Tela cyberpunk com rosto deepfake glitchado estendendo tentáculos IA para silhueta de trader, alertando sobre ataques hackers norte-coreanos em cripto

Google Cloud Alerta: Hackers da Coreia do Norte Usam IA em Ataques a Cripto

A Mandiant, do Google Cloud, identificou uma campanha de malware ligada à Coreia do Norte que escalou ataques com inteligência artificial desde novembro de 2025. Hackers do grupo UNC1069 usam engenharia social sofisticada, como deepfakes em chamadas de vídeo no Zoom, para enganar vítimas em empresas de cripto e fintech, implantando malwares que roubam dados e ativos digitais. É essencial ficar atento a esses riscos.


Detalhes da Campanha de Malware

O grupo UNC1069, rastreado desde 2018 pela Mandiant, implantou sete famílias de malware em suas vítimas, incluindo novas ferramentas como SILENCELIFT, DEEPBREATH e CHROMEPUSH. Esses malwares são projetados para contornar proteções do sistema operacional, capturando dados sensíveis de hosts e exfiltrando informações valiosas. O foco principal é empresas de criptomoedas, desenvolvedores de software e fundos de venture capital no setor fintech.

Essa expansão representa um salto na sofisticação dos ataques, com o uso de IA para criar iscas mais convincentes. Anteriormente limitados à engenharia social básica, os atores agora integram deepfakes para simular legitimidade em interações remotas, aumentando drasticamente as chances de sucesso.

Como os Hackers Usam IA em Engenharia Social

Um exemplo clássico revelado pela Mandiant envolve a comprometimento de contas no Telegram de fundadores de projetos cripto. Os atacantes convidam a vítima para uma reunião no Zoom, exibindo um feed de vídeo falso gerado por IA, onde fingem problemas de áudio. Para “resolver”, orientam a execução de comandos de troubleshooting que, na verdade, iniciam uma cadeia de infecção — um golpe conhecido como ClickFix attack.

É importante considerar o risco aqui: o que parece uma chamada legítima pode ser uma armadilha. Os deepfakes tornam impossível distinguir o real do falso à primeira vista, explorando a confiança em ferramentas como Zoom e Telegram, comuns no ecossistema cripto remoto.

Riscos para o Setor Cripto e Histórico de Ameaças

Esses ataques não são isolados. Em junho de 2025, operativos norte-coreanos se infiltraram em startups cripto como desenvolvedores freelancers, roubando cerca de US$ 900 mil. Mais cedo, o grupo Lazarus foi ligado ao hack de US$ 1,4 bilhão na Bybit, um dos maiores da história. O risco aqui é claro: carteiras e chaves privadas expostas levam a perdas irreversíveis.

Para empresas e investidores, atenção para sinais como convites inesperados de contatos conhecidos ou pedidos de suporte técnico remoto. O histórico mostra que a Coreia do Norte financia operações ilícitas via cripto, tornando o setor um alvo persistente.

Guia de Proteção Contra Esses Ataques

Para se proteger, verifique sempre a identidade de contatos via canais alternativos seguros, como ligações diretas ou e-mails verificados. Desconfie de reuniões de vídeo com problemas técnicos e nunca execute comandos de terceiros em seu sistema. Use autenticação multifator (2FA) em todas as contas, antivírus atualizados e wallets com hardware para ativos cripto.

Empresas devem treinar equipes em reconhecimento de engenharia social e monitorar acessos remotos. Vale monitorar relatórios da Mandiant para atualizações. Prevenir é mais eficaz que remediar — uma verificação extra pode salvar sua carteira.


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Personagens cartoon de Wall Street e Web3 apertando mãos sobre ponte luminosa com ZRO, simbolizando lançamento da LayerZero para instituições

LayerZero Lança ‘Zero’: Nova L1 com Apoio de Wall Street

A LayerZero anunciou o lançamento da blockchain Layer 1 Zero, uma infraestrutura permissionless projetada para mercados financeiros institucionais. Com apoio de gigantes como Citadel Securities, DTCC, ICE e Google Cloud, a rede promete até 2 milhões de TPS via provas de conhecimento zero (ZK). A infraestrutura que vai conectar Wall Street à Web3 finalmente chegou? Isso pode resolver gargalos de escalabilidade e interoperabilidade em finanças on-chain.


O Que É a Blockchain Zero?

A Zero é uma L1 heterogênea, diferente das blockchains tradicionais onde todos os nós replicam o mesmo trabalho. Em vez disso, ela divide execução e verificação de transações, otimizando para casos específicos como trading, clearing e settlement. Lançamento previsto para outono de 2026 com três zonas iniciais: uma EVM de propósito geral, pagamentos com foco em privacidade e trading multi-ativos.

O token nativo ZRO, usado para governança, conecta Zero a mais de 165 chains via stack de interoperabilidade da LayerZero. Investimentos estratégicos de Citadel em ZRO e ARK Invest em equity reforçam o compromisso institucional, com Cathie Wood no conselho assessor.

Essa estrutura permissionless permite que qualquer um valide, construa ou transacione, evitando os limites de redes permissionadas exploradas por Google ou Circle.

Como Funciona Tecnicamente?

A arquitetura da Zero usa ZK proofs para separar execução de verificação, como um banco de dados distribuído onde nós especializados processam workloads distintos. Isso elimina a replicação universal, alcançando 100.000x mais velocidade que Ethereum (~20-30 TPS) e 500x Solana (~3.000 TPS).

Avanços em compute, storage, networking e criptografia permitem zonas otimizadas — ambientes permissionless governados pela rede. Custos por transação caem a frações de centavo, com espaço de blocos ilimitado. Pense como um sistema de microsserviços em cloud: cada zona escala independentemente, mas o consenso ZK garante integridade global.

A interoperabilidade da LayerZero integra Zero ao ecossistema existente, facilitando fluxos cross-chain sem pontes frágeis.

Por Que Apoio Institucional É Divisor de Águas?

Instituições como Citadel avaliam Zero para trading de alta performance, DTCC para tokenização e colateral, e ICE (dona da NYSE) para mercados 24/7. Google Cloud explora micropagamentos para agentes de IA. Tether também investiu, ampliando USDT cross-chain.

Por que outra L1? Existentes falham no trilema blockchain para finanças: volume institucional exige TPS massivos, privacidade e coordenação. Zero aborda fragmentação — RWAs perdem bilhões por silos, como alertado em relatórios. Interoperabilidade nativa une TradFi à Web3, potencializando adoção real via métricas on-chain verificáveis.

Embora alegações de performance exijam benchmarks independentes, o rigor técnico e parcerias sinalizam maturidade além do hype.

Implicações para o Mercado Cripto

Zero testa se blockchains escalam economias globais on-chain, como disse o CEO Bryan Pellegrino. Monitore TVL, usuários ativos e transações pós-lançamento para validar promessas. Para brasileiros, isso abre portas a mercados tokenizados acessíveis via exchanges locais.

Investidores devem observar ZRO para governança e integrações. A convergência TradFi-Web3 ganha tração, mas sucesso depende de execução técnica.


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