Núcleo cristalino emitindo feixes cyan ultra-rápidos conectando orbes digitais, com '2M' gravado simbolizando blockchain Zero e 2M TPS da LayerZero

LayerZero Lança Blockchain Zero: 2 Milhões TPS e Apoio da Citadel

A LayerZero anunciou a blockchain Layer 1 Zero, desenvolvida em colaboração com Citadel Securities, ICE e Google Cloud. Projetada como a primeira “computadora mundial multi-core”, promete processar até 2 milhões de transações por segundo (TPS) por componente, abordando gargalos de escalabilidade. O token ZRO saltou mais de 40% após o lançamento, refletindo otimismo do mercado em 11 de fevereiro de 2026.


Arquitetura da Zero: Multi-Core e Zonas de Atomicidade

A Zero substitui o modelo fragmentado de blockchains tradicionais por um sistema unificado de alta performance. Inspirada em processadores multi-core de CPUs modernas, divide a rede em “Zonas de Atomicidade“, processos independentes que executam transações em paralelo sem interferir uns nos outros. Isso permite que aplicações de alto volume operem sem congestionar o ecossistema inteiro.

Comparada a Solana (~3.000 TPS médios) ou Ethereum (~25 TPS na base), a meta de 2 milhões TPS por zona representa um salto quântico. No entanto, esses números são projeções; testes independentes ainda são necessários para validar a viabilidade em produção, conforme destacado nas cobertura técnica.

A arquitetura heterogênea evita replicação redundante, reduzindo custos operacionais e posicionando a Zero como alternativa a provedores centralizados como AWS.

Separação de Execução e Verificação com ZK Proofs

Para escalar sem sacrificar segurança, a Zero separa produtores (execução pesada) de validadores (verificação via zero-knowledge proofs). Em vez de todos os nós repetirem computações idênticas, validadores checam provas matemáticas compactas, otimizando recursos como em um banco de dados distribuído.

O consenso usa DPoS (prova de participação delegada), onde holders de ZRO delegam poder a validadores e “senadores” especializados. Isso democratiza a participação, evitando dominação por grandes operadores, mas exige monitoramento on-chain para prevenir centralização velada.

Tal design ataca o trilema blockchain — escalabilidade, segurança e descentralização —, priorizando eficiência sem comprometer verificabilidade.

Parcerias Institucionais e Interoperabilidade

O peso vem dos parceiros: Citadel investiu em ZRO para avaliar trading, compensação e liquidação. Tether integra a tech no seu Wallet Development Kit para pagamentos cross-chain; Ark Invest (Cathie Wood como conselheira) e Google Cloud exploram micropagamentos para IA.

ICE e DTCC testam aplicações em infraestrutura de mercado global. Isso sinaliza maturidade para Wall Street, conectando 165+ chains via LayerZero, mas levanta questões sobre permissões em ambientes permissionless iniciais.

Lançamento previsto para H2 2026, com foco em contratos inteligentes, pagamentos e negociação.

Impacto no Mercado e Ceticismo Técnico

ZRO atingiu US$ 2,5, market cap de US$ 481 milhões, mas quedas iniciais pós-anúncio mostram volatilidade. Métricas on-chain como TVL e usuários ativos definirão sucesso real, não só hype. Commits no GitHub e audits de contratos serão cruciais para confiança.

Se validar as promessas, Zero pode redefinir interoperabilidade institucional; caso contrário, reforça ceticismo com buzzwords. Monitore progressos técnicos para além do preço.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagens cartoon de Wall Street e Web3 apertando mãos sobre ponte luminosa com ZRO, simbolizando lançamento da LayerZero para instituições

LayerZero Lança ‘Zero’: Nova L1 com Apoio de Wall Street

A LayerZero anunciou o lançamento da blockchain Layer 1 Zero, uma infraestrutura permissionless projetada para mercados financeiros institucionais. Com apoio de gigantes como Citadel Securities, DTCC, ICE e Google Cloud, a rede promete até 2 milhões de TPS via provas de conhecimento zero (ZK). A infraestrutura que vai conectar Wall Street à Web3 finalmente chegou? Isso pode resolver gargalos de escalabilidade e interoperabilidade em finanças on-chain.


O Que É a Blockchain Zero?

A Zero é uma L1 heterogênea, diferente das blockchains tradicionais onde todos os nós replicam o mesmo trabalho. Em vez disso, ela divide execução e verificação de transações, otimizando para casos específicos como trading, clearing e settlement. Lançamento previsto para outono de 2026 com três zonas iniciais: uma EVM de propósito geral, pagamentos com foco em privacidade e trading multi-ativos.

O token nativo ZRO, usado para governança, conecta Zero a mais de 165 chains via stack de interoperabilidade da LayerZero. Investimentos estratégicos de Citadel em ZRO e ARK Invest em equity reforçam o compromisso institucional, com Cathie Wood no conselho assessor.

Essa estrutura permissionless permite que qualquer um valide, construa ou transacione, evitando os limites de redes permissionadas exploradas por Google ou Circle.

Como Funciona Tecnicamente?

A arquitetura da Zero usa ZK proofs para separar execução de verificação, como um banco de dados distribuído onde nós especializados processam workloads distintos. Isso elimina a replicação universal, alcançando 100.000x mais velocidade que Ethereum (~20-30 TPS) e 500x Solana (~3.000 TPS).

