Comunidade Ethereum cartoon transforma fragmentos do hack DAO em escudo de segurança luminoso, simbolizando fundo de US$ 220 milhões para defesa futura

Do Hack do DAO à Defesa: Ethereum Mobiliza US$ 220 Milhões em ETH

Do hack à defesa: a comunidade Ethereum está mobilizando mais de 70.500 ETH não reclamados do histórico The DAO de 2016 para criar uma iniciativa de segurança avaliada em US$ 220 milhões. Anunciada por veteranos como Griff Green, a ação transforma o maior erro da rede em recursos para proteger wallets, contratos inteligentes e o protocolo core. Vitalik Buterin atua como curador, reforçando o compromisso com a resiliência.


O Legado do The DAO e o Hack de 2016

Em 2016, o The DAO captou cerca de US$ 150 milhões, equivalente a 14% de todo o ETH em circulação na época. No entanto, uma vulnerabilidade em seu contrato inteligente permitiu que hackers drenassem milhões, forçando um hard fork controverso que originou o Ethereum Classic. Após o evento, fundos não reclamados ficaram presos em contratos de resolução, totalizando mais de 70.500 ETH hoje, valorizados em torno de US$ 220 milhões com a apreciação do ativo.

Esses saldos inativos, gerenciados por uma carteira multisig de curadores, representam uma lição cara sobre segurança em smart contracts. Em vez de deixá-los ociosos, a comunidade optou por reutilizá-los, conectando o passado especulativo a necessidades atuais de proteção da rede.

Estrutura do Fundo de Segurança

O novo fundo de defesa do Ethereum, chamado The DAO Fund, stakeará aproximadamente 69.420 ETH para gerar rendimento contínuo. Esse yield, estimado em US$ 8 milhões anuais, somado a cerca de 4.600 ETH em reserva, financiará projetos em áreas críticas: segurança de wallets, auditorias de contratos, resposta a incidentes e melhorias no protocolo principal.

Griff Green destacou em entrevista à Unchained que, apesar dos avanços, problemas como phishing e drenagem de carteiras persistem. O fundo prioriza mecanismos abertos e bottom-up para alocação eficiente de recursos.

Curadores e Mecanismos de Governança

Vitalik Buterin, cofundador do Ethereum, confirmou sua participação como curador, ao lado de especialistas como Taylor Monahan (MetaMask), Jordi Baylina (ZisK) e Pol Lanski (Dappnode). Essa equipe diversificada garante expertise em hardware, software e nós descentralizados.

A distribuição de grants usará ferramentas inovadoras: quadratic funding (financiamento quadrático, que amplifica contribuições comunitárias pequenas), retroactive funding (reembolso pós-projeto bem-sucedido) e votação por escolha ranqueada em RFPs. Essa abordagem DAO-like promove transparência e inclusão, alinhada aos princípios originais do Ethereum.

Implicações para o Futuro da Rede

Essa iniciativa demonstra a maturidade do ecossistema Ethereum: erros do passado se tornam alicerces para o futuro. Ao investir em segurança proativa, a rede reduz riscos de exploits, que custaram bilhões em perdas históricas. Para usuários brasileiros, com ETH cotado a cerca de R$ 14.268 (AwesomeAPI), o fundo pode elevar a confiança em DeFi e aplicações on-chain.

Green aconselha: adote uma hardware wallet. Monitore o progresso via canais oficiais para ver como esses US$ 220 milhões impulsionarão uma Ethereum mais resiliente e segura contra ameaças emergentes.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Veteranos cartoon transformando cofre DAO antigo em escudo protetor luminoso para rede Ethereum, simbolizando retorno para segurança após hack de 2016

The DAO Retorna: Fundo de US$ 220 milhões para Segurança Ethereum

O fantasma do hack mais famoso da história cripto volta para salvar a rede Ethereum. Veteranos da comunidade, incluindo o cofundador Vitalik Buterin, estão revivendo The DAO — o experimento pioneiro de governança descentralizada de 2016 — com um fundo de US$ 220 milhões em ETH não reclamado desde o exploit que abalou a rede há uma década. A iniciativa foca exclusivamente em segurança.


Origens do The DAO e o Hack de 2016

The DAO, ou Decentralized Autonomous Organization, surgiu em 2016 como um fundo de venture capital totalmente on-chain no Ethereum. Projetado para ser gerido por detentores de tokens via votação em propostas, captou cerca de US$ 150 milhões — 14% de todo o ETH em circulação na época —, tornando-se o maior crowdfunding da história até então.

No entanto, uma vulnerabilidade no código do smart contract permitiu que um atacante drenasse US$ 60 milhões em ether. Isso gerou uma crise existencial: a comunidade debateu intensamente entre imutabilidade blockchain e intervenção. O resultado foi um hard fork, dividindo a rede em Ethereum (com reembolso) e Ethereum Classic (cadeia original imutável). Os fundos restantes, incluindo 70.500 ETH, ficaram parados em contratos não resolvidos.

O Que São os ‘ETH Não Reclamados’?

Após o hard fork, uma carteira multisig de curadores gerenciou reivindicações pendentes. Cerca de 70.500 ETH nunca foram sacados pelos detentores originais, possivelmente por perda de chaves privadas ou abandono. Esses ativos, avaliados hoje em aproximadamente US$ 220 milhões (ou mais de R$ 1 bilhão, com ETH a R$ 14.657), permaneceram intocados por quase 10 anos.

