Gigante cartoon da Binance segurando stablecoin com 87% dominante, enquanto burocrata FMI alerta com placa vermelha, destacando riscos geopolíticos

Binance Domina 87% da USD1 de Trump e Acende Alerta no FMI

A Binance controla 87% da oferta da stablecoin USD1, projeto ligado ao ex-presidente Donald Trump e promovido como ‘moeda da liberdade’. Essa concentração extrema, revelada por análises on-chain e reportagens como a da Forbes, contrasta com o ethos descentralizado das criptomoedas e coincide com alertas do FMI sobre riscos das stablecoins para a estabilidade financeira global, especialmente em economias vulneráveis. Até que ponto o mercado cripto permanece realmente livre?


Centralização da USD1 na Binance

De acordo com dados on-chain citados em relatórios internacionais, a Binance detém quase nove décimos da oferta total da USD1, uma stablecoin atrelada ao dólar e associada à narrativa política de Trump nos Estados Unidos. Essa dominância transforma o ativo em um instrumento de custódia centralizada, vulnerável a um único ponto de falha. Autoridades regulatórias americanas e europeias já monitoram exchanges como a Binance, que enfrenta escrutínio em múltiplas jurisdições por questões de liquidez e conformidade.

O fenômeno não é isolado: em um contexto geopolítico onde criptoativos se entrelaçam com poder político, a concentração em uma exchange global levanta interrogações sobre soberania financeira. Para investidores brasileiros, isso significa exposição indireta a decisões de Washington e Pequim, onde a Binance opera sob regulações variadas.

Alertas do FMI aos Riscos Sistêmicos

O Fundo Monetário Internacional, em comunicado recente, reconhece o potencial das stablecoins para revolucionar pagamentos transfronteiriços, mas enfatiza perigos como substituição de moedas locais, fuga de capitais e falta de supervisão regulatória. Em nações com inflação alta e instituições frágeis — incluindo várias na América Latina —, stablecoins dolarizadas podem erodir a soberania monetária, dificultando o controle de bancos centrais sobre a política econômica.

Segundo o FMI, a ausência de marcos legais claros agrava riscos de uso ilícito e falhas operacionais. A União Europeia, via ESRB, já defende proibições a stablecoins multi-emissoras para proteger o euro, alinhando-se à visão global de maior escrutínio.

Implicações Geopolíticas para o Mercado Cripto

A junção de influência política americana via USD1 com o domínio operacional da Binance exemplifica a tensão entre inovação blockchain e centralização financeira. Governos de diferentes continentes — dos EUA à China e à UE — veem nas stablecoins ferramentas de poder, mas também ameaças à estabilidade macroeconômica. Reguladores globais debatem coordenação internacional, como visto em fóruns do G20.

Para o ecossistema cripto, isso pode acelerar aprovações de frameworks regulatórios, impactando liquidez e adoção. Investidores em mercados emergentes, como o Brasil, devem monitorar como sanções ou mudanças políticas em superpotências afetam plataformas globais como a Binance.

Perspectivas e Monitoramento Global

Enquanto o FMI advoga por equilíbrio entre inovação e proteção, o caso USD1 ilustra os limites da ‘descentralização’ prometida. Autoridades em Brasília e outras capitais latino-americanas observam, ponderando impactos em remessas e reservas. O mercado reage com rotação para ativos mais descentralizados, mas a vigilância regulatória deve intensificar-se em 2026.

Desenvolvimentos em Washington, Bruxelas e Genebra moldarão o futuro, conectando narrativas locais a tendências globais.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Rio caudaloso de energia cyan-dourada transbordando ponte tradicional com cristal 33T, simbolizando volume recorde de stablecoins superando Visa

Stablecoins Explodem: US$ 33 Trilhões em Volume Supera Visa

Os volumes de transações com stablecoins atingiram US$ 33 trilhões em 2025, um crescimento de 72% que supera as redes Visa e Mastercard combinadas. Esse marco, impulsionado por clareza regulatória nos EUA via Genius Act e adoção por bancos como Standard Chartered, varejistas como Walmart e Amazon, sinaliza utilidade massiva em pagamentos diários. O FMI alerta para disrupção financeira, mas para usuários, significa confiança em transferências rápidas e baratas globalmente.


Volumes Recordes Liderados por USDC e USDT

De acordo com dados da Artemis Analytics, citados pela Bloomberg, o boom foi puxado pelo USDC, que processou US$ 18,3 trilhões em transações, seguido pelo USDT da Tether com US$ 13,3 trilhões. No quarto trimestre de 2025, os volumes bateram recorde de US$ 11 trilhões.

Essa escalada reflete uma mudança: menos atividade em plataformas DeFi descentralizadas e mais uso no mundo real. O cofundador da Artemis, Anthony Yim, destaca que isso indica ‘adoção massiva de dólares digitais’, especialmente em cenários de inflação e instabilidade geopolítica, onde stablecoins oferecem o on-ramp mais simples para exposição ao dólar. Para o dia a dia, isso traduz em pagamentos transfronteiriços instantâneos sem intermediários caros.

Adoção Institucional Acelerada pela Regulação

A aprovação da legislação Genius Act pelo governo Trump em julho de 2025 trouxe clareza regulatória, pavimentando o caminho para integração por instituições financeiras. Bancos como Standard Chartered, gigantes do varejo como Walmart e Amazon estão explorando lançamentos próprios de stablecoins. Essa tendência prática beneficia usuários brasileiros, que enfrentam volatilidade cambial, permitindo hedges eficientes e remessas familiares via apps de exchanges.

O USDT mantém liderança em capitalização de mercado com US$ 187 bilhões, contra US$ 75 bilhões do USDC, refletindo seu papel como reserva de valor e meio de pagamento. No Brasil, onde o real oscila, stablecoins como esses ganham tração para compras cotidianas e investimentos conservadores.

Deslocamento para Pagamentos Reais e Alertas Regulatórios

Embora o USDC domine DeFi com alto turnover de trading e empréstimos, o USDT é preferido para pagamentos e armazenamento de valor, com menor rotatividade. Reguladores como o FMI advertem que stablecoins podem perturbar o sistema financeiro tradicional, mas o crescimento não para: projeções da Bloomberg Intelligence apontam para US$ 56 trilhões até 2030.

Para o leitor prático, isso significa opções reais: pague fornecedores internacionais, receba salários em dólar estável ou proteja poupança da inflação sem bancos. Em contextos de sanções globais, stablecoins demonstram resiliência, superando barreiras fiat e promovendo inclusão financeira cotidiana.

Implicações Práticas e Próximos Passos

Stablecoins não são mais nicho cripto; são infraestrutura de pagamentos. Com volumes acima de Visa, oferecem velocidade (segundos vs. dias) e custo baixo (centavos vs. taxas altas). Usuários devem monitorar aprovações locais no Brasil e integrar carteiras para uso diário.

A Bloomberg projeta expansão, sugerindo que stablecoins se tornarão padrão para transações globais. Fique atento a novos emissores e integrações com apps de pagamento.


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