Fraudador cartoon algemado por guardas blockchain enquanto plataforma desmorona sob luz de transparência, simbolizando fim de Huione e prisão em esquema CBDC

Fim da Linha: Mercado de Fraude Huione Fecha e Arquiteto do Yuan Digital é Preso

O encerramento do Tudou Guarantee, serviço de escrow ligado ao conglomerado Huione, marcado por anos de fraudes bilionárias, coincide com a condenação de Yao Qian, ex-arquiteto do Yuan Digital chinês, por propina de 2.000 ETH (R$ 35,5 milhões). Esses casos na Ásia destacam como a transparência on-chain está expondo esquemas criminosos, com reembolsos de US$ 130 milhões rastreados publicamente. O crime cripto não compensa?


Fechamento do Tudou Guarantee Após Reembolsos Massivos

O Tudou Guarantee, rebatizado do Huione Guarantee após exposição pela Elliptic em 2024, anunciou o fim de operações via Telegram na sexta-feira. Ligado ao Huione Group de Camboja — que opera Huione Pay e Huione Crypto —, o serviço atuava como escrow para centenas de vendedores de scams como phishing e pig butchering.

Desde janeiro de 2026, foram devolvidos mais de US$ 130 milhões em USDT a merchants públicos, conforme dados da Bitrace. Os reembolsos iniciaram com US$ 3,7 milhões no dia 1º e atingiram pico de US$ 18,1 milhões no domingo. A Elliptic identificou US$ 89 bilhões em crypto recebidos por wallets ligadas, com US$ 24 bilhões em transações totais.

Esses fluxos on-chain, impossíveis de ocultar, sinalizam o colapso de um hub de fraudes que acelerou com o lançamento de stablecoin própria em 2024. Investidores perdem bilhões anualmente: em 2025, phishing custou US$ 722 milhões em 248 incidentes, segundo CertiK.

Condenação de Yao Qian por Propina em Ethereum

Yao Qian, 56 anos, ex-diretor do instituto de moeda digital do Banco Popular da China e posterior membro da Comissão de Valores Mobiliários, foi flagrado em documentário da CCTV exibido em 11 de janeiro. Ele recebeu 2.000 ETH em 2018 — hoje valendo R$ 35,5 milhões — como propina por facilitar lançamento de projeto que captou 20.000 ETH.

Investigações revelaram ¥ 10 milhões (R$ 7,7 milhões) em conta laranja usada para mansão de ¥ 20 milhões em Pequim. Autoridades chinesas, treinadas em cripto apesar do banimento, localizaram hardware wallet em gaveta de seu escritório, além de seed phrases. Parte dos ETH foi convertida em 2021.

O intermediário Jiang Guoqing confirmou a influência de Qian no setor. "Ele achava que camadas isolariam, mas geraram mais provas", disse investigador Shi Changping.

Transparência On-Chain: A Arma Contra o Crime Cripto

Ambos os casos exemplificam o poder da blockchain: reembolsos do Tudou foram mapeados pela Bitrace, enquanto wallets de Qian foram rastreadas apesar de camadas de anonimato. Ferramentas como Elliptic e CertiK transformam transações públicas em evidências irrefutáveis.

Na China, líderes em CBDC ironicamente usam expertise cripto para combater corrupção interna. Na Ásia, onde scams como pig butchering vitimam globalmente, a visibilidade on-chain pressiona criminosos, forçando fechamentos e condenações.

Implicações para Investidores e Mercado Global

Esses desdobramentos reforçam riscos de plataformas obscuras e a necessidade de due diligence. Enquanto Huione desmorona, o Yuan Digital avança em testes, mas sob escrutínio anticorrupção. Investidores devem priorizar exchanges reguladas e ferramentas de análise on-chain para evitar armadilhas.

O colapso de hubs fraudulentos pode reduzir scams temporariamente, mas exige vigilância contínua. A Ásia, epicentro de fraudes, sinaliza que a tecnologia por trás das criptos — transparência imutável — é o maior obstáculo aos malfeitores.


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Personagens cartoon de Tether e ONU protegendo jovens africanos de sombras de fraudes cripto, simbolizando parceria contra scams de US$ 260 mi na África

Tether e ONU Combatem Fraudes Cripto de US$ 260 milhões na África

A Tether uniu forças com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) para lançar uma iniciativa de cibersegurança na África, combatendo fraudes em criptomoedas que somam US$ 260 milhões em fluxos ilícitos. O programa abrange Senegal, Nigéria, República Democrática do Congo, Malawi, Etiópia e Uganda, promovendo educação blockchain e proteção para comunidades vulneráveis em meio ao rápido crescimento do mercado cripto no continente, o terceiro mais acelerado globalmente. Anunciada em 9 de janeiro de 2026, a parceria reforça a transparência e a confiança em stablecoins como o USDT.


Iniciativa Multinacional Contra Ameaças Cibernéticas

A África enfrenta um boom no uso de criptomoedas, mas isso atraiu scams digitais sofisticados. Operações recentes da Interpol revelaram US$ 260 milhões em fundos ilícitos movimentados por fraudes em ativos digitais. A parceria Tether-UNODC alinha-se à Visão Estratégica para a África 2030, focando em resiliência econômica via tecnologias emergentes.

O CEO da Tether, Paolo Ardoino, destacou a necessidade de ação coordenada entre setores. “Apoiar vítimas de tráfico humano e prevenir exploração exige cooperação”, afirmou, enfatizando como inovação e educação criam oportunidades seguras. A iniciativa oferece suporte personalizado por país, adaptando-se a desafios locais como vulnerabilidades em economias emergentes.

Essa colaboração não é isolada: projetos semelhantes em Papua Nova Guiné já integram universidades locais para conscientização sobre inclusão financeira, sugerindo um modelo escalável que pode inspirar outras regiões.

Programa no Senegal: Educação para a Juventude

O projeto no Senegal serve como pedra angular, com bootcamps virtuais de cibersegurança para jovens. Parceria com a Plan B Foundation — iniciativa da Tether e da Cidade de Lugano — fornece mentoria contínua e micro-grants para transformar ideias em soluções práticas.

Participantes recebem treinamento em blockchain para prevenir crimes digitais, promovendo empregabilidade e inclusão. Sylvie Bertrand, representante regional da UNODC, celebrou o potencial transformador dos ativos digitais: “Eles remodelam o engajamento com dinheiro e desbloqueiam o desenvolvimento africano”. A tríade UN-privado-autoridades senegalesas avança a inclusão digital segura.

Esses programas visam não só combater fraudes, mas capacitar gerações futuras, reduzindo riscos em um ecossistema onde o volume de cripto cresce exponencialmente.

Implicações para Confiança no USDT e Mercado Global

Para investidores brasileiros e globais, essa iniciativa eleva a credibilidade do USDT, a stablecoin líder emitida pela Tether. Ao investir em cibersegurança e transparência, a empresa demonstra compromisso além do lucro, combatendo narrativas de risco associadas a stablecoins.

África, com sua adoção acelerada de cripto para remessas e proteção inflacionária, testa o futuro das finanças descentralizadas. Sucessos aqui podem influenciar regulamentações globais, incentivando maior adoção institucional. Vale monitorar resultados, como redução de scams reportados e impacto na adoção do USDT localmente.

Em um cenário de fraudes crescentes, ações como essa pavimentam um caminho para um ecossistema cripto mais seguro, onde confiança e inovação andam juntas.


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