O Nubank recebeu aprovação condicional do Escritório do Controlador da Moeda dos EUA (OCC) para operar como banco nacional no país. Maior banco digital da América Latina, com milhões de clientes brasileiros usando o app para contas, cartões e compras de criptomoedas, o Nu agora pode criar a Nubank N.A. Isso significa maior solidez para a empresa que você usa no dia a dia e potencial para serviços globais mais acessíveis, como remessas e custódia de ativos digitais.
Detalhes da Aprovação Condicional
A notícia saiu em 29 de janeiro de 2026, no blog oficial do Nubank Internacional. A licença é para uma subsidiária de novo chamada Nubank N.A., que ainda precisa cumprir exigências rigorosas. Entre elas, implementar sistemas de compliance, controles de risco e governança. Além do OCC, faltam aprovações do FDIC (garantia de depósitos) e do Federal Reserve (Fed).
O banco tem 12 meses para captar o capital inicial necessário e 18 meses para iniciar operações. Locais em vista incluem Miami (próximo à América Latina), Baía de São Francisco, Norte da Virgínia e Triângulo de Pesquisa da Carolina do Norte. Esses hubs tecnológicos facilitam contratações e inovação.
Para o brasileiro comum, isso reforça a confiança no Nubank. Imagine sua NuConta lastreada por um banco regulado nos EUA: menos risco em tempos de instabilidade cambial no Brasil.
Serviços Planejados e Liderança
Os serviços iniciais incluem contas de depósito, cartões de crédito, empréstimos e, importante para nós, custódia de ativos digitais. Ou seja, guardar Bitcoin ou Ethereum com a segurança de um banco americano. Perfeito para quem envia remessas para família nos EUA ou quer diversificar fora do real.
A operação será liderada pela cofundadora Cristina Junqueira, enquanto o conselho terá como presidente Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central do Brasil. O CEO David Vélez celebrou: “É uma oportunidade para provar que o modelo digital-first é o futuro da banca global, sem deixar de focar no Brasil, México e Colômbia.”
No Brasil, onde o Nubank tem mais de 100 milhões de clientes, isso pode se traduzir em taxas melhores para transferências internacionais. Hoje, enviar R$ 1.000 para os EUA pelo Nubank custa em torno de R$ 20-30 em spread cambial. Com presença local, talvez caia para níveis competitivos com Wise ou Remessa Online.
Impacto Prático para Brasileiros
Você que usa Nubank para comprar cripto via Pix sabe: é simples, sem burocracia. Com custódia nos EUA, o app pode oferecer opções mais seguras e integradas, como staking ou yields em stablecoins, regulados pela OCC. Para remessas, famílias com parentes em Miami ou Califórnia ganham: dólares diretos na conta americana, sem IOF cheio.
Exemplo real: um salário mínimo de R$ 1.412 vira cerca de US$ 246 hoje (cotação aproximada R$ 5,75). Enviar isso para os EUA custa caro em taxas. Nubank N.A. pode baratear, competindo com bancos tradicionais. Mas atenção: é condicional, leva até 18 meses e depende de aprovações finais.
Empresas como Nubank mostram que fintechs brasileiras podem conquistar Wall Street. Isso inspira confiança: sua grana está em mãos sólidas, mesmo com Selic alta ou dólar volátil.
O Que Fazer Agora
Monitore atualizações no blog do Nubank e app. Nada muda hoje, mas prepare-se: verifique limites de remessa (R$ 100 mil/ano sem declaração) e impostos sobre cripto (15% IR). Para cripto, custódia regulada reduz riscos de hacks em exchanges menores.
Enquanto isso, o mercado cripto totaliza US$ 2,84 trilhões, com volume diário de US$ 172 bilhões. Expansões como essa sinalizam maturidade no setor.
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