Senadores cartoon erguendo escudo cyan-dourado sobre rede DeFi pulsante, simbolizando proteção do CLARITY Act no Senado EUA

Senado dos EUA Avança CLARITY Act com Proteção a DeFi

O Senado dos EUA avançou com um rascunho emendado do CLARITY Act, parte de um projeto amplo de estruturação do mercado cripto. A proposta, liderada por senadores como Cynthia Lummis e Ron Wyden, busca proteger desenvolvedores de software não-custodiais (non-custodial devs) de serem classificados como transmissores de dinheiro. Essa distinção é crucial para o ecossistema DeFi, separando criadores de código de obrigações financeiras impostas a exchanges centralizadas. O texto, divulgado nesta semana, sinaliza clareza regulatória aguardada há anos pelo setor.


Detalhes do Rascunho Legislativo

O novo rascunho do CLARITY Act define jurisdições claras entre SEC e CFTC, tratando a maioria dos ativos digitais como commodities sob supervisão da CFTC. Isso reduz a incerteza que paira sobre tokens como Bitcoin, que não seriam considerados securities. Adicionalmente, há um compromisso sobre recompensas de stablecoins, permitindo yields baseados em atividades, mas proibindo juros simples por mera custódia, equilibrando interesses de bancos tradicionais e inovação cripto.

Senadores Lummis e Wyden introduziram uma cláusula bipartidária que exclui devs de blockchains distribuídos de leis anti-lavagem de dinheiro, desde que não controlem fundos. Essa medida responde a casos como o de Roman Storm, do Tornado Cash, condenado por conspiração em serviço de transmissão sem licença.

Proteções para Desenvolvedores DeFi

A proposta de Lummis blinda explicitamente provedores de carteiras autocustódia e mineradores, que suportam infraestrutura sem controle sobre ativos. ‘Desenvolvedores que não tocam, movem ou controlam criptomoedas não devem ser regulados como se o fizessem’, afirmou Lummis. Vitalik Buterin, fundador do Ethereum, apoia, destacando a importância da privacidade em ferramentas como Tornado Cash.

Essa blindagem evita interpretações abusivas do DOJ e FinCEN, que ameaçavam criminalizar open-source DeFi. Para devs brasileiros e globais, isso reduz riscos de extradição ou sanções ao contribuir para protocolos permissionless.

Implicações para Regulação Global

Do ponto de vista geopolítico, o CLARITY Act reforça os EUA como hub regulatório amigável, contrastando com abordagens mais restritivas na UE (MiCA) ou Ásia. Ao atrair capital institucional, pode estabilizar mercados globais, beneficiando economias emergentes como o Brasil, onde DeFi cresce apesar de incertezas fiscais.

Analistas veem o texto como teste para adoção corporativa, com stablecoins emitidas por bancos sob supervisão federal. No entanto, ausências como ética para oficiais públicos (ex: Trump family ties) geram críticas democratas, podendo atrasar aprovação.

Próximos Passos e Perspectivas

A Comissão Bancária do Senado marca audiência quinta-feira (15/01), com emendas até terça. A Agricultura adia para fim de janeiro. Aprovação conjunta pode levar a lei até março, alinhando com ETF approvals e política monetária do Fed.

Investidores devem monitorar debates sobre DeFi e stablecoins. Para o Brasil, maior clareza nos EUA impulsiona fluxos via Binance e exchanges locais, mas exige harmonização com CVM e BC.


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Senadores cartoon erguendo escudo DeFi protetor sobre desenvolvedores blockchain, simbolizando lei para blindar devs de regulação excessiva nos EUA

Lummis Propõe Lei para Proteger Devs DeFi: Fim da Caça às Bruxas?

Finalmente uma lei que entende a diferença entre um código e uma corretora: a senadora republicana Cynthia Lummis, ao lado do democrata Ron Wyden, propôs o Blockchain Regulatory Certainty Act (BRCA). O projeto standalone protege desenvolvedores de software blockchain e DeFi que não tocam fundos de clientes de serem classificados como “money transmitters”, aliviando o medo de processos judiciais. Isso surge em meio às negociações finais do maior bill de estrutura de mercado cripto no Senado, prometendo clareza regulatória para inovadores.


O Que Diz o Blockchain Regulatory Certainty Act?

O BRCA esclarece, de forma técnica mas acessível, que escrever código ou manter redes open-source não equivale a operar como transmissor de dinheiro. Desenvolvedores que não custodiam, controlam ou acessam fundos de usuários ficam isentos das rigorosas exigências federais e estaduais de licenciamento. Essa distinção é crucial em blockchains permissionless, onde o código é público e qualquer um pode usá-lo.

Como explica a proposta, o foco está em atividades sem risco de lavagem de dinheiro: “Blockchain developers who have simply written code and maintain open-source infrastructure” não devem ser tratados como bancos. Lummis destacou que a incerteza atual expulsou inovação para fora dos EUA, submetendo devs a regras conflitantes entre estados. Com essa lei, programadores ganham segurança para construir protocolos DeFi sem o espectro de sanções criminais.

