Regulador cartoon barrando pilares instáveis de stablecoins algorítmcas, abrindo caminho para pilar DREX sólido, simbolizando proibição no Brasil

Projeto de Lei Proíbe Stablecoins Algorítmicas no Brasil: Caminho Livre para o Drex

O governo brasileiro dá um passo decisivo na regulação de criptoativos ao avançar o Projeto de Lei 4.308/2024, que proíbe stablecoins algorítmicas e exige lastro integral 1:1 em moeda fiduciária ou ativos líquidos. Apresentado na Câmara dos Deputados, o texto responde a colapsos como o do UST da Terra em 2022, protegendo consumidores e preparando o terreno para o Drex, a moeda digital do Banco Central do Brasil (BCB). A medida, aprovada em comissão recente, alinha o país a padrões internacionais de estabilidade financeira.


Detalhes da Legislação e Motivações Oficiais

O PL 4.308/2024, relatado na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCTI), obriga emissores de stablecoins a segregar fundos de clientes do capital próprio, eliminando modelos algorítmicos sem reservas reais. Segundo autoridades do BCB, a iniciativa visa prevenir crises de liquidez, como a que destruiu bilhões no ecossistema Terra/Luna. Usuários brasileiros expostos a tokens semelhantes enfrentarão maior escrutínio regulatório, com proibição explícita de mecanismos matemáticos para manter paridade.

No contexto latino-americano, onde o Brasil lidera adoção cripto, essa norma sinaliza preferência por ativos lastreados, similar à MiCA na União Europeia, que também restringe stablecoins não colateralizadas. O texto avança para análise no plenário, com potencial sanção em 2026.

Conexão com o Drex e Tendências Globais

A proibição não é isolada: pavimenta o caminho para o Drex, plataforma de moeda digital do real explorada pelo BCB desde 2023. Apesar de pausas em testes iniciais por questões de escalabilidade e privacidade, o Drex busca interoperabilidade com stablecoins privadas reguladas. Paralelamente, nos EUA, a GENIUS Act discute reservas obrigatórias para emissores como Tether, enquanto a China mantém banimento total a cripto privadas.

Essa convergência global reflete uma narrativa comum: governos priorizam soberania monetária via CBDCs, relegando experimentos DeFi de alto risco. No Brasil, com volume de stablecoins superando 90% das transações digitais em ativos virtuais, a transição direciona capital para infraestrutura compliant.

Impactos Práticos para Investidores Brasileiros

Para o público local, o adeus às algorítmicas significa migração para USDT, USDC ou reais tokenizados, com exigência de identificação KYC e relatórios fiscais. Tokens como o antigo UST ilustram os riscos: descolamentos de paridade levaram a perdas totais, afetando milhões globalmente. Agora, emissores devem comprovar reservas auditadas, reduzindo volatilidade mas elevando barreiras de entrada.

Instituições financeiras brasileiras, como bancos e fintechs, ganham vantagem competitiva ao emitirem stablecoins reguladas, integrando-as a Pix e Drex. Investidores devem monitorar atualizações do BCB, pois a lei pode influenciar listagens em exchanges locais como Mercado Bitcoin e Binance Brasil.

Perspectivas e Próximos Passos Regulatórios

O cenário macro sugere consolidação: regulação clara atrai influxo institucional, mas comprime inovação em DeFi experimental. Países como Argentina e México observam o Brasil como benchmark regional. Com o PL em tramitação, o mercado aguarda posicionamento do Senado e possível veto ou ajustes presidenciais.

Em resumo, o Brasil equilibra inovação e proteção, moldando um ecossistema cripto maduro alinhado a potências globais. Investidores atentos a essa evolução estratégica posicionam-se melhor em um portfólio diversificado e compliant.


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Personagem cartoon da Caixa abraçando rede blockchain com Drex central, simbolizando investimento em lab para Real Digital e benefícios rápidos

Caixa e Drex: O Banco Popular Abraça Blockchain

Caixa e Drex: O Banco Mais Popular do Brasil Abraça a Blockchain. A Caixa Econômica Federal investiu R$ 1,37 milhão em um laboratório de blockchain, com foco na integração ao Drex, moeda digital do Banco Central. Assinado em abril de 2025 com a GoLedger e revelado agora, o contrato visa modernizar serviços para milhões de correntistas, trazendo transparência em benefícios como Bolsa Família e FGTS, além de agilidade em transações cotidianas. Isso pode significar pagamentos instantâneos sem filas ou atrasos.