A reativação respeita o ethos descentralizado: os curadores — como Griff Green (Giveth), Taylor Monahan (MetaMask), Jordi Baylina (ZisK) e Pol Lanski (Dappnode) — propõem realocá-los sem violar direitos de reivindicação. Qualquer herdeiro ainda pode acessar sua porção via mecanismos originais.

Gestão do Novo Fundo de Segurança

O The DAO Fund alocará inicialmente US$ 13,5 milhões em grants para segurança, distribuídos por mecanismos DAO modernos: quadratic funding (financiamento quadrático, que amplifica contribuições populares), retroactive public goods funding (reembolso retroativo por bens públicos) e RFPs com votação por escolha ranqueada. Áreas incluem segurança de wallets, auditorias de smart contracts, resposta a incidentes e melhorias no protocolo core.

Os restantes 69.420 ETH serão staked, gerando um endowment com rendimento anual estimado em US$ 8 milhões (a taxas atuais). Isso cria sustentabilidade de longo prazo. "Security really needs support", alertou Green, citando phishing e drenos de wallets persistentes.

Por Que Agora? Implicações para o Ethereum

Reviver The DAO faz sentido em 2026: o Ethereum amadureceu, mas vulnerabilidades persistem — de exploits em DeFi a ataques de phishing. Com TVL bilionário e adoção crescente, investir em segurança fortalece a rede contra ameaças. Simbolicamente, transforma uma tragédia histórica em legado positivo, reforçando governança bottom-up.

Para usuários brasileiros, a lição é clara: use hardware wallets e auditorias. Monitore o X oficial do projeto para rounds de funding. Essa iniciativa pode elevar padrões de segurança em toda a Web3.


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Loop glassmorphism de energia cyan com 50% fluindo para núcleo OP dourado, simbolizando recompra aprovada pela Superchain da Optimism

Optimism Aprova Recompra de OP: 50% da Receita da Superchain

Os tokenholders da Optimism aprovaram uma proposta para lançar um programa de recompra de tokens OP por 12 meses, utilizando 50% da receita gerada pelos sequencers da Superchain. A votação atingiu quórum hoje (28/01/2026), com mais de 84% de aprovação, e agora segue para aprovação final na Joint House. Iniciativa visa alinhar o token à atividade na rede Layer 2, beneficiando diretamente os detentores.


Detalhes da Proposta Aprovada

A medida autoriza a alocação de metade da receita de sequencers da Superchain — ecossistema de chains Layer 2 sobre Ethereum, incluindo Base e World Chain — para compras mensais de OP. A Superchain gerou cerca de 5.868 ETH (aproximadamente US$ 17,6 milhões) em receita no último ano, conforme dados do DeFiLlama.

A partir de fevereiro, a Optimism Foundation converterá a receita em ETH para OP via provedor over-the-counter (OTC), armazenando os tokens recomprados no tesouro do Collective. As transações serão transparentes por meio de um dashboard público, promovendo accountability na governança DAO.

Essa estrutura técnica garante que o token OP transcenda seu papel puramente governamental, criando demanda ligada ao uso real da rede. Para detentores brasileiros, isso representa uma oportunidade de valorização fundamentada em métricas de adoção Layer 2.

Debate na Comunidade e Críticas

A proposta, publicada em 7 de janeiro no fórum de governança da Optimism, gerou discussões acaloradas. Críticos argumentam que recompras financiadas paralelamente a emissões contínuas de tokens podem ser “financeiramente neutras ou destrutivas de valor”, questionando a sustentabilidade a longo prazo.

Outros apoiaram a intenção, mas cobraram execução on-chain para maior confiança. A Foundation rebateu, enfatizando que o programa demonstra uma mudança significativa no papel do OP, sem comprometer fundos para desenvolvimento do ecossistema. A votação superou o quórum pouco antes do prazo final, às 13:58 ET.

Agora, depende de 60% de aprovação na Joint House, etapa crucial na governança multi-camadas da Optimism DAO.

Implicações para Tokenomics de Layer 2

Essa aprovação sinaliza uma tendência nas Layer 2s: compartilhar lucros diretamente com detentores via recompras. Projetos como Aave (US$ 50 milhões anuais em AAVE) e Magic Eden (buybacks de ME) já adotam mecanismos semelhantes, elevando a utilidade econômica de seus tokens.

Para a Optimism, isso fortalece o modelo Superchain, onde sequencers capturam valor de transações (MEV e taxas de prioridade). Com o OP estável no dia (+0%), mas +8% nos últimos 30 dias (apesar de -79% no ano), detentores podem ver suporte de preço à medida que a receita cresce com adoção.

Investidores em L2 devem monitorar o dashboard de transações e métricas de TVL na Superchain para avaliar o impacto real.

O Que Esperar nos Próximos Meses

Se aprovada na Joint House, as primeiras recompras ocorrem em fevereiro, potencializando um ciclo virtuoso: mais atividade na Superchain eleva receita, que financia mais OP, incentivando retenção de tokens. Essa evolução na economia de DAOs Layer 2 pode inspirar concorrentes como Arbitrum ou Polygon.

Para traders brasileiros, vale acompanhar o desempenho do OP em exchanges locais, considerando a volatilidade inerente ao mercado cripto.


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