Personagens cartoon de ABCripto com escudo stablecoins versus burocrata com martelo IOF em balança, ilustrando batalha judicial contra imposto no Brasil

ABCripto vs Governo: Batalha contra IOF em Stablecoins

A indústria cripto brasileira, liderada pela ABCripto, ameaça entrar na Justiça contra o Ministério da Fazenda caso avance com a cobrança de IOF sobre transferências de stablecoins. Representando mais de 50 empresas, a entidade argumenta que equiparar ativos como USDT e USDC a moedas estrangeiras viola a Constituição e carece de base legal. Com stablecoins respondendo por até 90% do volume de negociações no país, a medida pode encarecer o dia a dia de traders, freelancers e famílias que usam essas ferramentas para remessas e proteção contra inflação. Usuários comuns seriam os primeiros impactados.


O Que o Governo Pretende Fazer com Stablecoins?

O Ministério da Fazenda planeja tratar transferências de stablecoins como operações de câmbio estrangeiro, aplicando o IOF já cobrado em transações internacionais. Stablecoins, como USDT e USDC, são criptomoedas atreladas ao dólar americano, usadas no Brasil para poupança em dólar digital, negociações e envios de dinheiro ao exterior. A proposta ganha força com novas regras do Banco Central, vigentes a partir de fevereiro de 2026, que classificam pagamentos em stablecoins como atividade cambial.

Essa equiparação ignora a natureza descentralizada desses ativos, que não são emitidos por bancos centrais estrangeiros. A ABCripto alerta que o governo não tem autoridade para criar tributos dessa forma sem aprovação congressional, o que configuraria abuso de poder regulatório. Recentemente, o Brasil já alterou a tributação de criptoativos, eliminando isenções sobre ganhos e impondo uma alíquota fixa de 17,5%, mas essa nova camada de IOF elevaria custos significativamente.

Por Que a ABCripto Diz Que É Inconstitucional?

Julia Rosin, presidente da ABCripto, defende que stablecoins não se enquadram como “moeda estrangeira” prevista na lei. Elas são representações digitais de valor, reguladas como ativos virtuais pela Lei 14.478/2022, não como câmbio tradicional. Cobrar IOF exigiria mudança legislativa, não mera interpretação ministerial. A entidade vê violação ao princípio da legalidade tributária, que proíbe criação de impostos por decreto.

Além disso, a medida contraria o marco regulatório recente, aprovado pelo Congresso, que busca fomentar inovação sem onerar excessivamente o setor. Se implementada, poderia incentivar migração para plataformas offshore ou serviços informais, dificultando a fiscalização e aumentando riscos para usuários. A batalha judicial promete questionar esses fundamentos na Justiça, potencialmente chegando ao STF.

Impacto no Usuário Brasileiro do Dia a Dia

Para o investidor prático, o efeito é imediato: stablecoins dominam 90% das transações cripto no Brasil, usadas em trades rápidos, pagamentos freelance internacionais e hedge contra desvalorização do real. Uma taxa extra de IOF – que pode chegar a 6,38% em remessas – tornaria cada transferência mais cara, erodindo margens em operações cotidianas.

Freelancers recebendo em dólares via Upwork ou Fiverr, por exemplo, converteriam para stablecoins para evitar spreads bancários, mas pagariam mais. Pequenos negócios e famílias enviando dinheiro para parentes no exterior sentiriam o peso. Com o volume atual, isso impactaria milhões de reais diários. Usuários devem monitorar exchanges locais para ajustes de taxas e considerar diversificação, mas sempre com cautela.

Próximos Passos e o Que Monitorar

A ABCripto deu ultimato ao governo, e a resposta definirá se o processo avança. Enquanto isso, o setor cobra diálogo com reguladores para equilibrar inovação e proteção ao consumidor. Globalmente, países como EUA e Índia enfrentam dilemas semelhantes com stablecoins, sugerindo que o Brasil segue tendência de maior escrutínio.

Para você, acompanhe atualizações da ABCripto e Banco Central. Mantenha registros de transações para compliance fiscal e evite pânico: a judicialização pode barrar a taxa. Essa luta reforça a importância de uma regulamentação pró-mercado, preservando o acesso acessível a ferramentas financeiras modernas.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Personagem Abcripto cartoon com escudos USDT e USDC desafiando gigante burocrático com impostos IOF, simbolizando resistência à taxção de stablecoins no Brasil

Abcripto Ameaça Processar Governo por Taxa em Stablecoins

O governo planeja impor IOF sobre stablecoins, mas a Abcripto, associação que reúne mais de 50 empresas de cripto, ameaça processar o Ministério da Fazenda caso o IOF seja imposto por decreto sobre transações de stablecoins como USDT e USDC. Julia Rosin, presidente da entidade, alega inconstitucionalidade, ao defender que isso equipara ativos digitais a moedas estrangeiras.


A Posição Firme da Abcripto

Julia Rosin, recém-eleita presidente da Abcripto — a Associação Brasileira de Criptoeconomia —, posicionou-se publicamente contra a taxação de transações com stablecoins. Segundo ela, impor o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) por decreto seria inconstitucional. Isso porque contrariaria regulamentações já aprovadas pelo Congresso Nacional, que não tratam criptoativos como moedas estrangeiras.

A Abcripto representa o setor nacional, agrupando exchanges, corretoras e empresas de tecnologia blockchain. Rosin enfatiza que stablecoins já incidem IOF na emissão (minting), quando há conversão de reais para dólares digitais. Cobrar novamente nas transações internas seria dupla tributação, elevando custos para usuários e empresas.

