum, isso significa opções mais baratas para enviar dinheiro ao exterior e guardar cripto com segurança.


Expansão do Nubank: Do Brasil para o Mundo

O Nubank, que já atende mais de 127 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, agora entra na fase de organização para lançar o Nubank, N.A. nos EUA. A aprovação condicional do OCC exige capitalização total em 12 meses e abertura em 18 meses, além de aprovações do FDIC e Fed. Liderado por Cristina Junqueira e com Roberto Campos Neto como chairman, o banco mira hubs em Miami, Bay Area e Virgínia.

Praticamente, isso pode trazer para os EUA o modelo que revolucionou o Brasil: contas sem taxas abusivas e foco no cliente. Imagine enviar remessas da família nos EUA para cá com as mesmas facilidades do roxinho. Em setembro de 2025, o Nu já nomeou um head de cripto ex-Coinbase, sinalizando custódia de Bitcoin e afins. Com o dólar a R$ 5,25, essa expansão global fortalece o banco que muitos brasileiros usam no dia a dia.

O impacto aqui? Mais confiança no Nu para lidar com cripto e internacionais, possivelmente baixando custos de câmbio e transferências.

SoFi e o Lucro com Cripto no Cotidiano

A SoFi voltou ao cripto em junho de 2025, reintroduzindo trading para clientes comprarem, venderem e holdarem ativos digitais. Em dezembro, lançou a stablecoin SoFiUSD, lastreada em dólar, e expandiu remessas blockchain para mais de 30 países. Resultado: receita ajustada de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,25 bilhões), com 13,7 milhões de membros e 63 mil produtos cripto só nos últimos dias de dezembro.

Net income de US$ 173,5 milhões mostra que cripto gera lucro real. Para nós, brasileiros, remessas via blockchain custam menos que TED ou SWIFT — pense em enviar R$ 1.000 para a família em Portugal por centavos, não 5-10%. A SoFi prova que fintechs lucram integrando cripto ao dia a dia, sem especulação pura.

Impacto Prático para o Brasileiro Comum

Essas notícias mostram o amadurecimento das fintechs. O Nubank nos EUA pode facilitar remessas reversas: dólares de lá para reais aqui, com taxas baixas e custódia segura para quem guarda cripto na carteira digital. Já a SoFi exemplifica como stablecoins e blockchain cortam custos — equivalente a meses de economia em transferências internacionais.

No Brasil, onde enviamos bilhões em remessas anualmente, isso pressiona bancos tradicionais a competirem. Mas lembre: aprovações condicionais têm burocracia, e cripto tem volatilidade. Custos de câmbio ainda pesam, com IOF de 1,1% em compras de dólar. O real impacto vem quando serviços chegam ao usuário final.

O Que Fazer com Essa Informação

Monitore o Nubank: se o banco americano decolar, espere features como custódia cripto aqui no app. Para remessas, teste opções blockchain em exchanges locais — taxas abaixo de 1% vs. 5% de bancos. Converta dólares em reais no momento certo, com dólar a R$ 5,25 hoje.

Comece pequeno: use stablecoins para transferências familiares sem medo de oscilação. Mas sempre calcule impostos e taxas reais. Essas fintechs mostram que cripto é ferramenta prática, não só aposta. Fique de olho nos próximos 18 meses para ver o Nu nos EUA operando.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Executivos cartoon fintech brasileiro e regulador americano apertando mãos sobre cofre cripto, com ponte Brasil-EUA ao fundo, simbolizando aprovação do Nubank pela OCC

Nubank nos EUA: Licença Bancária e Custódia de Cripto Aprovada

O Nubank, banco digital que milhões de brasileiros já usam no dia a dia, deu um passo gigante rumo aos Estados Unidos. Nesta sexta-feira (30/01/2026), a fintech recebeu aprovação condicional do Office of the Comptroller of the Currency (OCC), regulador bancário americano, para abrir um banco nacional por lá. Isso abre portas para serviços tradicionais como contas, cartões e empréstimos, além de custódia de criptomoedas, uma inovação que pode facilitar o acesso internacional a ativos digitais.


O Que Significa Essa Aprovação Condicional?

Imagine que você quer abrir um banco nos EUA: precisa de várias autorizações. A OCC é o primeiro portão, responsável por charters nacionais. O Nubank enviou o pedido em 30 de setembro de 2025 e, em apenas quatro meses, ganhou o “sim condicional”. Isso quer dizer que a etapa inicial passou, mas ainda faltam aprovações do FDIC (seguro de depósitos) e do Federal Reserve (banco central americano).

Os prazos são apertados: o banco precisa estar totalmente capitalizado em 12 meses e aberto em 18 meses. Com 127 milhões de clientes na América Latina, o Nubank tem musculatura para isso. O fundador David Vélez destacou que essa expansão prova o modelo digital-first como o futuro da banca global.

Custódia Institucional de Cripto: Explicado para Iniciantes

Muita gente confunde custódia com trading. Vamos esclarecer: custódia de cripto é como um cofre superseguro para suas moedas digitais. Bancos institucionais guardam chaves privadas de grandes investidores (fundos, empresas), garantindo segurança contra hacks e falhas. Diferente de exchanges, que misturam fundos, a custódia segrega ativos.