Avanços em compute, storage, networking e criptografia permitem zonas otimizadas — ambientes permissionless governados pela rede. Custos por transação caem a frações de centavo, com espaço de blocos ilimitado. Pense como um sistema de microsserviços em cloud: cada zona escala independentemente, mas o consenso ZK garante integridade global.

A interoperabilidade da LayerZero integra Zero ao ecossistema existente, facilitando fluxos cross-chain sem pontes frágeis.

Por Que Apoio Institucional É Divisor de Águas?

Instituições como Citadel avaliam Zero para trading de alta performance, DTCC para tokenização e colateral, e ICE (dona da NYSE) para mercados 24/7. Google Cloud explora micropagamentos para agentes de IA. Tether também investiu, ampliando USDT cross-chain.

Por que outra L1? Existentes falham no trilema blockchain para finanças: volume institucional exige TPS massivos, privacidade e coordenação. Zero aborda fragmentação — RWAs perdem bilhões por silos, como alertado em relatórios. Interoperabilidade nativa une TradFi à Web3, potencializando adoção real via métricas on-chain verificáveis.

Embora alegações de performance exijam benchmarks independentes, o rigor técnico e parcerias sinalizam maturidade além do hype.

Implicações para o Mercado Cripto

Zero testa se blockchains escalam economias globais on-chain, como disse o CEO Bryan Pellegrino. Monitore TVL, usuários ativos e transações pós-lançamento para validar promessas. Para brasileiros, isso abre portas a mercados tokenizados acessíveis via exchanges locais.

Investidores devem observar ZRO para governança e integrações. A convergência TradFi-Web3 ganha tração, mas sucesso depende de execução técnica.


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Personagens cartoon do Bank of England e Tether conectando oráculos Chainlink e pontes LayerZero, simbolizando testes institucionais e expansão cross-chain de USDT

Bank of England Testa Chainlink e Tether Aposta em LayerZero

O Bank of England anunciou testes com Chainlink no Synchronisation Lab para sincronizar regulação de títulos on-chain com reservas em libras no banco central. Em paralelo, a Tether Investments aportou na LayerZero Labs, reforçando o protocolo de interoperabilidade que moveu US$ 70 bilhões em USDT entre blockchains. Esses movimentos sinalizam o amadurecimento da infraestrutura cross-chain para finanças institucionais.


Chainlink no Synchronisation Lab da BoE

A Bank of England selecionou a Chainlink, rede de oráculos descentralizados, para o Synchronisation Lab, um programa experimental com 18 participantes. O foco é testar a coordenação entre depósitos em libras na central bank e títulos tokenizados em registros distribuídos. Isso envolve APIs simuladas do RTGS Renewal (RT2), infraestrutura de liquidação em tempo real.

Como funciona: a Chainlink fornece feeds de dados off-chain confiáveis para smart contracts, garantindo que pagamentos centrais sincronizem atomicamente com transferências de ativos on-chain. O lab inicia na primavera de 2026 por seis meses, sem fundos reais, coletando evidências para design futuro. Participantes como Swift e LSEG testam casos de FX, bonds tokenizados e collateral.

Por que importa: essa ponte resolve o "problema de sincronização", reduzindo riscos de liquidação em sistemas híbridos. Métricas on-chain da Chainlink, com TVL superior a US$ 20 bilhões em integrações DeFi, comprovam robustez para escala institucional.

Investimento da Tether na LayerZero

A Tether, emissora líder de stablecoins, investiu na LayerZero Labs via seu braço de venture. O protocolo suporta USDT, versão omnichain do USDT que transferiu mais de US$ 70 bilhões cross-chain em menos de um ano, usando o padrão Omnichain Fungible Token (OFT).

Funcionamento técnico: LayerZero permite mensagens trustless entre blockchains via endpoints ultraleves (ULNs) e verificadores descentralizados (DVNs). Isso habilita liquidez nativa de stablecoins sem fragmentação, suportando agentic finance, onde agentes de IA gerenciam wallets autonomamente.

Contexto: o token ZRO subiu 10% inicialmente, mas reverteu em meio a volatilidade. Tether usa lucros de USDT para diversificar em ouro tokenizado (XAUT também via LayerZero) e stakes em Adecoagro e Rumble, sinalizando visão de longo prazo em interoperabilidade.

FUSD na Avalanche como Exemplo de Tendência

Complementando, a Fosun Wealth lançou FUSD na Avalanche, stablecoin com rendimento backed por RWAs como fundos monetários (BNY Mellon, ChinaAMC) e bonds governamentais. Nativa na C-Chain, visa instituições asiáticas com finality em segundos e liquidez DeFi profunda.

A infraestrutura permite tokenização end-to-end de RWAs, trading on-chain e collateralização. Expansão inclui FinChain e FinCoin protocol na Avalanche, ancorando RWAs em Japão, Coreia e Hong Kong. Isso demonstra convergência: oráculos (Chainlink), interoperabilidade (LayerZero) e RWAs viabilizando finanças híbridas.

Implicações para Infraestrutura Cross-Chain

Esses desenvolvimentos formam a "nova ponte financeira": Chainlink sincroniza dados reais com central banks; LayerZero unifica liquidez; Avalanche escala RWAs. Para desenvolvedores, significa smart contracts com feeds verificáveis, transferências atômicas e yields de ativos regulados.

Desafios persistem: regulação (BoE consulta stablecoins sistêmicas), segurança (auditorias on-chain) e adoção (usuários ativos vs. TVL inflado). Monitore commits no GitHub da LayerZero e relatórios do Synchronisation Lab para validar maturidade técnica.


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