Detalhes do Contrato e Laboratório

O acordo, no valor exato de R$ 1.365.600, foi fechado para montar o laboratório até abril de 2026. A GoLedger, empresa de Brasília especializada em blockchain, cuidará de treinamentos para funcionários da Caixa, desenvolvimento de protótipos (MVPs) e parcerias com o ecossistema de inovação. O foco prático é testar soluções reais para o dia a dia bancário.

Entre os ganhos esperados, destacam-se a redução de custos operacionais, maior segurança em processos e otimização de fluxos, como o pagamento de salários e benefícios sociais. Para quem depende da Caixa, isso pode traduzir em apps mais eficientes e menos burocracia, especialmente em regiões remotas sem agências físicas. O contrato ficou ‘escondido’ por nove meses, mas sua divulgação reforça o compromisso estatal com a tecnologia.

O Que é o Drex e Como a Caixa se Integra

O Drex (Digital Real eXchange) é a CBDC brasileira, uma versão 100% digital do Real emitida pelo Banco Central. Diferente de criptomoedas voláteis como Bitcoin, o Drex garante estabilidade e é controlado pelo governo. O piloto do Drex está em testes desde 2023, com foco em tokenização de ativos e pagamentos programáveis.

O laboratório usará tecnologias acessíveis: Hyperledger Besu 23.10.1 para a rede principal, linguagem Go para interações e smart contracts em Solidity compatível com EVM. Na prática, isso permite que a Caixa experimente transações instantâneas com Drex, integrando-o a serviços como saques de loterias ou transferências. Para o correntista comum, imagine verificar seu saldo de benefícios em tempo real, com total transparência e sem intermediários desnecessários.

Benefícios Práticos para o Correntista da Caixa

Se você é correntista da Caixa – e são mais de 60 milhões de brasileiros –, esse investimento traz vantagens diretas. Primeiro, transparência total: cada transação registrada em blockchain imutável evita fraudes e erros em pagamentos de FGTS, seguro-desemprego ou Bolsa Família. Segundo, agilidade: transações em segundos, sem depender de horários bancários ou filas nas lotéricas.

Além disso, custos menores para o banco podem se refletir em tarifas reduzidas ou contas gratuitas. Para quem vive no interior, o Drex facilita acesso financeiro via celular, promovendo inclusão. É a modernização do Estado chegando ao seu bolso, com blockchains eficientes que consomem menos energia que sistemas antigos.

Contexto de Mercado e Próximos Passos

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin opera a R$ 513.529,85 (-1,82% em 24h), mostrando maturidade do ecossistema blockchain além da especulação. Iniciativas como essa da Caixa sinalizam que o Drex avança para o cotidiano, alinhado à estratégia do BC para 2026-2029.

Vale monitorar atualizações da Caixa e do BC sobre os protótipos. Essa é uma oportunidade prática para o brasileiro comum se beneficiar da revolução digital, com serviços mais rápidos e seguros. Fique atento aos apps da Caixa para novidades em Drex.


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Personagens cartoon de banco estatal e tech firm construindo laboratório blockchain com Drex, simbolizando investimento da Caixa no Real Digital para pagamentos ágeis

Caixa Investe R$ 1,37 Milhão em Laboratório de Blockchain para Drex

A Caixa Econômica Federal, banco público mais popular do Brasil, investiu R$ 1,37 milhão em um laboratório de blockchain com foco na integração ao Drex, o real digital do Banco Central. Assinado em abril de 2025 com a GoLedger, o contrato visa desenvolver soluções inovadoras para serviços públicos, prometendo maior transparência, redução de custos e agilidade para milhões de correntistas que dependem de benefícios como Bolsa Família e FGTS. Revelado recentemente, o projeto sinaliza a aceleração estatal na adoção de tecnologias cripto.


O Que É Esse Laboratório de Blockchain?

Para quem está começando a entender o mundo das criptomoedas, blockchain é como um livro de registros digitais público e imutável. Cada transação fica gravada de forma segura, sem a necessidade de intermediários como cartórios ou bancos tradicionais para validar tudo. A Caixa contratou a empresa GoLedger, de Brasília, por R$ 1.365.600 para montar esse laboratório até abril de 2026.

O objetivo é prático e educativo: treinar funcionários, criar protótipos iniciais (chamados MVPs, ou produtos mínimos viáveis) e firmar parcerias com o ecossistema de inovação. Imagine seu salário ou FGTS chegando mais rápido e com menos erros, graças a processos otimizados. Os benefícios incluem redução de custos operacionais, maior segurança contra fraudes e até impacto ambiental positivo, pois blockchains modernas usam menos energia do que sistemas legados.

