Influenciador cartoon com smartphone de cripto surpreendido por mão regulatória com alertas de multas, simbolizando regras da CONSOB e ESMA para finfluencers

CONSOB Alerta Finfluencers: Regras Europeias para Cripto

A Commissione Nazionale per le Società e la Borsa (CONSOB), regulador de valores mobiliários da Itália, alertou ‘finfluencers’ sobre a aplicação integral das regras europeias de recomendações de investimento e publicidade a criptomoedas. A medida reforça um factsheet da Autoridade Europeia dos Mercados de Valores Mobiliários e dos Produtos Financeiros (ESMA), destacando que promover ativos voláteis como cripto sem transparência pode gerar responsabilidade legal, mesmo para não profissionais. O comunicado, emitido em 12 de janeiro de 2026, sinaliza um cerco regulatório global contra pumps sem filtro.


Detalhes do Alerta CONSOB e ESMA

O regulador italiano compartilhou o documento da ESMA, que compara promoções financeiras a produtos comuns como sapatos ou relógios, enfatizando riscos elevados. Influenciadores que empurram contracts for difference (CFDs), forex, futuros ou criptomoedas voláteis enfrentam perdas potenciais de 100% do capital investido pelos seguidores. Parcerias pagas devem ser claramente identificadas como publicidade, e disclaimers genéricos como ‘não é conselho financeiro’ não eximem de obrigações regulatórias.

A CONSOB orienta o público a desconfiar de promessas de get rich quick e recomenda que criadores verifiquem a autorização de operadores promovidos, evitando facilitar golpes em cripto. Essa iniciativa reflete preocupações com a influência massiva nas redes sociais sobre decisões de investimento em ativos de risco.

Consequências Legais na União Europeia

Desde 2021, a ESMA monitora recomendações em redes sociais sob o Market Abuse Regulation. Postagens enganosas ou sem divulgação de conflitos podem configurar abuso de mercado ou recomendações não conformes, com multas administrativas de até 5 milhões de euros (US$ 5,8 milhões) para indivíduos e valores maiores para empresas. Em alguns países da UE, violações podem ser crimes penais.

O factsheet reforça que dicas personalizadas sem licença equivalem a aconselhamento regulado, ampliando o escopo de responsabilidade. A CONSOB integra esse esforço paneuropeu, visando proteger investidores de hype irresponsável em um mercado cripto ainda em maturação.

Tendência Global e Impactos no Brasil

A ação italiana ecoa iniciativas em outros países europeus. Na França, a Autorité des marchés financiers e a ARPP criaram o Responsible Influence Certificate em 2023, obrigatório para promoções financeiras. No Reino Unido, a Financial Conduct Authority lançou campanhas com celebridades contra anúncios não autorizados de cripto.

Globalmente, a SEC dos EUA multou Kim Kardashian em US$ 1,26 milhão por promover EthereumMax sem divulgar pagamento. Processos coletivos contra ‘influencers FTX’ buscam US$ 1 bilhão. No Brasil, a CVM tem emitido alertas sobre promoções irregulares de cripto por influenciadores, alinhando-se à tendência. Investidores brasileiros devem monitorar se medidas semelhantes, como obrigatoriedade de disclaimers robustos, avançam localmente.

O Que Isso Significa para o Mercado Cripto

O cerco aos finfluencers pode elevar padrões de transparência, reduzindo scams e pumps artificiais, mas também limitar conteúdos educativos. Para criadores, o risco legal aumenta, incentivando compliance. Investidores ganham proteção, mas perdem o ‘buzz’ desregulado. No contexto geopolítico, harmonizações regulatórias como MiCA fortalecem a maturidade do setor, beneficiando adoção institucional a longo prazo. Vale acompanhar evoluções na UE e réplicas em jurisdições emergentes como o Brasil.


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⚠️ Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Faça sua própria pesquisa antes de tomar decisões financeiras.

Finfluencer cartoon com placa 'Get Rich Quick' sendo alertado por regulador europeu, representando regras da CONSOB sobre riscos cripto

Itália Alerta Finfluencers sobre Riscos de Cripto e Regras de Publicidade

A era da promoção cega de cripto nas redes sociais está chegando ao fim na Europa. A Commissione Nazionale per le Società e la Borsa (CONSOB), reguladora italiana de valores mobiliários, alertou finfluencers sobre as regras da União Europeia em recomendações de investimento e publicidade. O comunicado destaca o factsheet da ESMA, enfatizando que promover criptomoedas voláteis pode levar à perda total do capital investido. Para brasileiros, isso sinaliza uma tendência global de maior fiscalização sobre influenciadores que incentivam pumps sem transparência.


O Alerta da CONSOB e o Factsheet da ESMA

A CONSOB divulgou na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, o documento da Autoridade Europeia dos Mercados de Valores Mobiliários e de Produtos Financeiros (ESMA), direcionado a criadores de conteúdo financeiro nas redes sociais. O factsheet deixa claro: "promover um produto ou serviço financeiro não é como vender sapatos ou relógios". Influenciadores que divulgam contratos por diferença (CFDs), forex, futuros, produtos de crowdfunding ou cryptocurrencies voláteis assumem responsabilidade legal plena, mesmo sem serem profissionais do setor.

O regulador italiano reforça que tais promoções podem resultar na perda de 100% do investimento, alertando usuários a desconfiarem de promessas de "get rich quick". Finfluencers devem verificar se os operadores promovidos estão autorizados, evitando assim facilitar golpes no mercado cripto.

Regras Específicas para Finfluencers em Cripto

De acordo com o factsheet da ESMA, parcerias remuneradas obrigatoriamente precisam ser identificadas como publicidade. Frases curtas como "isso não é conselho financeiro" não eximem das obrigações regulatórias. Dar dicas personalizadas de investimento sem licença pode ser considerado prestação de assessoria regulada, sujeita a punições severas.

Desde 2021, a ESMA já havia emitido um comunicado sobre recomendações em redes sociais sob o Market Abuse Regulation. Violações podem gerar multas administrativas de até 5 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões) para indivíduos, com valores ainda maiores para empresas. Em alguns países da UE, abusos de mercado são crimes passíveis de processo penal.

Contexto Europeu e Exemplos Globais

A iniciativa da CONSOB se insere em um movimento amplo na Europa. Na França, a Autorité des marchés financiers e a ARPP criaram o "Responsible Influence Certificate" em 2023, obrigatório para influenciadores que promovem finanças, incluindo cripto, com marcas filiadas. No Reino Unido, a Financial Conduct Authority lançou campanhas com celebridades como Sharon Gaffka de "Love Island" para advertir sobre promoções ilegais de cripto.

No cenário global, casos emblemáticos ilustram as consequências. Em 2022, a SEC dos EUA multou Kim Kardashian em US$ 1,26 milhão por promover EthereumMax sem divulgar pagamento de US$ 250 mil. Em 2023, uma ação coletiva buscou US$ 1 bilhão contra influenciadores do FTX, acusados de enganar seguidores com produtos ligados à exchange falida.

Lições para Investidores Brasileiros

Embora o alerta seja italiano, ele reflete uma tendência mundial de proteção ao investidor iniciante. No Brasil, a CVM já monitora recomendações não autorizadas em cripto, e casos de rug pulls e scams promovidos por influencers são comuns. Seja crítico: verifique licenças, exija transparência em parcerias e evite promessas de ganhos rápidos. A educação financeira é a melhor defesa contra hype irresponsável nas redes.


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