Policiais cartoon cortando cabos elétricos de fazendas de mineração Bitcoin, ilustrando desmantelamento de operações ilegais em Alagoas

Alagoas: Polícia Desmantela 4 Fazendas de Mineração Ilegal de Bitcoin

A Polícia Civil de Alagoas desarticulou quatro fazendas clandestinas de mineração de Bitcoin em Porto Real do Colégio, na última sexta-feira (9). O esquema operou por cinco meses, causando prejuízo de R$ 750 mil à rede elétrica por furto de 200 mil kWh e uso irregular de água do Rio São Francisco. A ação policial destaca os riscos da mineração ilegal no Brasil, prejudicando comunidades e manchando a imagem do setor cripto.


Funcionamento do Esquema Criminoso

Os criminosos instalavam ligações diretas à rede de distribuição de energia, conhecidas como “gatos”, para alimentar equipamentos de alta performance como ASICs. Esses dispositivos exigem consumo massivo de eletricidade, que era desviada ilegalmente, evitando custos operacionais elevados típicos da mineração legítima. Além disso, um sistema de bombeamento captava água do Rio São Francisco sem autorização para resfriar os equipamentos, que geram calor intenso durante o processo.

Essa estrutura sofisticada permitiu operação contínua por cinco meses, com prejuízo mensal estimado em R$ 155 mil apenas em energia furtada. A ausência de investimentos em infraestrutura legal transferia todos os custos para o sistema público e contribuintes, exemplificando um modelo predatório que ignora regulamentações ambientais e tributárias.

Impactos na Infraestrutura e Comunidade Local

O consumo ilegal de 200 mil kWh equivalia ao uso moderado de cerca de mil residências, gerando picos de demanda que provocavam instabilidade na rede elétrica regional. Moradores de Porto Real do Colégio relatavam queima frequente de aparelhos eletrodomésticos, como geladeiras e televisores, devido às oscilações causadas pelo furto massivo. O delegado Thales Araújo, da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), destacou que esses efeitos colaterais afetavam diretamente a qualidade de vida da população.

A captação irregular de água também representava risco ambiental, podendo comprometer o equilíbrio hídrico local em uma região já suscetível a secas. Esses abusos não só elevam custos para usuários honestos, mas também criam precedentes perigosos para a segurança pública e energética no Nordeste brasileiro.

Ação Policial e Apreensões

A operação, coordenada pela Dinpol com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), resultou na apreensão de diversos ASICs e equipamentos tecnológicos. Autoridades enfatizam que a mineração de criptomoedas em si não é ilegal, mas o furto de energia, sonegação e falta de licenças ambientais configuram crimes graves. “Operações regularizadas demandam alto investimento, mas esses criminosos simplesmente desviavam os custos”, alertou o delegado Araújo.

As investigações continuam para identificar todos os envolvidos, com suspeitas de ligações à sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Essa desarticulação serve como alerta para outros esquemas semelhantes em áreas rurais do país.

Riscos Legais e Prejuízos à Imagem do Setor Cripto

A mineração clandestina compromete a credibilidade do ecossistema cripto no Brasil, associando inovação tecnológica a criminalidade. Investidores legítimos enfrentam escrutínio maior de reguladores, como a Receita Federal e agências ambientais, enquanto concorrência desleal distorce o mercado. Para operadores honestos, os riscos incluem multas pesadas, apreensões e processos criminais por associação inadvertida.

É essencial que mineradores regulem suas atividades, obtendo concessões de energia renovável e licenças hídricas. Casos como esse reforçam a necessidade de fiscalização rigorosa para proteger a infraestrutura nacional e promover adoção responsável de criptomoedas. Monitore atualizações sobre a investigação para entender as ramificações.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Policiais cartoon invadindo fazenda clandestina de mineração Bitcoin com tubos desviando água do rio seco, expondo crime em Alagoas

Mineração Ilegal em Alagoas Desvia Água do São Francisco

Crime on-chain: mineradores ilegais em Alagoas desviavam água do Rio São Francisco para resfriar rigs de Bitcoin, enquanto furtavam 200 mil kWh/mês de energia elétrica, segundo a Polícia Civil. A operação, deflagrada em 9 de janeiro de 2026 em Porto Real do Colégio, desmantelou quatro fazendas clandestinas e expôs como o crime organizado explora recursos públicos, gerando prejuízos de R$ 155 mil mensais e manchando a reputação da mineração legítima de criptomoedas.


Detalhes da Operação Policial

A Polícia Civil de Alagoas agiu contra instalações equipadas com máquinas de alta potência, localizadas em áreas rurais de Porto Real do Colégio. Os criminosos instalavam bombas para captar água diretamente do rio, usada no resfriamento dos equipamentos de proof-of-work. Paralelamente, ligações clandestinas – conhecidas como ‘gatos’ – desviavam eletricidade da rede pública, sobrecarregando o sistema local.

Embora não haja prisões imediatas no momento da ação, as investigações prosseguem para identificar os responsáveis. Equipamentos foram apreendidos, e perícias analisam vestígios digitais para rastrear os criptoativos produzidos. Casos semelhantes no Distrito Federal reforçam o padrão de operações sofisticadas em regiões rurais brasileiras.