Integração com o Drex: Explicando o Real Digital

O coração do projeto é o Drex, sigla para Digital Real eXchange, uma CBDC (moeda digital emitida pelo Banco Central). Diferente do Bitcoin, que é descentralizado e volátil, o Drex é a versão 100% digital do nosso real, garantindo estabilidade e controle pelo governo. Para o cidadão comum, isso significa contas digitais gratuitas, pagamentos instantâneos e inclusão financeira para quem mora em áreas remotas sem agências bancárias.

O contrato usa tecnologias acessíveis como Hyperledger Besu 23.10.1 para a rede principal, linguagem GoLang para integrações e smart contracts em Solidity, compatíveis com a EVM (Ethereum Virtual Machine). Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin cotava a R$ 513.084,71 (-2,07% em 24h) no momento da consulta, reforçando que blockchains vão além de investimentos especulativos e entram no dia a dia público.

Por Que o Contrato Foi Revelado Tardiamente?

Assinado em abril de 2025, o acordo só ganhou visibilidade em janeiro de 2026, quase no fim do prazo inicial. Isso levanta discussões sobre transparência em contratos públicos, mas também confirma o compromisso de instituições estatais com a maturidade da tecnologia blockchain no Brasil. Bancos privados já testam soluções similares; agora, a Caixa segue o exemplo, preparando o terreno para uma transição suave ao Drex, em testes pelo BC desde 2023.

Para o correntista médio, que usa a Caixa para loterias, saques ou empréstimos, isso pode traduzir em aplicativos mais intuitivos, verificação de saldos em tempo real e transferências sem taxas elevadas. Menos filas, mais eficiência – tudo financiado pelo investimento público.

O Que Muda Para o Seu Dia a Dia?

Essa iniciativa prova que blockchain não é só para “especialistas em cripto”, mas uma ferramenta para melhorar serviços essenciais. Com o Drex, pagamentos governamentais como Bolsa Família podem se tornar instantâneos e rastreáveis, beneficiando os 30% de brasileiros ainda sem conta bancária. Fique atento a atualizações da Caixa e do Banco Central para ver os primeiros protótipos em ação.

É um passo positivo rumo à modernização, mostrando como o governo usa tecnologia para incluir mais pessoas no sistema financeiro digital. Monitore o progresso e veja como isso pode simplificar sua rotina bancária no futuro próximo.


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Bancário cartoon despejando energia dourada de cofre para rede blockchain crescente, com cidadão recebendo moeda digital, simbolizando investimento da Caixa no Drex

Caixa Investe R$ 1,37 Mi em Blockchain para Drex

O banco mais popular do Brasil quer ser o mais tecnológico. A Caixa Econômica Federal investiu R$ 1,37 milhão em um laboratório de blockchain, com foco na integração ao Drex, a moeda digital do Banco Central. Assinado em abril de 2025 e revelado só agora, o contrato com a GoLedger visa inovação em serviços públicos, prometendo redução de custos e maior transparência para milhões de correntistas.


O Que É Esse Laboratório de Blockchain?

Imagine um banco público testando tecnologias que podem revolucionar como você recebe seu salário ou FGTS. Blockchain é como um livro-razão digital público e imutável, onde cada transação fica registrada de forma segura e transparente, sem intermediários desnecessários. A Caixa contratou a empresa GoLedger, de Brasília, por R$ 1.365.600 para montar esse laboratório até abril de 2026.

O objetivo é claro para iniciantes: criar soluções práticas. Isso inclui treinamentos para funcionários, desenvolvimento de protótipos (MVPs) e parcerias com o ecossistema de inovação. Os benefícios prometidos? Redução de custos operacionais, segurança aprimorada, otimização de processos e até melhoria na sustentabilidade ambiental, já que blockchains modernas consomem menos energia que sistemas tradicionais.

Integração com o Drex: O Real Digital Explicado

O grande destaque é o foco no Drex, que significa "Digital Real eXchange". Trata-se de uma CBDC (Central Bank Digital Currency), ou moeda digital emitida pelo Banco Central do Brasil. Diferente de Bitcoin ou stablecoins privadas, o Drex é a versão 100% digital do nosso Real, controlada pelo governo para garantir estabilidade.

O contrato especifica tecnologias acessíveis: Hyperledger Besu 23.10.1 para a rede, linguagem GoLang para interações, e Smart Contracts em Solidity compatíveis com EVM (Ethereum Virtual Machine). Em palavras simples, isso permite que a Caixa teste transações instantâneas e seguras com o Drex, como pagamentos de benefícios sociais sem filas ou atrasos. Para o cidadão comum, significa potencial para contas digitais gratuitas e inclusivas, especialmente para quem vive em áreas remotas sem agências bancárias.

Segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin está a R$ 521.247 (+2,3% em 24h), mostrando que blockchains vão além de criptomoedas especulativas e entram no dia a dia estatal.

Por Que o Contrato Ficou Oculto por Nove Meses?

