Trader cartoon impaciente diante de cofre digital com timer girando, simbolizando delays de segurança em bancos e exchanges contra fraudes no Brasil

Saque Travado? Bancos e Exchanges Impõem Esperas por Segurança

Se o seu banco ou exchange demorou para liberar um saque, não entre em pânico: pode ser uma proteção contra golpes. O DBS Bank de Singapura anunciou um período de resfriamento de 12 horas para ações de risco, como adicionar novos destinatários ou aumentar limites de transferência, a partir de 7 de março. Em paralelo, a Binance revela que reduziu em 97% sua exposição a sanções desde 2024. Essa tendência de compliance chega para blindar o seu dinheiro.


O Que Muda no DBS Bank

O DBS, um dos maiores bancos da Ásia, está implementando essa medida para combater golpes que custaram quase S$500 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) em Singapura só no primeiro semestre de 2025. Clientes não poderão mais adicionar um novo beneficiário de transferência, elevar limites diários para transações locais ou internacionais, ou alterar dados de contato de forma instantânea. Tudo isso só entra em vigor após as 12 horas.

Durante esse tempo, o banco envia alertas por e-mail ou app, dando chance para você checar se foi um pedido fraudulento. É como um ‘botão de arrependimento’ obrigatório. Outras ações recentes incluem toggle temporário para adicionar cartões a carteiras digitais e bloqueio automático em contas com saldos altos para transações suspeitas. No Brasil, bancos como Itaú e Nubank já usam alertas similares no Pix para valores altos, preparando o terreno para algo parecido.

Binance Reforça Compliance Contra Sanções

A maior exchange do mundo, Binance, responde a acusações recentes dobrando a aposta na conformidade. Desde janeiro de 2024, a exposição a entidades sancionadas caiu de forma drástica: volume relacionado representa agora só 0,009% do total. Especificamente contra exchanges iranianas, a redução foi de US$ 4,19 milhões para US$ 110 mil no período até 2026.

Com 25% da equipe dedicada a compliance e investimentos de centenas de milhões de dólares, a plataforma nega demissões por denúncias internas e atribui saídas a violações de confidencialidade. Isso mostra que exchanges estão se alinhando a padrões bancários, monitorando riscos em tempo real para evitar crimes como lavagem de dinheiro ou violações internacionais.

Impacto Prático para Brasileiros

Aqui no Brasil, onde fraudes via Pix somaram bilhões em 2025, essa onda global afeta diretamente quem usa cripto para remessas ou poupança. Imagine pedir um saque de R$ 10 mil da sua conta na Binance para o banco: pode haver atraso se detectarem padrão de risco, como novo endereço ou valor alto após login de IP diferente. Bancos tradicionais já impõem esperas em TEDs internacionais ou contas novas.

Para o trabalhador comum, que usa USDT para mandar dinheiro à família no Nordeste ou pagar boletos, isso significa planejar com antecedência. Mas o ganho é segurança: evita que golpistas, após roubar sua senha via phishing, limpem sua conta em minutos. Autoridades como o Banco Central e CVM pressionam por mais regras, e exchanges locais como Mercado Bitcoin seguem o exemplo.

O Que Fazer no Dia a Dia

  1. Sempre ative autenticação de dois fatores (2FA) e verifique alertas.
  2. Para saques grandes, divida em lotes menores e evite horários noturnos.
  3. Monitore apps de banco e exchange diariamente.
  4. Se suspeitar de atraso injusto, contate o suporte imediatamente – pode ser só precaução.

Essas medidas protegem seu suor mensal, equivalente a 3-4 salários mínimos. Fique atento: compliance não é burocracia, é escudo contra os 20 mil casos de golpes anuais em Singapura – e crescendo aqui.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.