A medida responde a casos reais, como os desenvolvedores do Tornado Cash, processados por supostamente operarem um mixer sem licença, apesar de o software ser não-custodial. O bill preserva ferramentas anti-lavagem existentes, equilibrando inovação e compliance.

Contexto nas Negociações do Market Structure Bill

Essa provisão já aparecia em drafts do amplo crypto market structure bill do Senado, que define regras para mercados digitais. No entanto, com negociações apertadas — envolvendo illicit finance, stablecoins com yields e lucros de oficiais governamentais —, Lummis e Wyden optaram pelo bill standalone para reforçar apoio bipartidário.

O texto principal vai para markup na Senate Banking Committee nesta quinta-feira, liderada por Tim Scott. Já o Senate Agriculture Committee adiou sua audiência para fim de janeiro, dando mais tempo para alinhamentos. Lobbyistas cripto aguardam o draft final, que pode sair até terça-feira, testando se republicanos priorizam consenso ou avançam sozinhos.

Democratas buscam emendas sobre conflitos de interesse, enquanto a Casa Branca participa ativamente. A indústria, dividida entre DeFi puro e plataformas centralizadas como Coinbase, uniu-se em carta com mais de 100 signatários defendendo essa proteção.

Implicações para Desenvolvedores e a Indústria Cripto

Para devs brasileiros e globais mirando os EUA, o BRCA significa alívio: sem medo de serem equiparados a exchanges só por deployar smart contracts. Grupos como DeFi Education Fund e Blockchain Association aplaudiram, chamando-o de “essencial para inovação nos EUA”. Paradigm reforçou que regras claras atraem desenvolvimento blockchain doméstico.

Se incorporado ao market structure bill, pode pavimentar adoção institucional, contrastando com a abordagem punitiva da SEC. No entanto, críticos temem isenções amplas facilitarem ilícitos — mas defensores argumentam que custódia é o divisor de águas, não o código em si.

Em um mercado volátil, com Bitcoin acima de US$ 91 mil, clareza regulatória impulsiona confiança. Investidores devem monitorar o markup: sucesso bipartidário pode acelerar ETFs e DeFi compliant.

Próximos Passos e Perspectivas Esperançosas

O futuro depende do markup: emendas democratas podem diluir o texto, mas o momentum bipartidário é forte. Para o ecossistema, essa lei sinaliza maturidade regulatória, convidando talentos de volta aos EUA. Brasileiros no DeFi ganham indiretamente, com protocolos globais mais seguros.

Vale acompanhar: se aprovada, marca o fim da “caça às bruxas” e o início de uma era onde código é liberdade, não crime.


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Senadores cartoon em markup do CLARITY Act com documento dourado central e rede DeFi observando, simbolizando aceleração regulatória cripto nos EUA

Senado EUA Acelera CLARITY Act: Markup em 15/Jan

Republicanos no Senado dos EUA aceleram votação do projeto de lei de estrutura de mercado cripto, com markup marcado para 15 de janeiro nas comissões de Bancos e Agricultura. Liderados por Tim Scott e John Boozman, buscam bipartidarismo, mas democratas como Cory Booker resistem. A aprovação do CLARITY Act pode chegar à mesa de Trump em março, definindo o mercado global em 2026. Lei CLARITY aprovada? Seu portfólio agradece.


Markup Agendado: Republicanos no Comando

O presidente da Comissão de Bancos do Senado, Tim Scott, confirmou o markup para 15 de janeiro, após meses de negociações. Cynthia Lummis compartilhou o rascunho inicial do Responsible Financial Innovation Act, sinalizando avanço. A Comissão de Agricultura, sob John Boozman, segue o ritmo, mas insiste em versão bipartidária. Essa aceleração reflete o momentum pós-eleições, com o setor cripto pressionando por clareza regulatória em um contexto geopolítico de competição com China e Europa.

Analistas veem o prazo como crítico: sucesso nas comissões leva a reconciliação e voto no plenário, exigindo 60 votos para superar obstrução. Sem isso, o bill pode estagnar até as midterms de 2026.

Desafios Bipartidários e Resistências Democratas

Democratas demandam proteções éticas, como proibir lucros de altos funcionários com cripto – uma referência velada a Trump. Senadores como Ruben Gallego e Cory Booker representam ‘linhas vermelhas’. Segundo Alex Thorn da Galaxy, republicanos precisam de 7-10 democratas; 4 na Bancos podem atrair os 17 que aprovaram o GENIUS Act sobre stablecoins.

A passagem na Bancos é esperada, mas fricções partidárias, incluindo lobby bancário tradicional, ameaçam. Globalmente, atrasos beneficiam jurisdições como UE (MiCA) e Ásia, onde clareza atrai capital.

Demandas DeFi Pendentes e Riscos para Indústria

O setor DeFi alerta que abandonará o bill sem proteções a desenvolvedores contra responsabilização excessiva. Lobby de finanças tradicionais ataca yields de stablecoins e DeFi. Talia Davis, do DeFi Education Fund, elogia democratas engajados, mas linhas vermelhas persistem.