Assinado em abril de 2025, o acordo só veio a público em 8 de janeiro de 2026, quase no fim do prazo. Isso levanta questões sobre transparência em contratos públicos, mas confirma que gigantes estatais como a Caixa veem a blockchain como irreversível. Bancos privados já exploram isso; agora, o setor público segue, sinalizando maturidade da tecnologia no Brasil.

Para o brasileiro médio, que usa a Caixa para saque do Bolsa Família ou loterias, isso pode significar apps mais rápidos e seguros. Imagine verificar saldos em tempo real ou transferir valores sem taxas abusivas, tudo via Drex pilotado nesse laboratório.

O Que Isso Significa Para Você?

A adoção estatal reforça que blockchain não é "coisa de especulador", mas ferramenta para eficiência pública. Para o cidadão comum, importa porque pode baratear serviços bancários, acelerar pagamentos governamentais e incluir financeiramente os 30% de brasileiros sem conta em banco. Fique de olho: o Drex está em testes pelo BC desde 2023, e iniciativas como essa aceleram sua chegada ao cotidiano.

Vale monitorar atualizações da Caixa e do BC para ver os MVPs em ação. Essa é a prova de que a tecnologia cripto está se integrando ao sistema financeiro tradicional, beneficiando todos nós.


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Balança regulatória com burocrata brasileiro aprovando Drex e coreano congelando contas cripto, investidor equilibrando no centro

BC prioriza Drex e tokenização; Coreia planeja congelamento de contas cripto

O Banco Central do Brasil definiu Drex e tokenização de ativos reais como pilares da estratégia para 2026-2029, formando a terceira grande infraestrutura digital pública ao lado de Pix e Open Finance. Em paralelo, autoridades sul-coreanas avaliam o congelamento prévio de contas cripto suspeitas de manipulação de mercado. Movimentações indicam aceleração global na integração regulatória de ativos digitais.


Estratégia Brasileira: Drex e Tokenização em Foco

Segundo Rogério Lucca, secretário executivo do BC, o Drex só alcançará pleno potencial com um ecossistema robusto de tokens lastreados em ativos reais, enquanto a tokenização depende de um ambiente institucional seguro. Essa convergência promete modernizar o mercado de capitais, estendendo a eficiência do Pix para transações de ativos financeiros.

A integração com Open Finance permitirá maior concorrência e acesso a dados, com o Drex atuando como camada de liquidação. O BC planeja também conectar títulos públicos brasileiros ao mercado internacional e atualizar regimes de resolução financeira, facilitando influxo de investidores globais. No entanto, o projeto Drex enfrenta desafios tecnológicos, com a blockchain inicial considerada inadequada, embora a autarquia insista em avançar.

Para combater fraudes crescentes em 2025, o BC intensificará supervisão sobre Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs), elevando exigências de capital mínimo e monitorando provedores de infraestrutura bancária.

Coreia do Sul: Medidas Drásticas Contra Manipulação

A Financial Services Commission (FSC) sul-coreana discute um sistema de suspensão de pagamentos similar ao usado no mercado de ações, permitindo congelar contas cripto antes que suspeitos de manipulação — como front-running ou wash trading — lavem ganhos ilícitos. Atualmente, mandados judiciais atrasam ações, facilitando ocultação de fundos em wallets privadas.

Essa proposta integra a segunda fase da legislação cripto local, após foco inicial em proteção ao usuário. Emendas à Capital Markets Act, efetivas desde abril de 2025, já permitem freezes em ações por práticas abusivas. Autoridades argumentam que o dinamismo das cripto exige ferramentas preventivas mais ágeis.

Outras iniciativas incluem buscas em cold wallets pela National Tax Service e responsabilidade bancária para exchanges em casos de hacks.

Implicações para Investidores Locais e Globais

Para o investidor brasileiro, a agenda do BC sugere um sistema financeiro mais integrado e eficiente, mas com maior escrutínio regulatório, impactando exchanges e custodiantes de cripto. PSAVs precisarão de maior robustez, potencialmente elevando custos operacionais e barreiras de entrada.

Na perspectiva global, a Coreia exemplifica tendência asiática de alinhar criptoativos a padrões de securities markets, similar a movimentos na UE e EUA. Investidores devem monitorar como essas regras afetam liquidez e inovação: proteção contra manipulação fortalece confiança, mas freezes preemptivos podem gerar preocupações com privacidade e acesso rápido a fundos.

Enquanto o Brasil avança em CBDCs e tokenização, a Ásia reforça enforcement, moldando um ecossistema cripto mais maduro, mas regulado. Vale acompanhar atualizações do BC e FSC para ajustes em estratégias de portfólio.


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