Por que isso importa? Nos EUA, reguladores agora veem cripto como parte legítima da banca. O Nubank entra nesse filão, competindo com gigantes como BNY Mellon ou State Street. Para leigos: é o Nubank virando “guarda-chuva” confiável para Bitcoin e cia., com compliance federal.

Impacto para Brasileiros: Facilita Cripto Internacional?

Você, que já compra cripto pelo app do Nubank no Brasil, ganha o quê com isso? Indiretamente, muito. Um banco nos EUA significa pontes melhores entre real e dólar, possivelmente remessas mais baratas e acesso a serviços globais. Imagine transferir reais para conta Nu EUA e comprar cripto com custódia regulada – tudo no mesmo ecossistema.

Não é imediato, mas sinaliza maturação: o Nubank desafia o status quo americano, levando eficiência latina para lá. Com inflação aqui e dólar forte, isso pode ser ponte para diversificação segura de portfólios.

Liderança e Plano de Expansão

Cristina Junqueira, cofundadora, será CEO da operação americana, mudando-se da América Latina. No conselho, Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central do Brasil, traz expertise regulatória. Hubs em Miami (fintech hub), Bay Area (tech), Northern Virginia (gov/tech) e Research Triangle da Carolina do Norte visam talentos variados.

Desde 2016 regulado no Brasil, Nu México em fase final e listagem na NYSE (NU), o Nubank tem track record sólido. Essa jogada reforça sua tese: banca digital acessível vence.


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Personagens cartoon de Ripple e Nubank lançando raio cyan com '3s' através de globo, simbolizando pagamentos transfronteiriços em segundos

Ripple e Nubank: Pagamentos Internacionais em Segundos

A Ripple Treasury, nova plataforma lançada pela Ripple após aquisição de US$ 1 bilhão da GTreasury, permite liquidações transfronteiriças em apenas 3-5 segundos usando a stablecoin RLUSD, eliminando a espera de dias típica de transferências bancárias. Paralelamente, o Nubank obteve aprovação condicional nos EUA para formar um banco nacional, expandindo serviços de cripto e banking regulado. Para brasileiros, isso significa remessas mais velozes e econômicas entre Brasil e exterior.


Como Funciona a Ripple Treasury

A plataforma integra gerenciamento de caixa tradicional com ativos digitais em um único dashboard, acessível via APIs compatíveis com workflows corporativos existentes. Empresas podem mover fundos transfronteiriços instantaneamente via RLUSD, reduzindo custos com taxas bancárias elevadas e capital ocioso. Em vez de aguardar 3-5 dias úteis para wires internacionais, as transações se completam em segundos, ideal para tesourarias que precisam de liquidez imediata.

Além disso, conecta usuários a mercados de repo overnight e fundos tokenizados como o BUIDL da BlackRock, permitindo rendimento 24/7 em excesso de caixa. Isso é prático para PMEs e grandes firmas que lidam com pagamentos globais, cortando despesas operacionais e otimizando fluxo de caixa diário. A Ripple, ligada ao XRP (cotado a cerca de R$ 9,11 hoje), se posiciona como infraestrutura financeira regulada, não só uma provedora crypto.

Expansão do Nubank nos Estados Unidos

O Nubank, com mais de 127 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, avança para oferecer depósitos, empréstimos, cartões e custódia de cripto nos EUA. A aprovação condicional do OCC inicia a fase de organização bancária, com capitalização e aprovações adicionais do FDIC e Fed. A meta é abrir em até 18 meses, liderada pela cofundadora Cristina Junqueira e com Roberto Campos Neto (ex-presidente do BC) como chair do board.

Desde 2022, o Nubank integra cripto via Paxos, permitindo compra/venda/holding de ativos como Bitcoin, Ethereum e agora 20 tokens incluindo ADA e SOL. Planos incluem pagamentos com stablecoins vinculados a cartões, facilitando uso cotidiano de digitais em finanças tradicionais. Essa expansão regulada fortalece a presença global, especialmente para brasileiros enviando/recebendo dólares.

Benefícios Práticos para Remessas Brasileiras

Imagine enviar dinheiro para a família nos EUA ou pagar fornecedores sem perder dias em filas bancárias: a Ripple acelera o processo técnico, enquanto o Nubank pode integrá-lo em sua app acessível. Taxas de remessas, que chegam a 7-10% via SWIFT, caem drasticamente com blockchains, potencializando economia de centenas de reais por transação. Com dólar a R$ 5,25, cada segundo conta em volatilidade cambial.

Para o dia a dia, isso resolve dores comuns: freelancers recebendo de plataformas gringas, estudantes pagando mensalidades ou imigrantes mandando auxílio. A combinação cria um ecossistema onde Nubank usa tech como Ripple para oferecer transferências em tempo real, 24/7, sem horários bancários.

Próximos Passos e O Que Monitorar

A Ripple já lançou o produto, mas adoção depende de integrações empresariais. Nubank precisa finalizar aprovações em 18 meses. Vale acompanhar parcerias potenciais entre fintechs latinas e provedores como Ripple, especialmente com tendência de licenças bancárias para crypto (Circle e Revolut seguem caminhos similares). Para usuários, teste apps Nubank para crypto e fique de olho em atualizações de remessas internacionais.


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