Ponte cross-chain digital hexagonal rachada com vazamento de energia vermelha, simbolizando hack na IoTeX por vazamento de chaves privadas

Hack na IoTeX: Ponte Cross-Chain Perde US$ 2 Milhões por Chaves Privadas

A ponte cross-chain da IoTeX foi invadida por meio de um vazamento de chaves privadas, resultando em prejuízo de cerca de US$ 2 milhões em ativos como USDC, USDT, IOTX e WBTC. O incidente, confirmado pela equipe e analisado pela PeckShield, levou à pausa nos serviços de depósito e saque. A rede DePIN está segura, com recuperação prevista em 24 a 48 horas. Usuários precisam monitorar anúncios oficiais para evitar riscos adicionais. Sua carteira na IoTeX está exposta?


Detalhes do Ataque Sofisticado

O ataque à ponte da IoTeX foi obra de um grupo profissional que planejou a invasão por longo tempo, obtendo controle total sobre contratos inteligentes como TokenSafe e MinterPool. A PeckShield identificou a extração direta de fundos do cofre, com estimativas iniciais variando de US$ 430 mil a US$ 8,8 milhões — ajustadas para US$ 2 milhões após excluir tokens falsos sem valor, como CIOTX e CCS, que foram congelados.

Esse tipo de invasão destaca um padrão alarmante: em 2025, 88% das perdas no primeiro trimestre vieram de comprometimentos de chaves privadas. Quando o atacante vira ‘administrador’, não há limites lógicos impostos por código — o risco é total. A IoTeX já conteve o incidente e colabora com exchanges e autoridades para rastrear e congelar os fundos roubados.

Riscos Estruturais das Pontes Cross-Chain

É importante considerar que bridges cross-chain são historicamente o elo mais frágil nas blockchains. Casos como Ronin (US$ 625 milhões em 2022), Wormhole (US$ 320 milhões) e Multichain (US$ 126 milhões) mostram o padrão: o problema não está só no código auditado, mas na arquitetura. Alguém precisa gerenciar chaves privadas para validar transferências entre cadeias, criando um ponto único de falha.

O risco aqui é claro: mesmo com auditorias, se o dispositivo ou processo de gestão de chaves for invadido — via malware, phishing ou engenharia social —, tudo colapsa. Em 2026, ainda vemos esses vetores persistirem. Para redes DePIN como IoTeX, que integram IoT e finanças, essa vulnerabilidade pode comprometer ecossistemas inteiros. Atenção para sinais semelhantes em outros projetos.

O Que Fazer para Proteger Seus Fundos

Se você tem ativos na IoTeX, o primeiro passo é verificar saldos em exploradores como o oficial da rede ou PeckShield. Evite interagir com a ponte até o anúncio oficial de reabertura — pausas evitam perdas em cascata. Monitore o Twitter oficial da IoTeX (@iotex_io) e PeckShield para atualizações em tempo real.

Considere diversificar: não concentre fundos em bridges ou hot wallets. Use hardware wallets para chaves principais e ative 2FA em contas ligadas. Historicamente, respostas rápidas como essa da IoTeX recuperam confiança, mas lições de Bybit e HTX mostram que ‘recuperação’ exige vigilância pós-evento. Não ignore: revise suas exposições agora.

Plano de Recuperação e Lições Aprendidas

A IoTeX planeja restaurar operações de chain e depósitos/saques em 24 a 48 horas, após upgrades de segurança. A transparência — divulgando perdas e parcerias com autoridades — é positiva, mas o teste real virá com a prevenção de recorrências. Para investidores brasileiros, avalie o impacto em IOTX: quedas são comuns pós-hack, mas recuperações dependem de execução.

Esse episódio reforça: em cripto, risco de custódia privada supera exploits de código. Monitore, proteja e questione arquiteturas centralizadas em bridges. A proteção começa com informação precisa.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.