Se não atendidas, a indústria pode retirar apoio, adiando regulação. Geopoliticamente, isso enfraquece a liderança dos EUA em inovação blockchain, cedendo terreno a rivais.

Impacto Global e Estratégia para 2026

Aprovação definiria estrutura de mercado, atraindo instituições hesitantes por incertezas. Para brasileiros, significa mais liquidez em exchanges globais e ETFs. Falha impacta sentimento curto-prazo, com midterms de 2026 incertos – democratas podem reverter ganhos Trump.

Investidores globais monitoram: sucesso reforça soberania digital US; atraso favorece migração de capitais. Vale acompanhar Lummis e Scott para sinais.


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Oficial US Marshals cartoon bloqueando seta de venda sobre pilha de BTC intacta com touro aliviado, confirmando bull market intacto

US Marshals Negam Venda de 57,5 BTC: Bull Intacto?

Os US Marshals negaram oficialmente a venda de 57,5 BTC, dissipando rumores alimentados por documentos judiciais e movimentações on-chain para a Coinbase Prime. A confusão surgiu de papéis do caso Samourai Wallet, mas o serviço confirma que nenhum ativo foi liquidado, alinhando-se à ordem executiva de Trump para preservar uma reserva estratégica de Bitcoin. BTC gov fica: o bull market está intacto, com alívio imediato na pressão vendedora governamental?


Origem da Confusão On-Chain e Judicial

A polêmica começou com uma reportagem da Bitcoin Magazine, que citou um “Asset Liquidation Agreement” vinculado a 57,5 BTC do caso Samourai Wallet. Esses bitcoins, avaliados em cerca de US$ 6.367 milhões na época da transferência em 3 de novembro de 2025, foram movidos para a Coinbase Prime — um movimento clássico interpretado por analistas on-chain como sinal de venda iminente.

No caso Samourai, desenvolvedores Keonne Rodriguez e William Lonergan Hill foram presos em 2024 por operar um serviço de mixing como transmissão de dinheiro não licenciado. Os BTC foram pagos ao Departamento de Justiça como parte de um acordo de guilty plea, gerando especulações de liquidação rápida. A senadora Cynthia Lummis, defensora ferrenha do Bitcoin, reagiu no X: “Por que o governo dos EUA ainda está liquidando bitcoin quando o presidente ordenou preservá-los para a reserva estratégica?” Sua preocupação ecoou no mercado, ampliando o FUD (fear, uncertainty, doubt).

Dados on-chain confirmaram a transferência, mas sem prova definitiva de venda, destacando os limites da análise blockchain em contextos governamentais complexos.

Resposta Oficial dos US Marshals

Em contato com a DL News, o US Marshals Service (USMS) foi categórico: “Não vendemos o Bitcoin mencionado e não sabemos como a Bitcoin Magazine obteve essa informação. Eles não fizeram fact-check nem nos contataram.” O serviço enfatizou seu processo de múltiplos níveis de aprovação para liquidações, garantindo conformidade com a Seção D da Executive Order 14233.

Essa ordem, emitida pelo presidente Donald Trump, determina que BTC obtidos via confisco criminal ou civil sejam retidos como parte da reserva estratégica nacional. Qualquer disposição deve atender critérios estritos, evitando vendas precipitadas. A negativa oficial corrige o mal-entendido, confirmando que os 57,5 BTC permanecem sob custódia, sem impacto no suprimento circulante. Analistas on-chain agora reinterpretam o movimento para Coinbase Prime como mera custódia ou preparação administrativa, não liquidação.

Contexto da Reserva Estratégica de Bitcoin

A Executive Order 14233 representa um marco na adoção institucional do Bitcoin pelos EUA, posicionando o ativo como reserva de valor estratégica contra nações como China e Rússia, que acumulam BTC. Senadora Lummis tem pressionado por acumulação governamental, argumentando que vender agora seria contraprodutivo em meio à alta global de adoção.

Os USMS gerenciam bilhões em ativos confiscados, incluindo cripto. Historicamente, liquidações ocorriam rotineiramente, mas a nova diretriz prioriza retenção. Esse episódio reforça a credibilidade da política: mesmo sob escrutínio, o governo adere às regras, evitando dumps que pressionariam preços. Para investidores, é um sinal positivo de maturidade regulatória.

Impacto no Mercado e Próximos Passos

O Bitcoin negocia a R$ 484.959 (Cointrader Monitor), com variação de -2,33% em 24h e volume de 273 BTC nas exchanges brasileiras. A negativa alivia temores de oferta extra, sustentando suporte acima de US$ 89.000.

Investidores devem monitorar atualizações judiciais do caso Samourai e fluxos on-chain governamentais. Plataformas como Arkham Intelligence e Whale Alert são essenciais para distinção entre custódia e vendas reais. Com a reserva intacta, o cenário bullish persiste, mas volatilidade macro (Fed, eleições) exige cautela. Vale observar se mais BTC confiscados serão direcionados à reserva nacional.


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