Essa resistência ganha força após declarações do secretário Dario Durigan, do Ministério da Fazenda, em novembro, sinalizando foco em taxar e regular criptoativos. Parlamentares pró-cripto já prometem barrar iniciativas semelhantes.

Por Que Stablecoins Não São Moedas Estrangeiras?

Stablecoins como USDT (Tether) e USDC são criptomoedas atreladas ao dólar, usadas para proteção contra inflação e remessas rápidas. No Brasil, servem como ponte entre reais e o ecossistema global de cripto, sem envolver câmbio tradicional.

Rosin argumenta: “O IOF está ligado a câmbio de moedas. Uma stablecoin não é moeda”. Na emissão, já há IOF por envolver fiat. Taxar fluxos internos — depósitos, saques ou trocas — tornaria essas operações mais caras, impactando liquidez no mercado local.

A proposta reacende debate iniciado em novembro, quando medidas de taxação geraram polêmica. A Abcripto vê nisso um risco à inovação, podendo afastar investimentos e elevar burocracia para traders brasileiros.

Impacto Prático no Bolso do Investidor Brasileiro

Para você que usa USDT para comprar Bitcoin ou transferir valor, uma taxa extra de IOF (alíquotas de até 6,38%) pode encarecer cada operação. Imagine pagar mais para converter BRL em USDT na sua exchange favorita — isso reduz o poder de compra e complica estratégias de hedge contra o real volátil.

Empresas locais enfrentariam custos operacionais maiores, possivelmente repassados em spreads ou taxas de saque. O setor estima que isso freie adoção de cripto no Brasil, onde stablecoins movimentam bilhões anualmente. Usuários casuais, como quem usa para remessas familiares, sentiriam o peso imediatamente.

Se o decreto sair, espere aumento na burocracia: mais relatórios fiscais e compliance para corretoras, indiretamente afetando prazos de saques e depósitos.

Próximos Passos: O Que Monitorar

Mantenha o radar ligado no Ministério da Fazenda e Abcripto. Se o processo judicial avançar, pode haver liminar suspendendo a taxa, dando tempo para adaptação. Enquanto isso, diversifique: avalie plataformas P2P ou internacionais com taxas menores, mas verifique compliance com Receita Federal.

Acompanhe atualizações no site da Abcripto e notícias regulatórias. O embate judicial pode definir o futuro da taxação cripto no Brasil, protegendo seu acesso acessível a stablecoins.


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Oficiais cartoon conectando cabo de energia renovável a máquina de mineração Bitcoin, simbolizando iniciativa do governo do Ceará com Etice

Ceará Fomenta Mineração de Bitcoin com Etice

A Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice) anunciou planos para fomentar a mineração de Bitcoin no estado, utilizando sua rede de 5.800 km de fibra ótica conhecida como Cinturão Digital. O presidente Hugo Figueirêdo destacou o potencial de atrair data centers especializados, aproveitando a energia renovável abundante e barata disponível localmente. Essa iniciativa representa um passo prático na adoção pública de criptomoedas no Brasil, com foco regional para gerar empregos e desenvolvimento econômico. A revelação foi feita em entrevista recente ao Portal do Bitcoin, em 7 de janeiro de 2026.


Infraestrutura da Etice para Atrair Mineradores

A Etice, sociedade anônima 100% controlada pelo Governo do Ceará, gerencia o Cinturão Digital, uma malha de banda larga que conecta 130 municípios e se expande para os 184 do estado. Essa infraestrutura de alta velocidade é ideal para operações de mining de Bitcoin, que demandam conexões estáveis e de baixa latência para validar transações na blockchain.

Segundo Figueirêdo, a empresa não planeja minerar diretamente em seu data center, dedicado a serviços públicos com soberania de dados. Em vez disso, atuará como facilitadora, conectando data centers de terceiros à rede. Isso cria oportunidades práticas para investidores interessados em montar operações no Nordeste, reduzindo custos de infraestrutura inicial.

Vantagens Competitivas do Ceará

O estado se destaca pela disponibilidade de energia renovável a preços competitivos, essencial para a mineração intensiva em eletricidade. Data centers de BTC consomem volumes massivos de energia, e o Ceará oferece fontes como solar e eólica em abundância, com tarifas abaixo da média nacional.

Essa estratégia alinha o estado à tendência global de mineração sustentável. Para o leitor cearense ou nordestino, significa potenciais empregos qualificados em TI e manutenção de equipamentos, além de diversificação econômica além do turismo e agro. Atualmente, segundo o Cointrader Monitor, o Bitcoin negocia a R$ 484.241, com variação de -2,01% nas últimas 24 horas.

Desempenho Financeiro e Expansão

Em 2025, a Etice faturou cerca de R$ 500 milhões, com 80% vindo de serviços e 20% do Cinturão Digital. O ano fechou com prejuízo de R$ 10 milhões, compensado por aporte estadual de R$ 50 milhões. Esses números mostram solidez para investir em novos negócios.

Além da mineração, a empresa mapeia oportunidades em Inteligência Artificial, usando o mesmo data center para IA. Essa visão multifacetada posiciona o Ceará como hub tecnológico no Brasil, integrando cripto a inovação pública.

O Que Isso Significa para Investidores Locais

Para brasileiros do Nordeste, essa iniciativa abre portas práticas: parcerias com a Etice podem baratear setups de mineração, enquanto a adoção estatal sinaliza maturidade regulatória. Monitore editais e chamadas da Etice para oportunidades de negócio. Com urgência baixa mas confiança alta, é hora de acompanhar como isso evolui em 2026, potencializando ganhos regionais sem depender só de capitais estrangeiros.


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