O Superior Tribunal de Justiça (Livecoins) negou habeas corpus a Luccas Dhuan Santa Rosa Pombal, DJ amigo próximo do falecido MC Kevin, acusado de integrar esquema que desviou R$ 813 milhões via Pix do Banco Central. Preso na Argentina e extraditado, ele permanece em custódia preventiva na Operação Magna Fraus da PF, expondo vulnerabilidades sistêmicas no sistema financeiro brasileiro e lições cruciais para proteção contra hacks massivos.
Detalhes do Esquema Criminoso
O caso investiga um ataque cibernético à C&M Software, prestadora de serviços para instituições do arranjo Pix, gerenciado pelo Banco Central. Criminosos invadiram o sistema, simulando mais de 400 transferências fraudulentas, desviando valores para contas de laranjas e convertendo-os em criptomoedas para lavagem de dinheiro.
A operação, batizada de Magna Fraus pela Polícia Federal, aponta furto qualificado, organização criminosa e lavagem. Luccas Dhuan foi detido em Buenos Aires em outubro de 2025, transferido ao Brasil em dezembro e recolhido no CDP Belém 1, em São Paulo. A decisão do ministro Herman Benjamin aplicou a Súmula 691 do STF, impedindo análise prematura do HC.
Essa sofisticação revela falhas em provedores terceirizados, onde hackers exploram brechas para movimentações instantâneas, afetando diretamente o ecossistema Pix usado por milhões de brasileiros diariamente.
Conexão com MC Kevin e Perfil do Acusado
Luccas Pombal, com mais de 350 mil seguidores, ganhou notoriedade por sua proximidade com MC Kevin, tendo relatado à polícia o momento em que informou a esposa do cantor, Deolane Bezerra, sobre a morte dele em 2021, conforme depoimento no Metrópoles. Apesar de ocupação lícita como DJ e empresário, a defesa falhou em reverter a prisão, alegando ausência de violência e condições pessoais favoráveis.
O Ministério Público sustenta risco de reiteração delitiva e necessidade de custódia para garantir a ordem econômica. Essa ligação com celebridades destaca como fraudes sofisticadas podem envolver perfis inesperados, ampliando o impacto social e midiático.
Vulnerabilidades Sistêmicas no Pix e Cripto
O hack expõe riscos inerentes ao Pix: velocidade das transações dificulta reversões, e dependência de terceiros como a C&M Software cria pontos únicos de falha. Hackers visaram o núcleo do sistema financeiro, desviando fundos públicos e privados, com lavagem via criptomoedas para ofuscar rastros on-chain.
Para usuários brasileiros, isso sinaliza perigos em exchanges e carteiras conectadas a Pix. Ataques sistêmicos podem gerar vítimas colaterais, como bloqueios de contas ou perdas indiretas em volatilidade pós-fraude. A PF bloqueou milhões em ativos digitais relacionados, reforçando rastreabilidade blockchain, mas alertando para mixer e privacy coins usadas em lavagem.
Lições de Segurança e Proteção Prática
Como lição investigativa, priorize custódia própria: use hardware wallets para cripto, evite depósitos Pix diretos em exchanges desconhecidas e ative 2FA multifator. Monitore transações anômalas via apps bancários e evite laranjas ou contas compartilhadas.
Para evitar ser vítima colateral, diversifique custódia, use VPN em transações sensíveis e acompanhe atualizações do BC sobre segurança Pix. Casos como Magna Fraus demandam vigilância eterna: investigações judiciais prosseguem, mas a prevenção individual é a melhor defesa contra o próximo grande golpe.
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