Escala dos Furtos: Energia e Água

O consumo estimado de 200 mil kWh/mês equivale ao uso de cerca de mil residências, resultando em prejuízo de R$ 155 mil por mês à companhia elétrica – totalizando R$ 775 mil em cinco meses. As ligações irregulares causavam instabilidades na rede, queimando eletrodomésticos de moradores próximos e elevando custos indiretos para a população.

O desvio de água do São Francisco agrava o impacto ambiental. O rio, vital para o Nordeste, é explorado sem autorização, comprometendo ecossistemas e suprimento hídrico regional. Essa predatória mineração ignora regulamentações e explora vulnerabilidades infraestruturais para lucrar com a valorização do Bitcoin.

Impactos Sociais e na Infraestrutura Local

Moradores de Porto Real do Colégio sofrem com interrupções no fornecimento de energia e água, além de riscos à segurança pública. As fazendas ilegais, muitas em áreas rurais isoladas, facilitam ações criminosas adicionais, como roubo de cabos de dados e telefonia, observado em operações semelhantes no DF.

Autoridades destacam a sofisticação dos esquemas, com análise on-chain para mapear fluxos de criptomoedas geradas. Isso demonstra a crescente capacidade investigativa brasileira, mas revela a necessidade de fiscalização mais rigorosa em regiões suscetíveis a esses crimes.

Mancha na Imagem da Mineração Legítima

Enquanto mineradores éticos investem em energia renovável e compliance, operações como essas distorcem a percepção pública. Prejuízos aos cofres públicos e danos ambientais associam o setor cripto ao crime organizado, pressionando reguladores por normas mais estritas. Investidores devem monitorar origens de hashrate para evitar riscos de sanções em exchanges reguladas.

A recorrência – de Alagoas ao Ceará e DF – sinaliza um problema estrutural. Autoridades e o setor precisam de ações coordenadas para preservar a credibilidade da mineração responsável no Brasil.


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Policiais cartoon arrombando porta de fazenda de mineração ilegal de Bitcoin, com rigs piscando e cabos cortados, ilustrando operação contra crime cripto

Mineração Ilegal: DF e Alagoas Têm Fazendas Desmanteladas

Desde o furto de luz em Brasília até o desvio de água do Rio São Francisco: a face sombria da mineração ilegal ganha novos capítulos. A Polícia Civil do DF desarticulou duas fazendas clandestinas com furto de R$ 100 mil mensais em energia, enquanto em Alagoas, autoridades combateram operações que consumiam 200 mil kWh por mês. Esses crimes não só geram prejuízos aos cofres públicos, mas mancham a reputação da mineração legítima de criptomoedas.


Operação no Distrito Federal: Furto Milionário Evitado

A 30ª Delegacia de Polícia do DF agiu nos dias 7 e 8 de janeiro de 2026, em São Sebastião, desmontando fazendas de mineração em áreas rurais e urbanas. No Núcleo Rural Cava de Baixo, peritos confirmaram o uso de energia desviada para equipamentos de alta potência. Cada fazenda consumia R$ 100 mil por mês em eletricidade furtada, totalizando valores expressivos em poucas semanas de operação.

Foram apreendidos 47 mineradores, avaliados em cerca de R$ 250 mil. Além do furto de energia, criminosos roubavam cabos de dados e telefonia, afetando serviços essenciais. O principal suspeito, Roberio de Oliveira Rocha, permanece foragido. A PCDF investiga lavagem de dinheiro e organização criminosa, analisando vestígios digitais nos equipamentos para rastrear os criptoativos gerados.

Essas ações expõem como o alto consumo energético da proof-of-work atrai oportunistas, sobrecarregando a rede e elevando custos para consumidores honestos.

Desarticulação em Alagoas: Água e Energia do São Francisco

A Polícia Civil de Alagoas desmantelou quatro fazendas ilegais em Porto Real do Colégio, no dia 9 de janeiro. Os criminosos bombeavam água do Rio São Francisco para resfriar as máquinas e desviavam energia, consumindo 200 mil kWh mensais – o equivalente a mil residências. O prejuízo em eletricidade chegou a R$ 155 mil por mês, somando R$ 750 mil em cinco meses.

As ligações clandestinas causavam instabilidades na rede local, danificando aparelhos de moradores próximos. Não houve prisões no local, mas as investigações prosseguem para identificar os responsáveis. Esse caso destaca o impacto ambiental da mineração predatória, explorando recursos hídricos públicos para lucrar com Bitcoin.

A combinação de furto de água e energia revela uma operação sofisticada, que ignora regulamentações e compromete infraestruturas vitais no Nordeste brasileiro.

Impactos no Setor e na Sociedade

Esses episódios reiteram os riscos da mineração clandestina: prejuízos aos cofres públicos, interrupções no fornecimento de energia e água, e dano à imagem da mineração ética. No DF e Alagoas, os desvios sobrecarregaram redes já pressionadas, elevando tarifas para todos. Mineradores legítimos, que investem em energia renovável e compliance, sofrem com a associação a esses crimes.

Autoridades brasileiras demonstram capacidade crescente em combater esses esquemas, usando perícias e análises on-chain. No entanto, a recorrência – com casos recentes no Ceará – sugere necessidade de fiscalização mais rigorosa em regiões rurais. Investidores devem ficar atentos: transações oriundas de mineração ilegal podem ser rastreadas e congeladas por exchanges reguladas.

O tom denunciativo é claro: enquanto o setor cripto avança, crimes como esses ameaçam sua credibilidade e demandam ação coordenada entre polícias e reguladores.


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