Cofre hardware wallet rachado com fluxo vermelho sugado por silhueta sombria, ilustrando hack de US$ 282M via engenharia social

Alerta: Roubo de US$ 282 milhões expõe falhas em hardware wallets

Nem sua hardware wallet está segura se você cair em um golpe de engenharia social. No dia 10 de janeiro de 2026, uma vítima perdeu US$ 282 milhões em Bitcoin (1.459 BTC) e em Litecoin (2,05 milhões de LTC) após ser enganada por atacantes. O investigador on-chain ZachXBT expôs o caso, destacando como os fundos foram lavados via privacy coin Monero, impulsionando seu preço em até 70%.


Detalhes do Ataque de Engenharia Social

O golpe ocorreu por volta das 23h UTC de 10 de janeiro, quando o atacante obteve acesso à carteira hardware da vítima, possivelmente ao convencê-la a aprovar uma transação maliciosa ou revelar credenciais. Apesar da reputação de segurança das carteiras físicas como Ledger ou Trezor, erros humanos continuam sendo o elo fraco. Segundo ZachXBT, não há indícios de envolvimento de hackers norte-coreanos, mas o caso reforça a tendência de 2025, onde social engineering superou exploits técnicos em perdas cripto.

Os valores roubados equivaliam a BTC negociado perto de US$ 95.500 e LTC em US$ 74, refletindo o impacto imediato no mercado. No Brasil, o Bitcoin está em R$ 513.868 (Cointrader Monitor), destacando a relevância local de tais riscos.

Lavagem dos Fundos via Monero e Thorchain

Imediatamente após o roubo, o hacker converteu grande parte dos ativos em Monero (XMR) por meio de múltiplas exchanges instantâneas, explorando sua privacidade para ofuscar transações. Esse influxo maciço contribuiu para uma alta de 70% no preço do XMR, que atingiu novo ATH próximo a US$ 800 em poucos dias, antes de corrigir para cerca de US$ 670 — ainda +46% desde o incidente.

Paralelamente, porções de BTC foram transferidas via cross-chain Thorchain para redes como Ethereum, Ripple e Litecoin, complicando o rastreamento. Essa sofisticação demonstra como atacantes evitam detecção, mesmo com investigadores como ZachXBT monitorando on-chain.

Lições e Medidas Protetoras Urgentes

ZachXBT, conhecido por desvendar scams bilionários, publicou detalhes em seu Telegram, alertando a comunidade. O caso ecoa vazamentos recentes, como o da Ledger em janeiro, expondo dados de usuários. Para brasileiros, com adoção crescente de hardware wallets, é vital verificar sempre URLs de firmware, evitar cliques em links suspeitos e usar multisig para grandes saldos.

Monitore endereços on-chain via ferramentas como Etherscan ou Blockchair. Em 2025, perdas por scams superaram US$ 1 bilhão; proteja-se atualizando seed phrases offline e educando sobre phishing. Vale questionar: sua estratégia resiste a pressão psicológica de um suposto suporte técnico?


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Escudo hexagonal de hardware wallet rachado vazando dados vermelhos com rede grid escurecendo, simbolizando vazamento Ledger e Starknet offline

Ledger Vaza Dados via Global-e: Starknet Offline

Investigações revelam que a Ledger sofreu vazamento de dados pessoais de clientes via sua plataforma de pagamentos Global-e. Nomes, emails e endereços de compradores de carteiras físicas foram expostos em uma brecha no sistema em nuvem da parceira. Paralelamente, a rede Starknet ficou offline por quatro horas, com risco de transações afetadas. Suas informações e ativos estão seguros? Evidências apontam riscos de phishing, mas chaves privadas permanecem intactas.


Detalhes do Vazamento na Ledger/Global-e

A Global-e detectou atividade incomum e confirmou acesso não autorizado a dados de clientes da Ledger. O incidente afetou o sistema em nuvem usado para processar pedidos no site da fabricante de hardware wallets. Ledger notificou os impactados, enfatizando que não há evidências de comprometimento de seeds ou chaves privadas — apenas informações de contato de compras recentes.

Red flags identificadas incluem a recorrência de brechas na Ledger: em 2020, via Shopify, 270 mil clientes foram expostos; em 2023, um exploit drenou US$ 484 mil em DeFi. O projeto não explica por que parceiros terceirizados continuam vulneráveis, apesar de alertas prévios. Investigações on-chain não detectam movimentações suspeitas ligadas a endereços da Ledger até o momento.

Clientes brasileiros que compraram Ledger.com nos últimos meses devem verificar emails de notificação. A exposição cria vetor para phishing sofisticado, com fraudadores se passando por suporte da Ledger ou Global-e.

Quem Está Vulnerável e Riscos Imediatos

Vulneráveis são compradores recentes de dispositivos Ledger via site oficial, cujos dados transitam pela Global-e. Não afeta holders de carteiras usadas, mas expõe perfis para ataques direcionados. Evidências da notificação oficial indicam que hackers acessaram nomes, endereços e contatos, mas não senhas ou dados financeiros sensíveis.

Riscos principais: rug pulls via suporte falso, roubo de identidade e spam malicioso. Histórico da Ledger mostra que brechas anteriores levaram a perdas em DeFi. O não detalhamento do escopo — quantos afetados? Quando ocorreu? — levanta suspeitas de minimização. Monitore transações on-chain de endereços associados às suas compras.

Atualize senhas em exchanges e ative 2FA em todos os serviços. Ledger recomenda não clicar em links suspeitos e verificar firmware oficial.

Queda da Starknet: Impactos e Red Flags

A Starknet parou por quatro horas, entre 09:24 e 13:42 UTC, afetando transações em uma janela crítica de 18 minutos. A L2 Ethereum alertou para possíveis falhas em swaps, saques e posições DeFi. Sequenciadores centralizados falharam, expondo dependência de poucos operadores.

Red flags: Ausência de causa raiz imediata e histórico de instabilidades em L2s. Usuários devem checar status em exploradores como Starkscan. Volumes em DeFi caíram durante o outage, com risco de MEV e front-running pós-recuperação.

Monitore wallets conectadas à Starknet; migre ativos se notar anomalias. A rede prometeu análise completa, mas ceticismo é justificado até provas concretas.

Como se Proteger: Medidas Acionáveis

1. Verifique emails da Ledger/Global-e e ignore comunicações não oficiais. 2. Rode varreduras antivírus e monitore crédito. 3. Para Starknet, confirme transações pendentes e evite bridges durante instabilidades. 4. Use hardware wallets com multisig e seeds offline. 5. Diversifique custódia: não concentre em um ecossistema.

Investigações continuam; acompanhe fontes on-chain como Etherscan para movimentações suspeitas. Proteja-se preventivamente — fraudes exploram pânico pós-brecha.


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